Halloween: Bruxa incestuosa
- Temas: bruxa, mamãe, tabu, fantasia, cavalgada, maternal, nudez, sedução, fetiche, aprendizagem, roleplay
- Publicado em: 18/10/20
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- Autoria: semanimesemzuei
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Acordei um pouco mareado pela manhã, meu cabelo loiro quase batendo em meus olhos atrapalhava minha visão. Aos meus quinze anos, acordei para mais um dia após ter passado por um acontecimento desastroso em minha família: um grupo de lobos do nada apareceu no meio do caminho enquanto minha família levava mercadorias a uma cidade vizinha da nossa vila. Sendo nós simples produtores de leite, esse era o sustento que trazia o nosso pão de cada dia. No ataque dos lobos, meus pais seguraram as feras enquanto garantiam a minha fuga; correndo por minha vida, um dos lobos conseguiu passar por meus pais e veio atrás de mim. Corri e corri até que, no fim, estava de cara com um. A fera faminta me olhou com seus olhos mortais, rosnava ferozmente, observando se eu teria alguma reação defensiva. Quando se trata de lobos, estes são bons caçadores com algum conhecimento básico de caça; a fera, vendo que não tinha como mostrar qualquer reação, partiu para cima de mim. Seus dentes cravaram em minha carne e eu gritei de desespero, sentindo a dor imensa; chorei como um bebê por leite. Foi então que senti os dentes do lobo saírem do meu braço e voarem para longe; não entendi muito bem o que se passou pois, juntamente com a dor, o medo tomou conta de mim de um jeito forte.
Apareceu em minha vista uma mulher. Reconheci por sua roupa que ela era uma bruxa. Alguém descrita pela igreja como um ser do mal, filho do demônio, tentadora dos homens e caçadora dos virgens fiéis a Deus.
— Meu pequeno, o que aconteceu com você aqui? Olha essa ferida... Deixa eu tratar isso para você.
— Não me encoste, bruxa... Não... Não se aproxime! — eu havia gritado para ela.
A bruxa não pareceu mostrar que minhas palavras fossem grosseiras ou coisa do tipo; ela na verdade foi bem paciente comigo, tentando me acalmar e conversando comigo. Quando menos esperei, o meu medo foi diminuindo, menos a dor que ainda latejava no meu braço mordido, que escorria muito sangue.
— Qual seu nome, pequeno?
A bruxa era uma mulher jovem, de cabelos loiros e lisos que iam até a sua cintura, grandes seios, medindo cerca de 1,65m e era bem delgada. Não era nem magra nem muito gorda, um padrão de beleza típico das plebeias das aldeias ao redor. Quando minha mente se acalmou, mesmo com a dor, não pude deixar de sentir uma ligeira excitação pela bruxa. Ela estava ajoelhada me olhando com certa preocupação naquele tempo; percebi que entre suas pernas não havia qualquer peça cobrindo suas partes íntimas.
— Garoto pervertido, você vai poder ver ela depois de eu tratar sua ferida.
Fiquei com vergonha, meu olhar indecente foi pego completamente por suas palavras.
— Ca... Cale-se, bruxa! Você é que me tenta estando desse... jeito... — eu disse, ficando super vermelho.
— Crianças da sua idade são tão complicadas, mas descanse agora e durma... Eu vou cuidar dos seus pais. Infelizmente, os lobos já devem ter terminado com eles.
Essas palavras haviam me despertado um choque terrível; imaginar que meus pais tiveram um fim que eu quase tive fez com que meu estômago quase revirasse.
— Não se preocupe, agora você tem uma nova família, meu querido filho.
Com essas palavras eu desacordei e depois acordei numa cabana de madeira, numa cama confortável. Já faz umas duas semanas que fui praticamente adotado pela bruxa; seu nome é Ana e ela tem uns vinte e oito anos de idade. A igreja sempre tratou todas as bruxas como seres do demônio, mas os dias que andei passando com ela me fizeram crer agora que as bruxas na verdade são boas pessoas. Como um membro de uma família de comerciantes, consigo ver a verdade e a mentira. Até agora, a bruxa não me cobrou um tostão por cuidar de mim, não me fez assinar nenhum contrato querendo minha alma e muito menos me exigiu que eu beba alguma poção mágica do seu caldeirão.
— Querido, finalmente acordou — a bruxa notou meu despertar.
Ela se aproximou de mim; não usava qualquer peça de roupa no corpo. Seu maravilhoso corpo, que é uma verdadeira tentação do diabo, faz com que meu pênis fique ereto sempre.
— E seu amigo também. Bom dia, pequeno.
Ela tocou o meu pênis com a ponta do seu dedo e eu, é claro, dei uma leve estremecida, antecipando aquilo que sempre fazemos todos os dias. A bruxa Ana, além de cuidar de mim e da minha ferida que agora está mais que sarada, cuida das minhas outras necessidades que todo homem tem. Seus seios são macios, suas nádegas firmes para uma plebeia, seu corpo quente de paixão. Seus olhos azuis como o mar mais belo que já vi; qualquer outro homem, se for atento, ficaria tentado por seus olhos. São olhos de uma mulher que possui uma origem não humilde. Não se vê no meio plebeu uma mulher com olhos tão azuis quanto o mar, a menos que esta certamente seja a filha de algum nobre que tenha se relacionado com alguma empregada ou alguma taberneira por aí.
— Sua ferida está completamente curada, seu corpo completamente descansado e sua disposição para nossas atividades está em alta. Bem, agora podemos começar a nossa relação de mãe e filho. Começamos com você me chamando de mamãe, vamos lá.
— Hmmm... Não sei... Meio que fico... sem jeito... — eu disse a ela com vergonha.
— Não precisa ficar desse jeito, só temos nós aqui. Nada para te julgar; eu ficaria mais feliz com você, meu filho, me chamando de mamãe.
— Então... Mãe...?
Ela me olha com seus olhos desconcertados, espantados, abertos, assombrados. Como se esta palavra estivesse retorcendo todo o seu ser por dentro; alguns minutos se passaram para que ela pudesse voltar ao mundo real.
— Desculpe... é que... eu nunca imaginei que essa palavra fosse tão forte... Eu não... sei o que dizer... Pode me dizer novamente?
— Mãe...
— De novo.
— Mãe.
— Mãe! — eu disse gritando.
Ela simplesmente me abraçou fortemente; seus seios grandes e macios pressionaram o meu peitoral. Sua ação repentina me deixou desconcertado até que meu pênis ficou ereto sem qualquer hesitação. Tentei me soltar do abraço dela pois, devido à ereção, isso é algo bem constrangedor, mas ela manteve seu abraço com uma força fora do comum para uma mulher.
— Nunca pensei que esta simples palavra fosse me deixar tão feliz. A mamãe está muito feliz por isso... Sabe... Já que meu querido filho me deixou feliz, eu tenho que te recompensar com o que você gosta — ela me disse, falando no meu ouvido.
— Espera... eu... tem que ser logo... de manhã...? — eu tentei protestar.
Minha nova mãe com seus lábios começou a beijar meu pescoço; seus beiços macios fizeram um suave e molhado contato com minha pele. Os estalos dos lábios tocando meu pescoço entraram no meu ouvido suavemente. Fechei meus olhos sentindo sua boca chupando o meu pescoço com certa grosseria que não era muito típica dela nessas duas semanas. Por instinto, eu inclino meu pescoço para o lado, sentindo sua cabeça com a minha. Parece que esse ato meu só estimulou ela a fazer mais suas chupadas em mim, e não que eu desgoste disso; sua boca chupando a pele do meu corpo me dá uma sensação gostosa de apreciar por alguns minutos. E depois da chupada, eu senti sua língua deslizando pela área que ela andou chupando; com sua boca molhada, estremeci levemente com sua ponta deslizando bem devagar, onde ela não tinha qualquer pressa. E por instinto novamente, eu seguro a cabeça da minha mãe e com isso eu peço, sem dizer, que continue beijando meu pescoço; fico desconcertado por ela adivinhar minhas intenções. Ela volta a me beijar, suas narinas soltam um sopro quente me fazendo cócegas.
— Para um homem tão novo, você tem uns pontos fracos tão estranhos.
— Não posso fazer nada... Seus lábios são gostosos.
— Que bom, meu amor. Sinto que nossa relação de mãe e filho está progredindo mais e mais. Agora venha e prove meus lábios.
Sem deixar eu responder sua petição, ela pressiona seus lábios macios aos meus suavemente. Uma corrente de energia circula por todo o meu corpo; minha mão agarra o lençol da minha cama querendo conter meu desejo de me afogar em seus lábios com fome. Minha respiração tive que segurar e apreciei seus lábios por alguns segundos.
— Haaa... Haaaa... Haaaaa... — eu buscava pelo ar — Mãe... seja um pouco gentil pelo menos.
— Desculpe, meu amor, mamãe está muito emocionada... Nosso beijo oficialmente como mãe e filho, meu coração não para de bater.
— A senhora sabe que a maioria das mães não beijam seus filhos né?
— Eu sei, essas mães são muito recatadas. É o dever de uma mãe ensinar seu filho a ser um homem; ensinar a beijar e fazer amor na cama não só aumenta nossa relação como também faz aprender a ter mais disciplina.
— Tá... Continuamos?
Ela me sorriu mostrando seus belos dentes brancos que pareciam até refletir a luz do sol que entra pela janela. Acho que se estivéssemos no escuro total, seria possível ver seus dentes brancos na escuridão. Seus lábios grudaram no meu suavemente; minha respiração teve que ser segurada para poder apreciar tais beiços. Suas narinas expeliam um ar quente em minha bochecha; minha mão, que precisava segurar em algo para poder conter minha respiração, foi direta nos seios de minha mãe. Senti minha mãe se desequilibrando um pouco da sua posição devido ao meu agarro.
— Haa... Haaa... Haaa... — minha mãe soltou meus lábios — Para alguém tão jovem, você está aprendendo a beijar bem.
— Obrigado, eu acho.
— As mocinhas da sua idade certamente receberão o melhor beijo de suas vidas, isso eu posso dar certeza. Então, vamos agora para o seguinte passo: tire sua roupa.
Sem esforço, eu retiro minha roupa e fico deitado na minha cama, e minha mãe, que está sem roupa, fica em cima de mim, como se estivesse montada num cavalo. Estou deitado entre as pernas dela e minha visão com ela em cima de mim me dá uma bela visão dos seus seios que estão suando sem mesmo estarmos em ação profunda. Suas mãos deslizavam sobre meu peitoral nu; os pelos do meu corpo não param de ficar arrepiados quando seus dedos dão uma pequena volta em meus mamilos. Ela é bem brincalhona usando a palma dos dedos para pressionar um dos meus mamilos; sorrio devido à sua brincadeira e ela me devolve seu belo sorriso. Ela me olha escaneando minha barriga, umbigo, mamilos, pescoço, boca, olhos; todo seu olhar sobre mim mostra uma verdadeira satisfação. Ainda em sua brincadeira, seu dedo entra em meu umbigo e nele fica pressionando e soltando a pressão, ficando nisso por alguns segundos. Morde os lábios mostrando excitação em suas brincadeiras; meu pênis, reagindo a essas travessuras, fica agitado querendo estar dentro dela.
— Calma meu amor, temos um dia inteiro pela frente — ela me disse, vindo chupar meu mamilo.
Ela tira a língua de sua boca e começa a fazer seu passeio pelo meu peitoral; estremeço só de sentir a ponta lubrificada de saliva da língua dela. O passeio de sua língua vai chegando perto do meu mamilo e eu fico observando em silêncio, e ela retribui meu olhar enquanto faz o seu passeio. A ponta de sua língua vem chegando perto e, chegando mais perto, começa a deslizar em círculos e de vez em quando fica brincando com a ponta do meu mamilo. Meus dedos cravaram na fronha da minha cama, meus pés se retorcem devido ao prazer. Observo-a como um bom espectador, sem tirar qualquer olhar meu sobre ela, enquanto ela vai brincando com uma parte do meu corpo; ela também aproveita para sorrir para mim, achando divertido como eu me seguro para não avançar em cima dela.
— Acho que já brinquei demais com você — ela me disse, se levantando.
Os seus seios que pressionavam o meu corpo saíram de mim, aliviando minha barriga. Fiquei em silêncio continuamente, esperando quais as próximas ações que ela vai tomar. Em alguns segundos ela coloca meu pênis dentro dela; sinto suas paredes vaginais cobrirem meu pênis como sua boca faz quando faz seu boquete em mim.
— Delícia, seu pênis pulsando dentro de mim... Ha... Agora sim me sinto uma verdadeira mãe... ensinando o seu filho como fazer amor... Está vendo bem a mamãe, está? Me observe, meu filho.
— Sim mamãe, estou te observando.
Não tinha como não resistir a isso. Sua vagina molhada e cobrindo meu pênis está me fazendo ficar confuso, fazendo minha cabeça girar com seus delírios. Quando meu pênis sentiu sua vagina pela primeira vez, eu não pude deixar de ficar com a sensação da pressão que ela fez. Agora, depois de muitas práticas, meu pênis se acostumou com sua forte vagina.
— Ha... Haaa... Mamãe... começou a mexer... estou cavalgando... meu garanhão, seu instrumento é muito forte... Aprenda... Aprenda com a mamãe a como fazer amor... Deixe sua mulher com uma expressão de felicidade igual à minha... Quando ver sua mulher feliz, me veja no rosto de sua amante.
Não sei se eu rio ou choro, pois ver o rosto da minha mãe na mulher que eu vou amar e ter filhos é bem estranho — mais estranho do que o que estamos fazendo. Tenho certeza que nenhuma mulher gostaria de ter seu homem vendo a cara de outra mulher na sua, mas deixando isso de lado, meu corpo começou a sentir o balançar da cavalgada da minha mãe. Senti meu meio sendo pressionado pelo empurrão para baixo do corpo dela; eu não fazia qualquer força para fazer frente à sua força, deixava o corpo dela afundar o meu na cama e, com isso, a cama me empurrava para cima devido à sua elasticidade. Meu pênis sofria a força que ela aplicava para me fazer afundar na cama, mas não sofria de estar ruim ou incômodo. Sua vagina estimulava minha glande molhando-a de cima a baixo, em seus 360 graus; nenhuma parte do meu pênis deixava de receber prazer e estímulo. Meus olhos se alegravam ainda mais vendo os seios de minha mãe pulando para cima e para baixo, uma visão em que muitos dariam uma moeda de ouro para ter com alguma prostituta de qualidade.
— Está sentindo a mamãe, está? Aprenda... aprenda... aprenda com a mamãe... Seja um homem bom para as mulheres... Seja bom para as bruxas... principalmente para as bruxas... Seja gentil... disciplinado... amoroso... Ame muito sua mulher... Ame sua mulher como ama sua mãe... Sim... Sim... Estou sentindo muito o seu amor... Estou sentindo você me abrir toda por dentro... Sua espada me fura por dentro de uma maneira prazerosa... A sensação do seu pênis me abrindo é muito boa... Estou... Estou... Gozaaaaaaaannnnnndooooooo!
Sua voz preencheu toda a pequena habitação e com isso entrou no meu ouvido com força; quando ela goza é sempre desse jeito exagerado. Minha mãe desabou sobre mim e meu pênis escapou de sua vagina; senti a pressão dos seus seios em meu peitoral. Agora me resta descansar para depois começarmos o segundo round.

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