"Os mais excitantes contos eróticos"


Advogada, escritora, maratonis


autor: publicitario45
publicado em: 26/11/15
categoria: hetero
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Conheci Dra. Fabiana em 2010 na recepção de um cliente meu. Ela é advogada e prestava serviços para ele. Na oportunidade, ficamos conversando cerca de 20 minutos até que ela foi atendida na minha frente. Como toda advogada, Fabiana estava elegantemente vestida dentro de um terninho cinza, sandália com salto alto, cabelo preso e óculos de grau.

Assim que ela saiu da sala, me entregou o seu cartão, pegou o meu e nunca mais nos falamos até 2012, quando precisei contratá-la às pressas para resolver um problema da nossa empresa.

Fabiana compareceu à reunião impecavelmente linda. Outro terno, desta vez azul, cabelos longos desta vez pintados de loiros, óculos e um perfume formidável que tomou conta da sala de reunião. Após a reunião, passamos a nos falar mais pelo telefone e nos adicionamos no Facebook onde eu puder ver várias fotos e perceber que além de correr todos os dias às 5h da manhã, ela era casada.

Resolvemos o problema judicial e nunca mais nos falamos, exceto por e-mail ou mensagens em datas comemorativas. As vezes um curtia uma foto do outro mas o fato é que nos afastamos até o final do ano de 2014, quando fui cuidar de uma ação para um cliente nosso. Era uma corrida de rua e meu cliente era o patrocinador Master do evento. Após a corrida, eu estava no nosso estande quando uma mulher de cabelos avermelhados e cacheados veio falar comigo. Conversei com ela normalmente até que fui surpreendido por uma pergunta direta:

- Você não está me reconhecendo?

- Me desculpe, mas realmente seu roto não é estranho, mas eu sou péssio fisionomista.

- Sou a Fabiana, advogada, lembra?

- Minha nossa, me desculpa, mas você está diferente.

- Sim, acabei de correr 10 km, estou suada, descabelada e ainda por cima pintei meus cabelos.

- Tem razão, me desculpe. Mas me diga como vão as coisas?

Após este mico histórico, eu e Fabiana ficamos conversando cerca de 30 minutos até que ela e despediu e saiu.

No dia seguinte, ela me chamou para conversar e deste dia em diante passamos a falar com mais frequência, mas em nenhum momento a conversa saiu do trivial, afinal de contas, apesar de linda ela era casada.

Entramos em 2015 e as conversas continuaram com a mesma frequência até que no mês passado ela me convidou para o lançamento do seu livro. Fiquei espantando porque além de maratonista, advogada, esposa a mulher ainda arrumava tempo para escrever um livro. Aceitei o convite no dia do lançamento eu estava lá, pronto para receber uma dedicatória na primeira página do livro.

Mas teve uma coisa que me chamou a atenção. O marido dela não estava lá, assim como não aparecia mais nas fotos do Facebook, mas eu jamais tocaria no assunto e isso acabou passando e eu esqueci deste detalhe.

Quando chegou a minha vez, quase não consegui disfarçar a reação de um homem frete a uma mulher simplesmente linda. Fabiana vestia um vestido longo preto que contornava bem as curvas do seu corpo moldado a corridas de rua, uma maquiagem leve, porém perfeita fazia com que seus olhos e boca se destacassem ainda mais. Seus cabelos agora avermelhados, ostentavam belos cachos e as joias compunham o quadro de beleza que estava na minha frente.

Fabiana sorriu, se levantou e me deu um longo abraço e agradeceu por eu ter ido ao lançamento do livro. Na dedicatória lia-se: para meu cliente que é um péssimo fisionomista, mas que cada dia vez mais sorrir nas nossas conversas on line. Um beijo, aliás, vários beijos para você e obrigado por ter vindo, espero que goste. P.S: Não vá embora, conversamos depois.

Bem, como na festa tinha algumas pessoas que eu conhecia, acabei me sentando numa mesa de amigos e ficamos bebendo um vinho até que Fabiana começou a passar de mesa em mesa agradecendo a presença de cada um. A esta altura, eu já sabia que Fabiana havia se separado do marido após descobrir que ele tinha algumas amantes e que adorava gastar boa parte do seu dinheiro com garotas de programas de luxo aqui de Vitória.

Não demorou muito para que ela chegasse a nossa mesa e se sentasse ao meu lado. A conversa na mesma fluía bem, afinal erámos todos conhecidos até que alguém teve a brilhante ideia em esticar a noite numa casa noturna. Seguimos pra lá e a cada taça de Champanhe Fabiana se soltava na medida que as bolhas iam fazendo efeito.

Após dançar muito, Fabiana se sentou perto de mim e voltamos a conversar cada vez mais perto, já que o som da casa era bem alto e quase não se ouvia um ao outro. O clima de paquera era notável e alguns amigos cochichavam no meu ouvido sobre a possibilidade de investir, já que a estrela da noite estava sozinha há quase um ano e ninguém tinha notícias que ela estava saindo com alguém além dos tênis de corrida.

O fato é que a paquera e o clima de sedução rolou a noite toda e só. Lá pelas 4h da manhã, resolvemos ir embora e Fabiana pegou carona com uma amiga dela, já que ela havia bebido demais e eu, segui sozinho pra casa.

No dia seguinte Fabiana me ligou logo cedo para agradecer a noite e dizer que sua cabeça ia explodir devido a ressaca de champanhe. Dei algumas risadas e a convidei para almoçar, já que era sábado, o dia estava lindo e uma moqueca em Guarapari ia super bem. Convite, feito, convite aceito e lá pelo meio dia eu estava parado na porta da casa dela.

Fabiana parece ter o dom de se vestir bem sem exageros. Um vestido leve, óculos escuros, sandália e uma pequena bolsa de mão e aquele perfume tomou conta do carro. Trocamos dois beijos no rosto, conversamos rapidamente e seguimos em direção a Rodovia do Sol.
Passamos o dia lá e foi incrível. Uma conversa boa, muitas risadas e o clima de azaração ainda persistia no ar. Na volta, Fabiana colocou suas músicas preferidas para tocar no carro e automaticamente coloquei uma das minhas mãos nas suas pernas. Retirei a mão, pedi desculpa e ela sorriu e mandou que eu a colocasse de volta, obedeci, mas um silencio tomou conta do carro, era como se um estivesse tentando adivinhar o pensamento do ouro até que o transito na rodovia parou devido a um acidente entre três carros. Ficamos presos ali durante uma hora e entre uma música e outra, minha mão ainda na perna dela, pintou um beijo sem nenhuma palavra sequer. Fabiana tem uma boca bonita, quente, macia e seu beijo é dos melhores. Seu cheiro é perturbador fruto de um excelente perfume. Enquanto nos beijávamos suas mãos passeavam pela minha nuca e me causando arrepios que ela logo percebeu.

Sorrimos e voltamos a nos beijar.

O transito voltou a fluir um tempo depois e em vinte minutos estávamos na porta da sua casa em Vitoria. Fabiana me agradeceu a tarde, me disse que estava sozinha desde que tinha se separado, mas ainda não sabia o que ia fazer da vida quando o assunto fosse relacionamento. Nos beijamos novamente e ela saiu do carro me deixando completamente excitado.

No mesmo sábado, a noite, Fabiana me ligou:

- Oi...

- Olá doutora, tudo bem?

- Gosto quando você me chama de doutora com este tom de voz.

- Que tom?

- Tom de malícia.

- Bom saber, não te chamo mais pelo nome.

- O que você vai fazer no próximo fim de semana?

- Nada certo ainda, porque?

- Quero almoçar em Pedra Azul, tomar um vinho e queria saber se você quer ir comigo.

- Claro doutora.

- Ok, mas desta vez eu te busco na sua casa e como iremos para fora da estrada, reservo os quartos numa pousada de uma amiga, se importa?

- Quartos?

- Sim, acho que ainda não estou preparada para dormir com outro homem, mas tudo pode mudar.

Tudo bem pra você se for assim?

- Claro, sem problemas.

Durante a semana, que passou rápido, eu e Fabiana quase não nos falamos mas trocamos algumas mensagens rápidas. No sábado, no horário combinado ela estava em frete do meu prédio e eu desci com uma bolsa, levando algumas peças de roupas e algumas garrafas de vinho, já que iriamos dormir em quartos separados, a noite eu tomaria meu vinho lendo meu livro “O lado bom da vida” que já estava quase no fim.

Mais uma vez, Fabiana estava linda. Entrei no seu carro, demos um selinho e seguimos para Pedra Azul, uma viagem rápida e muito agradável.

Chegando na Pousada, Fabiana se apresentou e veio a primeira surpresa. Fabiana havia desistido dos dois quartos e alugou um chalé bem confortável. Seguimos e paramos o carro na entrada. Quando entramos, ela abriu o frigobar e abriu uma garrafa de champanhe (Adoro mulheres determinadas), serviu duas taças e fomos para a varanda ver a vista que diga-se de passagem é maravilhosa.

Sentamos nas cadeiras e ficamos ali, conversando sobre a vida, trabalho, casamento e sexo. Notei que seu rosto ficou vermelho e resolvi sentar do seu lado. Fabiana entendeu, colocou a taça na mesa e se deixou ser beijada. Ficamos um tempo nos beijando, o clima esquentou, suas mãos tremiam a cada toque das minhas mãos no seu corpo, mas de repente Fabiana se levantou e pediu calma. Sua respiração estava descompassada, o coração estava acelerado mas os olhos brilhavam.

Entramos colocamos algumas coisas no prato para beliscar e abrimos a segunda garrafa e champanhe meus amigos, nunca falha.

Quando Fabiana colocou musica no chalé e começou a dançar, percebi que era questão de tempo para irmos para cama. Ela se trocou e colocou um short não muito curto e uma blusa leve e começamos a dançar e rir na medida que a champanhe ia fazendo efeitos. A dança normal deu lugar para uma dança mais sensual, mais lenta e em minutos nossos corpos estavam colados e se movimentando no mesmo ritmo. Fabiana se mexa lentamente enquanto me beijava, as vezes parava e me olhava nos olhos fixamente e minhas mãos começaram novamente a deslizar pela sua pele. Os arrepios me mostravam que eu estava no caminho certo e o clima frio das montanhas foi esquentado dentro do Chalé. Mais um beijo e Fabiana tirou a minha camisa, retribui tirando a blusa dela também. Nossos corpos se tocavam no ritmo da dança e minhas unhas passeavam pelas suas costas. Seu pescoço dobrou pra trás e minha boca foi ao seu encontro, descendo pelos seus seios e em seguida sua barriga. Fabiana me acariciava os cabelos e as vezes me puxava em direção a sua boca. As taças já tinham sido deixadas de lado quando ela com as duas mãos livres abriu o zíper da minha bermuda me deixando apenas de sunga.

Mais uma vez segui seus passos e desabotoei seu short jeans deixando-a apenas de calcinha branca, com pequenos detalhes em renda.

Fabiana novamente voltou a respirar descompassadamente e para quem queria dormir em dois quartos separados, estava indo rápido demais. Diante disso, resolvi arriscar e a joguei no sofá grande da sala do chalé.

Me ajoelhei na sua frente e comecei a beijar e colocar dentro da minha boca, cada um dos dedos dos seus pés. Fabiana se remexia no sofá a cada dedo que eu chupava. Subi pelas suas pernas em direção a sua virilha, passando pelas partes internas das coxas. Suas mãos me arranhavam e puxavam meus cabelos ao mesmo tempo. Subi em direção a sua boca e voltamos a nos beijar enquanto meu pau roçava a sua bucetinha, ambos separados pelos tecidos da Box e da sua calcinha branca.

Fabiana dizia que não devia, mas também não fazia nenhum movimento para se desvencilhar da situação. Minhas mãos apertavam seus seios médios enquanto eu mordiscava seus bicos rijos, aliás, bicos maravilhosos.

Desci novamente em direção ao seu sexo e Fabiana parecia adivinhar o que estava por vir. Abriu levemente as pernas e eu coloquei sua calcinha de lado ficando gente a frente com sua boceta linda, depilada, cheirosa e com lábios carnudos, ideal para morder.

Me aproximei, respirei fundo querendo sentir todo o seu perfume e toquei levemente com meu dedo, percebendo que a excitação já estava fazendo com que seu mel escorresse. Não resisti e cai de boca, de uma vez só, num movimento rápido e certeiro. Fabiana se abriu ainda mais, puxou a calcinha e se ofereceu toda. Chupei, lambi, mordi, penetrei com meus dedos, voltei a chupa-la, engolindo cada gota de mel que escorria de dentro do seu sexo. Mais algumas chupadas e mordidas no grelo e Fabiana soltou um gemido mais alto e intenso denunciando seu primeiro gozo. Seu corpo estremeceu e ela pediu um minuto para retomar seu folego.

Me deitei do seu lado e suas mãos começaram a deslizar sobre a minha box. Meu pau já estava latejando, doendo de tesão quando ela repetiu meus movimentos e se ajoelhou na minha frente e sacou meu pau. Passou levemente a língua na cabeça me arrancando um suspiro mais intenso, desceu tocando levemente os lábios na pele da minha pica até chegar ao meu saco. Sua língua brincou ali por um certo tempo me deixando cada vez mais excitado. Suas unhas longas e afiadas deslizavam pela extensão do meu pau me proporcionando uma sensação única.

Como Fabiana estava bem a vontade ajoelhada na minha frente, chupando meu au com volúpia, enrolei seus cabelos na minha mão e comecei a controlar seus movimentos. As vezes eu mexia sua cabeça mais rápido as vezes mais lento, e a doutora ia obedecendo me sugando cada vez mais gostoso.

Após alguns minutos de boquete, Fabiana veio com sua boca quente e sedenta em direção a minha, mas antes se livrou da calcinha se se posicionou perto do meu pau. Ficamos ali nos beijando, minhas mãos passeavam pelo seu corpo, meu dedo acariciava seu cuzinho e ela se contorcia. A cabeça do meu pau estava bem perto da sua gruta e era perceptível o calor que saia de dentro do seu corpo.

Não demorou muito para que a minha advogada safada deixasse seu corpo arrimar sobre o meu. O pau deslizou fácil, entrou preenchendo cada centímetro daquela bceta quente, úmida e apertada.

A doutora começou a ditar o ritmo da trepada e seus movimentos eram cadenciados. Ela se mexia
lentamente tirando meu pau inteiro de dentro dela e retornava engolindo ele por inteiro.

Meu dedo ainda massageava e penetrava seu cuzinho apertado enquanto ela se remexia na minha pica atolada na boceta carnuda. Uns tapas na bunda lhe fizeram a se mexer mais rápido e novamente suas unhas nas minhas costas denunciavam outro orgasmo.

Trocamos de posição e eu a coloquei de quatro no sofá. Peguei a garrafa de champanhe que estava dentro do balde de gelo e derramei entre suas pernas. O liquido gelado lhe arrancou um gritou e eu me ajoelhei por trás dela para sugar o liquido gelado misturado com seu m el e o suro do seu corpo.

Fabiana me chamou de cachorro, safado, louco e aos poucos ia se soltado cada vez mais.

Após o terceiro orgasmo, na minha boca, pincelei meu pau na sua grutinha e entrei de uma vez só. O pau entrou rasgando e Fabiana cravou suas unhas no encosto do sofá. Segurei seu corpo pelas ancas e comecei a socar com mais vigor lhe arrancando palavras desconexas. Meti a vontade, comi, bati, arranhei, penetrei seu rabinho com dois dedos enquanto socava a sua boceta melada.

Aumentei o ritmo e senti meu corpo começar a esquentar, meu coração aumentava as batidas e logo veio meu gozo e um urro de prazer. Gozei, mas antes tirei meu pau de dentro e labuzei suas costas com meu leite denso e quente.

Eu e Fabiana passamos o fim de semana enfurnados no quarto. Trepamos mais algumas vezes, fizemos coisas loucas que ela nunca teve coragem de fazer com o ex-marido e eu espero contar tudo nos próximos contos.

Sobre o ex-marido, me parece que não é tão ex assim. Todo mundo sabe que ela é louca por ele e que provavelmente vão voltar

Da minha parte, sigo sonhando diariamente com a minha casadinha de 25 anos que mesmo longe me tira do sério todos os dias. Não vejo a hora de abusar do seu corpinho.

Beijos a todos vocês.




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