O novinho alfa - Parte 3 - O pesadelo de Felipe

  • Temas: Novinho, Madura, Traição, Voyeur, Fetiche
  • Publicado em: 06/05/24
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  • Autoria: hernandespeter
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Na manhã seguinte, eu acordei mais feliz e disposta do que o costume. Fazia um dia ensolarado. Eu estava tão inspirada que preparei um café da manhã especial para os meninos, com direito a bolo quentinho, torradas com geleia e diferentes tipos de queijos e frios. Breno merecia o melhor pelo seu desempenho. E Felipe... Bem, Felipe é um menino faminto. Tanto é que foi o primeiro a acordar assim que sentiu o cheiro de bolo.


"Bom dia, filho!"


"Oi, mãe."


"Espero que você goste do café da manhã que preparei hoje. Não foi você que se queixou que não recebe amigos há meses aqui em casa? Pois hoje seu amigo vai ganhar um banquete! E que não fique nenhuma dúvida de que eu adoro receber seus amigos aqui em casa, meu amor!", concluí, dando um beijo na teste do Felipe.


Por trás de todo esse afeto havia uma intenção: eu precisava saber se o Felipe tinha ouvido alguma coisa ontem à noite. Mas como?


"Você dormiu bem, querido? Fiquei com certo receio por ter deixado você e o Breno sozinhos com algumas latas de cerveja."


"Até que dormi bem, sim."


"‘Até que?’ Como assim?"


"Bem, eu tive um pesadelo... Um monstro... Ele estava fazendo sexo com alguma coisa e... Foi bem estranho e nojento. Eu nem deveria estar te contando essas coisas!"


“Um monstro?” Não pude conter o riso. “Um menino da sua idade sonhando com monstros? E tendo medo? Haha! E que tipo de monstro era esse que tirou seu sono?”


"Não era bem um monstro.... Era um cara... Um cara todo musculoso."


"Ah! Então não era um monstro, era um homem. E você disse que ele estava fazendo o quê? Transando?"


"Sim, transando."


"Com quem, querido?" Aguardei a resposta ansiosa.


"Não consigo lembrar direito. Foi um sonho muito confuso. Às vezes parecia que era um objeto. Às vezes uma mulher. Um homem. Um animal. Era muito estranho. Mas o cara era violento demais, machucava a coisa que ele estava fodendo. E essa coisa fazia barulhos horríveis de dor e sofrimento. Eu queria ajudar, parecia que a coisa estava sofrendo muito. Mas eu estava paralisado."


"Realmente, foi um sonho bem estranho e perturbador. Uma pessoa sendo violentada na sua frente, e você sem poder fazer nada... Sinto muito por isso, querido. Mas foi só um pesadelo. Espero que você não tenha acordado durante a noite por causa disso."


"Não, não. Acho que não. Mas foi bem estranho. Foi muito real."


"Alguns sonhos são mesmo, filho. E algumas coisas são tão perfeitas que parecem um sonho, e a gente fica só esperando a hora que alguém vai nos acordar para acabar com a diversão..."


"Como assim, mãe?"


"Nada, querido. Essa manhã linda me deixou meio filosófica. Tome seu café da manhã. Tem tanta coisa aqui na mesa! Olha só, eu comprei aquele queijo meia cura que você adora! Não fique pensando nesse sonho. E quer saber? Você só teve esse pesadelo porque bebeu demais ontem à noite. Eu sabia que era uma má ideia. Que isso sirva de lição, mocinho." Dei outro beijinho na testa do Felipe.


"Você tem razão, mãe. Eu exagerei. Eu nem lembro como fui parar no quarto. Uma hora eu estava na sala, depois eu estava no quarto com o Breno conversando alguma coisa, e do nada eu apaguei."


"Eu também não percebi quando dormi. Caí no sono com a TV do quarto ligada. E por falar no Breno, ele vem tomar café com a gente? Eu preparei tanta coisa pra ele..."


"Acho que não, mãe. Ele ainda tá dormindo."


"Que pena. Mas quando ele acordar, diga que ele está convidado a passar o domingo aqui com a gente."


"Ah, ele vai ficar? Pensei que ele fosse embora pra casa dele."


"Bom, eu pensei que você gostaria de passar mais um dia inteiro com seu melhor amigo. Só estou tentando ser uma mãe legal. Mas se você preferir, eu mando ele embora."


"Não, mãe, não é pra tanto. Eu só tô meio grilado com ele. Ontem, depois que você foi dormir, ele ficou enchendo o meu saco, falando umas merdas."


"Que tipo de merda?"


"Ah, mãe... Ele ficava falando que é melhor que eu, que o meu pau é pequeno e que ele ia transar com você e coisas assim."


Que bela cilada o Breno estava armando na minha ausência! Que moleque ordinário! Não se pode virar as costas por um minuto! Eu precisava contornar aquela situação e sair pela tangente.


"Agora eu matei a charada! Haha! O monstro do seu sonho era o Breno. Faz sentido, já que o monstro era musculoso! Haha! E a 'coisa' que ele estava fodendo era eu. Você realmente levou as coisas que ele disse a sério, Felipe? Pelo amor de Deus! Haha! Você ficou com ciúmes, foi?"


"Para de rir de mim, mãe! Poxa! Eu realmente não gostei nada quando ele falou de você daquele jeito. Queria ver se fosse eu falando que ia meter a vara na mãe dele!"


"Você está fazendo tempestade num copo d’água, Felipe! Eu já tive a idade de vocês, a gente fala muita besteira! Quando eu queria irritar minhas amigas, eu vivia dizendo que ia beijar o irmão delas, que ia sair com o pai delas! Haha! Quem nunca?”


“Mas eu não quero saber disso! E ainda por cima tive aquele sonho, foi como se estivessem me obrigando a assistir vocês dois transando! Que nojo!”


“Vou repetir: foi apenas um sonho, Felipe! Ninguém controla os sonhos que tem. E também não é culpa do Breno nem minha se você sonhou que nós dois estávamos transando.”


"Eu sei, mas... Droga! Odeio quando você tem razão, mãe. Por que estou dando tanta importância pra isso? Além do mais, você tem o pai, e o Breno podia ser seu filho. Você nunca ia fazer uma coisa dessas comigo, né, mãe?"


Já que Felipe mencionou seu pai, preciso esclarecer uma informação que venho omitindo, motivo pelo qual peço desculpas. Eu sou casada. O nome dele é Roberto. Vivemos uma vida de casados pouco convencional. Não moramos na mesma casa há pelo menos 5 anos. Ele é geólogo, o que o obrigou a viver no litoral, trabalhando para uma petrolífera. Decidimos viver em cidades diferentes por causa do Felipe, que era muito apegado aos amigos e, principalmente, à avó, minha mãe. O tempo passou e continuamos vivendo assim. Roberto lá, eu cá. Desde então, eu tive alguns casos rápidos com homens da minha idade mesmo antes do Breno, mas nada foi tão significativo ou intenso como agora: era apenas a urgência de satisfazer uma necessidade física. Até porque, eu tenho certeza que o Roberto faz o mesmo.


"Claro que não, querido! Apesar da distância, eu jamais desrespeitaria meu casamento com seu pai. Eu nunca trairia ele. E eu tenho Breno como um filho. Como você pôde pensar uma coisa dessas? Haha!"


"Ele é bonitão, fortão... As garotas gostam dele."


"Isso mesmo, as GAROTAS! Eu sou uma mulher de 45 anos, Felipe. E agora chega desse assunto, por favor, meu bem!"


Que alívio! Apesar dos pesadelos, desconfianças e inseguranças, parece Felipe não suspeitou que o sonho dele foi completamente real. Que continue assim.


Breno desceu cerca de 20 minutos depois. Eu estava na cozinha terminando de lavar a louça do café da manhã. Ouvi seus passos, mas ele não me viu. Ele agarrou os ombros do Felipe e começou a sacudi-lo.


"E aí, Felipão! Já acordou?"


"Sim, cara. Bom dia pra você também. Achei que não fosse ver sua cara hoje. Tava muito cansado?"


"Muito cansado, cara! Você não tem noção! Mas também, a gente se divertiu muito, não é mesmo? Bem, pelo menos eu me diverti. Você se divertiu também? Não foi uma noite ótima?"


"Sim, foi."


"E aquela cerveja, hein? Bem geladinha, hmmm! Deliciosa!"


"Tava uma delícia mesmo, mas acho que eu passei do limite. Até pesadelo eu tive."


"Pesadelo, cara? Sério? Que pesadelo?"


"Nada, cara. Nada de mais."


“Acho que o Felipe não quer falar sobre isso, Breno”, eu disse. “O que ele tinha de contar ele já contou pra mim.”


"Dona Joana! Pensei que a senhora ainda estivesse dormindo. Bom dia!"


"Bom dia, Breno! Dormiu bem?"


"Foi a melhor noite da minha vida, dona Joana! Tomar uma cervejinha sempre me deixa relaxado. Muito obrigado por ter me dado."


"Eu e o Felipe já tomamos o café da manhã, não quisemos te incomodar. Espero que você não fique chateado."


"E eu lá ia ser doido de recusar um café da manhã desses, preparado por uma anfitriã tão charmosa?"


"Para, Breno! Assim você me deixa sem jeito. Haha! Felipe, preciso de um favor. Você poderia ir até a casa da dona Úrsula? O liquidificador dela está no conserto e ela me pediu um emprestado. Como temos liquidificadores sobrando aqui, acho que não tem nada de mais em fazer essa gentileza."


"Mas tem que ser agora, mãe? É domingo. E por que eu? Pede pro Breno! Ele também conhece a dona Úrsula."


"Sim, rapazinho, agora! Sem o liquidificador ela não vai conseguir fazer o almoço, e todos os filhos dela estão aí. E o Breno é visita. Não vou pedir esse tipo de coisa pra ele. Anda logo! Leve aquele vermelho ali do canto."


Úrsula realmente precisava do um liquidificador, o que foi providencial para eu ter alguns minutinhos sozinha com meu garanhão novinho. Mas assim que o Felipe saiu de casa, o rosto de Breno fechou. Ele estava sério e preocupado.


"Qual é o problema, Breno?" Perguntei enquanto massageava seus ombros largos e corria a mão pelos seus grandes trapézios. Ele gentilmente se esquivou dos meus afagos.


"Nada, não, dona Joana. Por quê?"


"Dá pra ver na sua cara que tem alguma coisa te preocupando. Você tá se sentindo mal por ontem? Se arrependeu das coisas que falou sobre o Felipe? Eu já conversei com ele. Ele não..."


"Não é isso. Na verdade, se ele tivesse ouvido seria pouco. Eu queria que ele tivesse visto tudo, do começo ao fim."


"Qual o problema, então?"


"Fiquei a manhã inteira pensando... E se... E se a senhora realmente ficar grávida?"


Ouvir aquilo sair da boca dele baixou minha libido pela primeira vez desde o sábado de manhã.


"Eu pensei... Você disse que ia gostar de me dar um filho, tava todo assanhado dizendo que ia ser pai do irmão do seu melhor amigo..."


"Sim, mas... E se alguém descobrir?”


"Descobrir o quê, Breno?! Ninguém vai descobrir!"


"Dona Joana, eu tenho só 18 anos, tenho uma vida inteira pra viver. Ter um filho agora só ia atrapalhar tudo. As pessoas podem ficar desconfiadas, seu marido quase nunca vem e do nada a senhora aparece grávida. Logo a verdade aparece e seu marido vai querer matar a gente. Ele vai querer ME matar!"


"Então... No fundo você está dizendo que não gostou."


"Não! Não é isso! Eu adorei. Mas isso pode dar uma merda enorme! E se essa criança nascer com cabelo claro, com olho verde, igual a mim?"


"A gente tem 9 meses pra inventar uma desculpa, Breno. Isso se eu realmente estiver grávida. Aposto que o Roberto tem algum parente distante com cabelos e olhos claros."


"Sim, mas..."


"Chega! Você se arrependeu da noite que tivemos?"


"Não, dona Joana."


"Então não se fala mais nisso. Em nenhum momento eu pedi pra você assumir as responsabilidades com essa criança, caso ela exista. Mas se existir, vai ser apenas o irmão ou a irmã do seu melhor amigo. Meu filho com o Roberto. Nosso segundo filho."


"E eu vou ter que fingir que nada aconteceu?"


"Sim, meu garanhão. Sua parte nessa história é só fingir. Você é o pivete tarado que atravessou a rua e meteu pica na bucetinha da mãe do seu amigo." Eu estava esfregando seu ombro novamente. Breno parecia mais relaxado. “Você vai continuar vivendo sua vidinha de amigo do Felipe, talvez a criança até te chame de tio, sem ter nem ideia de quem é o pai dela de verdade.”


"Pensando por esse lado, vai ser uma delícia viver com esse segredo. Seu marido e seu filho vão ser dois palhaços idiotas! Haha!"


"Vai ser uma delícia, sim, meu meninão. E eu sei que no fundo você ia amar que existisse um garotinho parecido com você me chamando de mãe."


"Porra, que delícia."


"Não te disse? Vai dar tudo certo. Agora vá para a mesa porque o Felipe já deve estar voltando.”


Demos um beijo apaixonado para colocar uma pedra sobre aquele assunto. Para concluir, eu disse:


"Eu só preciso transar como uma louca com o Roberto. Ele chega essa semana. Se eu fizer isso, a gente não precisa se preocupar com mais nada."


"A senhora não vale o chão que pisa, sua puta!" Ele me deu outro beijo.


"E eu ainda vou poder amamentar você por muito tempo com leite de verdade. O mesmo leite que seu filho vai mamar."


"Que vadia safada!"


"Você ama essa vadia safada, não é, seu moleque?"


"É lógico!", ele bateu na minha bunda com força antes de voltar para a mesa.


Felipe chegou logo em seguida. Depois do almoço, que eu mesma preparei, os meninos decidiram que assistiriam alguns filmes e me convidaram para acompanhá-los. Assistimos três filmes seguidos. Sinceramente? Achei os filmes bem chatos. Cheios de piadas que eu não conseguia entender por causa das gírias que os jovens usam hoje em dia. Mas foi bom curtir a companhia do meu filho e ter o Breno conosco. Ele tornou aquela tarde bem mais interessante.


Às vezes, eu podia sentir Breno tocando aquelas mãos grossas e ásperas nas minhas pernas. A sala estava escura e ele fazia movimentos bem discretos. Eu ficava toda arrepiada, com os mamilos entumecidos. Eu tinha um pouco de medo que o Felipe visse o Breno me alisando, mas aquele risco iminente me deixou com tesão. Ocasionalmente, trocávamos olhares para ter certeza de que estávamos em sintonia um com o outro, e também para averiguar se Felipe estava com os olhos atentos ao filme. Eu peguei aquela mão máscula dele e esfreguei contra minha bucetinha, sentindo uma sensação deliciosa. Quando dei por mim, Breno estava enfiando os dedos dentro da minha calcinha. Que dedos longos! O dedo do meio devia ter uns 6 centímetros. E a maneira como ele me tocou era tão perfeita! Eu não teria coragem de gozar ali, com meu filho do lado, mas aquelas carícias no meu grelinho me deixaram babada rapidinho. Foi aí que Breno começou a me dedar mais e mais, e de tempos em tempos, tirava o dedo cheio de baba da minha buceta e o chupava, olhando fundo nos meus olhos.


Aquele menino não parava. De repente dois, três dedos dentro da minha buceta, tudo acontecendo no escurinho, ao lado do Felipe. Eu fui ficando cada vez mais molhada, ao ponto de a baba passar minha calça e molhar o sofá. Gotas escorriam pelas minhas coxas. Era uma tortura não poder gemer, ter os dedos do Breno dentro de mim era uma delícia! Minha respiração ficava cada vez mais ofegante e rápida. Eu me contorcia no sofá. E quanto mais Breno percebia minha inquietação, mais ele me dedava. Logo ele percebeu que eu ia gozar. Ele me olhava sorrindo. Um sorriso malicioso, de quem estava no controle. De quem estava dedando a buceta da mãe do amigo, que estava bem ali do lado. Minha vontade era gritar como uma puta e gozar na mão do meu meninão, mas Felipe continuava ali, a poucos metros de nós.


Breno usou a mão livre para digitar um texto no celular. Ele me mostrou. Dizia: "Esfregue meu pau." Olhei para ele e movi meus lábios dizendo "Não dá!" e apontei para o Felipe com olhos. Ele digitou outra mensagem: "Não precisa bater punheta pra mim. Só esfregue a minha mala. Seja discreta como eu."


E como eu poderia resistir a um pedido daquele menino delicioso? Comecei a passar a mão por cima da sua bermuda, a mesma bermuda de moletom justa, tateando pelo escuro até encontrar aquele pauzão. Logo senti aquela massa de carne, apontando para a esquerda, quente, pulsando. Comecei a massagear o pauzão do Breno com devoção e vigor. Eu olhava na direção de Felipe: nada era capaz de tirar o foco dele do filme. Como de costume, Breno babava, e toda aquela baba passou a cueca e a bermuda, deixando minha mão melecada e grudenta. Ele ia gozar logo. Por isso apertei o pau com mais força e esfreguei mais rápido. Breno babava tanto, pulsava tanto, estava tão duro, que com certeza seria uma explosão de porra. E durante todo esse momento ele não parou um instante sequer de dedar minha buceta, três dedos incansáveis. Três dedos de um adolescente que faziam pela minha buceta mais que muitos homens já fizeram com seus paus.


Foi questão de tempo até que nós dois gozássemos juntos. Ele dentro da bermuda. Eu, dentro da calcinha com seus três dedos dentro da buceta. Mordi meus lábios com força para conter meu grito de cadela no cio. Que orgasmo delicioso! Perigoso! Arriscado! Breno, contudo, se traiu. Gemeu alto e gritou um longo "CARALHO" para cada jato de porra que saiu do seu pau. Felipe ouviu tudo.


"Que porra é essa, Breno?"


Antes que Felipe olhasse na nossa direção, tirei a mão de Breno de dentro da minha calcinha.


"O que foi, Felipe?", Breno perguntou.


"Que gritos são esses?"


"Nada demais, só tô curtindo o filme. Tá muito divertido. Haha!"


"Então curta em silêncio Isso foi meio bizarro.” Em seguida, Felipe olhou para mim: “Mãe, você tá assustada? Por que esses olhos arregalados."


"Desculpe, querido. O Breno me assustou com esse gem... Com esse grito. Eu estava cochilando."


"Foi mal galera." Breno se desculpou ironicamente. “Prometo que vou calar a boca.”


Depois disso, Breno e eu não trocamos mais olhares, porque sabíamos que Felipe estava nos observando. Eu precisava me limpar. Levantei para tomar banho, mas Breno me segurou pela mão. Ele digitou outro texto no celular e me mostrou: "Enfie a mão dentro da minha cueca. A porra ainda tá fresca. Pegue um pouco e engula."


"Agora não!", disse a ele apenas movendo os lábios. Mas ele fez o mesmo comigo: enfiou os dedos na minha buceta e chupou o dedo todo gozado, me olhando como um puto safado.


"Mmmmm. Que bucetinha docinha." Ele digitou novamente. "Sua vez agora."


Não deu pra evitar. Minha mão desceu pela virilha e entrou na bermuda. Breno tinha acabado de gozar e o pau dele já estava latejando de novo! Toda a área pubiana estava melecada, encharcada de porra. Esfreguei minha mão por toda a parte, das bolas à virilha, da base à cabeça do pau, e consegui recolher uma boa quantidade de porra na mão em concha. Ainda estava branquinha. Lambi aquela porra com uma única linguada e engoli com prazer. Depois chupei meus dedos como ele tinha feito. Tudo isso sem tirar os olhos dele. Breno era um menino especial, definitivamente. Até a porra dele tem um gosto diferente. Que deliciosa! Eu queria mais. Eu precisava de mais!


Algo instintivo falou dentro de mim. Eu estava pronta para me ajoelhar na frente do Breno e mamar aquele pau ali mesmo, na frente do Felipe, mas fui interrompido quando ele acendeu a luz:


"Mãe, tô com fome."


"Também tô com fome, dona Joana", Breno disse esfregando seu abdômen definidíssimo.


"Ok, meninos. Vamos ver o que temos. É melhor você subir tomar um banho, Breno. Você está todo suado."


"É verdade, Breno.” Felipe concordou. “Você tá fedendo! Você sempre tem um cheiro estranho. Eca!"


"Eu cheiro assim porque sou um alfa cheio de testosterona e você é um beta, seu gordo barrigudo!" Breno flexionou os músculos do corpo todo de todas as maneiras possíveis para provocar Felipe. Breno estava se saindo um garotinho muito malvado.


"Eu não sou um beta! Você é um beta! Você é o beta e eu sou o alfa!"


"Ah, é? Bem, venha aqui, sua putinha gorda."


Breno abraçou meu filho e eles começaram a rir. Os dois rolaram no chão como se estivessem lutando, e riam, riam. Para Felipe, todos aqueles insultos não passaram de uma brincadeira.


"Chega, pessoal. Breno, vá tomar banho! Felipe, você vai logo depois."


Eu estava na cozinha preparando sanduíches. Os dois já tinham tomado banho e estavam conversando na sala. Breno continuava provocando Felipe, sendo cada vez mais ousado.


"Queria tomar mais cerveja hoje, mas aposto que sua mãe não vai deixar. O bebezinho dela tem pesadelo quando bebe cerveja. Unhééé, unhééé!"


"Cala a boca, cara! Não foi nada demais."


"Então por que você não me conta que sonho foi esse?"


"Eu não quero, mano. Eu lembro direito como foi."


"Lembra sim. Vai logo. Fala aí."


"Foi muito besta. Tinha um cara fodendo a minha mãe, e ela não parava de gritar e pedir socorro. Parecia que tava sendo estuprada. E o cara era você, Breno."


"Eu?! Eita, porra!"


"Eu sei. É uma bobagem. Você fodendo a minha mãe! Haha! Até parece!"


"Realmente, sua mãe não é pro meu bico. Mas se ela me desse bola..."


Eu ouvia tudo da cozinha. Enquanto a cara de pau do Breno me deixava excitada, a ingenuidade do Felipe chegava a me comover.


"Como assim, cara?"


"Sua mãe é uma mulher interessante, cara. Você não percebe porque é filho, não tem esse olhar que eu tenho. Ela é gostosa pra caralho! Se ela me dessa bola, eu ia meter nela sem parar.”


"Mano, que porra é essa que cê tá falando?"


Minha reação foi a mesma do Felipe, mas continuei ouvindo para ver até onde ia aquela conversa.


"Ela é muito bacana. Ela tem um corpão massa."


"Pare de falar da minha mãe assim. É esquisito."


"Ah, é assim então? Beleza. Então você pode falar que minha irmã é uma peituda gostosa, mas eu não posso dizer que sua mãe tem um corpão?"


"Sua irmã é uma piranha que já deu pra escola inteira, até pra professor! Minha mãe é diferente."


"Diferente? Haha! Por que você acha que ela é diferente?"


"Porque eu sou filho dela e é estranho quando você fala dela assim!"


"Ah, para, velho! Você é muito exagerado! Só tô falando que se eu tivesse a idade certa, ela ia ser minha mulher. Aposto que ela ia amar ter todos esses músculos só pra ela! Haha!"


"Eca, Breno! Chega!”


"Beleza, não falo mais nada. Mas se ela fosse uns 20 anos mais nova e solteira, eu ia dar em cima dela, sim! Eu ia pegar ela pela cintura e socar gostoso na buceta dela: “VAI, DONA JOANA, ISSO SUA CADELA, TOMA PICA, VAI."


"CARA, CHEGA!"


"Só tô brincando, pô! Dá esse travesseiro aí, eu vou te mostrar."


"Mostrar o quê?"


"Aqui, olhe. Se sua mãe tivesse aqui, eu ia meter desse jeito e ela ia ficar gemendo ‘Vai, Breno, vai, seu moleque gostoso! Me fode igual um cavalo, vai!”


Da cozinha eu pude enxergar que Breno fazia com o travesseiro do mesmo jeitinho que tinha feito comigo na noite anterior. Não consegui conter o riso. Felipe estava pálido e boquiaberto.


"Que nojo, Breno!"


“E eu ia falar 'Vou te foder com tanta força que a senhora não vai nem conseguir andar'. Eu ia arrancar a calcinha dela e encher aquele rabão de tapa."


"BATER NA MINHA MÃE? NUNCA!"


"Mas ela tá pedindo, pô. Eu vou descer o cacete nela com força. E depois eu ia jogar ela na cama, deixar ela toda peladinha e chupar aquela bucetinha toda babada, chupar aqueles peitinhos."


"BRENO!"


"Eu ia chupar tanto aqueles peitinhos. Ia deixar os biquinhos do peito dela durinhos na minha boca. Eu ia chupar mais do que você chupou quando era bebê."


"PARA, POR FAVOR!"


"E enquanto eu chupar as tetinhas dela eu vou enfiar uns três dedos pra deixar a buceta dela bem larguinha. Ela ia gozar tanto que ia desmaiar. E eu ia meter o pau nela desmaiada, e quando ela acordar eu ia continuar metendo. E em vez de brigar comigo ela ia me por comer a buceta dela.”


Quando vi que o Felipe estava realmente revoltado, entrei na sala como se não tivesse escutado nada:


"Meninos, os sanduíches estão prontos!"


Felipe estava visivelmente chateado, deu um soco no braço do Breno, mas o Breno apenas riu e disse: "Mano, calma, foi só uma brincadeira.” No final, os dois riram.


Quando o Felipe subiu para escovar os dentes, eu e Breno pudemos conversar um pouco mais à vontade.


"Você foi muito cruel com o Felipe!"


"Relaxa! Ele sempre faz esse tipo de piada comigo, só que ele fala da minha irmã. Pra ele eu só tava zoando e tirando uma da cara dele. Me vingando por ele falar as mesmas coisas da minha irmã."


Eu sorri e me aproximei, esfregando seu peito largo por cima da camisa.


"Imagina se ele soubesse que você estava imitando tudo o que me disse e fez comigo ontem à noite.", e beijei seu pescoço.


"Acho que ele ia ficar bem bravo. Mas também acho que ele sabe que não é brincadeira quando eu falo que a mãe dele é uma coroa gostosa." Ele beijou meu pescoço e foi descendo os lábios quentes pelo meu colo.


"Você acha mesmo?"


"Acho, mas eu sou muito novinho e você é casada. Longe de mim destruir a família do meu melhor amigo."


Eu soltei uma gargalhada alta.


"Tarde demais. Você já arruinou essa família. Eu tenho certeza que tô grávida de você. Que menininho mais malvado esse amigo do meu filho."


"E você adora esse novinho malvado, né?"


"Amo demais. E amo mais ainda cada centímetro desse corpo. Pivete gostoso!"


Demos um beijo longo, quente. Breno estava se divertindo com aquela situação toda. Seu sorriso e seus olhos brilhantes denunciavam.


"Quando vamos ter certeza que a senhora tá grávida?"


"Primeiro temos que esperar a minha menstruação. Pelas minhas contas, deve chegar ainda essa semana. Se não vier, compro um teste."


"Apressa logo isso aí, dona Joana! Quero saber logo se dei um irmão de presente pro Felipe."


"Você só tem 18 aninhos e já faz coisas que muito homem morreu sem nem saber o que é. Esse seu jeito de moleque macho me deixa maluca, Breno. Eu já tô totalmente na sua, garoto. Quando a gente vai foder de novo, hein?”


"Ainda não sei, dona Joana. Tem a escola, meus pais tão sempre em casa... E o seu marido vem essa semana, né. Vamos ter que ver isso direitinho.”


“Quando um homem fala assim é porque não vai ter próxima vez...”


“Claro que vai, pô!” Ele me deu um selinho. “A gente só precisa se organizar. E eu vou fazer questão que a próxima vez seja logo depois que eu sair da academia. Eu vou tá todo suado. E a senhora precisa ver como meu corpo fica logo após o treino, por causa do pump."


Felipe chegou do banheiro. Breno atalhou e se despediu.


"Te vejo na escola amanhã, Felipe! Dona Joana, que final de semana incrível! Muito obrigado! Pela comida e pela companhia."


(Continua)

*Publicado por hernandespeter no site climaxcontoseroticos.com em 06/05/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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