Nasce uma puta - Parte Um

  • Temas: orgia, gangbang, corno, traição.
  • Publicado em: 16/12/24
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  • Autoria: sexappeal
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Eu sabia que ela era safada, mas nem tanto. Estava saindo com ela há uns 4 meses, e ela sempre queria transar nos lugares mais inusitados. Gostava de gemer para os vizinhos ouvirem e volta e meio falava de quando transou com dois, uma vez, com o ex e um amigo. Eu falava que comigo não tinha desse de eu e outro cara. Ou era eu, ela e outra mina, ou só eu e ela. Até que...

Uma noite estávamos num bar, desses bem "fuleiro", mesmo, porque ela queria sair em pleno domingo a noite, e não tinha mais lugar perto aberto. Enquanto bebíamos, observei o lugar. Só ela de mulher, o resto, tudo homem pra cima dos quarenta anos, com barriga de chope, camisa aberta e peito peludo, jogando sinuca. Aquele lugar fedia a homem.

Na segunda garrafa, ela ria mais alto, falava mais alto comigo, sempre querendo chamar atenção quando bebe... E eles prestavam atenção nela. Notei que um, que estava no canto e ficava colocando as músicas, não parava de olhar para as pernas dela. Eu sabia que isso podia acontecer, afinal, somos novos. Ela tem vinte anos, usa sempre vestido curto, desses que mostram a perna e a coxa, grudado na bunda, e com decote bem aberto nos peitos, naqueles peitos grandes dela. Minha namora é muito gostosa, então óbvio que vão olhar.

" Vamo embora, Marlene. Isso aqui não é pra você." Eu disse, pegando a carteira.

" O que? Eu adoro isso aqui." Ela disse, pegando a garrafa vazia e se dirigindo ao balconista: "me vê mais uma, paixão..." Em seguida, olhou pra mim, sorrindo e piscando. Ela captava muito fácil o meu ciúmes, e gostava de brincar com isso.

" Ah, é assim? Fica aí então." Me levantei, puto, e fui ao banheiro. Fiquei lá, parado. Só queria que ela ficasse com medo e viesse até mim pedir pra ir embora. Mas comecei a ouvir outras vozes junto da dela.

" Com todo respeito, dona. A senhora é muito bonita".

" Obrigado, bem, mas sou compromissada."

" Aquela besta é teu namorado? Pois eu te tratava com mais respeito, quer ver?"

Ouvi som de beijos.

"Não, ele pode voltar..."

" Volta não, dona."

Mais vozes.

" É, ele não volta. Deixa disso, dona, a gente te trata melhor..."

"Pega no meu também."

Basta. Eu tinha que sair dali. Abri a porta com um murro.

"Que caralho tá acontecendo aqui?! Marlene!!"

Fico com raiva e tesão até hoje dessa cena: Marlene, com o vestido todo rasgado, estava agachada. Um cara chupava ela deitado, enquanto outros três a cercavam, e ela mamava um e punhetava os outros dois. Estavam fazendo minha mulher de puta no meio do bar.

Os carros passavam e buzinavam, alguns pararam para ver. Empurrei os três que cercavam ela.

" Vagabunda! Tá tudo acabado, sua vaca!"

Mas ela nem ligou e voltou a chupar eles. Parou um momento e falou, com a boca toda melada.

" Eu sempre fui assim, seu corno besta. Sou puta mesmo, que é que tem? Deixa eu dar pra eles, tá todo mundo gostando!" Eles riam alto. Fui pra cima deles, mas um conseguiu me segurar e me amarrou na cadeira. Tive de ver tudo. Ela chupava os paus com gosto. Fechava os olhos e abria bem a boca, depois ia fechando e passando os lábios, pressionando a rola.

" Adoro chupar um pau, adoro chupar mais de um. Eu quero mais, quero pica. Me dá mais pica, me dá!" E mais homens começaram a entrar no bar.

Eles amarraram as pernas dela e a deitaram na mesa de sinuca, bem do meu lado. Meu pau estava duro igual pedra, até pulsava.

" Aceita que sua namorada é puta, vai. Deixa eu dar pra todo mundo..." E eles fodiam ela. Um gordo de barba subiu em cima da mesa e começou a comer a buceta. Um velho puxou a cabeça dela pra fora da mesa e meteu na boca dela. Ela engasgava e sugava a pica dele enquanto gemia, sufocada. Outros dois davam tapas nos peitos dela. Ela pedia e eles batiam na cara, batiam com as mãos e com os paus.

Ela era tão gostosa pra fuder, que começaram a brigar por ela. Um puxava ela de um lado, outro puxava de outro. Ela batia a cabeça nas bolas de sinuca, soltava um gemido de dor e eles nem ligavam. Até que resolveram comer ela no chão pra eu ver melhor. Naquela altura, com meu pau babando, já havia me acostumado a uma namorada que era puta.

Jogaram ela no chão, e ela ria que se matava de tanto tesão. Jogaram cachaça em cima dela e enfiavam uma garrafa de pinga no cu dela pra deixar largo. Ela ficava entre gemido de dor e risada. Ela ficou de quatro, com a garrafa enfiada no cu e pediu:

" Faz fila pra me leitar, vai. Um por um."

E assim foi. Ela ficou de frente pra mim, e eles iam por trás, fodendo a buceta toda arregaçada dela, e com a cachaça enfiada no cu, balançando pra lá e pra cá.

" Amor..." Ela falava pra mim, com a voz doce. " Deixa eu ser sua putinha, deixa? Deixa eu ser putinha deles, deixa? Ai amor, é tão gostoso dar pra outro. Ai... Ai... Olha pra mim amor, olha. Olha sua vagabunda nojentinha dando pra outro." Meu pau doía de tão duro.

Todos foram gozando na buceta dela. O último foi um velho de bigode, devia ter uns sessenta anos. Ele gozou e ficou largado no chão, bêbado. Eu olhei pra ela, toda suada, com a maquiagem borrada e o vestido rasgado. Que puta era aquela, meu Deus?

Eles pegaram ela pelos braços, rindo, e levaram até mim, e colocaram ela no meu colo, encaixando a xota dela no meu pau. De início, senti tudo molhado e muita porra escorrendo dentro da buceta. Era uma delícia. Eles iam fazendo minha namorada quicar na minha rola, segurando ela pelo braço. Tiraram a cachaça do cu dela e ela começou a beber a garrafa. Nem dava pra entender o que ela falava.

" Amor... Sou sua pu... Goza goza... Quero porra..."

E gozei. Meu esperma quente foi se misturando com aquela massa de esperma já frio dos outros, depositada na buceta da minha mulher. Ela gritou alto, rindo, e me abraçou. Escorria porra pelo chão. Então, por fim, tiraram ela de cima do meu pau, e, com muito esforço, seguraram ela bem no alto, pra buceta dela encostar na minha boca. Senti ela se abrir toda, e fui chupando tudo: xota, pelo, porra, suor. Tudo. Os outros do bar gargalhavam da cena de um homem que ama sua mulher.


No caminho de casa, ela ria, e eu ainda tentava entender tudo. Ali, nascia uma puta.

*Publicado por sexappeal no site climaxcontoseroticos.com em 16/12/24. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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