Sara no Reveillon
- Temas: reveillon, hetero,
- Publicado em: 09/01/25
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- Autoria: GrisalhoTarado
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Toco a campainha e uma adolescente magrela me abre a porta.
-Você é o Ricardo?
-Eu mesmo.
-Pode entrar, minha tia está na cozinha.
-Obrigado.
Comprimento educadamente a todos os presentes e me dirijo à cozinha.
Sara estava ocupada com a irmã mexendo em algumas comidas e exibiu um largo sorriso ao me ver.
-Que bom que você veio…
Seus longos cabelos castanhos estavam presos em um coque, no alto da cabeça, meio que expondo a nuca. Algumas mechas escapavam ao lado das orelhas.
Os fartos seios apertados em um top sem alças, branco e de rendas que parecia mais um soutien meia taça. Será que não era?
A saia branca, longa, era um pouco transparente e permitia vislumbrar a calcinha, também branca.
Segurava uma taça de vinho branco em uma das mãos quando veio me beijar no rosto, sob o olhar atento da irmã, Sandra.
-Vou pegar uma taça para você. Bebe comigo ou prefere uma cerveja?
-Aceito o vinho.
Depois de me servir, me levou pela mão para conhecer a família e os amigos reunidos ali.
Conversa, vinho, mesmo sendo a anfitriã, procurava ficar ao máximo perto de mim, para que não me sentisse deslocado, numa intimidade que nunca tivemos antes. Com frequência sua mão repousava em minhas coxas ou meu ombro e seus toques, quentes, claro, começaram a me excitar.
A hora da virada se aproximava e o povo começou a se agitar para descermos à praia e assistir à queima de fogos.
Sara me entrega uma garrafa bem gelada de espumante e duas taças.
-Essa é nossa…
Ao cruzar o calçadão ela se apoia em mim para tirar a sandália dourada e também tiro meus mocassins. Pés descalços na areia, aguardamos a contagem. Sempre gostei dessa euforia do ano novo e dos espetáculos de fogos de artifício.
Alguém começa uma contagem regressiva. Ela pede para eu abrir o espumante. A rolha e os fogos explodem quase ao mesmo tempo. Encho nossas taças e brindamos. De uma só vez, as esvaziamos.
Nos abraçamos e nos beijamos. Sara tinha fome e seu beijo foi forte, sugando minha língua. Intenso e rápido, pois precisávamos participar do ritual de abraços e felicitações, mas uma promessa foi feita com aquele beijo.
Sua sobrinha se aproxima:
-Vamos pular as ondinhas, Tia!!
-Desculpa, ritual de família… você segura minhas coisas?
-Claro.
Ela me entrega o celular, a taça e, com um olhar maroto, abaixa a saia e me passa também. Finalmente tenho a visão direta de suas pernas… e de sua calcinha. A parte de baixo de um sunquini, na realidade. Branco, dando uma leve entrada na bundinha.
De mãos dadas, ela, a irmã e a sobrinha, correram em direção ao mar. Era gostoso vê-las se divertindo.
Por alguns minutos elas pularam ondas e jogaram água umas nas outras, até que Sara e sua irmã trocaram alguns cochichos. A sobrinha retornou com sua mãe, ambas sorrindo para mim e me desejando boa noite. Fiquei intrigado e me viro para Sara, que foi mais fundo, mergulhando no mar.
Encharcada, ela volta para mim e se enxuga na própria saia.
-Ainda tem espumante na garrafa?
-Um pouco.
Ela então pega a garrafa e bebe direto no gargalo, jogando a garrafa na areia quando o liquido acaba. Voltamos ao nosso beijo. Ela me abraça, molhada mesmo. Que beijo! Nossas linguas tão enlouquecidas que meu pau começa a ficar duro. Não sei se é isso, a friagem ou outras coisas que ela já tinha na cabeça, mas sua pele e mamilos estavam arrepiados.
-Me leva pra tua casa…
-Agora.
Caminhamos para o meu prédio, não muito distante do dela.
Subimos para a cobertura, engalfinhados em outro beijo quente durante a subida do elevador. Ela chupava minha boca e lábios com tanta intensidade que chegava a babar.
Abri a porta e ela foi entrando. Já conhecia o apartamento e cruzou a sala, abrindo a porta para o deck da piscina, entrando do jeito que estava na água.
Na água tirou sua roupa, que deixou na borda. Estava nua na minha piscina. Também tirei minha roupa e entrei. Os dois nús, de volta àquele beijo. Sua mão veio ao meu pau, como se para checar se estava a seu contento.
-Eu disse para minha irmã que começaria o ano sendo bem comida…
-E eu fui a escolha? Hmm… muito obrigado pela escolha!
-Me fode, Rico!!
Coloco ela contra a parede e a levanto pelas nádegas, vou direcionado a cabeça da pica para sua racha, aquela sensação gostosa da glande roçando nos lábios da buceta. Não é do meu feitio comer uma mulher sem preliminares, mas Sara estava no ponto, devia estar sonhando a noite inteira com isso.
Pressionei e senti o membro escorregar para dentro de sua buceta, abrindo caminho no túnel quente. Gemendo, ela me beija e arranha minhas costas.
Cravo os dedos em suas nádegas, buscando apoio para começar a me movimentar dentro dela. Coincidentemente fogos atrasados explodem no ar e ela sorri:
-Não precisava ter encomendado fogos.
Soco mais fundo e firme.
-Ahnm
Nossa, como ela estava fogosa.
-Me faz tua puta!
Sou obediente. Retirei o pau de dentro dela e a fiz girar o corpo, ficando apoiada na borda infinita.
Afastei suas pernas, agora penetrando-a por trás.
Novamente tive prazer com a penetração, o aperto de suas paredes vaginais cedendo à pressão da minha pica.
Vou acelerando, o pau inchado, atolado na vagina.
-Isssso! É assim que eu gosto! Mexe seu puto!! Fodeee!!!
Que delícia!! Eu ia metendo e saboreando aquela mulher fogosa que se entregava aos gritos para mim.
Um urro animal e ela, tentando arquear o corpo, goza intensamente. Sua buceta aperta meu membro e eu também não me demoro, bombeando meu sêmen em seu interior.
Quando seu corpo parou de tremer e meu pau de despejar minha porra, ela se vira e me beija. Um beijo mais calmo e sereno que os anteriores.
Nos abraçamos e trocamos carícias.
-Acho que eu quero um banho quente agora.
-Vamos…
A conduzo para fora da piscina e cruzamos o apartamento nús e pingando pelo chão até minha suíte. Abro a água quente e deixo cair sobre nossos corpos, relaxando à nós dois.
-Me acha louca?
-Deliciosamente louca.
Ela sorri, não mais o sorriso malicioso da fêmea no cio, mas até um pouco tímida.
Fecho a água e pego uma bucha e encharco com sabonete líquido. Ela se entrega e me deixa cuidar do seu corpo.
Não tenho pressa e esfrego centímetro por centímetro.
-hmmm… Ninguém nunca cuidou de mim assim.
Solto um sorriso de orgulho. É motivo de orgulho para mim cuidar de uma mulher. Esfrego seus seios agora com a bucha delicadamente. Seus mamilos estão bem duros.
Desço pela barriguinha, umbigo e finalmente a buceta lisa.
-Depilei para você…
-Sério?
-hum-hum…
-Está linda…
Acaricio. Com gentileza, afasto os lábios e com os dedos vou limpando, livrando-a dos restos da minha porra.
-hmmm… você faz direitinho…
Me ajoelho na sua frente, esfregando coxas, panturrilha e depois os pés. Me levanto com a sensação de dever cumprido e abro novamente a água, enxaguando seu corpo.
Desligo o chuveiro e a seco.
-Me sinto uma princesa.
-Você é…
- Eu sabia que ia ser minha melhor virada de ano…
- Ainda não acabou.
Levanto Sara no colo e a levo para minha cama. Deixo uma luz fraca e me deito sobre ela. Trocamos mais beijos e meu membro endurece entre nós dois.
Ela sente e comenta:
-Hmmm… Tem mais?
-Muito mais…
Vou beijando e mordendo enquanto desço pelo seu corpo: pescoço, seios, os mamilos…
No seu umbigo eu enfio a língua, brinco por alguns instantes e continuo, agora lambendo cada centímetro em meu caminho rumo à seu sexo. O perfume do sabonete impregnado em sua pele.
Quando chego à sua fenda, ela já está melada, minha língua recolhe um pouco do seu mel. Simplesmente deliciosa.
Várias lambidas ao longo dos lábios da buceta e ela se contorce, gemendo alto e me segurando os cabelos. Erguendo os quadris para esfregar a xana em minha cara.
Capricho no grelo, acelero minha língua nele e logo ela entra em convulsão, gemendo e chorando ao mesmo tempo. Paro para admirar pois adoro ver uma mulher gozar.
Quando a tremedeira do seu corpo para ela me encara, ainda ofegante, e fala:
-Vem aqui… Deita em cima de mim.
Fiz como ela pediu, com cuidado e liberando o peso do corpo aos poucos. Meu pau, já bem duro novamente, ficou espremido entre nós dois.
-Hmmm, que delícia! E que vigor!! Ainda podemos dar mais uma?
Eu apenas sorrio, tocando os lábios da buceta com a cabeça do pau.
-Alguma posição que queira?
Sara para pensar um pouco e então sorri maliciosa.
-Sim… Quero ir por cima!
Imediatamente eu me deito de costas e ela aproveita para inverter a posição, lança as longas pernas sobre mim, como se montasse um animal. Com um sorriso sapeca, segura em meu pau, guiando-o para sua fenda.
Que delícia foi sentir ela ir descendo a buceta em minha pica. Sentir seu calor me envolver novamente, agora com as mãos apoiadas em meu peito, me encarando.
-Tá gostoso, coroa?
Sorrio de volta.
-Maravilhoso.
Sara contorce seu corpo, esfrega o grelo na minha pélvis, devorando e saboreando minha pica. Suas mãos apoiadas em meu peito. Amo a visão dos seus seios oscilando ao sabor da sua cadencia. Os mamilos como duas cerejas.
Ela fecha os olhos e de boca aberta, geme alto, sinto a pressão da buceta, a respiração acelerada. Meu pau também dá sinais do gozo próximo. Ela morde os lábios e o corpo estremece. Seu grito ecoa no quarto seguido do meu, despejando muita porra numa xana que parece que tem sede e suga meu sêmen.
Suada, cansada, ela alicia seu peso sobre o meu corpo, deitando-se sobre mim.
Adormecemos assim. Acordo e a procuro na cama, mas ela não está lá. Me levanto e no banheiro, tem uma mensagem escrita no espelho, a baton:
FELIZ ANO NOVO!
E a marca dos lábios.
Fico me perguntando, onde diabos ela achou um baton?
*Publicado por GrisalhoTarado no site climaxcontoseroticos.com em 09/01/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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