Fetiche 1.

  • Temas: Fetiches, Abuso, Traição, Gozada, Incesto, Vaginal, Família
  • Publicado em: 01/04/25
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  • Autoria: Cedofel
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Essa história aconteceu há dois anos, durante uma viagem à praia com minha namorada e sua família.


Minha noiva se chama Lívia. Ela tem 24 anos, é branca, magrinha, de olhos escuros, boca rosada, seios médios e um corpo curvilíneo. Seus cabelos, longos e castanho claro, chegam até o meio das costas, e ela tem cerca de 1,60 m de altura.


Ao todo, fomos em dez pessoas. Entre elas, estavam Bianca, Prima de Lívia, Cláudio, namorado de Bianca, Daniel, Irmão de Bianca, e Julia, esposa de Daniel.


Me chamo Fábio, tenho 25 anos. Sou branco, alto, de cabelos e olhos negros. Tenho um físico de falso magro que não escondo meu vício em refrigerantes.

Fomos em três carros diferentes. Lívia, Bianca, Cláudio e eu estávamos no mesmo.


A viagem foi bastante agradável. Lívia e Bianca não pararam de tagarelar em nenhum momento. Bianca estava no banco do passageiro enquanto Cláudio dirigia. Lívia e eu estávamos no banco de trás. Cláudio era quieto e falava muito pouco, e dava para perceber que Bianca não gostava desse comportamento do namorado. Mesmo sem motivo, ela sempre lançava um olhar de reprovação para ele.


Bianca é prima de Lívia, baixinha, mestiça de japonesa, com seios fartos, um bumbum durinho e coxas grossas, que ela faz questão de malhar. Tem um sorriso grande e bonito e olhos castanhos.


Ela namora Cláudio, um cara alto, barbudo e um pouco acima do peso. Reservado, ele prefere conversar apenas o necessário, mas se dá bem com os mais velhos da família e sempre mostra respeito a cada um.


O resto do pessoal seguia à nossa frente, em dois outros carros. Em determinado momento, Bianca falou em tom provocativo para Cláudio:


— Não vejo a hora de colocar o pé na areia, vestir um biquininho bem cavado e me torrar ao sol.


— Biquininho cavado, é? — brincou Lívia. — Não tem vergonha, não?


— Eu? Nenhuma! Quem tem corpo, mostra mesmo — retrucou Bianca.


Enquanto a namorada zombava, Cláudio me encarava pelo retrovisor de tempos em tempos, como se quisesse captar minha reação.


— Vai deixar, Cláudio? — provocou Lívia, rindo. — Essa Bianca é muito oferecida!


Cláudio não respondeu, apenas soltou uma risadinha discreta.


— Eu tô brincando, gente! O Claudinho sabe que eu não sou tão sem vergonha assim, né, amor?


— Sei, amor — respondeu ele, forçando um sorriso amarelo.


Ainda assim, ele continuava me observando pelo retrovisor enquanto a conversa seguia. Para quebrar o clima, rapidamente mudei de assunto:


— Vocês acham que vamos conseguir aproveitar bem o dia hoje?


— Se não pegarmos trânsito na serra, provavelmente sim — respondeu Cláudio.


— Estamos saindo cedo justamente para isso — disse Bianca.


— Quero mergulhar na água gelada o quanto antes! — completou Lívia, animada.



Chegamos antes do almoço na cobertura. Mal jogamos as malas no apartamento e já partimos para a praia.


Bianca usava um maiô verde neon com um decote bem chamativo.

Júlia também estava de maiô, mas algo mais discreto e básico, um azul estampado com várias flores (bem coisa de velha, diga-se de passagem).

Lívia vestia um biquíninho neon rosa.

Cláudio usava uma sunga azul, enquanto eu fui de bermuda de tactel.

Daniel também estava de bermuda de tactel e usava uma camiseta de segunda pele, daquelas estilo surfista.


(A fim de não prolongar demais o conto, o resto dos integrantes serão apresentados quando tiverem uma relevância maior no conto)


Depois de passarmos protetor solar nas nossas respectivas namoradas, ficamos só observando enquanto elas brincavam e se refrescavam na água. A gente, por outro lado, ficou bebendo umas cervejas na areia.


Voltamos para o apartamento para almoçar assim que nos cansamos do sol. As meninas, sempre grudadas, não paravam de falar um segundo sequer. Já nós, os caras, ficamos no videogame jogando FIFA, enquanto os mais velhos estavam na cozinha – a comida hoje era por conta deles.

Daniel, irmão de Bianca, também estavam com a gente na sala.


As meninas estavam na varanda, tomando uns drinks e rindo sem parar. Como a varanda ficava de frente para a sala, eu conseguia vê-las bem. O que me chamou atenção foi que, de vez em quando, cochichavam e olhavam na nossa direção. Achei que estavam falando da gente.


Minha suspeita ficou mais forte quando Cláudio, soltando um suspiro, murmurou do meu lado:


— Estão falando da gente, né?


— Ah, com certeza — respondi.


— Mas sobre o quê? — ele perguntou.


— Reclamando, óbvio — disse Daniel.


— Resta saber do quê...


Daniel deu uma risada meio sem graça antes de soltar:


— Sei lá vocês, mas minha vida entre quatro paredes tá meio morta. Júlia tem dado um jeito de escapar de qualquer clima de transa ultimamente.


— Bianca tá igual — comentou Cláudio. — No começo, ela me procurava bem mais. Agora, quase nunca.


— Tô meio que na mesma… — falei.


Mas a real é que eu não tava exatamente na mesma. Com Lívia, o problema não era falta de interesse, e sim o cansaço. Ela tava cheia de trabalho e estudos, e a gente quase não tinha tempo um pro outro. Essa viagem era a chance perfeita pra tentar mudar isso, pra voltar a ter aquele fogo de antes.

Seriam 20 dias de viagem.

E seriam 20 dias em que eu tentaria reacender o fogo no meu relacionamento com Lívia.


O dia foi se seguindo e desde a conversa na varanda, Bianca não saía de perto de mim. E quando se afastava, era só o tempo de me encarar de longe.

Incluindo na hora de nosso almoço, com seus pais por perto, Ela não parava de me olhar e soltar um sorrisinho ou outro.

Ela era louca? O namorado dela estava ao lado, família toda na mesa, alguém podia perceber.


Porém, todas as vezes que isso acontecia e eu olhava para Cláudio, ele estava perdido em seus pensamentos


E não parou por aí. Sempre que estava por perto, Bianca dava um jeito de exibir o decote pra mim. Se abaixava bem na minha frente pra pegar alguma coisa, deixava as alças da blusinha caírem, mostrando mais do que devia… Até que, num momento específico, a coisa ficou ainda mais tensa.


Eu estava no quarto que Bianca e Lívia dividiam, sentado numa das camas, esperando Lívia terminar de se arrumar com a mãe e me chamar para irmos a praia mais uma vez, eu estava bem debaixo de uma prateleira onde ficavam as roupas de cama. Bianca entrou atrás de um lençol e, sem hesitar, subiu na cama para alcançá-lo, quer dizer, não subiu só na cama, mas em mim, fiquei entre suas pernas quando ela ajoelhou na cama.


Meu corpo ficou tenso na hora.

Ela vestia um shortinho e cropeed, era um conjuntinho listrado branco e azul. Ele era bem curto, então mostrava demais, seu short não tapava a polpa da bumba e o decote deixava o dorso bem a mostra.


Ela esticou o braço para pegar o lençol, e, nesse instante, fiquei ainda mais consciente da proximidade entre nós. O cheiro do perfume dela, a pele encostando na minha, e, principalmente, o decote, que ficou ainda mais evidente bem na minha frente, bem no meu nariz.

Senti minha respiração pesar, e minha bermuda apertou de um jeito impossível de ignorar.

Ela sorria provocativamente.


Decidi afastá-la, então a segurei pela cintura e a empurrei levemente para o lado. No momento em que toquei sua pele, ela se contraiu e soltou um leve gemido no meu ouvido.


Foi aí que percebi que precisava sair dali imediatamente.


Me levantei de supetão e saí do quarto. Se alguém entrasse e visse aquela cena, não teria explicação possível.


Pouco depois, ouvi minha sogra gritando da porta de entrada:


— Última chamada! Todo mundo pra praia!


— Já vou! — respondi, ainda com a voz trêmula. — Tô pegando minha mochila!


Voltei pro meu quarto pra pegar minhas coisas, e Bianca entrou atrás de mim. Ela se encostou na porta, me olhou com um sorriso malicioso e disse:


— Não precisa ficar assim, bobinho… só estou te provocando.


— Por que tá fazendo isso? Eu sou namorado da sua prima!


Ela riu e deu de ombros.


— Mais cedo, ela me contou dos seus fetiches… e eu quis provocar um pouquinho.


Depois dessa confissão, simplesmente virou as costas e saiu em direção ao elevador.


Fiquei em choque com o que tinha acabado de ouvir. Meu peito subia e descia rápido, ainda tentando processar aquela informação. Sem pensar muito, fui atrás dela. Precisava entender melhor.


Minha sogra já tinha descido no elevador, a essa hora já estaria esperando no carro com o resto do pessoal, então o caminho até o estacionamento estava livre.


— Como assim ela te contou os meus fetiches? — perguntei enquanto esperávamos o elevador subir novamente.


Bianca virou o rosto pra mim com um sorriso sacana. As mechas do cabelo caíam sobre os olhos, dando ainda mais ênfase à expressão provocadora.


— Estávamos falando sobre nossas vidas sexuais. — Ela fez uma pausa, me estudando, como se saboreasse o impacto do que ia dizer. — Me falou que você tem fetiche por peitos, que adora mamar nela enquanto ela te punheta. Não é?


Nesse momento, a porta do elevador se abriu. Bianca entrou primeiro e segurou a porta, me esperando. Eu, por outro lado, tinha travado completamente.


— Vem logo, bobinho. — Ela me chamou, despertando-me do transe. — Tá tudo bem, não precisa ficar envergonhado. Todo mundo tem seus fetiches.


— Não sei se "envergonhado" é a palavra certa. — Falei tentando me recompor. — Mas ela contou um dos meus segredos… dos maiores.


Bianca riu baixinho, divertida.


— Ela contou todos os seus fetiches. — O tom da voz dela carregava malícia. — E eu adorei saber disso.


Ela apertou o botão para o saguão, e sua expressão se transformou em algo ainda mais sacana.


— O que você tá querendo, Bianca? Porra, eu sou o namorado da sua prima!


Ela deu um risinho.


— E o que que tem? Já viu meu namorado? — Ela virou o corpo na minha direção e sussurrou perto do meu ouvido. — Acha que ele chega a ter algo de interessante como você? Que tem um pauzão assim igual ao seu?


Enquanto falava, passou a mão sob minha calça, sentindo minha ereção crescer ao toque.


— Claro que não. - Disse ela.


Eu me afastei no mesmo instante, afastando suas mãos do meu corpo. O elevador ainda estava no meio do caminho, mas cada andar que passava parecia uma eternidade. O espaço fechado estava me dando um tipo de claustrofobia… ou talvez fosse a presença dela ali, tão perto.


— Você tá louca? — Exclamei, ainda sem acreditar no que tava acontecendo. — E se a sua prima descobre o que você tá fazendo comigo? Você não pensou nisso?


Bianca apenas sorriu, como se nada daquilo fosse um problema.


— A única coisa que eu pensei durante o dia todo… foi em você, bobinho.


Ela se aproximou de novo, seus olhos brilhando de provocação.


— Mas quer saber? Vou te contar um dos meus segredinhos também… os meus fetiches...


Olhei de soslaio para ela, ainda tentando entender até onde aquilo ia.


Bianca sorriu de canto, inclinando levemente a cabeça.


— Como você pode perceber… eu gosto do proibido. — Ela soltou uma risadinha sacana. — Gosto de me sentir desejada, de me exibir…


Fez uma pausa, mordendo o lábio inferior antes de continuar:


— Gosto da ideia de ser usada como um objeto… de ser tomada… até contra minha vontade, sabe?


Minha respiração travou por um instante. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.


— Ah, e também gosto de gozadas… — completou, sorrindo de forma provocativa. — É, sua noivinha me contou isso também.


Ela riu baixinho, se divertindo com meu choque.


— Então, se você estiver cansado de esperar por minha prima… vem brincar comigo. — Seus olhos brilharam de malícia. — Nem precisa pedir.


Enquanto falava, levantou a mão e apertou o próprio seio esquerdo, pressionando-o de um jeito que fez a parte de cima da blusa subir, revelando um pouco mais de pele.


Mordeu o lábio inferior de novo e piscou para mim, no exato momento em que a porta do elevador se abriu, revelando o saguão do hotel.


E então, sem dizer mais nada, simplesmente saiu.


Fiquei ali, ponderando por alguns instantes sobre o que tinha acabado de acontecer. Respirei fundo e saí logo atrás dela, tentando manter a expressão serena.


Quando chegamos aos carros, todos já estavam terminando de guardar os coolers e algumas outras coisas. Queríamos ver o pôr do sol na praia. Por sorte, Lívia ficou no carro com os pais dela, e eu fui junto, bem longe de Bianca — graças a Deus.


O resto da noite foi tranquila. Eu evitava Bianca, e, para o meu alívio, ela também me dava um pouco de paz. Sem olhares, sem provocações.


Com a mente um pouco mais calma, eu finalmente poderia focar no meu verdadeiro objetivo: reacender meu relacionamento com a Lívia.


Estávamos todos sentados na areia, em cadeiras de praia, esperando o pôr do sol. O céu alaranjado anunciava o fim do dia. Apesar de tudo que tinha acontecido, a paisagem estava incrível. Era bom estar ali, relaxando. E era a oportunidade perfeita para me reaproximar de Lívia.


Em determinado momento, ela me puxou pelo braço.


— Vou ao banheiro — avisou.


— Eu vou com você.


Ficava um pouco distante de onde estávamos, então não vi problema em acompanhá-la.


A caminhada foi tranquila. Conversamos, rimos um pouco, e eu passei o braço sobre os ombros dela, trocando algumas carícias.


Quando ela saiu do banheiro químico, no caminho de volta, senti que era o momento certo para dar minha primeira investida.


Puxei-a de canto, perto de algumas árvores na entrada da praia.


Envolvi Lívia em meus braços e capturei seus lábios num beijo quente, intenso, cheio de saudade.


Ela se afastou, recuperando o fôlego, surpresa.


— Meu Deus, o que deu em você? — perguntou, mordendo o lábio. — Que fogo é esse?


Aproximei-me de novo, puxando-a pela cintura.


— É saudade, Lívia… Eu preciso de você.


— Tá, tá… mas aqui não. — Ela começou a me afastar, olhando em volta. — Alguém pode ver.


— E daí? — insisti, tentando trazê-la de volta. — A gente é namorado, não tem nada demais.


Ela, no entanto, me afastou de vez, sem deixar espaço para outra tentativa.


— Mas eu disse que não. — Seu tom foi firme.


Arrumou a roupa, virou-se e seguiu de volta para a praia sem olhar para trás.


Fiquei parado por um instante, suspirando pesado antes de ir atrás dela.


O resto da noite foi uma bela merda pra mim.


Depois que voltamos pra praia, me sentei na areia e fiquei quieto, na minha. Pra quem perguntava o que tava pegando, eu soltava que era cansaço da viagem e do dia cheio. Mas Lívia… Lívia não perguntava nada. Ela sabia muito bem o motivo do meu humor, mas nem se deu ao trabalho de se desculpar ou dar qualquer explicação. Só me deixou na mão.


Eu tava excitado, tinha passado por um dia bem estranho e esperava tirar o atraso com ela hoje. Só que, do jeito que as coisas estavam, as chances eram mínimas.


Na casa onde estávamos, por conta dos pais de Lívia (entro nos detalhes mais pra frente), quem não era casado tinha que dormir em quartos separados. Então, ela e Bianca ficaram juntas, cada uma em uma cama de solteiro, e eu dividi o quarto com Cláudio.


Bianca também não tinha me dado mais atenção desde o episódio no elevador, e, sinceramente, ainda bem.


Depois que voltamos para o apartamento e jantamos, os mais velhos, junto com Júlia, Daniel, Lívia, Cláudio e Bianca ficaram na sala conversando. Eu, por outro lado, me mandei pro quarto. Queria ficar sozinho no meu poço de depreciação.


Fiquei lá uns 40 minutos até que as pessoas começaram a se dispersar. Já passava das 22h40, quase 23h.


Cláudio entrou no quarto logo depois. Ele ficou na cama da esquerda, e eu, na direita. Eu tava deitado, encarando o teto, quando ele sentou na cama e começou a tirar os sapatos.


— Que dia, hein? — soltou.


— Nem me fale. Cansativo pra cacete.


— Pois é…


Ficamos um tempo em silêncio, até que me lembrei de uma coisa.


— Você descobriu o que as meninas estavam falando hoje cedo na varanda?


Ele, deitado, me olhou, parecendo confuso.


— Perguntei pra Bianca. Ela me contou.


Me virei pra ele, interessado.


— Sério? E o que era afinal?


— Ah, estavam falando de tudo que a gente faz de errado.


— Que? — franzi a testa, sem entender. — Como assim?


— Ué, a Bianca disse que a Lívia tava contando suas manias. Coisa normal.


Sentei na cama, sentindo um frio na barriga.


— E o que ela falou?


— Ah, coisa boba. Que você odeia lavar o banheiro no dia da faxina e que, às vezes, mija no chão.


Fiquei olhando pro chão, processando.


— Ah… foi isso, é? — soltei, tentando parecer despreocupado. — Bom… é… — Dei um sorriso sem graça. — Odeio lavar banheiro mesmo.


— Pois é, também não gosto. Normal.


Ele se virou pra parede, indicando que o papo tinha acabado.


Fiquei sentado um pouco mais antes de me deitar novamente, tentando entender por que ela mentiria pro seu namorado...


Foi quando ouvimos umas batidinhas leves na porta.


Os pais de Lívia passaram, nos desejando boa noite. Depois, os pais de Bianca também. Por último, apareceu a própria Bianca.


— Boa noite, rapazes — disse, com um sorriso provocativo. — Durmam bem.


Cláudio nem olhou pra namorada.


E, no segundo antes de sair, Bianca lançou sua última provocação da noite: piscou pra mim, mordeu os lábios com um sorrisinho safado e fechou a porta.


Eu tava frustrado. Minha noite não tinha terminado como eu queria.


Tava excitado, de pau duro, querendo gozar, mas me recusava a bater uma punheta pra dormir. O problema era que eu também não conseguia relaxar. Ficar ali, virando de um lado pro outro na cama, não ia resolver nada.


Olhei no relógio: 2h34 da manhã.


Porra… que merda.


Levantei devagar e fui até a porta. Ela rangeu um pouco ao abrir, me fazendo olhar automaticamente pra Cláudio. Mas ele tava apagado, dormindo pesado. Nem se mexeu.


Então, saí pro corredor e fechei a porta atrás de mim.


O corredor era longo. Meu quarto e o de Cláudio eram o segundo à esquerda. À direita, ficava o quarto de Júlia e Daniel. Do outro lado do corredor, o meu. Mais à frente, vinha o de Bianca e Lívia. Depois, o dos pais de Bianca e, de frente para o corredor, o dos pais da Lívia.


Caminhei devagar até o quarto da Lívia.


Abri a porta só um pouquinho e espiei. As duas estavam dormindo.


Lívia usava uma camisola rosa, que destacava ainda mais sua pele branquinha. Bianca, por outro lado, vestia um baby doll de cetim.


Adentrei ao quarto e fechei a porta atrás de mim, o quarto estaria no completo breu se a luz do luar não invadisse a janela da cobertura. Caminhei devagar até o lado da cama de Bianca e escutei sua respiração pesada, ela dormia profundamente. Lívia também estava no décimo sono, dormindo pesado, ela estava com a cara virada pra parede ao seu lado... provavelmente sequer escutaria algo...


E se viesse a escutar e olhar... naquele escuro, com certeza ela pensaria que era Cláudio aprontando com sua prima...


Eu me dei conta que estava parado entre as camas de minha namorada e sua prima, tramando como eu poderia transar com a prima dela sem ser pego.


Eu travei, de repente faltou ar em minha garganta e eu recuei alguns passos me virando para a porta do quarto.


Eu iria dormir, iria tomar um banho de água fria ou me masturbar e ai sim, iria dormir.


Com a mão na maçaneta, de repente, lembrei das palavras de Bianca mais cedo naquele dia, no elevador "Gosto da ideia de ser usada como um objeto...de ser tomada...até contra minha vontade" eu respirei fundo, o volume em minha calça voltou a crescer e de repente, me vi parado ao lado da cama dela novamente, eu iria fazer algo estúpido? Com certeza. Subi na cama de Bianca e, de joelhos, fiquei em cima dela, de forma que as pernas dela, que estavam juntas, passavam por baixo de mim, que estava com elas abertas, dei algumas cutucadas no traseiro de Bianca e ela sequer acordou, respirei fundo e coloquei minhas mãos em seu short, baixando-o lentamente, pouco a pouco comecei a ver seu quadril, despido...sua intimidade se revelou a mim e um misto de desejo e medo tomaram conta, eu não iria desistir...mas deveria.


Baixei seu short até a altura das suas canelas, toco levemente sua pele exposta e sinto seu cheiro, um doce perfume de pêssego, começo a me aproximar de sua vagina.

Delicadamente coloco um dedo em sua entrada e vou penetrando pouco a pouco, pra ver sua reação...mas nada.

Depois, coloco mais um dedo e vou estocando devagar, vejo a primeira reação de Bianca, ela se contorce levemente, dando um suspiro.

Sinto meus dedos ficarem molhados a medida que a penetro.


Quando sinto que estão úmidos o suficiente, me posiciono atrás dela e abaixo minha bermuda, estava na hora...

Posiciono meu cacete na entrada de sua vagina, apoiando meus braços ao lado do corpo de Bianca, e começo a entrar devagar.

Ela estava tão apertada, me lembro como se fosse hoje.

Sinto ela se contrair à medida que entro ainda mais fundo, quando finalmente estou inteiramente dentro dela, sinto a gemer, olho para seu corpo e vejo ela segurando os lençóis, seu rosto...virado para o travesseiro, será que ela estava acordada? Não importa, tarde demais pra parar.

Começo a estocar em um ritmo maior, ondas de prazer invadiam meu corpo depois de muito tempo, Bianca apertava ainda mais os lençóis, mas nem sequer olhou para trás ou disse algo...

Pegando mais confiança eu me deito por cima dela, sentindo ainda mais o seu perfume delicioso, minha respiração em seu ouvido e minhas mãos procurando seu seio por debaixo da sua roupa.

Aperto aqueles seios enormes enquanto a penetro, um prazer que eu não sentia há muito tempo, turbinado por uma nova sensação...do proibido.


Depois de alguns momentos eu senti meu orgasmo vindo, comecei a gozar dentro dela e, tirando meu pau, esporro em sua bunda também.


Ainda com a respiração ofegante, caio na real pelo que acabei de fazer, subo seu short sem ao menos limpar minha porra escorrida, saio do quarto delas e retorno para o meu, não sem antes olhar pra ver se algo tinha mudado, mas nada, as duas continuavam na mesma posição.


Volto para o meu quarto e me jogo na cama, não demoro muito pra acabar dormindo, relaxado como há muito tempo eu nem sonhava, melhor que qualquer punheta.


E isso ainda na primeira noite da viagem.

*Publicado por Cedofel no site climaxcontoseroticos.com em 01/04/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.


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