A BUCETA DO VERÃO VI
- Temas: Amor, familia, traição,
- Publicado em: 02/04/25
- Leituras: 377
- Autoria: Noddoz
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Capitulo - Como o Ruben me conquistou? (Sandra)
Eu nunca tive tanta dor de cabeça como tive naquele dia ao sair do Hospital. As minhas lágrimas caiam sem parar, mesmo tentando ser forte não conseguia me conter. Ruben veio a minha trás a correr - Moça, oi, moça - dizia ele, e eu mal o podia ouvir se não zumbidos e vozes na minha cabeça, mal acreditava. Ruben segurou-me pelo ombro gentilmente. Eu assustei e rapidamente virei-me para ver quem era - Sou eu, sou eu - disse tentando não me assustar e acrescentou - Vem aqui, vem - abrindo os seus braços para me abraçar. Não sei porque ou o que me levou a fazer aquilo, mas eu fui em seus braços e fiquei aconchegado naquele peito. Ruben tentou me acalmar fazendo cafuné em mim e deu-me um beijo na testa.
Aquela foi a primeira vez que senti o toque dos lábios do Ruben em meu corpo, embora com a mente pesada por causa da situação da Sandra. O toque do abraço me marcou, pois era firme e daquele tipo que ao te abraçar te sentes protegida. Estava gostoso estar naquele abraço, era confortante. Naquele momento óptimas lembranças com a Sandra passavam em minha mente como flash em time lepsi e umas das lembranças loucas foi no dia da saída para uma noite só de amigas, nesse caso eu e ela. Já que só tínhamos uma a outra. Ambas bem vestida, com aqueles corpos adolescentes de invejar. No restaurante, dançamos, bebemos, cantamos Karaoke e como de sempre, adolescentes espalhadas não deixamos de chamar atenção a dois jovens dos seus 33 anos a 35 que a todo custo procuraram se aproximar e se juntar a nós. Como de sempre, homem nesse lugares começa com um discurso clichê inventado sei lá por quem - Estão afim de um drink na nossa conta? - Eu fui logo rejeitando, mas a tonta da Sandra não, respondeu batendo o meu ombro - Claro que estamos - e cochichou para mim - Há sempre idiotas prontos para pagarem as contas das meninas, esse sempre foi o meu sonho - Embora não fossemos esse tipo de mulheres né! Fomos puxando papo e no meio daquele álcool e conversa os dois nos convidaram para irmos a uma discoteca, eu não queria, mas Sandra quando bebe fica puta duas vezes mais do que eu, e me insistiu. Saímos dali e fomos para uma discoteca. Musica mais alta, pessoas mais loucas, bebidas, tequila, cocaína e muito mais. Sandra até fumou maconha e puxou muita UCA. Eu permaneci na dança e tequilas. Depois de ficarmos tão chapados, os jovens perguntaram se podiam nos acompanhar para casa, eu disse que não, Sandra riu e disse - É sério que querem nos levar a casa? Sabe o que acontece com a vagina de uma mulher depois de muito alcool? - Ela parou para refletir e se corrigiu rindo - De uma mulher não, homem não tem vagina né! Ou melhor, não devia ter, se tem não menstrua - Todos rimos e ela voltou a perguntar - Não sabem não? Ela fica babada e com vontade de foder - Os dois jovens riram e eu fiquei sem graça. - É sério Sandra! Vamos embora - Disse tentando levantar a Sandra, ela soltou o meu braço com uma força e se jogou no ombro de um dos jovens. - Para aonde vamos? - Os jovens levantaram a Sandra e um deles disse - É melhor ires com a tua amiga, estás muito bebada - Ela pegou no queixo do jovem - Você é doido ou o quê, gasta dinheiro com uma moça e não procura lhe foder? São um casal de gays? - Eu já chateada peguei mais na Sandra e comecei a empurrá-la. Saímos todos da discoteca - Se quiseres vais para casa, eu não - Disse Sandra entrando no carro deles. - Sandra - Gritei chateada, ela gritou de volta e todos ao nosso redor ouviram - Eu vou foder, vai tu para casa, santa Maria - Fiquei boca aberta e entrei no carro chateada, também não podia deixa-lá, fomos directo para um hotel. Gelei quando o carro desviou para ali, mas já lá estávamos. - Eu não vou entrar nesse hotel - disse, Sandra louca riu e respondeu, - Então fica aqui no carro que eu tenho d ois homens por cuidar - Realmente me deixaram no Carro e entraram, fizeram o Check in e lá foram. Eu fiquei sozinha no carro a mexer o telemóvel e a imaginar o que deviam estar eles a fazer. Okay! O que vou contar que aconteceu lá em cima são palavras da Sandra, disse ela que "Depois de subirem para o quarto, não foram logo tirando as roupas, eles beberam mais um pouco, fumaram mais e no meio daquela cena, aos poucos foram surgindo toques, beijos e caricias. No inicio até parecia que eles não queriam mas depois que ela começou a beijar um dos moços enquanto o outro puxava cigarro assistindo a cena o clima ficou mais intenso e eles se envolveram mais. Um deles beliscou o peito da esquerda e o outro da direita, Sandra tirou os dois paus para fora e começou a punhetá-los. Gemidos masculinos e tesão emergiram e o corpo da Sandra começou a ser explorada com toques e beijos. Eles eram cavalheiros e gentis, faziam de tudo para ela se sentir segura e confiante. Aos poucos despiram a Sandra e deitaram-lhe no sofá que ali tinha, Um deles pós-se a chupar a xana dela e o outro pós o pau na boca dela, e lá foram eles brincando, minutos depois Sandra ficou de quatro, o que estava a chupar a xana passou para frente para se deliciar daquela boca gostosa e o outro foi chupar a xana e o cu. Sandra disse que estava a viver um mundo com aqueles dois jovens. O que lambia o cu da Sandra pegou no preservativo, usou e penetrou lentamente nela enquanto o outro gemia de prazer pela língua irresistível da Sandra. Ela toda derretida e cheio de tesão por saber que estava a ser fodida por dois homens, empinou mais e com mestria chupou o outro pau. Disse ela que é sensação única ter um pau na boca e o outro a estocar, por ela mais paus pousavam nela, ela queria que fossem cinco ou mesmo dez pénis, todos pedindo para serem satisfeitos por ela. É momento único. O jovem a sua trás dava com vontade, alguns minutos depois trocaram, o outro jovem pegou no preservativo, usou e ela sentou naquele pau que estava a chupar e cavalgou, uma das suas mãos esfregava o clitor e a outra segurava o outro pau. O Jovem de baixo pediu para ela parar de se mexer e começou a estocar gostoso. O jovem em pé o gemendo ao toque da mão dela e pelo som do gemido dela, ficaram ali. Eu lembro que uma hora depois, desci do carro fui a recepção, perguntei, a moça me indicou o número do quarto, fui para lá e parei na porta. Podia ouvir a Sandra sendo penetrada - Ahhhhhh, aiiiiiiiii, oooooohhhh - E o som dos dois jovens na maior diversão. Eles riam, conversavam e diziam termos safados durante a foda - Queria até bater a porta mas desisti e voltei ao carro. A recepcionista e o guarda até me riram. Lá em cima a Sandra apanhava na posição missionaria segundo o que contou. Os jovens queria fazer dupla penetração, um no cu e outro na xana. Ela embora chapada, teve a lucidez de dizer que já mais meteria o pau no seu cu. Tentaram insistir - Moços, a foda está muito boa, não me façam perder tesão - E continuaram se contentado com a xana, embora quisessem mais. Foderam até ela gozar multiplas vezes e eles gozaram na bunda dela. Dormiram os três juntos. Pela manhã as sete horas acordaram, deram a foda do bom dia os três, tomaram um banho, tiveram café da manhã e sairam.
Não sei em que momento o álcool tomou conta de mim e adormeci. Os três me acordaram batendo a porta do carro - Bom dia dona dorminhoca - Disse Sandra com um sorriso de quem teve um foda bem gostosa. Levaram-nos para casa. Primeiro eu e depois ela. O resto do que contei ela me contou na faculdade. Foi uma boa lembrança nos braços do Ruben
- Anda, vou levar-te a casa - Saímos do hospital eu com o coração amargo e ele tentando me consolar enquanto conduzia - Não é o fim do mundo, a medicina é só uma ciência que pode também errar. Não vamos perder fé...Quantos casos já ouvimos falar de pessoas que só tinham dois meses de vida e viveram 60 anos? Vários - Eu naquele momento só queria que ele cala-se - Na minha família também tem índice de cancro, não lá tanto, mas ninguém morreu até então - Eu pus-me a chorar ainda mais - É melhor eu calar - Disse Ruben engolindo a saliva. O caminho todo até a minha casa mais uma vez não dissemos uma única palavra, eu nem queria imaginar como os pais da Sandra estavam, pelos vistos cem vezes pior que eu. Antes de eu terminar de pensar o carro parou - Tcharrammm! Chegamos, não esqueci o caminho da tua casa. - Disse Ruben a sorrir. Eu abri a porta e desci, Entrei na minha casa e fechei o portão com força, Ruben pelos vistos lhe conhecendo hoje, deve ter dito - Que filha da puta mal agradecida - Naquela semana tive muito suporte dos meus pais e mal conseguia ir a universidade. Não acho que a minha idade na época, 19 anos, era de receber noticias que uma amiga ia morrer dentro de 6 meses porque estava no estado terminal de cancro e não podia se fazer nada. Nem ela sabia que tinha cancro. Sandra saiu de mulheraço com aquelas curvas gostosas, bunda invejável, cabelos ruivos, olhos castanhos brilhantes, corpo meio cheio para um estado pálido e doentia em tão pouco tempo. Raspou o cabelo, entrou para sessões de quimioterapia. A cada sessão parecia piorar. Alguns médicos aconselhavam a não fazer, pois piorava a situação dela pela exposição radiativa. Em 4 meses, eu já não conseguia reconhecer a minha amiga. Eu tive um mau semestre por conta disso, de tal modo que até chumbei algumas cadeiras, poderia ter chumbado todas, mas alguns dos professores foram tolerantes com a minha sensibilidade, outros não, diziam na minha cara - A vida nalgum momento tem que seguir - e eu mal conseguia ser forte. Ao fim de cinco meses, a minha rotina de ir ao hospital todo santo dia terminou com uma chamada do meu pai a informar-me que a Sandra perdeu a vida. Eu entrei em depressão e não via mais sentido de também continuar viva, ela era para mim como uma irmã, eu diria, irmã gemea. Eu sou a caçula e antes de mim tenho 3 irmãos. Sandra era a única que batia com o meu santo. Nos conhecemos durante o ensino secundário num colégio privado e de elite. Lá aprendemos a nos defender e a sonharmos com o nosso futuro. Por acaso nos influenciamos a fazermos o mesmo curso e a trilharmos os mesmos caminhos. E sabe o que mais nos conectava? É que perdemos virgindade ao mesmo tempo com o mesmo homem, tudo bem que foi um sexo muito horrível, mas marcante por causa disso. Enfim, ali estava eu sozinha, me senti viuva de amizade.
Num desses dias, sem vontade de fazer nada ou viver, a minha mãe bateu a porta do meu quarto - Tem alguém lá fora, disse que é teu colega da faculdade - Eu sem vontade e a roer as unhas respondi - Diga que não estou - Minha mãe simplesmente riu-se - Tarde de mais, já está no sofa a tua espera e se não levantares direi para entrar no teu quarto - Eu levantei as pressas, o meu quarto estava muito bagunçado, portanto nem sabia quem era, imagina entrar no meu quarto. Fui a sala e lá estava o idiota do Ruben metido a todo respeitoso e humilde. - Uau! Você era a última pessoa que eu esperaria em todo esse planeta - Ruben no lugar de me responder chamou pela minha mãe e disse - Acredita que eu sou a última pessoa que ela esperaria em todo esse planeta? - Minha mãe ficou sem entender e com aquela cara de "É sério que esse rapaz me tirou dos meus afazeres para me dizer isso?" Mas como ela era mulher de bom humor, fingiu sorriso e respondeu - E quem é a primeira pessoa? - Ruben fez aquele sinal de "Boa pergunta mãe" e os dois olharam para mim. Eu fiquei tão puta da vida a ver Ruben a conquistar a atenção e aceitação da minha mãe de forma natural, exalei e me sentei - Acredito que já devem saber na faculdade que de rabugenta ela tem mais de 4 trofeus, fica a vontade meu filho. - Pronto, vendeu a sua filha para um tarado. Minha mãe saiu da sala e lá ao fundo gritou - Estou ocupada - Ruben se sentou dizendo - Devia ser minha sogra, já gostei dela - Confesso que roubou o meu sorriso de leve - Ela só tem rapazes - Ruben se assustou e falou baixinho - Tens pinto por baixo? - Não aguentei e soltei aquela gargalhada - O que tu queres? - Sabe, Ruben é muito sedutor, pegou na minha mão e disse baixinho - Sinto falta do teu rosto na faculdade - Minha cara de parva ficou bem visível - Desde quando? Nós nem conversamos, nem somos amigos, nem nada - Tirando aquele sorriso disse - E você sabe tudo o que acontece nas cabeças das pessoas? - Desconfiada olhei para o caminho por onde a minha mãe foi - Te pagou quanto para me tirar de casa? - Ruben se levantou, deu-me um beijo na testa e disse - Se não te ver no Campus amanhã virei para aqui todos os dias. Como disseste, minha cara é a última coisa que esperavas ver. - E para fechar com chave de ouro gritou - Mãe! Já vou - Eu tapando o ouvido - Ela não gosta de ser incomodada quando está ocupada - Ruben fez gesto de arma disparando para mim e saiu. Nos dias seguintes não fui a universidade e ele não apareceu em minha casa, já era de se esperar. Duas semanas depois, em pleno Sábado, numa tarde a bater a porta do meu quarto tocou - Quem é - E a unica coisa que ouvi da minha mãe foi - Entra moço - Ruben entrou com uma pasta pesada. Minha mãe tratou de fechar a porta - Olá! Surpresaaaaa! - Eu olhei para ele e resmunguei para mim mesma "Não é possível". Ousado que é, se jogou na minha cama sem nem se quer tirar sapatos, abriu a pasta, tirou laptop e alguns lanchinhos - Vamos ver um filme e vamos passar a tarde juntos, algum problema com a ideia de ficarmos aqui ou prefere ir ao Jardim para o piquiniqui? - Eu queria que ele sumisse de uma vez por todas - Como a minha mãe te deixou entrar? - Ruben foi tão rapido em me dar resposta - Ah! Okay! Eu disse para ela que sou teu namorado e que queria muito estar contigo nesses momentos dificies - EU saltei da cama, - O quê, nãaaaaaoooo! Mãe, Mãe - Fui para a sala - Mãe, aquele não é meu namorado, eu nem lhe conheço - Minha mãe estava com meu pai e ambos estranharam os meus dizeres - Pensei que ele estivesse na mesma univerdade contigo - Disse a minha mãe e eu tonta - Estamos, mas ele não é meu namorado - Minha mãe sem entender disse - Está bem! Mais alguma coisa? - Eu virei para o meu pai - Pai, eu nem lhe conheço - Meu pai disse algo que acho que foi isso que tornou Ruben meu marido - Tens a oportunidade de lhe conhecer, tchau...Só deixa a porta aberta. - Eu voltei ao quarto envergonhada e fechei a porta. Ruben estava ali com os pés esticados a comer pipoca - Você caiu direitinho no meu papo - Soltou gargalhadas, - Podes pelo menos tirar sapatos? - Disse eu com o rosto amarrado. Ruben com expressão pensativa disse - Posso, mas eu tenho chulé, aquele de verdade. - Se levantou e começou a arrumar o meu quarto - Me ajude sua preguiçosa, eu não suporto viver na sujeira - Sentei na cama, - Só está desorganizado, não tem poeira - e ele ficou a fazer tudo. Organizou os sapatos do jeito dele - Esses sapatos não ficam aí - Disse eu puta da vida - Se não vai ajudar não atrapalha - Continuou a organizar tudo ao contrário, me senti na obrigação de ajudar - Vai buscar pano para limparmos - Sem me aperceber nos divertimos arrumando o meu quarto, vimos diversos filmes, lanchamos tudo que ele comprou e algumas coisas que fui buscar na cozinha e no final da noite, quase 22 horas, Ruben despediu a mim e meus pais dizendo - Tivemos uma tarde incrível, muito obrigado por me receberem - Meus pais agradeceram com sorrisos e foi embora. Naquele dia dormi com um sorriso no rosto, o vazio da Sandra ficou um pouco preenchido. Mas no dia seguinte a porta do meu quarto volta a ser batida - Quem é? - Ruben entrou com os olhos fechados - Só espero que não estejas nua - Eu admirada com a forma que ele estava vestido, achei ele muito elegante - O que queres hoje as 7 horas da manhã? - Ruben me tirou da cama, me entregou uma das minhas toalhas dizendo - Quero que vás tomar banho porque estamos a ir a igreja - Eu resmunguei tanto e no final me vi sentada no banco da igreja a cantar louvores e depois da igreja fomos para a lanchonete tomar sorvete e comer qualquer coisa. Ruben inventou um montão de programas para a tarde daquele domingo e o que até hoje me lembro foi a sentada a beira mar para apanhar brisa enquanto ele falava sem parar. Cheguei a casa de noite e cansada.
Incrível é que no dia seguinte acordei e fui a faculdade, ele devolveu a minha vontade de viver sem me aperceber.
*Publicado por Noddoz no site climaxcontoseroticos.com em 02/04/25. É estritamente proibida a cópia, raspagem ou qualquer forma de extração não autorizada de conteúdo deste site.
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