"Os mais excitantes contos eróticos"


Comi minha cliente casada (Par


autor: Publicitario45
publicado em: 04/01/16
categoria: grupal
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Fonte: maior > menor


Antes de relatar mais uma aventura minha, gostaria de pedir desculpas pelo sumiço. Meu notebook queimou e após a correria de final de ano eu entrei de recesso para descansar por uns dez dias. Agora que voltei ao trabalho, resolvi escrever o conto onde eu estava devendo, onde eu, Paulo, um amigo dele, transformamos a Mara, minha cliente casada numa verdadeira putinha. Espero que gostem do conto.

Na última vez que nos encontramos, Paulo, um negro e 1,98 de altura, forte e com uma pica de 24 centímetros, fez o que bem quis com a minha ciente casada, a Mara. Para quem não leu o conto, Mara passou por problemas sérios de saúde, teve depressão mas ao descobrir seu lado vadia começou a ver a vida com outros olhos. Fomos pro motel algumas vezes, depois levamos um amigo dotado e agora ela queria mais, seu desejo agora era ser devorada por três machos eu, Paulo e um amigo dele que eu só conheci no dia da farra.

Mara é descendente de italiano, alta, pele muito branca, cabelos curtos olhos verdes, sorriso bonito. Desde que começamos as nossas aventuras ela vem se soltando cada vez mais e afastado a depressão com muito chá de pica e eu, cada dia que se passa, me convenço que toda mulher tem um lado vadia que só precisa ser despertado. Pode ser uma dama na rua, nas festas da família, mas na cama todas querem ser puta, ai, depende do marido, do namorado ou do amante para acordar este vulcão e o da Mara acordou e pelo que eu via, não ia dormir tão cedo.

Um dia, conversando pelo Skype, Mara me disse que tinha ido a um motel com Paulo que eles tinham trepado a tarde toda e devido a surra que ela tinha levado sua bucetinha estava ardendo e inchada. Ela começou a me contar os detalhes da trepada e eu comecei a ficar de pau duro e no meio da conversa ela disse que ainda queria trepar com três homens e que Paulo ia levar um amigo dele, o André.

Mara deixou claro que só toparia se eu fosse com ela e claro que eu não ia perder esta cena por nada, topei e ela marcou para sexta-feira seguinte a farra.

Passei na casa dela por volta das 13h. Mara desceu e como sempre estava linda e perfumada. Usa um vestido leve e florido, sandálias de salto médio e seus cabelos ainda estavam olhados denunciando que ele havia acabado de sair do banho. Seu perfume invadiu o carro e seguimos para encontrar Paulo e André.

- Estou nervosa – disse ela com um sorriso nos lábios.

- Só nervosa? – perguntei rindo.

- Sim, porque?

- Achei que você estaria nervosa e excitada- completei.

- Ah claro, estou muito mais excitada e curiosa d que nervosa, quer ver? – respondeu ela pegando a minha mão direita e levando entre suas pernas.

Ao tocar no seu sexo (Sim, ela estava sem calcinha), percebi que o mel já escorria de dentro da sua xaninha e ela deu uma leve suspirada ao sentir meus dedos tocando seu grelo de leva.

Retirei os dedos e levei direto pra minha boca para sugar o seu gosto doce de desejo.

- Safado! – disse ela o me olhando com cara de safada.

Chegamos no local combinado, um quiosque na Praia de Camburi os dois já estavam lá e de longe já deu para ver que a parada da Mara ia ser difícil. Se o Paulo era um homem grande e forte, Andre era maior que ele, não tão sarado quanto, mas tinha pelo menos 2.12 de altura.

Descemos do carro e os dois vieram nos cumprimentar. André muito educado e gentil, puxou uma cadeira para Mara se sentar e fez questão que eu me sentasse do lado dela, na certa ele deve ter pensando que e era marido dela. Após os esclarecimentos, Paulo sugeriu que fossemos para a Mansão Status, pois lá além de grande e com duas camas de casal, é o lugar apropriado para festas em grupo.

Alguns motéis não deixam mais de duas pessoas entrarem e quando deixam querem cobrar o valor dobrado.

Entramos no meu carro e seguimos pro motel e já no caminho, André e Paulo começaram a passar as mãos em Mara que estava sentado no banco da frente. As mãos grandes dos nossos amigos negros deslizavam por cima e por baixo do vestido fazendo com que Mara se contorcesse no carro. Chegando lá, entramos e André já puxou Mara e a jogou no capô do carro. Suas mãos ágeis já levantaram a o vestido dela e ele já caiu de boca entre suas pernas começando a sugar seu sexo com voracidade.

Paulo, tratou de beijar a boca da nossa amiga enquanto eu cai de boca em um dos seios chupando e mordendo alternadamente.

Não demorou muito e Mara teve seu primeiro gozo, ainda na garagem, exatamente na boca do André. Paramos por alguns minutos entramos para a Mansão e os caras já foram se despindo enquanto eu ligava o ar e o som.

Quando me virei, Mara já estava nua, entre os dois negros ainda de roupa. Desta vez Paulo estava ajoelhado chupando sua xana com vontade enquanto André a beijava e deslizava suas mãos grandes por todo seu corpo. Mara se contorcia, perdia o equilíbrio de tamanho tesão mas era amparada por
Andre é seus mais de 2 metros de altura.

Paulo se levantou e tirou a camisa, depois a calça e em seguida a sunga, deixando um poste de carne preta a mostra para nossa amiga casadinha. Os 24 centimetros de rola grossa mal cambiam nas mãos dela que passou a punheta-lo com movimentos leves. Mara não se conteve e se ajoelhou para cair de boca na pica do nosso amigo enquanto André se livrava das suas roupas. Assim que ficou nu, André se aproximou e deixou a sua pica a disposição dela e foi ai que veio a grande surpresa. A pica dele não era maior que a do Paulo, devia ter no máximo 23 centimetros mas era extremamente grossa, algo descomunal. Ao ver aquilo tudo na sua frente, Mara olhou pra mim com cara de assustada e antes que ela falasse alguma coisa, André puxou-a pelos cabelos e levou seu rosto em direção aquela tora. Mara sequer conseguia colocar o pau na boca, não cabia, não passava nada além da cabeça. A saída então foi ela passar a chupar com vontade a cabeça e lamber toda extensão daquela fera até o saco. Anré que antes foi educado, agora tinha virado um monstro. Ele batia com a pica na cara dela deixando seu rosto vermelho. Chamava Mara de puta, vadia, vagabunda, cachorra, dizia que o marido dela era um corno porque não sabia come-la direito. Mara me surpreendia ao balançar a cabeça dizendo que sim e ria com cara de puta.

Eu, ali, pasmo com a reação dela. Mara chupava aquelas rolas como uma criança chupando um picolé. Chupava um punhetava o outro alternadamente até que André urrou e seguru a sua cabeça. Veio primeiro jato de porra e Mara não conseguiu segurar, escorreu pelos cantos da sua boca e em seguida outros jatos de porra densa e quente invadiram a boca da nossa italianinha safada. Maria punhetava, sujava as mãos de porra, bebia o que era possível beber e lambia até o saco do André. Aquele leite todo escorreu e se espalhou pelos seus seios na qual André e Paulo fizeram questão de espalhar.

André foi em direção ao bar e pegou uma garrafa de cerveja e virou na boca de uma vez só e enquanto isso, Paul estava deitado na cama com Mara de quatro lhe chupando a rola.

- Vai lá, chupa a buceta dela – disse André olhando pra mim.

Cheguei perto e deu para ver um fio de mel escorrendo de dentro da xana da Mara. Não pensei duas vezes e cai de boca naquela boceta linda, cheirosa, depilada e totalmente melada. Chupei até que

Mara gemeu mais alto com a pica do Paul na boca anunciando seu terceiro gozo.

- Me fode amor, me fode... vou dar pros três mas você tem que ser o primeiro a me comer – pedia
Mara com a voz meio tremula.

Me levante, me posicionei atrás dela e pincelei meu pau na sua xana. Estava quente, molhada e entrou fácil. Apesar de não ser exageradamente dotado como Paulo e André, senti meu pau entrar gostoso e comecei a estocar com vontade. Enquanto isso, André, o mais tarado de todos, já estava deitado debaixo dela chupando seu grelo, o que fez Mara gozar várias vezes enquanto eu metia com vontade.

As vezes a língua do André tocava meu saco me proporcionando uma sensação muito boa. Não demorei muito e gozei dentro daquela buceta que já estava melada e agora, estava completamente inundada de porra.

Quando achei que André ia largar a buceta por causa da porra, me surpreendi. O cara se ajoelhou atrás dela e começou a sugar todo meu semem que escorria de dentro dela. Com o grelo sensível, Mara gozou mais uma vez e Paulo acelerou e encheu sua boca de porra.

Ficamos os três deitados naquela cama enorme enquanto nossas mãos passeavam pelo corpo dela.
André foi o primeiro a ficar de pau duro. A tora deu sina de vida e ele num movimento rápido puxou Mara para cima dele. A pica, ou melhor, aquele monstro ficou encostado na portinha da boceta dela e aos poucos ele foi forçando a entrada. Eu e Paulo nos posicionamos e forma que poderíamos ver e cobra sendo engolida por inteiro. Mara gemia, transpirava, suspirava descompassadamente mas não desistia. O pau foi entrando, alargando sua xana de forma incrível e os 23 centimetros foram sendo engolidos até o talo. André começou a se mexer debaixo dela em movimentos rápidos, dava para ouvir o som dos corpos se chocando. Mara apenas gemia, tentava dizer algumas coisas mas as palavras não saiam, ela gemia, murmurava, sussurrava e enquanto André castigava sua boceta sem dó.

E como o desejo dela era dar pra três, Paulo tratou de se posicionar atrás dela, mas antes pegou um vidro de óleo. Molhou as mãos e com um dedo começou a massagear o cuzinho de Mara que se antes já gemia agora quase perdia os sentidos de tanto tesão. Paulo penetrou seu rabinho com um dos dedos, depois outro. Para cada penetrada mais óleo e em seguida lambuzou seus 24 centimetros de pica. Se posicionou na portinha e forçou a entrada, Mara gritou e segurou na minha mão como se quisesse conseguir forças para aguentar aquele dois negros lhe fudendo toda. Paulo continuou a sua missão metendo mais a rola preta dentro do rabo dela. Eu, abri sua bunda para facilitar a entrada e ver de perto o estrago. Pelo menos 20 centimetros de tora já estavam dentro e Mara começou a gritar
– mais, mete mais, me fode, quero ser a puta de vocês, põe tudo cachorro... mete na minha boca, mete – falou ela com a voz tremula olhando pra mim.

Me levantei e coloquei meu pau em sua direção. Mara apenas abriu a boca, quase sem forçar e eu a segurei pela cabeça e comecei a fuder a sua boca quente como se fosse uma boceta. Mais alguns minutos e ela gozou, desta vez gozou com tanta intensidade que escorreu um liquido branco, viçoso como se fosse porra de dentro da sua xana.

André, por baixo, não parava de estoca-la e Paulo por trás já metia a rola inteira dentro do seu cuzinho e eu de frente pra ela metia cada vez mais forte. Ás vezes, Mara sentia mais as estocada e dava algumas mordidas no meu pau me levando a sentr dor e prazer ao mesmo tempo.

Mais algumas estocadas e André gozou forte enchendo a boceta dela de porra enquanto Paulo ainda castigava seu cuzinho. Eu também gozoi logo em seguida dentro da sua boquinha e desta vez Mara fez questão de beber todo meu leite. Não demorou muito, Paulo urrou e encheu o rabinho da nossa amiga de porra.

Me sentei na beira da cama buscando mais folego e Mara ficou deitada de ladinho, entre André e Paulo, ambos com as picas meio mole mas ainda dentro dela.

Tomei um banho e ao retornar Mara ainda estava deitada, se remexendo entre os negros dotados como se estivesse pedindo mais. André e Paulo deram uma nova surra de pixa na Mara e ela não deixou André comer a sua bundinha.

Depois de quase quatro horas de sexo grupal onde fizemos tudo que ela queria, André e Paulo pediram um taxi. Eu e Mara ainda ficamos mais um tempo dentro da Mansão, na hidro, tomando um vinho pr relaxar. A fome dela de pica naquele dia era tanto que ainda trepamos dentro da piscina, mas um pouco mais devagar já que os nossos amigos haviam deixado ela totalmente arrombada, ardida mas satisfeita.

Feliz 2016 para todos vocês.






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