"Os mais excitantes contos eróticos"


A enfermeira do Happn


autor: Publicitario45
publicado em: 04/01/16
categoria: hetero
leituras: 4047
ver notas
Fonte: maior > menor


Já fazia um tempo que eu não saia com ninguém devido à correria de fim de ano. Muito trabalho e pouco tempo para diversão até que uma amiga minha me falou sobre o aplicativo Happn, onde ele mostra pessoas que passaram por você. Achei interessante e baixei o aplicativo.

De cara fiquei impressionado com a quantidade de mulher bonita que passa pela gente durante o dia e o melhor de tudo, algumas passam por você mais de uma vez por dia e esta informação chega para as duas pessoas. Se você gostar da pessoa você curti a foto dela, se ela curtir a sua também pode se iniciar uma conversa. Foi numa dessas curtidas que eu conheci Marina, enfermeira, 38 anos, separada e que mora em Vila Velha há pouco mais de 2 meses.

Começamos com uma conversa simples, depois passamos a falar sobre relacionamentos até que ela me confessou que já não transava há um ano e meio, ou seja, desde quando ela se separou.

Marina é uma mulher bonita, nada de extravagante, mas bonita. Ela como toda mulher, se acha a maior gordinha do mundo só porque está cinco quilos acima do peso normal. Tem olhos verdes claros, pele branca, cabelo meio avermelhado liso até os ombros, boca carnuda, seios fartos e pernas grossas. Odeia praia, por isso a pele é tão branca, o que faz destacar ainda mais a cor dos olhos e dos cabelos.

Por outro lado, eu subindo pelas paredes, pois desde que conheci uma garota de 25 anos casada, mas que infelizmente mora em São Paulo, diminui drasticamente minhas aventuras sexuais, mas com o passar do tempo o tesão só fez aumentar e eu achei que Marina poderia me ajudar, já que os dois estavam na mesma seca.

Passou o Natal e o Reveillon e ela me mandou uma mensagem dizendo que estava chegando da casa dos pais dela que fica no interior do estado. Combinamos de nos conhecer pessoalmente durante uma caminhada na praia, marcamos e nos encontramos na Praia de Itaparica.

Pessoalmente ela é bem mais bonita e mais baixinha. Mas é um encanto de mulher. Fala baixo, é meio tímida (Até a página dois), gosta de dançar mas devido a correria do trabalho sai pouco. Mora sozinha num apartamento pequeno perto da praia e depois de 45 minutos de caminhada estávamos perto da sua casa. Chegando no portão, ela perguntou se eu estava com sede e ai dizer que sim, abriu a porta me dando passagem – entra, vamos lá no meu apartamento, é pequeno mas é meu – disse ela.

Subimos as escadas e ao entrar vi que apesar de pequeno é muito bem decorado e organizado. Sentei no sofá enquanto ela foi buscar água – quer agua ou suco? – gritou ela.

- Suco – respondi lá da sala.

Marina então retornou com uma jarra de suco de manga nas mãos e disse que eu poderia ficar à vontade, pois ela ia tomar uma ducha rápida e voltaria. Ligou a TV e me dixou na sala esperando por uns 15 minutos.

Ao voltar, Marina estava com os cabelos molhados, um perfume bom exalava do seu corpo e vestia um roupão de seda preto com detalhes orientais. Ela não se sentou perto de mim e ficamos conversando por uns 30 minutos.

- Não vai beber um copo de suco?

- Não- disse ela.

- Estou afim de eber uma cerveja gelada mas entro no hospital hoje a noite e vou ate amanhã.

- E porque você esta sentada longe de mim?

- É porque eu e você estamos há um tempo sem transar e quando eu te convidei para tomar uma água a minha intenção era te seduzir exatamente ai onde você esta, so que agora eu travei.

- Então, porque que em vez de você me seduzir, eu seduzo você?

- Adoraria – disse ela rindo meio tímida.

Me levantei e fui até a sua direção. Me ajoelhei na sua frente e começamos a nos beijar lentamente, sem pressa. Os beijos foram ficando cada vez mais ardentes e minhas mãos abriram o nó do tecido fino que segurava seu roupão.

Marina se encostou no sofá e abriu as pernas, deixando a mostra uma calcinha preta, minúscula, cheia de rendas. Desci com a minha boca pelo seu pescoço e fui em direção aos seus seios que apesar de grandes eram duros e bem desenhados. Cai de boca nos seus mamilos e cheupei e mordisquei alternadamente os dois enquanto Marinas abria mais as pernas e se remexia no sofá.

Fui em direção ao seu sexo, passei a língua pela sua barriga, virilha e cheguei na xaninha.

Cheiro bom, poucos pelos e um mel que já começava a escorrer era o convite para cair de boa.

Ao sentir o toque da inha língua no seu grelo, Marina se envergou no sofá e com as mãos forçou minha cabeça em direção ao seu sexo. Ela queria mais, queria gozar e foi fácil. Uma boa chupada e 18 meses sem sexo se transforaram em orgasmos, um atrás do outro enquanto ela se remexia cada vez mais raído em direção a minha boca. Marina gozou, gozou com vontade, soltou aquela energia cumulada toda dentro da minha boca e com uma das mãos me puxou em direção a sua boca e com um beijo quente ela pode sentir o gosto do seu orgasmo.

Me livrei da camisa, do tênis, bermuda e sunga e fui jogado no sofá maior. Sem cerimonias Marina foi direto no meu pau. Caiu de boca, chupou, mordeu, lambeu meu pau de cima até a base, me bateu uma deliciosa punheta enquanto me olhava com cara de safada.

Sua boca foi deixando meu pau totalmente melado e eu precisei me esforçar para não gozar na sua boca. Marina então sacou uma camisa, usou a boca para colar no meu pau e sem falar nada subiu e começou a me cavalgar com vontade. Rapidamente ela já rebolava freneticamente anunciando outro gozo.

Ai chegou a minha vez de tomar conta da festa, coloquei seu corpo na beira do sofá maior, deixei ela de quatro com a bundinha bem empinada e comecei a meter devagar na sua xaninha. Maria usava uma das almofadas para abafar seus gemidos na medida que eu aumentava as estocadas. Dei um tapa na sua bunda – bate, bater na sua putinha, bate mais – ordenou ela rebolando no meu pau.

Mas como meu tesão era enorme, acelerei o ritmo e gritei que ia gozar. Marina então mudou de posição, retirou o preservativo e caiu de boca no meu pau esperando os jatos de porra que rapidamente vieram e inundaram a sua boca.

Gozei como um cavalo. Aquela porra acumuldada inundou a sua boca e ela fez questão de engolir gota por gota.

Deixei meu corpo cair no sofá ao seu lado e ficamos ali por alguns minutos, apenas recuperando o folego e controlando a respiração.

Marina então sentou no meu colo e sua boceta ficou colada no meu pau. Começamos a nos beijar, ela estava retribuindo o beijo com gosto de gosto. Meu pau deu sinal de vida e Marin começou a se mexer como se estivesse usando meu pau para se masturbar. Ela não deixava entrar mas com uma experiência incrível se masturbava usando ele como se fosse um vibrador.

Ao pressentir outro orgasmo, Marina mexeu mais rápido e num dos movimentos meu pau entrou, sem camisinha e ela gozou como uma cadela no cio.

Ao perceber que estava sem proteção, saiu de cima de mim e caiu de boca me chupando deliciosamente de novo até me fazer gozar pela segunda vez.

Depois que eu gozei pela segunda vez na sua boca, Marina me pediu desculpas por ter tirado o pau de dentro dela, mas que como enfermeira ela não pode se arriscar tanto. Concordei e voltamos a nos beijar de novo até sermos interrompido pelo som do despertador. Era hora dela se arrumar para ir pro hospital.

Tomei uma ducha rápida, nos despedimos e combinamos de caminhar mais vezes pela orla de Vila Velha.




ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.