"Os mais excitantes contos eróticos"


Minha amiga deu pra todo mund


autor: Publicitario45
publicado em: 14/01/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Eu tenho três amigas, que são irmãs, que são verdadeiras companheiras de balada. Uma se chama Alessandra e nós já ficamos algumas vezes até que um dia ela resolveu sair do armário e começou a namorar uma menina do trabalho dela, a outra se chama Elaine, é casada, é sem dúvida a mais comportada das três e a terceira que se chama Dinha (Apelido). As duas primeiras são morenas, puxaram a mãe, uma baiana arretada mas muito gente boa. Já a Dinha, é loira, olhos verdes e com pele bem bronzeada de sol, o que a torna uma mulher bem bonita. Seu corpo é deliciosamente trabalhado diariamente na academia e das três, a Dinha é a mais cachorra, a mais safada e que jamais perder a viagem quando o assunto é seduzir alguém.

Pois em 2012, eu e as três fomos para um Festival de Forró no norte do estado e apesar de não gostar deste tipo de música, tenho que concordar que é uma excelente opção de conhecer gente nova e bonita, então, arrumei as malas e fomos pra lá.

A coisa ia bem até eu descobrir que além de nós quatro, a casa receberia mais ums dez pessoas, todos amigos, mas esse tumulto não é muito a minha praia não. Como não tinha mais hotéis e pousadas disponíveis na cidade, chamei Sandra e falei para ficarmos num quarto com as suas duas irmãs. Como naquela época a gente ainda dava uns amassos, ela topou e assim foi.

Arrumamos as nossas coisas e fomos para praia e chegado lá vi que além de Sandra e Dinha, Elaine, a casadinha tinha um corpo sensacional que chamou a atenção de todos os homens que estavam ao redor da nossa barraca. Só que como disse, ela é tranquila, fiel, comportada e nem se incomodou com os olhares masculinos, em compensação, Dinha, a gostosa solteira, resolveu desfilar seu corpo sarado pela areia deixando a galera enlouquecida.

No meio dessa brincadeira, Dinha começou a beber com os amigos que estavam na casa e bebia cada vez mais. Na hora de ir embora, ela resolveu ficar e eu, Sandra e Elaine fomos embora pra casa, pois afinal de contas tinha um arrasta pé nos esperando a noite.

No forró Dinha estava uma delícia, usava um vestidinho de tecido fino, sem sutiã e daçava com todo mundo. Entre uma dança e outra, um gole de capeta, um drink barra pesada que estava sendo vendido na festa. Dancei com a Sandra, com a Elaine e com a Dinha que já meio alta, se esfregou o quanto pode em mim e na maioria dos homens da festa.

Quando deu 4h da manhã, a festa parecia que não ia acabar nunca e Sandra mais a irmã casada dela pediu para ir embora. Concordei na mesma hora e fomos pra casa, onde tomamos um banho, conversamos um pouco até que Elaine apagou no colchonete do lado do meu. Eu e Sandra ficamos namorando, transamos e ela apagou também e eu fiquei ali de bobeira, deitado no meio de duas mulheres gostosas, sendo que uma era casada e eu sequer podia encostar a mão.

Foi ai que eu resolvi ir na cozinha, pegar uma cerveja e voltar pra cama. Quando retornei, Sandra estava deitada só de calcinha e Elaine também e eu nã consegui parar de olhar para aquelas duas gatas deliciosas. A única coisa que eu pensava era na possibilidade de rolar algo entre nos três, mas o melhor da noite nem havia começado.

Do quarto eu ouvi o portão abrir, vozes, risos de muitas pessoas entrando na casa. As luzes estava apagadas, e pelo volume das palavras dava para perceber que todos estavam embriagados. No meio da confusão, Dinha, toda gostosa, chapada e aos beijos com um dos amigos da casa. O cara beijava, passava as mãos pelo seu corpo, levantava o vestido dela deixando sua minúscula calcinha a mostra, mordia seu pescoço, beijava novamente a sua boca e ela retribuía massageando seu pau.

Alguns amigos bebiam e riam alto, outros estavam sentados num sofá grande assistindo os amassos do casal. Foi ai que o cara que estava pegando Dinha foi na cozinha pegar uma cerveja e ela se pôs a dança forro com um outro, um negro alto e forte. No meio da dança um beijo e o cara começou a alisar todo seu corpo. Ela não se incomodou e eu resolvi ficar ali, assistindo até onde aquilo iria.

Quando o cara voltou com a cerveja, achei que ia dar confusão, já que Dinha estava aos beijos com o negão, mas ao contrário disso, o cara colou atrás dela, e os três começaram a dançar juntos, dividido irmãmente a minha amiga gostosa ao meio. Dinha beijava um, depois virava pro negão e alisava seu peitoral e todos os outros resolveram entrar na brincadeira. Resumindo a brincadeira, Dinha era a única mulher na sala dançando com mais seis homens e eu olhando de um local onde eles não me viam.

O tempo foi passando e Dinha se soltava cada vez mais e em pouco tempo ela estava completamente nua sendo abocanhada por todos os machos da sala. Percebendo a farra que se aproximava, todos os caras começaram a tirar suas roupas e o negão foi o primeiro a meter uma tora preta na boca da minha amiga. Dinha sentou num sofá e começou a chupar a rola do negão que mal cabia na sua boca. Um dos caras se ajoelhou do lado e começou a chupar um dos seus seios que a esta altura estavam rijos como pedra.

O negão tirou o pau da boca da loirinha, puxou-a pelas pernas colocando seu corpo no ponto para ser comida. De onde eu estava vi aquela rola enorme rasgando minha amiga ao meio que não perdeu tempo e começou a chupar a rola do outro cara, este um pouco menos dotado.

O cara socava com força e Dinha apenas gemia com a rola na boca. Não demorou muito o negro gozou e a porra escorria entre suas pernas molhando o chão e parte do sofá.

Em seguida, o cara que ela estava chupando veio em sua direção, girou seu corpo e a colocou de quatro na beira do sofá. Sem dizer nada penetrou sua xaninha com uma estocada só e Dinha arfou. O cara bombou por alguns minutos e não segurou o gozo lhe enchendo a boceta de porra. Depois, foi até o seu rosto e ordenou: limpa!

Dinha caiu de boca naquela pica melada de porra e deixou a vara do amigo lustrada. Enquanto isso atrás dela um cara de pele branca, alto, forte, com pinta de alemão cuspia na mão e preparava para comer o cu da minha amiga. A rola não era grande mas muito grossa e com uma cabeça exagerada. Dinha se abriu e o cara foi entrando, ela se contorcia, pedia para ele ir mais devagar e ele apenas socava no seu rabo sem dó. Após os primeiros minutos de dor ela começou a sentir prazer e mandou que ele metesse com ais força. O alemão segurou pelas ancas, puxou os cabelos e meteu como se estivesse comendo uma égua no cio. Outro gozo e desta vez a porra que caia no chão escorria do meio da sua bundinha e para finalizar com chave de ouro o negão empolgado e já de pau duro de novo resolveu comer o cu dela também.

No começo Dinha recusou e recuou, mas o cara foi insistindo e já completamente melada gritou quando a cabeça da rola preta entrou. Um amigo veio e colocou a pica em sua boca enquanto o outro massageava seu grelo lambuzado de porra de três machos diferentes. O negão começou a socar com mais força e Dinha parecia que ia perder os sentidos. Ela não conseguia mais falar, apenas balbuciava algumas palavras que ninguém entendia. Assim que o negão gozou, eles se vestiram e deixaram Dinha completamente mole no sofá.

Pelo que deu para entender eles foram para festa de novo.

Eu, de onde estava fiquei observando e como ela não se levantava fui em sua direção. Ao chama-la pelo nome ela pediu que eu pegasse suas roupas e a levasse no banheiro que tinha fora da casa. Chegando na ducha, ela abriu as pernas e se apoiou em mim. Ficamos olhando pro chão vendo a quantidade de porra que saia do seu cuzinho e da sua xaninha, ambos castigados por três rolas, sendo que uma delas era muito grande e grossa.

Dinha retomou seus sentidos ao pouco, acho que com tanta pressão o álcool foi perdendo o efeito e ela terminou seu banho. Saímos da ducha e fomos em direção ao quarto. Ela se deitou do meu lado e apagou.

No dia seguinte Dinha não quis ir na praia, disse que estava indisposta, mas depois cochichou no meu ouvido dizendo que sequer conseguia andar. A agua salgada do ma provavelmente iria lhe causar dores na xaninha.

Antes de sair ela me chamou e disse no meu ouvido que me compensaria pela ajuda na anoite anterior assim que melhorasse, mal sabe ela que eu assisti tudo de camarote.

Beijos a todos.




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