"Os mais excitantes contos eróticos"


O dono do mercado


autor: amadaputinha
publicado em: 06/02/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Olá, depois do dia que O PAI DA MINHA AMIGUINHA ME FEZ PUTA, não parei mais de dar, adorava fazer boquete com os meninos mais velhos da escola, virei uma verdadeira putinha.
Enfim vamos ao conto, este aconteceu num mercadinho que tinha na cidade onde eu morava. Como eu ficava sozinha o dia inteiro em casa, pois meus pais e irmã trabalhavam fora, eu sempre ia nesse mercadinho comprar algumas coisas, e sempre acabava roubando algumas balas, chicletes, enfim coisas que toda criança faz. Mas numa dessas vez o dono do mercado acabou me pegando, ai ele começou a falar que ia chamar a policia, os meus pais e eu comecei a ficar desesperada, e como já estava quase na hora do almoço e o mercado estava vazio, eu pensei, porque não pagar essas balas para esse velho de um jeito que ele vai amar. Ele era um senhor de uns 50 anos, alto, magro, um tipo grosseirão. Eu estava usando um vestido, e estava sem calcinha, porque não gostava de usar, ele estava na minha frente, falando e falando no que eu tinha feito, me dando aquele sermão, foi ai que eu sentei no caixa, coloquei meus joelhos para cima e abaixei minha cabeça, fingindo que estava chorando, implorando para ele me deixar ir embora. foi ai que ele teve a vista da minha buceta, e na mesma hora parou de falar, e eu disse pra ele que faria qualquer coisa, pra que ele não chamasse a policia e nem meus pais. Ele disse tudo mesmo menina, já se aproximando de mim, e tocando minhas pernas, subindo pelas minhas coxas, até chegar na minha bucetinha, que já estava molhadinha, de tanto tesão. Eu ergui minha cabeça, olhei bem nos olhos dele, fiz uma cara de puta e com uma voz bem vagabunda respondi, que faria tudo que ele quisesse, e nessa hora ele enfiou 2 dedos com toda a força na minha buceta, me fazendo gemer alto. Ele foi até a porta do mercado e a fechou. Quando voltou já estava com o pau duro e para fora da calça, e me mandou chupar, o pinto era mediado, mais grosso, e um pouquinho torto, nem pensei 2 vezes, cai de boca naquele pau, que pinto maravilhoso, ele gemia e falava que eu era uma puta perfeita, que nem as profissionais das zonas que ele frequentava fazia um boquete tão perfeito, mais, também eu estava praticando muito por ia, que estava ficando uma perfeita boqueteira, eu chupava o pau todinho, engoli ele até a bolas, lambia, chupava a cabeça, chupava o saco, estava babando muito, até que o telefone tocou, e eu não parei, era a esposa dele pedindo se ele ia almoçar em casa, quando eu percebi que era esposa, comecei a chupar com mais força e rapidez, deixando ele mais louco com aquilo, que a sua voz até falhava, deixando a esposa desconfiada, ele disse que estava ajudando uns entregadores a descarregar umas mercadorias, e ia mais tarde almoçar. Logo ele deu sinal que ia gozar, e mandou eu beber todo o seu leitinho, e assim eu fiz, sem deixar uma gota se quer cair, e continuei chupando até deixar o pau limpinho, e ele me pegou no colo e me pos novamente em cima do caixa tirando meu vestido, e abrindo bem as minhas pernas, e iniciando um oral em mim, ele não levava muito jeito para aquilo, me fazendo demorar a gozar, quando finalmente eu gozei, pedi pra ele me meter bem gostoso, e foi que ele fez, e meter ele sabia, e meteu sem cerimonia nenhuma, fez como eu gosto de ser fodida, com força, brutalidade, e socava fundo e cada vez mais forte, e me fazendo gozar rapidinho, ele continua a me chamar de ladra putinha, ninfeta gostosa, que minha buceta era pequena e apertadinha, uma delicia, eu só gemia, e do nada ele me virou e disse, puta que é puta da o cú sem reclamar, e enfio o pau na entradinha do meu cú, e foi forçando até passar aquela cabeça grossa, quando passou começou a meter com força e rapidez me fazendo gemer mais e mais, até eu gozar, devo ter gozado umas 2 vezes com ele metendo no meu cú, até eu sentir o seu pau ficar maior e pulsar dentro de mim, senti os jatos de porra, e era muita porra, ele continuou a bombar em mim e urrar com um animal, até que o pau amoleceu e ele saiu de traz de mim, me deu um beijo na boca, mandou eu me vestir e disse para voltar sempre que eu quisesse que ele tinha mais coisas pra me dar. Eu me vesti e fui pra casa, com a porra escorrendo pelas pernas. cheguei em casa tomei um banho e fui deitar, pois estava acaba. E lógico eu ia quase todos os dias no mercadinho, pra ganhar algumas coisas, teve até uma vez que fiz um boquete nele com o mercado aberto e ele atendendo no caixa, e eu escondida em baixo, esse dia quase fomos pegos.
Espero que tenham gostado, até o próximo conto.



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