"Os mais excitantes contos eróticos"


Depois da palestra


autor: Publicitario45
publicado em: 16/02/16
categoria: hetero
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Alguns anos atrás conheci através de uma namorada uma amiga dela que era professora numa grande faculdade particular aqui de Vitória, Espirito Santo. Ela era formada em comunicação e queria que seus alunos assistissem uma palestra sobre Atendimento no primeiro dia de aula. Fiquei muito feliz com o convite dela e aceitei logo de cara.

Quando chegou o primeiro dia de aula, confirmamos a palestra e lá fui eu, mostrar um pouco do dia a dia de uma agencia e principalmente de um atendimento publicitário.

Chegando na sala, fui muito bem recebido por Mariela (A amiga da minha ex namorada) que falou um pouco sobre o que eu iria falar, falou do meu trabalho, da minha empresa e a palestra começou.

Na sala, tinha mais ou menos cinquenta alunos, sendo que era bem dividido entre homens e mulheres. A palestra durou mais ou menos uma hora e depois que terminamos, os alunos me bombardearam de perguntas, já que era o primeiro ano de faculdade deles, a curiosidade era normal.

Após a palestra, eu e Mariela sentamos numa lanchonete que existe dentro da faculdade e como ela não tinha mais aulas naquele dia começamos a conversar.
A conversa ia bem até sermos interrompidos por Leila, uma loirinha de 20 aninhos mais ou menos, cabelos cacheados como de um anjinho, meio gordinha, olhos verdes e uma boca capaz de tirar a concentração de qualquer monge.

Mariela educadamente convidou Leila para sentar e engatamos uma conversa animada, claro que sobre comunicação. Ficamos ali mais de uma hora conversando até que eu disse que tinha que ir embora. Mariela, me pediu uma carona, apesar de morar perto da faculdade e Leila disse que pegaria o ônibus para não chegar tarde em casa. Quando perguntei onde ela morava, me surpreendi com a sua resposta: moro em frente ao seu prédio. Conheço seus filhos inclusive.

Claro que eu não ia deixar o anjinho ir embora de ônibus e ofereci uma carona para ela que foi aceito imediatamente. Saímos do estacionamento da faculdade e deixamos Mariela em casa, depois partimos para o nosso bairro, apenas eu e Leila que a esta altura já estava sentada no banco do carona exibindo um par de pernas grossas.

No caminho comentamos sobre vários assuntos entre eles o calor.

- Hoje está quente né? – perguntou ela tentando puxar conversa.

- Sim, mas ainda bem que inventaram o ar condicionado.

- Ah sim, até porque você de terno e gravata deve sofre com este tempo.

- Na verdade já me acostumei.

- Eu ando muito de saia e vestido nesta época do ano.

- Hoje está bom pra tomar um açaí, isso sim.

- Aceito. – disse ela sem cerimonias.

Paramos então no açaí mais famoso do bairro e enquanto esperávamos conversamos muito sobre comunicação. Leila estava animada, tinha acabado de entrar na faculdade e como toda jovem, mil planos na cabeça.

Mas tinha uma coisa que chamava atenção. Leila conversava o tempo todo tentando me seduzir e ela sabia fazer isso muito bem, usando os belos lábios e par de olhos. Uma vez ou outra ela mexia nos cabelos loiros cacheados e sempre soltava uma frase de duplo sentido.

Após devorarmos o nosso açaí, levantamos e fomos em direção ao carro. Quando entramos, ela pediu meu e-mail, queria me mostrar uns textos, pois seu plano era se tornar redatora. Passei o endereço eletrônico e nos despedimos com dois beijos no rosto, sendo o segundo, bem do lado de nossas bocas. Leila olhou, sorriu e agradeceu a carona.

Ao sair do carro, pude ver que mesmo estando um pouco acima do peso, ela era uma menina bem gostosa, pernas grossas, pele branca, seis generosos e uma bunda provocante.

No dia seguinte Leila me mandou alguns textos e honestamente, a menina escreve bem. Ao responder elogiando seus trabalhos, ela me mandou o número do celular e eu imediatamente adicionei na minha agenda. Ao aparecer sua foto de perfil no Whatsapp, mandei uma mensagem elogiando novamente o texto e ela respondeu elogiando minha foto: você fica sedutor de terno, sabia?

A semana passou e as mensagens se sucederam, ficando cada vez mais “instigantes” eu diria. Leila apesar de ter apenas 20 aninhos, sabia bem o que queria e parecia não medir esforços para conseguir. Numa sexta-feira, dia corrido na agencia, ela me manda uma mensagem me convidando para outro açaí. Respondi que iria sair da agencia depois das 21h e ela foi direta – após as 21h eu aceito um chopp.

Concordei, disse que ligaria assim que saísse da agencia e lá pelas 22h eu liguei.

- Achei que você tinha desistido de mim, quer dizer, do chopp.

- Te acordei menina?

- Nunca durmo antes das 0h.

- Então desce, estou na porta do seu prédio.

- Me dá vinte minutos, pode ser?

- Sim, já estou contando.

Vinte minutos depois, a porta do prédio de Leila abre e ela sai trajando um vestido preto, com alcinhas cravejadas de pedras, uma sandália não muito alta mas que lhe davam uns 5 centímetros a mais. Ela entrou no carro com os cabelos ainda mais cacheados, boca brilhando de Gloss e um perfume perturbador.

- Nossa, isso tudo é para tomar um chopp?

- Não, isso tudo é pra você. Gostou?

- Sim, como não gostar? Pra onde vamos?

- Pra onde você quiser me levar.

- Ok! Vamos para uma choperia bem bacana, mas eu irei tomar apenas um,
estou de carro e nos finais de semana os guardas intensificam as blitze.
Combinado?

- Posso dar uma ideia melhor?

- Pode, deve.

- Vamos esquecer o chopp. Vamos para um motel, to com sede da sua boca e não de chopp.

- Ok, vamos para um hotel, motel não.

Saímos dali e chegamos rapidamente no Quality, um hotel de frente pro mar. Pedi uma suíte de frente pra praia e subimos já nos devorando dentro do elevador. O cheiro da Leila me entorpecia, minhas mãos deslizavam sobre o tecido do vestido onde eu sentia que sua calcinha era minúscula. Sua boca estava quente, atrevida e parecia querer me engolir.

Paramos no décimo andar e já entramos rapidamente na suíte. Enquanto eu pedia uma garrafa de vinho, Leila abriu as cortinas e deixou apenas o mar a nossa frente. A noite estava linda, a lua iluminava o mar e o tesão tomava conta do ambiente.

Leila se virou pra mim e retomamos os beijos. Calmamente ela desabotoou os botões da minha camisa e em seguida a calça. Tirei meus sapatos, a meia e deixamos nossos corpos caírem sobre a cama. Suas mãos massageavam meu pau por cima da cueca enquanto minhas mãos deslizavam pelas suas coxas grossas. Sua boca não parava de me beijar, parecia que seria a ultima trepada de nossas vidas.

Deitei seu corpo na cama e me ajoelhei por cima dela. Beijei novamente seus lábios, seu pescoço e cheguei nos seus seios fartos e rijos. A cada mordida nos mamilos rosados seu corpo dava pequenas temidas de desejo. Soltei as alcinhas cravejadas de pedra e com sua ajuda nos livramos do vestido preto.

Agora Leila estava só de calcinha e sandália prateada. Suas pernas estavam completamente lisa, denunciando uma recém depilação. Meti a lingue entre seus dedos e a sandália e ela gemeu, abriu as pernas, chupou os próprios dedos, acariciou seus mamilos e meteu o dedo dentro da calcinha como se fosse masturbar.

A campainha tocou, era o vinho. Me levantei rapidamente, abri a porta, peguei o balde de gelo com a garrafa dentro, as taças, tranquei a porta e voltei em direção da loiinha com cara de anjo. Beijei suas pernas, mordi suas coxas internamente, chupei sua bocetinha por cima da calcinha, senti o cheiro do seu sexo.

Coloquei sua minúscula calcinha preta de lado e cai de boca. Leila apenas gemeu mais alto e abriu as pernas. Suas mãos acariciavam meus cabelos e em alguns momentos forcava minha cabeça em direção ao seu sexo. Seu gosto era bom, seu mel era denso, sua xana estava quente, pulsando.

Não demorou muito veio o primeiro gozo, intenso forte, longo e com gemidos em alto e bom som. Leila parecia querer mais e mais e não parava de rebolar esfregando sua boceta na minha boca. Lambuzei a cara, meti um dedo na xaninha, massageei o grelo, acariciei seu cuzinho e Leila gozou de novo.

Levantei da cama, servi uma taça de vinho e a oferecia. Ela apenas sentou na cama e enquanto bebia puxava minha cueca para baixo com uma das mãos. Ao liberar meu pau, Leila com a boca cheia de vinho veio e o abocanhou com vontade. Ela colocou a taça em cima do criado ao lado da cama e começou a me chupar com vontade.

- fica de quatro olhando pra mim – ordenei.

Leila apenas obedeceu, se colocou na posição e eu então esfreguei meu pau na sua cara, hora dando surra de pica, hora esfregando literalmente na sua cara.

Seguei-a pelos cabelos, mandei abrir a boca e fodi sua boca como se fosse uma boceta. Quando eu enfiava tudo, Leila engasgava e eu tirava, assim ela foi deixando meu pau babado, pronto para fode-la a noite toda.

- Vira.

Outra ordem que a minha loirinha não questionou. Passei a cabeça do meu pau babado na porta da sua grutinha e ela se abaixou deixando sua bunda ainda mais empinada. Coloquei a cabeça e percebi que sua xaninha era quente e bem apertada. Meti mais um pouco e ela gemeu, fui forçando a entrada até por o pau inteiro. Era impressionante a pressão que sua xana fazia no meu pau. Ela era quente, melada e muito apertada. Comecei o vai e vem devagar, Leila foi se soltando, dei uns tapas na sua bunda e a puxei pelo cabelo.

- Me come, me come toda.

Era o sinal de que ela já estava entregue. As estocadas leves deram lugar a um ritmo mais frenético. Leila abrias as pernas, gemia, falavas palavras desconexas e com as mãos na sua anca eu metia com força.

Leila gemeu mais alto e denunciou mais um gozo no meu pau.
Sentei na beira da cama e ela veio e sentou por cima. Como nossas bocas grudadas e minhas mãos explorando cada pedaço do seu corpo, Leila rebolou em todas as direções. Quicou, mordeu minha orelha, beijou minha boca melada de boceta. Arranhou minhas costas, gemeu, gritou, pediu que eu puxasse seu cabelo e gozou de novo.

Depois deste orgasmos, ela se virou, sentou no meu pau de novo mas com as costas viradas pra mim. Com a boca eu beijava suas costas e com as mãos massageava sei grelo com meu pau atolado dentro da sua xana.

Este ritmo lento durou pouco. Levantei ainda grudando em Leila e a coloquei com as mãos na varanda da suíte. Transamos ali, de frente pro mar. Aumentei as estocadas e pela minha respiração ela pressentiu que meu gozo estava chegando.

- Goza na minha boca, estamos sem camisinha.

Acelerei as estocadas e ela se ajoelhou na minha frente. Meteu meu pau todo na sua boca e bebeu todo meu gozo.

Eu e Leila saímos por uns três meses, transamos em alguns lugares inusitados como na casa de praia dos pais dela.

Mas isso eu conto outro dia, com mais calma.




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