"Os mais excitantes contos eróticos"


Depois da palestra (Parte 2)


autor: Publicitario45
publicado em: 22/02/16
categoria: hetero
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Depois de passarmos a note no hotel trepando, eu e Leila ficamos ainda mais próximos. Trocávamos mensagens o dia todo, desde o “bom dia” até “boa noite” altas horas da madrugada. E as conversas geralmente era sobre sexo, muito sexo.

Leila, tinha transado apenas uma vez antes de mim, com o seu segundo namorado. Apesar da experiência ter sido boa ela queria experimentar mais coisas, viver com fortes emoções e nisso a gente se dava bem, pois tudo que eu sugeria ela topava e quando ela tinha curiosidade, eu realizava do jeito que ela queria.

A química era impressionante, aliás é até hoje, pois depois de formada a gente se fala por mensagens e sempre rola algumas frases de duplo sentido recheada de provocações.

Eu e Leila transamos em vários lugares. Na casa dela com a mãe (Separada) viajando, na garagem do meu prédio dentro do carro, no estacionamento da faculdade, em boates etc.

Mas com a chegada do verão, Leila e a família partiram para Meaipe, onde possuem uma enorme casa de praia. Chegando lá ela começou a me mandar mensagens e fotos semi nua ou de biquíni, sempre minúsculos, sempre provocantes.

Um dia, não nos aguentando mais, Leila sugeriu que eu passasse o fim de semana lá, a duvida era como iriamos explicar isso pra mãe dela. Pensamos e decidimos “nos encontrar por acaso” na praia que fica em frente à sua casa e assim o fizemos.

Cheguei na praia por volta das 8h e não demoru muito para que Leila e sua mãe chegassem acompanhadas de um outro homem que eu descobri mais tarde que era o namorado da mãe dela. Elas se sentaram do meu lado, e Leila começou seu show de interpretação.

Começamos a conversar como se estivéssemos nos reencontrando:

- Olá, tudo bem?

- Tudo e você?

- Bem. Se lembra de mim?

- Mais ou menos?

- Sou a Leila, aluna da Mariela, você deu uma palestra pra gente no primeiro dia de aula.

- Ah, verdade.

- Está sozinho?

- Sim.

- Esta é a minha mãe e este é o Paulo, namorado dela.

- Prazer.

- Sente-se conosco.

Olhei meio sem graça, a mãe dela, que diga-se de passagem é uma loira sensacional, acenou que sim e eu me aproximei. Começamos a beber um vinho branco bem gelado que a mãe dela havia levado e em pouco tempo mais de 3 garrafas já estavam vazias.

Para dar continuidade ao nosso plano, Leila perguntou como eu iria embora e ao responder que iria de carro a mãe dela mordeu a isca.

- mas você bebeu.

- Sim, mas vou devagar e em Guarapari deve ter um hotel que eu possa me hospedar.

- Não seja por isso, passe o fim de semana conosco. Pode ser?

Claro que podia. O circo estava armado e Leila iria realizar todas as suas loucuras comigo naquele fim de semana.

A noite a mãe dela e o namorado foram para uma boate famosa aqui assistir o show do Lulu Santos. Como Leila não quis ir, resolvi fazer companhia e começamos a trepar na varanda de frente pra piscina, como cumplices, apenas a lua e o barulho do mar.

Eu estava sentado na espreguiçadeira quando Leila veio de vestido, descalça, e sem calcinha. Beijou a minha boca enquanto uma das suas mãos desabotoavam minha bermuda. Ela abriu as pernas e sem dizer nada sentou na minha rola deixando ela deslizar inteira dentro da sua boceta completamente melada. A impressão era que Leila tinha passado o dia todo excitada e nem precisou de esforço para o pau entrar.

Ela sentou, cavalgou, rebolou, gemeu, quicou, sussurrou no meu ouvido e disse bem baixinho – pode gozar dentro bem gostoso, to tomando remédio – continuamos e trepada e ela gozou rapidamente me fazendo gozar junto com ela.

Ficamos alguns minutos quietos, abraçados ouvindo o barulho do mar com meu pau ainda meio mole dentro da sua xaninha.

- Quer mais vinho?

- Quero.

Ela se levantou e trouxe outra garrafa de vinho branco, bem gelado. Soltou as alças do vestido deixando ele escorregar pelo corpo e entornou a metade da garrafa nos seus seios. O convite para lamber seu corpo inteiro foi aceito e eu cai de boca.

Mordi os mamilos, chupei, enfiei eles na minha boca, desci até sua barriga, mordi a suas pernas, meti um dedo na xaninha ainda melada de porra, mandei que ela lambesse meu dedo e ela obedeceu imediatamente.

Enquanto eu lambia cada pedaço do seu corpo, Leila bebia vinho na boca da garrafa, fazendo caras e bocas. Coloquei a ninfeta de quatro na cadeira, dei uma pincelada na porta da bundinha e comecei a comer seu cuzinho apertado.

A cabeça entrou e Leila arfou, abriu mais as pernas, empinou a coluna e o pau continuou entrando. Era apertado, quente e ficava pulsando em torno do meu pau.

- Me bate!

Espalmei as mãos naquele bunda grande de pele branca e imediatamente uma mancha vermelha brotou. Leila gemeu e deu uma risada vem vadia denunciando que ela gostava de apanhar. Puxei seus cabelos com uma das mãos fazendo seu corpo vir de encontro ao meu e com a outra mãos continuei espalmando os dois lados da sua bunda enquanto estocava com força.

Não demorou muito meu corpo esquentou, os espasmos foram ficando mais intensos e eu enchi o rabinho dela de porra quente e densa.

Depois desta segunda trepada, Leila se jogou na piscina, eu fui atrás e ficamos ali, nos beijando até a sua mãe e o namorado chegarem

O casal estava completamente embriagado e foram direto pro quarto que ficava no segundo andar. Eu e Leila ficamos na piscina até o sol nascer.

Após assistir o sol nascer, fomos cada um para o seu quarto e eu apaguei, creio que Leila também adormeceu profundamente. Lá pelas três horas da tarde, ouvi a porta do meu quato abrir lentamente, era Leila, com uma bandeja de café nas mãos.

Resolvi fingir que estava dormindo para ver até onde ia dar. Leila colocou a bandeja em cima de uma pequena mesa, trancou a porta e não acendeu a luz nem abriu as cortinas. Senti quando ela sentou ao meu lado na cama. Eu estava apenas com um lençol em cima do corpo e mais nada.

Leila puxou lentamente o lençol deixando meu corpo desnudo e a sua disposição. Suas mãos percorreram minhas pernas, minha barriga e senti seu hálito quente chegando perto do meu pau. Ainda de olhos fechado, mexi meu corpo lentamente e Leila esperou que eu parasse. Sua boca quente tocou a cabeça do meu pau que a esta altura já esta dando sinais de vida. Sua boca gulosa chupou a cabeça e de repente ela enfiou meu pau inteiro na boca, sentindo ele crescer enquanto ela me chupava.

- Senta na minha rola, vagabunda!

- Bom dia safado!

Leila obedeceu e subiu no meu corpo e abrindo as pernas posicionou meu pau na entrada da sua grutinha completamente melada. No quarto do lado, sua mão e o namorado continuavam desmaiados devido a cachaçada do dia anterior.

Não foi preciso muito esforço para que meu pau invadisse a boceta quente de Leila, ela estava encharcada e o pau entrou fácil.

Leila cavalgou, quicou e gozou sem poder gemer alto pois as paredes finas da casa não abafariam seus gemidos. Enquanto gozava Leila me beijou a boca com vontade e eu por baixo acelerei meus movimentos até gozar dentro da sua gruta apertadinha.

Tomamos um banho, descemos e nos despedimos. Eu precisava ir embora. Mas eu e Leila ainda saímos muito, fizemos algumas loucuras que eu faço questão de contar nos próximos contos.




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