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Eu, minha prima casa, chuvas e


autor: Publicitario45
publicado em: 29/02/16
categoria: hetero
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Era um domingo chuvoso, relâmpagos e trovões cortavam iluminavam e quebravam o silêncio da casa. Na minha cama, eu lia um livro e nem ligava para os estrondos, já ao quarto lado, minha prima, de 42 anos, mãe de 3 filhos pré adolescentes e que estava passando uns dias na minha casa para resolver assuntos de ordem particular.

De repente meu telefone vibra, era uma mensagem dela que dizia “Estou morrendo de medo desta chuva, vem pra cá”. Eu apenas respondi “não, vem pra cá você, tô lendo”. Minutos depois a porta do meu quarto abriu. A luz estava apagada e apenas um abajour iluminava o quarto para facilitar a leitura.

Lia, entrou usando apenas uma camiseta que cobria parte das suas coxas. Achei que por baixo deveria ter um short. Ela deitou ao meu lado, puxou o edredom e se cobriu.

- Ei, o cobertor é meu. Folgada você.

- Estou com frio. Odeio trovões. Fico arrepiada.

Lia se enrolou toda, e deitou virando pro lado da parede. Continuei a leitura e depois de uma meia hora cansei, fechei o livro e começamos a conversar. Seu casamento estava em crise mas ela não cogitava a ideia de se separar. Mulher o interior com pensamentos do interior.

Por baixo daquele edredom apenas nos dois. Eu de box e ela de camiseta e... calcinha. Mais um trovão e ela arredou seu corpo em direção ao meu. Nossos corpos se encaixaram e ficamos de conchinha.

- Posso ficar aqui? Me abraça, to com medo.

- Lia...

Ela nada respondeu e com a proximidade dos nossos corpos ela acabou adormecendo. Eu fiquei ali, me segurando para não ficar de pau duro. O tempo passou a chuva aumentou.

- Acordado?

- Sim.

- Nada desta chuva passar. Aqui tá bom, seu corpo tá quente.

Lia se aproximou mais e nossos corpos colaram. Não consegui segurar e meu pau começou a enrijecer. Ela percebeu, arrebitou a bunda e chegou mais perto fazendo mais pressão. Coloquei minhas mãos na sua cintura por debaixo da blusa e a trouxe para mais perto.

Sua calcinha tinha um tecido fino, era do tipo confortável para ficar em casa. Ouvi sua respiração começar a ficar ofegante e com uma das mãos fui em direção aos seu seio. Apertei, acariciei os bicos e Lia abriu lentamente as pernas.

Desci a mão e a tocando por trás entre as pernas cheguei ao seu sexo, quente, molhado, muito molhado.

Com uma das mãos, sem olhar pra trás, Lia puxou minha box, libertou meu cacete e conduziu em direção a sua xana. A cabeça tocou na entrada e ela gemeu baixinho. O pau entrou, pouco a pouco ela foi se movimentando e ele se alojou.

Comecei a estocar bem devagar e ela rebolava nos meus dedos que massageavam seu clitóris. Seu corpo se arrepiava e estremecia e veio o seu orgasmos que foi abafado pelo travesseiro.

Acelerei mais um pouco e gozei, dentro, lhe enchendo a boceta de porra.

Ficamos assim, agarrados por um bom tempo esperando a chuva passar, com o pau dentro.

Lia não falava nada, não olhava pra trás e de repente começou a mexer de novo. Meu pau deu sinal de vida e ela se virou ficando frente a frente comigo.

- O que estamos fazendo? Isso é loucura.

- Esperando a chuva passar.

- Voce é louco.

Sobe em mim e cavalga.

Lia obedeceu, colocou sua calcinha já ensopada de porra de lado e subiu na minha rola. Pela primeira vez nossos lábios se tocaram. Lia subiu, tirou a blusa e me deixou mamar nos seus seios. Ela rebolou por cerca de cinco minutos e gozou novamente. Mais um pouco foi a minha vez.

Beijos...




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