"Os mais excitantes contos eróticos"


Éramos todos amigos.


autor: Publicitario45
publicado em: 03/03/16
categoria: hetero
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Éramos todos amigos, homens e mulheres na casa dos 36 anos. Nossos fins de semana eram sempre uma farra, muita bebida, casas noturnas, churrascos, viagens etc. no meio do grupo tinha um casal, Fernando e Sônia. Ele foi u dos primeiros que conheci quando me mudei pro Espirito Santo, ficamos amigos logo de cara e aprontamos muita coisa juntos. Ela, se hospedou no hotel dele, veio do interior de Minas atrás de um emprego na cidade grande. Assim que Fernando viu Sônia na recepção do seu hotel, puxou papo com ela e mais uma amiga e começaram a flertar. Com o tempo Sônia já estava dormindo com Fernando, frequentando nossas festas e resolveram morar juntos.

Sônia é uma mulher normal, nada de modelo, mas tinha um par de olhos verdes e uma boca grande e bem desenhada capaz de mexer com o imaginário de homens e mulheres. Com o passar do tempo, sua pele foi ficando bronzeada e seus cabelos queimados de sol e sal, dando uma cor bacana aos seus cachos. Persistente, conseguiu emprego numa empresa e viraram um casal.

Fernando não era um cara bonito, mas tinha uma conversa perigosa, estilo malandro e como ele era remador um clube de Vitória, tinha um físico perfeito. O problema entre eles é que eles adoravam se exibir na frente de todo mundo e isso atiçou a concorrência, leia-se: eu.

Comecei a reparar em Sônia, baixinha, pernas grossas, sempre de saia e blusinhas quase sempre sem sutiã. Acho que Sônia percebeu minhas olhadas e como éramos os únicos mineiros da turma a afinidade só crescia.

Os anos foram passando e os dois cada vez mais casados, até que Fernando resolveu alugar a casa de cima para um grupo de Belo Horizonte passar férias. Era um grupo grande, animado e Sônia se engraçou com um dos rapazes da trupe, resultado, Fernando descobriu e pediu que ela saísse de casa.

Um belo dia, melhor, uma noite quente, estava em frente a uma boate famosa de Vila Velha, com dois amigos e Sônia chegou. Fez milhões de perguntas sobre Fernando, se ele estava saindo com outras pessoas, que estava arrependida etc e tal. Me limitei apenas a dizer que ela tinha errado e que ela e ele deveriam se entender sem me colocar no meio do problema deles. Foi ai que veio a bomba.

- Você não quer se intrometer mas adorava ficar me olhando na praia.
- Eu não. Voce está enganada. Nunca te olhei.
- Olhou sim. Bastava eu me deitar de bunda pra cima que você começava a me olhar.
- Sônia, na boa. Desencana. Vai curtir sua noite. A conversa tá boa mas eu vou entrar na festa.

E depois desta conversa, sai e a deixei do lado de fora. Porém, esta conversa ficou passeando pela minha cabeça e a cada dose de uísque que eu tomava, a figura dela vinha a mente.

Resolvi ir pra pista de dançar e me juntei aos meus amigos. Dançamos, bebemos e rimos muito devido ao grau etílico que nos encontrávamos e de repente, alguém me puxa pelo braço, era Sônia.

- Posso falar com você?
- Sobre?
- Sobre aquela conversa lá fora.
- Sônia, já disse pra você relaxar. Vai curtir a noite, aproveita que você esta solteira.
´Por favor, me dá três minutos.

Saímos da pista e nos sentamos no segundo andar da boate, lugar onde os casais ficavam se amassando o tempo todo. Sofás confortáveis e pouquíssima luz transformava o lugar num motel.

Nesta noite Sônia estava particularmente linda. Estava queimada de sol, pele corada, cabelos cacheados e soltos, aqueles olhos verdes brilhavam. Ela vestia um vestido branco, na metade das pernas, sem alcinhas, tipo tomara que caia e um par de sandálias com um salto não tão alto. Resumindo, linda como sempre.

Sentamos num canto escuro, coloquei meu copo de uísque em cima da mesa e comecei a ouvir suas desculpas, versões dos fatos, até que ela me disse que tinha apanhado do Fernando e que quando ela ficou com o turista, ela já tinha avisado que ia sair de casa. Um Boletim de Ocorrência era a prova documentada da violência. Diante disso tudo, só me restou pedir desculpas pelas minhas palavras insanas e ganhei um abraço como resposta.

Só que o abraço foi ficando demorado, a luz era pouca, o álcool já estava fazendo efeito em mim e nela também e nossos lábios se encontraram. Foi como se não houvesse ninguém ali. Sônia me beijou com volúpia, sua boca estava quente, tinha um gosto bom de bebida e por ser grande, parecia que ela queria me engolir. Nos beijamos, minhas mãos deslizou pelo seu corpo, do tecido fui para suas pernas e das suas pernas minhas mãos invadiram sua calcinha e fui direto na sua boceta completamente ensopada.

- Vamos sair daqui?
- Pra onde você quer ir?
- Não sei, me leva pra onde você quiser. Mas eu quero sair daqui agora.

Pagamos a conta, pegamos um taxi e fomos pra um motel na Rodovia do Sol. Mal entramos e já nos atracamos na escada que dava acesso ao quarto. Sônia desabotoou minha camisa enquanto caminhávamos aos trancos até o interior da suíte.

Com uma das mãos puxei o zíper do seu vestido e como num passe de mágica, Sônia estava apenas de calcinha na minha frente. Sua pele estava dourada de sol, seus olhos brilhava e começamos a nossa putaria.

Sonia pediu que eu me deitasse na cama, tirou minha camisa, calça e cueca me deixando nu, de pau latejante. Colocou a sua calcinha de lado e com um pé no chão e outro na cama, abriu as pernas e se abaixou, esfregando seu sexo na minha cara. Ela apenas pediu que eu ficasse imóvel e ficou ali, indo e vindo, se esfregando em mim como se minha língua fosse um vibrador.

Com as mãos apoiada na parede, Sônia se mexeu e remexeu até gozar, deixando seu mel viscoso escorrer para dentro da minha boca. Com o corpo meio mole, ela se posicionou em cima de mim e iniciamos um sessenta e nove delicioso. Suas pernas estavam molhadas, meladas de mel, meu pau latejava dentro da sua boca atrevida que explorava cada centímetro da minha pica.

Sua língua circulava em torno da cabeça e ela alternava com longas chupadas, fazendo pressão, me levando a loucura.

Pressentindo que eu ia gozar, girei meu corpo, abri suas pernas e cai de boca mais uma vez. Seu grelo estava duro, os bicos dos seios também estavam entumecidos e mais uma vez ela gozou librando pequenos espasmos, pequenas tremidas.

- Me come. Eu sei que você sempre quis me comer, agora fode.
- Vem! – disse a ela me colocando sentando numa poltrona.

Sônia veio, abriu suas pernas e s pôs a cavalgar no meu pau. Seu corpo descia e subia deliciosamente. Sua boceta quente parecia febril e sua língua parecia querer comer a inha orelha.

- Safado, você sempre me comeu com os olhos, olhava a minha bunda com cara de tarado. Agora come a ex do seu amigo come... ele sempre perguntou se qu tinha vontade de dar para alguns dos amigos dele e agora tô dando pra você. Mete cachorro, mete.

Confesso que esta coisa de “dar pros amigos dele” mexeu comigo. Me levantei da poltrona com Sonia sentada no meu pau, caminhamos até uma cadeira erótica e ela se colocou de quatro. Me ajoelhei atrás d me coloquei a lamber seu cuzinho, passando a língua no anelzinho lhe arrancado gemidos. Posicionei a cabeça na entrada e forcei, ela recuou, tirei, lambi de novo, melei com saliva e voltei a meter fazendo com que a entrada entrasse debagar. Mais um pouco e a rola estava dentro, espalmei aquela bunda deliciosa e cheia de pelos dourados e comecei as estocadas. Sonia massageava o próprio clitóris enquanto eu metia na sua bunda. Sentia seu cuzinho morder meu pau, fazia pressão e o tesão aquecia ainda mais meu corpo.
Neste ritmo não aguentei e disse que iria gozar – não tira – foram as suas únicas palavras antes do primeiro jato de porra. Gozei deliciosamente e nossos corpos foram desacelerando o ritmo. Caminhamos até a cama e a porra escorria entre as pernas de Sônia.
Exausto, me deitei e Sônia chegou em seguida, sedenta, caiu de boca no meu pau todo melado de porra e tratou de deixa-lo limpinho pra foda que veio em seguida.

Com o passar do tempo eu e Sônia saímos mais algumas vezes e ela confidenciou que o meu amigo Fernando gostava de imaginar algum amigo comendo sua namorada. Depois de Sônia, Fernando namorou Adriana e Aparecida, mas esta história, eu conto depois.




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