"Os mais excitantes contos eróticos"


Meu amigo e sua sina de corno.


autor: Publicitario45
publicado em: 04/03/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Fernando e Adriana namoraram por dois anos e meio, tempo que eu mantive um relacionamento paralelo com ela. Na verdade, ela namorava com ele e comigo era apenas sexo, vagabundagem pura.

Depois que Fernando descobriu que Ariana estava o traindo com um Sargento da Marinha, casado, eles acabaram terminando de forma não muito amigável. Com o passar do tempo, Adriana casou com um cara bem mais velho que ela e se mudou pro Rio de Janeiro e nós nunca mais tivemos noticia dela. Pra quem comeu, restou apenas as boas lembranças daquela menina fogosa que adorava dar de quatro no quartinho que tinha no fundo da casa dos pais dela.

Eu, continuei minha vida normalmente até que conheci através do Fernando, a Camila, uma menininha que dava pinta que adorava meninas e que havia convidado meu amigo para um churrasco na casa dos pais dela numa praia distante.

Viajamos pra lá e quando chegamos só tinha ninfeta, a maioria de 16 e 17 anos, poucas pessoas mais velhas entre elas eu, Fernando, uma amiga nossa chamada Abigail, o namorado dela e os pais da Camila, a dona da festa.

Os pais da Camila receberam todos muito bem, e o que chamava atenção era a mais dela, uma advogada de 36 anos, que simplesmente colocava todas as ninfetas no chinelo.

Abigail logo tratou de nos apresentar os donos da casa que aqui vou chamar de Beth e Paulo. Beth era linda, como disse, 36 anos, mãe de uma adolescente e Paulo já tinha seus 50 anos, engenheiro e muito educado.

Passamos o fim de semana e eu comentei com Abigail sobre Beth, minha amiga fez o favor de comentar e numa bela tarde a advogada me convidou para tomarmos um café, acabamos no motel e namoramos em segredo por um ano (eu prometo escrever sobre tudo que aprontamos juntos).

As festas na casa de Beth continuavam, e ela nos apresentou uma amiga sua, na verdade a sua manicure. O nome dela era Aparecida, uma morena estilo Sargenteli, quase mulata, corpão, pernão, bundão ela era toda grande. Cabelos cumpridos e lisos, olhos vibrantes, boca carnuda e simpatia de sobra, Aparecida logo se enturmou com a gente e Fernando, mais uma vez, se apaixonou.

Até ai tudo bem, o problema é que Beth, minha namorada casada queria que eu desse uns pegas na Cida, para despistar nosso rolo que já estava dando na cara. Para não criar problemas, topei encarar o sacrifício de comer aquele mulherão que sempre soltava uma frase de dupleosentido pra mim.

Num sábado quente, eu e Fernando combinamos de irmos a uma boate com a Camila e seus amigos, o que a gente não sabia é que Cida iria também e foi neste dia que tudo começou. Fernando largou na frente, chamou num canto e com a sua lábia de malandro conseguiu arrancar um beijo da morena que logo virou uma série de amassos no canto escuro da boate. Eu, fiquei na minha, observando os dois e as piscadelas dela pra mim.

No final do dia, Fernando, Cida e eu saímos da boate já com o sol raiando. Entrei no meu carro e Fernando disse que chamaria um taxi para leva-los pra casa, mas acabaram indo pra um motel.

No mesmo dia a tarde, Fernando me ligou dizendo que a mulher fodia como uma louca, que era boa de cama e que tinha um grelo gigante que ao passar a mãos por cima da calcinha ele havia se assustado e chegou a pensar que se tratava de um travesti, mas que depois de tudo esclarecido, a foda tinha sido sensacional.

Demos algumas risadas e desligamos o telefone e em seguida a Cida me ligou.

- Voce acredita que eu dei pro seu amigo pensando em você?
- Acredito.
- Safado, convencido.
- Sou e o pior é que você gosta.
- Gosto. Posso te fazer uma pergunta?
- Claro.
- Voce dividiria sua mulher com o seu melhor amigo?
- Não, mas adoraria comer a mulher dele.
- Posso ir na sua casa?
- Agora?
- Sim, posso?
- Pra que?
- Pra você comer a mulher do seu melhor amigo.
- Vem. Mas não demora.
- Ok, vou chamar um taxi.

Cerca de trinta minutos depois o interfone toca, era Cida. Abri, ela subiu rapidamente, fechei as cortinas, desliguei o celular e avisei o porteiro para dizer que eu não estava em casa caso alguém (O Fernando) chegasse. Ele apenas riu e entendeu o recado.

A campainha tocou e fui abri a porta, era ela, linda, vestida de braço, um vestido comprido que ia até os pés, colado no corpo denunciando suas curvas de mulher negra e linda. Seu cheiro tomou conta do ambiente e ela sequer abriu a boca para dar boa tarde. Sua boca veio em minha direção, sedenta, molhada e brilhando de Gloss.

Um beijo denunciou as intenções, queríamos sexo, sacanagem e não conversa. Cida era uma morena alta, com um empurrão me jogou no sofá, puxou minha camisa e arrancou minha bermuda com um único puxão. Sua boca colou no meu pescoço como se fosse uma ventosa, desceu pelo meu corpo sugando, fazendo pressão. Suas mãos seguravam as minhas para que eu não reagisse, não a tocasse. Sua boca se aproximou do meu pau e seu hálito quente me fez sentir arrepios pelo corpo todo. A pele arrepiou, os pelos ficaram eriçados e ela continuou seu banho de língua pelo meu corpo.

Depois de beijar cada pedaço do meu corpo Cida caiu de boca no meu pau. Pressão era a palavra de ordem. Parecia que ela queria chupar toda a porra que existia no meu saco, ela não me chupava, ela aspirava meu cacete, minhas bolas, seguido de mordidas e arranhões pelo corpo.

Não aguentando tanta pressão, apenas avisei que ia gozar e ela sequer se mexeu, ficou a postos esperando o primeiro, o segundo e outros jatos de porra. Sua boca enchia, ela engolia e repetidamente fez isso até engolir meu leite por completo.

Depois da ultima goza, Cida sentou-se do meu lado, sorriu com cara de vadia e começou a se despir. Seu strip foi de deixando em transe, ela soltou as alças do vestido, estava sem sutiã, deixou o tecido fino escorregar pelo seu corpo e ficou apenas de calcinha, branca, sem costura.

De onde eu estava dava para ver o tamanho do gelo. Parecia usar um absorvente, era grande, exagerado mas extremamente provocante.

Cida dançava na minha frente uma musica imaginaria que tocava apenas na sua cabeça. Seu gingado, seu corpo mulato serpenteando na minha frente foi fazendo com que meu pau voltasse a dar sinal de vida.

Com o tesão a flor da pele, me levantei e fui empurrando seu corpo até uma parede que tinha na sala, coberta uma por grande espelho. Cida se encostou no espelho e sua respiração ofegante embaçou toda sua extensão. Dei-lhe um tapa na bunda e ela pediu outro, com mais força, dos dois lados da bunda generosa.

Minha boca percorria suas costas, seu corpo arrepiava e minhas mãos deslizavam pelo corpo todo. Não resisti, minha curiosidade falou mais alto e eu meti a mão dentro da calcinha, toquei seu grelo, senti um liquido denso e em grande quantidade escorrer de dento do seu sexo. Meu melhor amigo tinha razão, tudo nela era exagerado, grande e com muita intensidade.

Cida abriu as pernas, era o convite pra cair de boca naquilo tudo. Me ajoelhei por trás dela, abriu um pouco mais a e eu respirei fundo para tragar o cheiro de boceta que estava no ar.

A morena apenas sussurrou algo que eu não compreendi, também não perguntei e dei uma lambida de cima até embaixo. O melado que estava escorrendo pingou no chão. Dei uma mordida naquele grelo monumental e Cida tremeu as penas – quero sentar ali – disse ela com a voz trêmula. Sentou no sofá, abriu as pernas e fez sinal com as mãos. Fui de novo e cai de boca outra vez. Um grelo carnudo, grande, parecia um pequeno pau, mordi, lambi em torno, chupei a entrada da boceta, meti minha língua lá dentro, alternei com os dedos e Cida apenas liberava espasmos e se remexia na cama. Seus gemidos foram ficando cada vez mais altos, ela pedia mais, mexia e esfregava sua xana em direção a minha boca gulosa que sugou todo seu gozo, uma quantidade absurda de mel, parecia uma cadela no cio gozando e eu engoli até a ultima goza do seu mel adocicado.

- Me come, me come, me come...

Era apenas isso que ela balbuciava. De quatro, com uma das mãos ajudando abrir sua anca, entrei inteiro, sem pinceladas nem cerimonias. Suas unhas cravaram na almofada e num ritmo alucinante comecei a estocar a mulata que estava de quatro na minha frente.

Cida se soltava e cada vez mais xingava, pedia para apanhar, chamava meu amigo de corno e rebolava intensamente como se quisesse acelerar seu orgasmo. Soquei, meti o dedo no cuzinho, puxei pelos cabelos e senti quando sua boceta mordeu meu pau, era outro gozo, forte, intenso e meio insano.

O suro escorria pelo rosto dela, seu cabelo estava grudado na testa. Cida pediu agua, e eu ainda de pau duro, sem gozar fui buscar um copo com agua gelada. Após beber tudo, ganhei um delicioso boquete com a boca gelada e quase gozei.

- Senta aqui – ordenou ela.

Cida se virou de costas pra mim, abriu as pernas e pediu que eu mantivesse meu pau ereto com ajuda das mãos. Meteu o dedo na sua boceta encharcada, besuntou a cabeça do meu pau e direcionou a cabeça pro seu cuzinho. Vibrei, fiquei doido. De onde eu estava via perfeitamente meu pau entrar naquele rabo delicioso, guloso e grande. A cabeça passou e Cida continuou descendo seu corpo usando apenas a força das pernas grossas. Uma sentada e a vara sumiu no meu da sua bunda. Cida respirou e começou tudo de novo, subia, descia, rebolava, quicava e eu não resisti e gozei. Enquanto gozava ela mantinha o ritmo me fazendo gemer bem mais alto do que o normal. A porra ia escorrendo de dentro da sua bunda e lambuzando minhas pernas.

De repente Cida se levantou, a porra continuou escorrendo pelas suas pernas e ela me olhou com cara de safada.

- Suas pernas estão sujas, quer que eu limpe.

Apenas concordei com a cabeça e ela ajoelhou na minha frente e começou a sorver toda a porra espalhada. Lambeu minhas coxas, minha virilha, meu saco e abocanhou meu pau mole de novo. Tratou de deixa-lo limpo, brilhando e não parou de me chupar.

- Agora é a sua vez. Vem limpar a sua porra, vem.

Esta é a segunda fase da nossa noite. Cida dormiu na minha casa, mas eu conto outro dia.

Beijos a todos e obrigado pelos comentários, elogios e e-mails.







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