"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Amanda, a novinha safada.


autor: Papa-Anjo
publicado em: 04/03/16
categoria: hetero
leituras: 21036
ver notas
Fonte: maior > menor


Olá, meu nome é Rodrigo (fictício) e o que eu vou contar a vocês agora foi a minha primeira aventura sexual com uma novinha. Aproveitem o conto.

Tudo aconteceu em uma festa numa grande casa de eventos. Era a comemoração do noivado de um amigo da minha família, por isso eu fui junto de alguns parentes, mas como moro mais afastado do resto da familia eu mal tinha contato com os noivos e não conhecia praticamente nenhum dos convidados.
Bem, eu sempre fui um cara atraente, 1,75m de altura, cabelo castanho claro, olhos verdes, ombros largos e corpo definido, não muito forte e musculoso. Eu sabia que tinha um rosto que chamava atenção da mulherada e sempre soube como tirar vantagem disso. Mas eu, na época, era um muleque de 20 anos que praticamente ainda era um adolescente, saia por ai pegando o maior número de mulheres possível sem me importar com nada, "aproveitando a vida" por assim dizer. E foi essa minha perdição. Esse tipo de atitude as vezes me botava contra a parede e me deixava em uma saia justa. Muitas das mulheres com as quais eu dormia esperavam algo a mais da relação, mas eu não queria nada disso então desaparecia pela manhã e nunca mais ligava ou falava com essas mulheres.
O problema era quando acidentalmente o destino botava elas novamente diante de mim, e foi exatamente isso que aconteceu aquele dia. Eu estava andando pela casa de eventos, já em um ponto mais afastado de onde estava concentrada a maior parte dos convidados, caminhava por um corredor que dava acesso a dois banheiros, feminino e masculino, porém o feminino estava em manutenção. Só que, no fim do corredor, tinha outra porta que dava acesso aos funcionários para dentro da casa de eventos, quando essa porta se abriu para minha surpresa surgiu Solange junto de duas outras mulheres. Solange era uma das com quem transei sem compromisso e para quem nunca mais liguei, sabia que isso a havia deixado muito brava pois após isso tentou entrar em contato comigo de todas as formas e eu tive que bloquea-la nas redes sociais para ter alguma paz. Ela era a fornecedora de doces e salgados daquela festa. Se ela me visse ali com toda certeza faria um barraco ou criaria uma situação constrangedora que eu queria ao máximo evitar. Minha única alternativa foi abrir desesperadamente a porta do banheiro masculino e me jogar lá dentro, para em seguida trancar a porta, que tinha uma tranca interna. Pondo meu ouvido contra a porta eu pude ouvir os passos de Solange e das outras se aproximando enquanto conversavam, parecia que havia muitas coisas para trazer para dentro da festa e que usariam aquele corredor por algum tempo, o que me deixaria preso no banheiro.

Na minha afobação nem percebi que eu não estava sozinho naquele lugar. O banheiro era grande e espaçoso, como é de se esperar de uma casa de eventos, possuía uma grande pia de marmore para lavar as mãos, com 3 torneiras e um grande espelho, além de alguns cubículos com vasos sanitarios e alguns mictórios. Foi quando a porta de um dos cubículos abriu, e de dentro dele saiu uma pequena menina, negra de cabelos cacheados, ela olhou pra mim assustada, não esperava ver mais ninguém alí, eu acho. Com medo de que ela pudesse dizer algo e a Solange a ouvisse, posicionei o dedo em frente a boca, sinalizando para que a garota, que não devia ter nem 11 anos ainda, ficasse em silêncio.
Mas ela não era do tipo "menina obediente", pareceu não gostar muito do meu pedido e caminhou até a porta dizendo que queria sair e tentando destranca-la. Imediatamente eu a impedi e repeti o sinal de silêncio.

- Eu quero sair! - Disse ela, em voz alta. Felizmente nenhuma das amigas de Solange estava por perto naquele instante e não conseguiram ouvir, ou talvez a voz não tenha soado alto o bastante pra isso, não Sei dizer ao certo.
Voltei a repetir o sinal de silêncio, já desesperado que aquela garotinha fosse revelar o meu esconderijo. Ela era petulante, não parecia que iria me obedecer, e logo voltou a dizer que queria que eu abrisse a porta, em tom mais alto dessa vez, tentando retirar minha mão da tranca e abrir a porta. Eu levei minha mão a sua boca para tentar abafar sua voz, mas ela se desvencilhou com facilidade se afastando, afinal eu não podia sair do lugar já que com uma mão eu protegia a tranca.
Ela era com certeza o retrato do que são as nossas crianças hoje em dia, não tinha o menor sinal de respeito pelos mais velhos e voltou a se aproximar e tentar abrir o trinco, se preparando para falar ainda mais alto dessa vez. Acontece que se ela aumentasse mais o tom de sua voz, seria praticamente um grito e Solange com certeza ouviria. Eu, com uma mão bloqueava a tranca e com a outra impedia as suas mãos de acessarem a maçaneta.
Não tinha opção então, sem pensar a respeito, meu corpo simplesmente se moveu, eu me curvei um pouco e lasquei um beijo na boca daquela menina. Não Sei o que me passou pela cabeça para que eu fizesse isso, só sabia que precisava impedir ela de gritar e com as mãos ocupadas, essa foi a única solução. A garota no começou se assustou e senti que ela iria recuar, mas por algum motivo ela não o fez.
O beijo se prolongava agora por alguns segundos e eu começava a perceber a besteira que havia feito beijando uma garota tão novinha, embora o beijo não passasse de um selinho. Ou era pra ser só um selinho, por que agora a garota já estava tentando por a língua dentro da minha boca. Suas mãos já não tentavam mais destrancar a porta, então achei que aquela poderia ser minha salvação.
Aceitei seu beijo e o retribuí, passando a usar a lingua. Apesar da idade ela sabia beijar muito bem. Percebi que enquanto o beijo durasse ela não voltaria a gritar ou a tentar sair, por isso soltei a tranca da Porta e pus as mãos em sua cintura. Parei de beija-la por um segundo para que ela pudesse respirar, mas a danadinha não quis, voltou a me beijar rapidamente.
Não sabia como explicar mais beijar aquela garota naquela situação estava me deixando excitado, meu pau já começava a dar sinal de vida. Mas como a menina era muito pequena em relação a mim eu precisava me curvar para beija-la e aquilo estava desconfortável. A segurei firme pela cintura e a levantei do chão, a pondo sentada sobre a pia de mármore, desse jeito sua boca ficava quase na altura da minha.

Até aquele dia já tinha ouvido histórias sobre garotas gostarem de homens mais velhos e maduros, e que hoje em dia as crianças, principalmente as meninas, estão muito mais precoces. Mas não imaginava que fosse tanto. Imaginei que a garota havia gostado do beijo principalmente por eu ser um cara bonito e mais velho que ela. Mas a diferença de idade era absurda, eu tinha 20 e ela provavelmente tinha menos de 11. Seus peitinhos ainda era só duas uvinhas.
Mas enfim, apesar de todas essas contradições em minha mente, dizendo que aquilo era errado e que eu não devia beijar aquela garota, eu não consegui parar, estava achando aquela situação perigosa muito excitante. E agora que meu pau já estava completamente ereto é que eu não queria mesmo parar de beija-la, mas obviamente não pensava em passar disso.
Só que do jeito que a garota estava sentada sobre a pia de mármore, com as pernas abertas e eu entre elas, foi impossível impedir que meu pau encostasse em suas coxas vez ou outra durante o beijo. E ela percebeu. A danadinha não só notou que estava de pau duro como ela também se arrastou para frente aos poucos, enquanto me puxava para junto dela. Ela então passou os braços por detrás do meu pescoço para garantir que não pararia com os beijos e ficou bem na beirada da pia. Naquela posição, como deve imaginar, minha piroca roçava em sua bocetinha por cima da calcinha. Ela usava um vestido curto como se fosse uma mini mulher, como é comum nas garotas hoje em dia, por isso meu pau podia tocar perfeitamente sua vagininha. Tudo isso ainda dentro da calça e por cima da calcinha.
Ela passou as pernas pela minha cintura e me travou naquela posição, sem parar de me beijar. Já que ela queria aquilo, não seria eu quem a iria negar. Agarrei com força sua cintura com as duas mãos e comecei a me esfregar com força naquela bocetinha tão quentinha. Pra falar a verdade já nem pensava mais em Solange, estava hipnotizado por aquela garota tão novinha e tão Safada.

De repente a menina parou de me beijar, afastou o rosto e soltou meu pescoço, voltou a se sentar direito na pia e tirou as pernas que envolviam minha cintura. - Deixa eu descer. - Falou. Pensei que ela não queria mais continuar, o que podia ser melhor já que aquilo havia ido longe até demais. A desci de cima da pia e quando ia checar para ver se Solange ainda estava por perto, pondo o ouvido contra a porta, fui surpreendido por duas mãozinhas que acariciavam meu pau por cima da calça. Era aquela garota Safada de novo, estava ajoelhada, de modo que meu pau ficava bem na sua frente enquanto ela passava as mãos por toda a sua extensão. Ouvi passos do lado de fora, então sussurrei para a menina parar. Mas ela respondeu, num tom igualmente baixo. - Deixa eu ver "ele". - Não podia acreditar que aquela menina estava me pedindo isso de maneira tão descarada, como se fosse a coisa mais normal do mundo. A levei para uma parte mais afastada do banheiro, longe da Porta, onde poderíamos conversar sem correr risco de Solange ou outra pessoa nos ouvir. Ela continuava acariciando minha piroka por cima da calça.
- Todas as minhas amigas já viram um de perto, menos eu, deixa eu ver. - Voltou a pedir. E eu boquiaberto ao saber o quanto a nossa juventude estava perdida hoje em dia, só consegui responder: - Ta maluca? Você é muito nova pra ficar pensando nessas coisas. A gente já passou do limite aqui, eu não devia nem ter te beijado. Se alguém fica sabendo disso eu vou preso. - Apesar de eu dizer isso, não fazia nada para impedir suas mãos de continuar a passear por cima do volume da minha calça.
- Da minha escola só eu não vi um ainda, por que sou filha única, as outras já viram o pau do irmão ou do primo. Me mostra o seu, eu não vou contar pra ninguém. - Dizendo isso ela já começava a abaixar o meu zíper.

A verdade era que eu estava louco de tesão por causa daquilo tudo. Então disse - Tudo bem, mas tem que fazer silêncio. - estava preocupado da Solange ou qualquer outra pessoa nos ouvir e suspeitar de algo.
Aquelas mãozinhas então terminaram de baixar o zíper da minha calça social, agora só a minha cueca box protegia meu pau totalmente duro da visão daquela garotinha abaixada na minha frente. Voltou a acariciar, passando a mão por toda a extensão e dando umas apertadinha de vez em quando, a safadinha sabia como levar um homem a loucura. Sem aguentar mais aquela tortura, tirei suas mãos e abaixei eu mesmo o elástico da cueca, deixando meu pênis de 21 centímetros saltar para fora a menos de um palmo de distância do rosto daquela garota, que admirava minha pica de boca aberta e olhos arregalados.
Minha sorte era que aquele não era o único banheiro da festa, na verdade era o banheiro mais distante, e graças a isso ninguém bateu na porta e nos pegou no flagra.
Aquela menina olhando avidamente para meu pau duro, com as veias saltadas e a cabeça vermelha totalmente exposta e um pouco babada com meu pré gozo. Ela estudava cada parte do meu pinto a uma distância perigosa, conseguia sentir o calor da sua respiração ofegante na minha pica. Como já estava naquela situação, pensei "Quer saber? Foda-se!" e disse - Quer tocar nele? - Na hora a garota olhou pra mim com aqueles olhos negros e perguntou - Eu posso?.
- Pode sim, mas em silêncio. - Falei, já louco de tesão, quando aquelas duas mãozinhas infantis e meio geladinhas por estarem apoiadas no chão até agora a pouco, agarraram meu pau e o envolveram.
Ela apertava a base um pouco com uma mão, com a outra ela explorava cada centímetro, indo e vindo. Não podia acreditar que eu estava deixando uma criança fazer aquilo comigo. Ela então tirou a mão da base do pênis e a levou até a cabeça vermelha, e apertou como fez antes, sua mãozinha era muito pequena por isso uma pontinha da cabeça ainda fica de fora quando ela a agarrava e foi dessa ponta que vazou mais um pouco do meu pre gozo, aquela baba transparente. Com a outra mãozinha ela fazia movimentos leves de vai e vem, iniciando uma punheta amadora. Seu rosto a menos de um palmo de distância do meu pau, ela se aproximou ainda mais para sentir o cheiro, e quando eu menos esperava ela colocou parte da língua pra fora e lambeu a pontinha da minha pica, limpando a babinha que vazava do meu pau. Aquilo me surpreendeu e novamente a nossa brincadeira começava a passar dos limites. Eu estava adorando tudo aquilo, mas ainda não havia perdido completamente a noção e sabia que não podia ir mais longe com aquela menina. - Ei, esse não foi o trato. Você disse que só queria ver e era pra só tocar com as mãos, nada de língua.

- Mas eu quero chupar. - Falou como se não fosse nada demais.
- Não pode!
- Por que não? Você não quer que eu chupe? - Enquanto ela perguntava, continuava me punhetando com as duas mãozinhas, era uma cachorrinha profissional.
- É claro que eu quero, mas não pode. Você é muito pequena, já disse.
- Não sou, minha amiga já fez isso com o primo dela e tem a mesma idade que eu.
- Mas o primo dela deve ser quase da idade de vocês, e eu já sou muito velho, e olha só o meu pau, é muito grande pra você!
- Mas eu consigo. Olha, eu já percebi que você ta aqui se escondendo de alguém, se me deixar chupar eu fico quietinha e não falo pra ninguém. Mas se não deixar, eu vou gritar e dizer que você me estuprou.

Era só o que me faltava, ser chantageado e ameaçado por uma criança que está querendo chupar o meu pau. Mas Eu não tinha como debater com ela, e nem sei se queria. O que eu sei é que eu tava morrendo de tesão e que ela não largava da minha pica um segundo. - Então faz o que quiser, mas tem que ficar só entre a gente. - Mal acabei de falar e a menina já estava lambendo toda a cabeça do meu pau, enquanto punhetava o resto com as mãos. Aquela Lingüinha pequena, quentinha e molhada era diferente de tudo que eu já havia experimentado, ela era uma amadora mas sabia como fazer direitinho. Passou a lamber a pica inteira, de uma ponta a outra, estava me deixando louco. Começou então a colocar ele dentro da boquinha virgem dela, disse para que tomasse cuidado pra não encostar os dentes e que não me mordesse forte. Com as mãozinhas ela continuava o vai e vem, me masturbando lentamente, enquanto a minha pica entrava aos poucos na sua boca. Como eu já imaginava, era grande demais pra ela, mal havia conseguido abocanhar a cabeça, tentava enfiar mais na boquinha mas não conseguia, ela já estava quase desistindo mas agora era eu quem queria aquilo. Segurei sua cabeça por trás e comecei a empurrar meu pau pra dentro dela, que parou de me punheta e agora usava as duas mãos para tentar afastar minha virilha, mas ela não era forte o bastante pra isso e eu não ligava. - Você quem quis isso e agora vai ter que aguentar, sua putinha! - Metade do pau já havia entrado, e ela parecia estar engasgada. Continuei forçando meu pau em sua boca mas estava difícil de entrar mais que isso, e ela estava ficando com falta de ar. Tirei minha pica de dentro dela e a deixei respirar. Antes que ela reclamasse, já falei - Queria chupar meu pau e agora vai chupar meu pau. Abre a boca.- Ela tossiu um pouco, e me olhou um pouco assustada, mas voltou a abrir a boca e se posicionar de joelho na minha frente. Segurei sua nuca e enfiei a cabeçinha na boca dela, disse pra ela usar a língua e ela começou a lamber a cabeça por dentro, dando voltas ao redor da glande. Dava também algumas lambidinhas rápidas na ponta de vez em quando e ficava alternando o sentido do giro da língua, aquilo estava uma delícia. Sem avisar, voltei a forçar minha piroca na sua boquinha, ela se assustou mas dessa vez não tentou impedir. - Abre bem a boca e prende a respiração. - E ela fez isso, minha pica deslizou de novo até a metade pra dentro dela, e eu ainda queria mais. Parei de empurrar por um segundo e depois dei um impulso forte pra frente, se eu não a estivesse segurando firme por detrás da cabeça, ela teria se afastado, mas não conseguiu e agora 2/3 da minha pica estavam dentro daquela boquinha recém desvirginada. Lágrimas escorriam dos olhinhos dela, mas Eu sabia que não era de choro, pois apesar de tudo a safadinha estava adorando aquilo.
Estava convencido de que não entraria mais do que isso, então agarrei o cabelo da garota e comecei um vai e vem lento e curto, não queria arriscar tirar demais a pica e não conseguir por de novo lá no fundo. Mas aquela menina não estava pra brincadeira, começou ela mesma a ritmar os movimentos e tomar o controle do boquete. Logo ela estava tirando meu pau inteiro da boca e botando de novo até a metade, e de vez em quando Eu forçava até entrar os 2/3 de novo. Não sei o que havia com aquela criança, mas ela aprendia muito rápido, aquele boquete já estava em nível profissional, era a chupada mais gostava que já havia levado, estava quase gozando. Agarrei seus cabelos com força e reassumi o controle da situação, passei agora a enfiar meu pau rápido e com força, movimentava o quadril como se estivesse fodendo aquela boquinha infantil. Achava que ia machucar a garota com isso, mas a Safada estava adorando, e movia a lingua freneticamente dentro da boca enquanto olhava pra cima como uma atriz pornô. Aquilo pra mim foi o limite, estava prestes a gozar, e sem pensar duas vezes eu meti a pica inteira goela a dentro. Senti minha cabecinha sendo apertada e pressionada pela garganta daquela menina, despejei um forte jato de porra diretamente no estômago dela, para ela não ter chance de cuspir, e comecei a tirar o pau enquanto ainda gozava. O segundo jato foi na sua boquinha, que ficou alagada de porra, e por fim solte meu último jato em seu rostinho, enchendo ele com meu esperma. Nunca havia gozado tanto.
Achei que a menina iria cuspir meu semen, mas não foi isso que aconteceu, ela engoliu e olhou pra mim sorrindo de maneira Safada com o rostinho negro lotado de porra branquinha.

Já havia gozado mas nem de longe eu estava satisfeito, meu pau permanecia duro como pedra e a menina percebeu, segurou ele e deu uma lambinha na ponta como antes, para pegar a última gota de porra. Eu já não ligava mais para Solange, a festa ou para o fato de que eu podia ir preso por causa disso, só queria ali e agora usar e abusar daquela ninfetinha Tarada.

- Você gostou?
- Adorei, mal posso esperar pra contar pras minhas amigas.
- Você disse que não ia dizer a ninguém, lembra?
- Ah, só pra elas. Elas não vão contar pros outros.
- Ta bom, mas não pode contar que foi aqui na festa e nem que foi comigo, combinado? Nem falar isso pra mais ninguém além delas!
- Tudo bem, pode deixar. - Ela falava limpando meu esperma do rosto com as mãos e lambendo. Já havia quase limpado tudo.
- Então já que é assim, agora é minha vez.
- Como assim?
- Eu deixei você ver meu pau...
- Você quer ver minha perereca? - Falou, novamente como se fosse a coisa mais natural de todas.
- Quero, me mostra ela.

Ela então levantou e ficou de pé, pois as mãos por debaixo do vestido e tirou a calcinha sem nenhum pudor, jogou no chão e levantou a parte da frente do vestidinho. Foi entao que eu vi a bocetinha mais linda do mundo, moreninha da cor do pecado, gordinha e lisa, com a rachinha bem definida, sem pelo nenhum. Meu pau, que já estava duro, chegou a pulsar com aquela visão. - Quer tocar nela? - Falou com um sorriso safado, como se a situação anterior tivesse se invertido. - Quero. - Disse a pegando no colo e levando novamente até a pia, a colocando sentada de pernas abertas. Naquela posição sua bocetinha ficava totalmente exposta e desprotegida, eu podia ver o interior de sua vagina, e que por debaixo daquela carninha negra havia uma buceta rosinha igual chiclete. Levei minha mão até ela e passei o dedo pela sua rachinha, ela se arrepeiou, afastei mais suas pernas e comecei a dedilhar aquela buceta virgem, abria ela com os dedos para ver melhor, alisava e acariciava, massageava seu pequeno grelinho com a ponta do dedo. Sua perereca estava Molhadinha e isso deixava tudo mais gostoso, levei meu dedo mindinho até a porta da sua vagina e forcei a entrada, pus só a pontinha e ela parecia ter gostado, abriu mais as pernas e fechou os olhinhos. Eu estava adorando dar prazer a aquela garota. Continuei a empurrar meu dedo pra dentro até que senti seu hímen me deter, aquilo me deixou maluco. Tirei o dedo e levei à boca, sentindo o gostinho que tinha a boceta daquela pequena garota virgem. Voltei a penetra-la com meu dedo, dessa vez com o indicador, mas parei assim que atingi seu cabacinho, não queria estoura-lo ainda. Iniciei um vai e vem que eu ia acelerando gradativamente, ela gemia baixinho curtindo a penetração enquanto com a outra mão eu massageava seu clitóris. Retirei o dedo de dentro dela por um segundo e levei a boca, nisso ela abriu os olhos e me viu chupando os líquidos que ela havia despejado no meu dedo. - Me chupa. - Ela pediu com uma voz inocente e erotica ao mesmo tempo.

Aquilo era tudo o que eu queria ouvir, podia ter começado a chupar ela muito mais cedo, mas queria que ela me pedisse. Me ajoelhei e puxei ela pra beirada da pia, de modo que sua buceta ficasse bem na minha frente, pronta pra ser chupada. Comecei dando uma leve lambida em seu grelinho, e em seguida forcei minha linha na entradinha, com as mãos eu afastava os grandes labios para poder lamber cada pedacinho. O sabor de sua buceta virgem era sem igual, poderia continuar sugando seu melzinho pra sempre, só de lembrar do gosto meu pau já fica duro. Quando percebi já estava praticamente dando um beijo de língua naquela buceta molhada, e a menina respirava ofegante soltando uns gemidos abafados pela sua própria mão, que ela levou a boca para fazer mais silêncio. Voltei a forçar minha língua na entrada de sua vagina e dessa vez consegui colocar a pontinha pra dentro, a partir daí fui abrindo passagem pro restante, até que boa parte da minha língua havia entrado. Enquanto eu a estimulava internamente, com a mão eu tocava seu clitóris, queria que aquela menina gozasse na minha boca, queria mais do seu melzinho. Ela fechou as perninhas ao redor da minha nuca, puxando meu rosto contra sua buceta, ela estava a ponto de ter um orgasmo, sentia sua vagina se contraindo na minha língua, acelerei os movimentos dos meus dedos e da lingua, ela passou a respirar mais forte, até que seu corpo ficou molinho. Senti sua vagina se encharcar mais ainda, ela havia gozado. Não foi difícil abocanhar por inteiro aquela buceta pequena, a ponto de não deixar escapar uma gotinha sequer dos seus líquidos, queria beber tudinho, assim como ela havia bebido a minha porra.
Ela então afrouxou as suas pernas e me deixou sair, estava modinha e exausta por causa do orgasmo, a sua respiração ainda estava abalada, mas seu olhar de putinhaa continuava o mesmo. Não dava pra acreditar que aquela era uma menina de 11 anos. Chupar aquela bocetinha virgem só deixou meu pau ainda mais duro, se é que isso era possível.

Aproveitando que seu vestido já estava levantado até a altura da cintura, tratei de puxar o resto pra cima, ela ergueu os braços, me ajudando a remover a sua única peça de roupa, a deixando peladinha. Ela ainda estava sentada de pernas abertas na beirada da pia, então eu me abaixri um pouco e comecei a chupar e lamber aqueles dois carocinhos que um dia cresceriam e se tornariam grandes tetas negras. Estava tentando deixar a garota excitada novamente, para poder prosseguir com as brincadeiras e comer aquela ninfeta. Alternava entre qual peitinho eu chupava por vez, uma hora eu abocanhava um e outra hora mordiscava o outro. Era ótimo chupar aquelas duas uvinhas. Mas parei um pouco para poder subir meu rosto e beijar sua boquinha, ficando de pé totalmente reto. Como deve lembrar nessa posição meu pau ficava roçando na bocetinha da garota, só que dessa vez ela não estava de calcinha e eu não estava usando calças. Meu membro podia sentir o calor daquela bocetinha pela a pele, parecia estar pegando fogo. Deslizava o pau por toda a sua rachinha sem disfarçar, e aquela altura a menina já havia notado qual era a minha intenção. Sem interromper o beijo ela me agarrou com os braços pela nuca pela cintura com as pernas, como fizemos antes, eu segurei sua cintura e comecei a fazer os movimentos de maneira rápida, como se simulasse realmente a estar fodendo com bastante força, o que era tudo que eu queria fazer. Me esfregava nela com tanta força que se não fosse pela lubrificação que sua bocetinha já estava fornecendo, sairia faíscas de nós. Não podia mais esperar, queria gozar dentro dela, precisava meter o pau nela de qualquer jeito. - Quero meter meu pau em você.

- Mete! Mais vai devagar, sou virgem.
- Eu sei, mas não se preocupe. Não é nesse buraco que eu quero meter.

Virei ela de costas e a fiz ficar de quatro sobre a pia. Só agora havia percebido que aquela menina tinha uma Bundinha bem avantajada para idade, com certeza viraria uma bunduda quando crescesse. Dei um tapa em cada lado da sua bunda e pus meu pau bem no meio, de modo que ficava parecendo que era um cachorro quente, com as duas bandas da bunda dela sendo o pão. Me esfreguei um pouquinho nela daquele jeito, indo pra cima e pra baixo. Até que parei quando a cabecinha da minha pica encostou no anelzinho dela. Meu pau estava babando, e eu aproveitei para pincelar o pau naquele cuzinho apertado com meu pregozo, pra já ir ajudando na lubrificação, o cuzinho dela deu uma pescadinha que me deixou doido de vontade de foder ele com força. Apontei a cabeça na portinha do cú dela e me preparei para forçar a entrada. Dei um empurrãozinho e senti que aquele anel estava se recusando a se abrir pro meu pau entrar. Pincelei com o pau mais uma vez e voltei a forçar, mas não de um vez, fui empurrando aos poucos para tentar vencer a Resistência daquele cuzinho. Senti que dessa vez daria certo, o cuzinho dela começava a se abrir de pouquinho em pouquinho. A medida que me pau invadia aquele buraco apertado, eu via pelo espelho a expressão de dor no rosto da menina aumentar, e aquilo me excitava ainda mais. Quando me dei conta, a cabeça da minha piroca já estava toda enterrada naquele cú. Foi só no momento em que ela deu um gritinho de dor mais agudo que eu percebi que podia acabar estragando tudo. Aquele cuzinho dela era muito apertado, se eu enfiasse 21cm de pau nela, definitivamente ia machucar e ela iria pra casa toda assada, o que iria despertar suspeitas e podia acabar me ferrando com essa história. Mas eu com certeza iria foder aquela menina hoje, de um jeito ou de outro.
- Acho que mudei de ideia, vou querer foder sua bocetinha sim.
- Pode foder. Vai! Arranca meu cabacinho! - A menina sabia falar como uma vadia quando queria levar pau.

Mas eu a obedeci, com ela ainda de quatro, tirei o que tinha entrado da minha pica do cuzinho dela e direcionei meu pau um pouco mais pra baixo na entrada de sua vagina. Ela estava bem babada, não seria difícil penetra-la, tanto que a cabeça entrou facinho. Mas nossa, mesmo assim, como era apertada aquela buceta, uma delícia, era como comer o cu virgem de uma mulher adulta pela primeira vez, a sensação era a mesma, sentia a buceta se alargando para aceitar a entrada do meu pau. Empurrei só mais um pouquinho e já consegui sentir o hímen dela se impondo contra a passagem do meu pênis. Olhei nos olhos dela pelo reflexo do espelho e disse. - Se eu empurrar mais um pouquinho você vai poder dizer pra suas amiguinhas que não é mais virgem. Que perdeu virgindade pra um desconhecido mais velho, sua putinha.
- Enfia! Enfia mais seu tarado! Mete tudo!

A putinha estava adorando ser penetrada, não havia reclamado de dor nem um segundo e só demonstrava prazer no seu rostinho. Mas aquilo estava prestes a mudar, e como sabia disso já tratei de tapar sua boca com a mão esquerda, enquanto que o braço direito eu usei para a segurar firme pela cintura. Dei um forte empurrando, socando nela metade do meu pau de uma vez, estourando seu cabacinho. Ainda bem que lembrei de tapar sua boca pois na hora ela deu um grito tão forte que se não fosse por isso com certeza alguém teria ouvido. Agora sim ela parecia estar sentindo dor, ela fez menção a querer tirar a pica de dentro mais eu não deixei disse que ela precisava ficar assim pra se acostumar que a dor passava.
Não podia acreditar que estava tirando o cabaço de alguém daquela idade, era uma experiência totalmente nova pra mim. Um filete de sangue escapava de sua bocetinha recém desvirginada e escorria pela coxa, mas Eu já esperava isso. - Relaxa, só foi no começo, tenta aguentar que depois disso só melhora e você vai adorar. Vou terminar de pôr o resto do pau, ta bom? - Não esperei a resposta, voltei a empurrar minha piroca buceta a dentro, a cada centímetro mais prazer em sentia e mais apertada aquela buceta ficava, sinceramente não estava nem ai se com aquilo eu estava machucando uma criança, ela queria uma pica na buceta e foi isso que dei a ela. Queria enfiar todos o meu pau nela, mas infelizmente não deu, acho que o canal vaginal dela não estava completamente desenvolvido ainda e só aguentou 14/15 cm de pau.
Deixei aquela menininha, pequena e magrinha empalada na minha pica por alguns minutos sem me mover para que ela se acostumasse com a sensação e a dor passasse um pouco. Quando percebi que a garota já parecia mais relaxada, iniciei o movimento de vai e vem, tirando a pica até ela quase sair e depois enfiando de volta bem lentamente. Ela fazia uma carinha de prazer e dor ao mesmo tempo, e eu isso me deixava muito excitado. Aos poucos eu aumentava o ritmo, ela também parecia estar adorando a penetração, apertava meu pau com sua buceta de uma maneira muito gostosa. Não demorou muito e já estava a fodendo como quem fode uma prostituta, rápido e com força. Ela gemia como louca enquanto eu socava a pica na bocetinha quente dela, tive que tapar sua boca novamente pra tentar abafar os sons. Como já havia tido um orgasmo antes, meu gozo estava demorando pra vir, o que era ótimo, pois assim podia aproveitar cada centímetro daquela mini buceta por mais tempo. Mas precisava gozar logo por que se continuasse fodendo aquela menina desse jeito por mais tempo era capaz de machuca-la de verdade e deixar sua bocetinha mais dolorida do que já ficaria por ter perdido a virgindade. Foi então que eu tive uma ideia mais cedo quando fiz ela gozar sua bocetinha se contraiu na minha língua, se ela se contraísse daquele jeito na minha pica eu com certeza a encheria de porra rapidinho. Por isso, levei minha mão até seu grelinho e comecei a estimula-lo com força para ajudar ela a gozar, para que eu pudesse gozar. A outra mão eu usei pra acariciar aqueles botõesinhos que eram os seus peitos.
Depois de alguns minutos disso e de uma meteção frenética, senti que ela estava tendo um orgasmo explosivo, ela gemia ainda mais alto que antes, mas ainda sendo abafada, dessa vez por suas próprias mãos e sua buceta parecia moder meu pau cada contração que ela sofria por causa do orgasmo, e isso foi o bastante para me fazer explodir também. Forcei tanto meu pau pra dentro dela que avancei mais alguns centímetros, e toquei na entrada do seu útero e foi ali mesmo que eu despejei um rio de porra. Não sabia se ela já tinha idade pra engravidar, mas isso era a última coisa que passaria pela minha cabeça naquele momento, o que eu sentia era êxtase total e completo. Dessa vez não foi só ela, nós dois amolecemos, ainda engatados naquela posição. Respiravamos de maneira ofegante e havia muito suor em nosso corpos. Aos poucos meu pau foi amolecendo e escapou de dentro da buceta dela, deixando um buraco que eu tive que admirar por alguns segundos de perto, estava achando linda a imagem daquela buceta que a poucos instantes era virgem, agora arrombada e vazando sêmen misturado com sangue. Olhei para meu relógio de pulso e notei que estávamos ali a muito tempo, disse que era melhor nos apressarmos e voltarmos para a festa antes que dessem pela nossa falta. Enquanto nos vestiamos e nos arrumava-mos para não ficar tão evidente que acabamos de sair de uma foda, me apresentei a ela e ela também me disse seu nome, se chamava Amanda e realmente tinha só 11 anos mas parecia ter menos, nessa hora minha consciência pesou um pouco mas eu não estava nem ai, já tinha feito e tinha adorado cada parte.
Voltamos pra festa e foi cada um pro seu lado. Com sorte ninguém notou nada de estranho ou errado, eu havia me safado desa ileso, fiquei escondido tempo o bastante para Solange ir embora e ainda tive uma das melhores fodas da minha vida com uma novinha Tarada e Safada.
Mas quando eu menos esperava a Amanda vinha caminhando até a mesa da minha família acompanhada de uma mulher que parecia ser sua mãe, na hora eu gelei, pensei "puts, a menina abriu o bico", mas não era nada disso, na verdade a mãe de Amanda, Fenanda, era uma ex colega de classe da minha mãe e costumavam ser muito amigas na infância. Amanda e a mãe se sentaram na nossa mesa e enquanto Fernanda conversa com minha mãe, eu e Amanda fingiamos não nos conhecermos, mas de vez em quando olhavamos um para o outro quando ninguém estava prestando atenção e dávamos um sorriso safado.
Talvez essa amizade das nossas mães fosse abrir as portas para mais coisas com Amanda.




Espero que tenha gostado, não se esqueça de avaliar. Da próxima vez eu conto como foi a continuação dessa história.



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.