"Os mais excitantes contos eróticos"


A cunhada do meu primo - 2


autor: Publicitario45
publicado em: 07/03/16
categoria: hetero
leituras: 3539
ver notas
Fonte: maior > menor


Foi durante a massagem que Laura se rendeu e acabou gozando nos meus dedos. Como relatei no ultimo conto, Laura é casada com um policial em BH, veio com meu primo e a esposa dele passar o feriado da Semana Santa na minha casa, aqui no Espirito Santo.

Tudo começou om a exposição exagerada no sol. Laura que tem a pele branca, ficou muito queimada e acabou não indo na praia no dia seguinte. Ofereci uma massagem que foi ficando cada vez mais quente e eu acabei tocando-a e levando-a a um orgasmo. Não transamos e Laura saiu d quarto totalmente atordoada e com vergonha pelo ocorrido. Após o banho, ela se trancou no quarto e ficou lá até o resto da família retornar da praia. A noite, sentamos, conversamos na sala e Laura sequer me olhava, talvez por vergonha, quem sabe por raiva ou até então por medo.

Acabamos pedindo uma pizza e abrimos um vinho e jogar conversa fora. Meu primo e a esposa que são mais chegados a uma cerveja, não compartilharam da nossa bebida, mas eu e Laura acabamos bebendo uma garrafa enquanto saboreávamos uma pizza. Percebi ao longo da noite que Laura foi baixando a guarda, já me olhava diretamente nos olhos e foi ficando mais solta. Meu primo foi o primeiro a dormir, o filho em seguida e na sala ficamos os três, eu, Laura e a esposa do meu primo

Como praia cansa, ela acabou indo e Laura tomou mais uma taça de vinho, se despediu de mim com um beijo no rosto e foi deitar. Eu ainda fiquei na sala tomando o que ainda tinha na minha taça. Assim que terminei, fui levar a garrafa para a cozinha e ouvi barulho no chuveiro. Alguém estava tomando banho, achei até que era o meu primo e então fui para a cozinha terminar de lavar as coisas. Apesar de ser solteiro, detesto as coisas fora do lugar e sujeira pela casa.

Não demorou muito a porta do banheiro abriu, ouvi passos no corredor e quando olhei pra trás era Laura. Nossa! Ela estava linda. Usava uma camisola preta, longa e com partes rendadas. Por sem longa como um vestido, o tecido fino contornava bem as suas curvas deixando seu corpo ainda mais bonito. Ela se aproximou, me deu uma beijo no rosto, me deu boa noite e foi caminhando pro quarto. Seu corpo exalava um cheiro bom de creme hidratante.

Depois que terminei de limpar tudo, fui direto pro meu quarto. Peguei um short de dormir bem folgado e fui tomar banho. De repente o telefone vibra, sinal de mensagem. Mais uma vez e outras mensagens foram chegando. Assim que sai do box fui ver e eram todas da Laura.

- Ainda acordado?
- Sim, estava no banho.
- Estou sem sono. Acho que foi o vinho?
- Quer conversar?
- Talvez.
- Porque talvez?
- Estou sem graça com o que aconteceu hoje. Eu nunca tinha feito isso. Nunca um homem me tocou além do meu marido.
- E ai..
- Estou com medo. É estranho, mas gostei
- Vem pra cá.
- vamos apenas conversar, certo?
- Vem, to te esperando.

Laura demorou cinco minutos. Acho que ela gastou este tempo pensando se deveria ir ou não no meu quarto, afinal de contas, ela era casada, a irmã dela estava do lado e meu primo era seu melhor amigo na polícia. Muita coisa junto para uma noite só.

O quarto já estava gelado devido ao ar condicionado. A luz estava apagada e apenas um abajour iluminava o ambiente. Eu estava debaixo do edredom (Mania de gelar o quarto e cobrir, quem não tem?) e a porta se abriu bem lentamente.
Laura entrou descalça, meio que na ponta dos pés. Sentou-se na beira da cama e começamos a conversar.

- Voce demorou.
- Estava criando coragem.
- Imaginei.
- Esta arrependida?
- Não. Medo é a palavra certa.
- Medo do seu marido?
- Não, pior, medo de mim. Gostei de sentir você me tocando, suas mãos, seus dedos... eu gozei nos dedos de outro homem. Isso é novo pra mim.
- Entendo. E o que pensa em fazer?
- Não sei. Nossa, aqui esta frio.
- Quer que eu desligue o ar?
- Não precisa.
- Deita aqui, seus braços estão arrepiados.
- Voce promete se comportar?
- Se você se comportar, eu me comporto.

Laura sorriu e deitou-se ao meu lado debaixo do edredom. Ficamos frente a frente, um olhando nos olhos do outro. Laura me contou que tinha recebido uma educação severa dos pais, namorou apenas dois homens sendo que um deles era o seu marido, um cara frio, machista e que nunca havia se preocupado com o prazer dela na cama. A conversa foi sempre em cima disso. Laura tentava manter o controle e a distancia, mas seus olhos brilhavam, sua respiração estava descontrolada. Em um determinado momento Laura virou o corpo me dando as costas e eu resolvi dar uma cartada final.

- Posso te abraçar?
- Unhum – respondeu ela com a cabeça.

Aproximei meu corpo do dela e nos encostamos. Eu já estava excitado desde a hora do banho. O tecido fino da longa camisola dela só fez piorar e Laura respirou mais fundo quando nos tocamos. Achei que ela ia recuar mas ela ajeitou o corpo encostando sua bunda no meu pau. Passei minhas mãos em torno da sua cintura e senti que não havia nada embaixo daquela camisola. Seu cabelo estava perfumado e quando eu elogiei ela se aconchegou entre meu braços. Não resisti e aproximei meu rosto da sua nuca e ela tremeu. Fiz um pouco mais de pressão e a trouxe para mais perto e ela apenas sussurrou –
Voce faz com carinho?

Ao responder que sim, Laura se levantou, abriu a porta e se certificou que todos estava dormindo no quarto ao lado. Deu para ouvir o ronco do meu primo e ela retornou, desta vez trancando a porta do quarto. Joguei o edredom no chão e Laura veio por cima de mim. Nossas bocas se colaram pela primeira vez. Ela puxou o tecido fino e abriu as pernas, se colocando por cima do meu corpo.

Entre meu pau e sua boceta já ensopada apenas o tecido do meu short. Laura se mexia como se já quisesse gozar, minhas mãos deslizavam pelo tecido da camisola preta, aos poucos fui retirando ate que ela ficasse completamente nua.

Virei meu corpo me colocando por cima dela, beijei sua boca, desci pelo pescoço, beijei seus seios alternadamente, desci pela barriga sentindo sua pele arrepiar a cada toque. Passei pela virilha, beijei as pernas, as coxas, os pés, virei seu corpo deixando-a de bundinha pra cima e fiz todo o caminho de volta. Beijei suas costas e Laura gemeu, pediu que eu a penetrasse mas eu não tinha a menor pressa. Cheguei até a sua nuca, mordi sua orelha e ela empinava a bunda pedindo silenciosamente que a comesse logo.

Laura estava tesa. Abri suas pernas e vi uma roda de mel no lençol da minha cama. Já tinha escorrido muito mel e eu cai de boca. Parecia que Laura nunca tinha sido chupada. Um travesseiro abafou seu primeiro orgasmo e como é bom fazer uma mulher casada gozar tão rápido. Seu corpo tremia, espasmos, ondas de choque percorriam seu corpo. Ouro gozo e ais mel sendo sugado pela minha boca.

Me ajoelhei na cama e fiquei olhando fixamente Laura desacelerar sua respiração. Com as mãos ela me puxou ao encontro dela, abriu as pernas, me beijou a boca enquanto com uma das mãos ela guiou meu pau em direção a sua boceta. Sim, tipo papai e mamãe. Laura tinha que se acostumar com a ideia de trair o único homem da vida dela, então paciência era a palavra do dia.

Quando meu pau entrou quem tremeu foi eu. Boceta quente, melada, apertada, depilada e com uma fome impressionante. Laura se mexia debaixo do meu corpo com vontade. Movimentos circulares faziam com que meu pau entrasse inteiro e saísse deixando apenas a cabeça lá dentro. Pedi que ela cavalgasse em mim e ela aceitou. Nos viramos na cama sem o pau sair de dentro e ela se pôs a rebolar com uma velocidade incrível. Naquele momento de mais um orgasmo, Laura queria tudo, menos carinho. Apertei seus com as duas mãos e ela gozou de novo. Seu corpo arriou em cima de mim. Senti seu coração bater acelerado, parecia que ia sair da boca, mas eu ainda não tinha gozado.

Deitei seu corpo de lado, abri suas pernas e a penetrei na xaninha por trás. Com uma das mãos Laura segurava na minha bunda como se quisesse evitar que meu pau saísse. Começamos um movimento mais rápido, ela meteu um dos meus dedos na boca e começou a chupa-lo, talvez tentando evitar um gemido mais alto. Acelerei o movimento e gozei, Laura veio junto comigo e gozamos juntos.

Continuamos abraçados, quietos e nenhuma palavra foi dita. No resto do apartamento o silencio reinava. Alguns minutos depois Laura virou o corpo, meu pau ainda mole saiu e a porra alojada dentro da sua boceta escorreu.

Com uma das mãos ela tocou meu pau. Me olhou fixamente enquanto me punhetava e perguntou se podia. Ao acenar que sim, Laura se colocou de quatro na cama e caiu de boca no meu pau. Chupou cada centímetro da minha rola, limou toda mistura de mel e porra que ainda estava ali. Sua boca er atrevida, parecia que ela nunca havia chupado uma rola. Lambeu meu saco, mordeu a cabeça, chupou, esfregou meu pau na sua cara e me engoliu inteiro me fazendo gozar na sua boca. Depois de sorver todo meu leite, Laura se levantou, tomou um banho no meu banheiro e se despediu de mim com um beijo.

No dia seguinte levantei cedo. Laura estava na varanda tomando café, me entregou um bilhete do meu primo onde se lia: Estamos em Jacaraipe.

Retornaremos no final do dia.

Assim, eu e Laura ganhamos mais um dia. O apartamento era só nosso.






ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.