"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Beth - a primeira transa


autor: Publicitario45
publicado em: 07/03/16
categoria: hetero
leituras: 3243
ver notas
Fonte: maior > menor


Quando contei pro Fernando que estava com Beth ele riu, não, na verdade ele deu uma gargalhada. Pediu provas e eu não as tinha, aliás, tinha, o gosto do beijo dela, o gosto de café com uísque ainda passeava pela minha boca.

Conversamos e ele apenas mandou que eu tomasse cuidado, podia ser perigoso, uma mulher rica casada com um cara rico poderia virar problema na minha vida.

Mas eu não estava nem ai.

No dia seguinte, Beth me ligou de novo. A secretaria da agencia já fazia piadinhas a respeito das ligações e numa destas ela me convidou para ir até o seu escritório, situado no Centro de Vitoria. Sai da agencia e segui direto pra lá.

O prédio já estava praticamente vazio e o porteiro liberou minha entrada. Como Beth era promotora de justiça de manha e tinha um escritório onde trabalhava a tarde, parecia normal ela receber a visita de um homem naquele horário, certamente o porteiro achou que eu era cliente.

Subi até o oitavo andar e a porta estava aberta. Mais uma vez me surpreendi com a elegância de Beth. Um vestido cinza escuro, tipo grafiti, mias escuras, salto alto e como estava muito frio, um lenço enrolado no pescoço, uma espécie de echarpe.

Entrei e ela veio com dois copos nãos mãos,

- Uisque?
- Sim, obrigado.

Ela me entregou o copo, tomou um generoso gole e veio com a sua boca molhada do mais puro malte em direção a minha. Aquela energia toda da noite anterior começa a voltar a tona. Beth colocou seu copo na mesa e se enroscou no meu pescoço. Bebi minha dose num gole só e começamos tudo de novo.

Beth tirou meu blazer, desabotoou a minha camisa e caiu de boca no meu peito. Respirou fundo e disse que adorava meu cheiro. Suas mãos atrevidas percorriam por cima da minha calça jeans apertando com certa força o meu pau que a esta altura latejava de dor.

No canto da sala tinha um sofá de couro branco, grande, confortável. Uma mesa no outro canto tinha um lustre que permitia a sala ficar com um ar mais intimista. Enquanto Beth me despia eu fazia a mesma coisa com ela. Sutilmente eu tirava cada pedacinho de roupa e para cada pedaço de roupa que ia ao chão eu enchia de beijos, lambidas e mordidas. Beth não era do tipo de mulher escandalosa. Gemia baixinho, demonstrava seu prazer através de uma respiração mais intensa, arranhões na minha pele e algumas mordidas. Assim que tirei seu vestido puder ter noção do tamanho da mulher que tinha em minhas mãos. A musculação e as corridas na praia lhe deram músculos, nada exagerado, mas que torneavam as suas pernas. Apenas de calcinha, meias três quartos, salto alto e um echarpe enrolado no pescoço, colei meu corpo no dela e fomos caminhando ate a janela da sua sala. A vista para a baía de Vitoria seria a nossa cumplice.

- Quero você aqui
- Voce é louco?
- Aqui, fica quieta.

Beth consentiu. Abriu as pernas quando sentiu minhas mãos tocarem seu sexo por cima da calcinha rendada. Abaixei meu corpo e cai de boca na sua boceta que ainda estava coberta pelo tecido delicado da lingerie. Mordisquei, alisei suas pernas, apertei sua bunda, deslizei minhas mãos pela sua barriga até tocar seus seios médios e rijos. Beth estava entregue, era minha e naquele momento eu poderia fazer tudo que eu quisesse e eu queria tudo. Seu corpo tremia, por nervosismo da nossa primeira vez e por tesão. Mulher de 36 anos tem fogo e o que ela queria era simples: ser bem comida.

Coloquei sua calcinha de lado e senti a ponta do seu salto no meu ombro, desta forma, as pernas dela se abriram ainda mais, um fio de baba branca e densa escorria de dentro do seu sexo e o primeiro gemido veio quando eu toquei seu grelo com a ponta da língua. Beth gemeu, estremeceu o corpo inteiro, respirou fundo e ao sentir que eu tinha afastado minha boca da sua boceta me puxou pelo cabelos e ordenou – me chupa.

Ordem dada por uma mulher assim não se discute, a gente vai lá e obedece. Sem deixa-la sair de onde estava, chupei, mordi seu grelo inúmeras vezes, penetrei sua boceta com um dedo e senti meus cabelos repuxarem quando veio seu primeiro gozo. Beth rebolou na minha boca como se estivesse procurando uma forma de intensificar ainda mais seu gozo.

Me levantei e com a boca melada beijei sua boca. Me livrei da calça, das meias, do sapato e da cueca que ainda insistia em habitar meu corpo. Beth abaixou o corpo, segurou meu pau enquanto me olhava com cara de gata sedenta. Num gesto rápido abocanhou meu pau e chupou com uma voracidade incrível. A outra mãos massageava meu saco, arranhava minhas coxas, arranhava minha barriga deixando o rastro das suas unhas. Era como se ela estivesse marcando território, avisando que daquele dia em diante aquele espaço era dela.

Puxei seus cabelos para que ela parasse de me chupar. Naquele ritmo eu ia acabar gozando na sua boca, não que isso fosse problema, mas eu queria a boceta.

Virei seu corpo, ela entendeu, apoiou na parede com as duas mãos e abriu ainda mais as cortinas. Ela queria ver o mundo enquanto eu a comia. Pincelei o pau na porta da boceta e senti uma temperatura acima do normal. Seu sexo exalava calor, parecia um bafo quente saindo de sento da sua fenda melada.

Meti a cabeça e ela ergueu o corpo, empinou a bunda como um pedido pra eu come-la com toda força possível. As estocadas foram crescendo, o som dos nossos corpos em atrito parecia uma serie de tapas na sua bunda. Beth tentava dizer algumas coisas mas sua voz tremula era irreconhecível. O suor escorria na sua testa, nas suas costas, o melado da boceta lubirifcava meu pau e pingava no chão da sala.

Minhas mãos a pendiam no canto da parede, seu corpo era dominado por mim, uma mão na cintura e outra enrolada nos cabelos me davam a certeza que ela não sairia dali até que eu permitisse. Com 25 anos e energia de sobra as estocadas cada vez mais fortes continuavam e Beth gozou mais uma vez ficando comas pernas moles, seu corpo bambeou e eu a amparei.

Sentamos no sofá branco e seu corpo brilhava de suor. Sua respiração era lenta, parecia casada. Seu rosto estava escrito “Gozei gozei, gozei” e eu, queria mais.
Foi então que Beth pediu que eu deitasse no sofá. Obedeci e ela veio por cima, pediu apenas que eu ficasse parado, sem mexer em hipótese alguma.

Beth então veio por cima de mim, sentou no meu pau mas não cavalgou. Ela praticamente se deitou por cima do meu corpo e começou a se mexer. Era como se ela estivesse se esfregando num boneco inflável. Sua boceta cada vez mais molhava me molhava e seu mel escorria pelo meu saco e entre minhas pernas.

O calor da sua boceta parecia aumentar junto com o ritmo dos seus movimentos. Meu corpo esquentou, senti meu tesão aumentando e o orgasmos chegando, avisei que ia gozar e ela continuou, entendi que poderia encher sua boceta de leite quente e fiquei ali, do jeito que ela pediu e quando eu gozo explodiu eu grudei no seu corpo, gemi mais alto do que ela e dei umas estocadas com o corpo por baixo dela.

Esta foi nossa primeira transa. Eu e Beth namoramos as escondidas por um ano e meio. Abigail e Fernando sabiam de tudo.

Nosso “namoro” terminou quando o tesão acabou, acho que entre a gente era só sexo. Vivemos tudo que tinhamos que viver, transamos onde deu vontade, realizamos todas as nossas fantasias e quem sabe qualquer dia eu conte todas elas pra voces.

Espero que tenham gostado. Beijos a todos e obrigado pelos elogios.





ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.