"Os mais excitantes contos eróticos"


Vizinha Coroa e safada


autor: EnzoLopes
publicado em: 12/03/16
categoria: hetero
leituras: 10239
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Fonte: maior > menor



A minha vizinha, coroa, de porta de apartamento era muito séria,
chegando a ser chata, apesar de ter um belo corpo. Sempre usava um
justos vestidos e hoje não foi diferente. Devia ter uns quarenta e
poucos anos, magrinha, com canelas finas mas pernas bem torneadas, com
seios de silicone, cintura fina e uma bela bunda avantajada. Hoje esta
estava usando um vestido azul até os joelhos. De tão justo, mal dava
passos largos. Morena, de lindos e soltos cabelos encaracolados até a
cintura, com saltos altos, deixando-a sensual.
Como morávamos no décimo quinto andar e o elevador era bem lento,
percebi que ela estava cheia de compras. Seu marido, que parecia seu
avô, tinha deixado as compras no porta do elevador, lá na garagem. Como
desculpa, fui levar o lixo para fora e ao vê-la de costas, com sacolas
numa mão e tentando abrir a porta do apartamento, pude ver suas belas
curvas.
-Bom dia, precisa de ajuda?
Ela me olhou rapidamente, com as sacolas caindo e eu a ajudei, tomando
suas sacolas da mão e segurando, enquanto ela abria o apartamento.
-Ai moço, obrigada. -Nossa, o senhor me ajuda? -Eu tenho mais algumas
sacolas lá na garagem.
-Sem problema, somos vizinhos e costumamos ajudar uns aos outros.
Seus olhos eram castanhos claros e seu rosto mostrava a sua idade e seus
finos lábios tremeram ao ver na sua frente, um morenos claro, de 1,90
com uma camiseta folgada, mas se demorou para olhar meus braços fortes.
Estava de calça moletom e minha rola estava soltinha, pois havia tirado
minha cueca, só para esta ocasião. Gosto de fixar meus olhos nas
mulheres, para deixá-las sem graça, mas Marisa, que se apresentou quando
estávamos dentro do elevador, também me olhava fixamente.
Chegando na garagem, peguei todos as sacolas e os colquei dentro do
elevador de serviço, assim como o botijão de gás. O espaço ficou
apertado e disse que ela poderia pegar o elevador social, mas ela disse
que não haveria problema, ainda bem. Quando ela entrou, ficando de
costas para mim, cheguei mais perto, pois sabia que o elevador dava umas
saculejadas, enquanto subia, o que não demorou muito. Na primeira
saculejada, a dei uma encoxada de leve. Ela virou seu rosto e me olhou
nos olhos, dando um sorrisinho safado.
Aquele olhar e sorriso, me fizeram ficar de pau duro. Me surpreendi
quando ela deu mais um passo para trás. Sua bunda se alojou no meu
cacete duro e ela começou a subir levemente sua bunda, bem devagar.
Minha respiração aumentou e minha vontade era de fodê-la ali mesmo,
dentro do elevador. Seu telefone tocou e quando atendeu, era o seu
marido, mas mesmo assim, ela não parou de "brincar". Sua bunda ia para
cima e para baixo, pressionando forte minha rola, que dentro da calça já
me incomodava.
Quando o elevador chegou no andar, desligando o celular e antes de ela
abrir a porta, olhou novamente para mim e falou que tínhamos no máximo
cinco minutos, pois o mariado estava voltando. Meu coração acelerou
quando aquela coroa disse aquilo. Mais do que rapidamente, peguei as
compas e empurrei o butijão até a porta dela. Quase jogando suas compras
no chão da cozinha, voltei para pergar o botijão, enquanto ela fechou a
porta, atrás de mim.
Coloquei o botijão na cozinha, enquanto ela colocou sua bolsa em cima da
mesa, na cozinha. Seu vestido justo, de mangas compridas e sem decotes,
ficou ainda mais esticado, quando ela inclinou seu corpo em cima da
mesa, me olhando com cara de putinha. Queria brincar por mais tempo com
ela, mas tempo era o que não tínhamos. Ela então empinou seu rabo e mais
do que depressa, levantei seu vestido até a sua cintura com as minhas
mãos, que estavam tremendo de tanto tesão.
Tirei minha calça, que caiu aos meus pés. Afastei delicadamente sua
calcinha e pude ver sua velha buceta, com os lábios grandes meio soltos.
O cheiro de buceta espalhou-se pela cozinha. Agarrei sua cintura e
enfiei minha rola dura dentro dela. A buceta estava molhadinha, o que
facilitou a penetração, enquanto ela soltou um grito de prazer. Tapei
sua boca e puxava forte seus cabelos. Socando rapidamente e com força, a
mesa começou a andar. Ela gemia e gritava para que eu metesse mais
forte. Aquela xaninha era tão gostosa, que me fez gozar como um louco
dentro dela, mas continuava a meter. Minha porra se misturou com a dela,
que escorria por suas pernas. Ouvimos o elevador subindo e nas minhas
últimas metidas, as que iam até o final, nos fez gemer e gozar com o
máximo de prazer.
Quando o elevador parou, nos arrumamos depressa, enquanto ela sugeriu
que eu trocasse os bujões, enquanto ela se limpava no banheiro. A porta
do apartamento se abriu na chave, enquanto eu já tirava o botijão vazio.
Marisa gritou lá do banheiro, me apresentando para o marido, dizendo que
eu havia ajudado a carregar as compras. Ele, todo educado, me agradeceu
e ainda me ajudou com o botijão. Saí sem ver Marisa, que se despidiu de
dentro do quarto eu acho.
Ao entrar no meu apartamento, fui tomar um banho, pois havia ficado com
o cheiro dela em mim, por isso a minha pressa em sair daquele
apartamento. Quando saí do banho, percebi que havia um bilhete, embaixo
da porta da entrada. Abri e vi uma nota de cem reais caindo e o recado
da minha vizinha, Marisa, me agradecendo pela "ajuda". Me senti um puto,
mas gostei daquela atitude. No bilhete, ela disse que precisava da minha
ajuda na quarta-feira, pois seu marido iria assistir um jogo com os
amigos no bar e ela precisava de alguém forte para ajudá-la... na
cozinha.



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