"Os mais excitantes contos eróticos"


Beth – eu, ela e a outra


autor: Publicitario45
publicado em: 14/03/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Meu relacionamento com Beth estava cada vez melhor apesar da diferença de idade entre a gente e ela ser uma mulher casada. A gente transava pelo menos três vezes na semana e não tinha essa de marcar hora não. Quando o tesão vinha e gente dava um jeito.

Um dia, depois de treparmos num motel aqui em Vila Velha, Beth me disse que havia comprado um apartamento em Itapoã, e lá seria o nosso local de encontro, já que ninguém sabia dele. Apenas eu.

Depois do negocio fechado, ajudei Beth a decorar o apartamento e depois de tudo pronto fomos estreia-lo na enorme cama de casal que tinha na suíte máster. Depois de passarmos a tarde lá, Beth e eu começamos a conversar sobre sexo, fantasias entre outras coisas e foi ai que descobri que ela nunca tinha beijado uma mulher e esta vontade era latente e constante mesmo depois de casada. Durante a conversa, combinamos de arrumar uma pessoa para o nosso segundo ménage, desta vez, teríamos a companhia de uma menina, linda, loira, novinha, do jeito que ela pediu.

Beth com seus 36 anos, casada, independente, mãe de uma adolescente e eu com 26 anos, solteiro, ambos atrás da parceira perfeita até que conheci Natasha, mas que pediu que eu a chamasse de Nat. Loira, alta, olhos azuis, boca pequena, corpo pra lá de provocante. Nat era dançarina de um grupo de musica baiana, era amiga e cliente do meu irmão. Quando a conheci numa boate acabamos ficando juntos e quando eu falei de Beth ela custou a acreditar em tudo, até que eu disse que ela queria experimentar um ménage feminino, Nat riu e topou na hora. Menina nova, espirito aventureiro e muito gostosa seria a pessoa ideal, desde que Beth topasse.

No dia seguinte liguei cedo pra Beth e contei sobre meu achado. Incialmente ela se aborreceu com o fato de ter rolado uns amassos com a menina, mas, no final da conversa ela topou sentar e conversar. O local, seria no apartamento dela, aquele mesmo que eu ajudei a decorar.

Dia e hora marcado lá fui eu. Cheguei primeiro e Beth logo depois. Não estava com uma cara muito boa e eu logo tratei de esclarecer alguns pontos.

- Se você não quer avisa que eu desmarco. Não to nem um pouco afimde fazer papel de bobo.
- Eu quero, mas você tinha que ter ficado com a menina?
- Tinha. Conheci, gostei e ficamos. Voce levou um ex seu pro nosso ménage e eu reclamei?
- Não.
- Então pronto. Pensa bem se você quer mesmo, caso não queira, eu desço e já dispenso a menina na portaria.
- Vou tomar um banho pra me acalmar. Recebe a menina, serve uma bebida pra ela e eu já volto.

Minutos depois o interfone toca, era a Nat. Autorizei a sua entrada e em poucos minutos ela tocou a campainha. Abri a porta e me espantei com tanta beleza.

Nat estava vestindo uma calça de couro preta, bota com salto alto e bico fino, um top rendado por debaixo de uma jaqueta de couro preta. A maquiagem faziam seus olhos azuis brilharem ainda mais e a boca gritava diante de um batom vermelho. Seu perfume invadiu a casa e logo depois já estávamos sentados no sofá maior conversando.

Beth terminou seu banho, vestiu um vestido vermelho curto tecido bem leve. Seus cabelos estavam molhados e seu perfume também invadiu a sala como se quisesse disputar espaço com o cheiro da nossa convidada.

Quando apresentei Nat a Beth, ela se aproximou da loirinha e lhe deu um beijo leve, porém demorado no rosto.

- Nossa, você é linda mesmo.
- Voce também, linda e cheirosa.

Trocaram elogios, falaram das expectativas e eu ali, assistindo a tudo enquanto observava as duas secarem uma garrafa de vodka. Beth foi se soltando e incentivou Nat a tirar a jaqueta de couro ficando apenas de top rendando e calça de couro preta. Eu sozinho num sofá assistia a química entre as duas crescer a cada segundo. Riam, se tocavam, Beth acariciava os cabelos loiros de Nat e Nat devolvia a gentileza.

Meu pau, bem este já gritava debaixo da calça jeans. Nat percebeu e fez um comentário maldoso e cheio de ironias, eu ri e devolvi dizendo que se elas conversando já tinha me deixado teso, imagina quando se beijasse.

- Quer ver? Perguntou Beth.
- Quero.

Beth se aproximou de Nat, a puxou pela nuca e os lábios das duas se encontraram. O beijo foi rápido, meio tímido, mas Nat tratou de tomar as rédeas e puxou Beth em sua direção a beijando com volúpia desta vez.

Com os lábios colados, as mãos se entrelaçando, Nat começou a explorar cada centímetro do corpo da Beth. suas mãos percorriam por cima do tecido leve e tocavam as pernas da Beth. De onde eu estava eu via a pele das duas se arrepiando. Dos lábios para o pescoço, depois orelha, seios barriga e tudo mais.

Peças de roupas iam caindo ao chão, Beth já estava só de calcinha branca, minúscula, rendada e tipo fio dental. Nat ainda estava de bota e calça mas Beth tratou de se livrar das roupas de nossa amiga a deixando apenas de calcinha preta.

Os dedos massageavam os grelos das duas, as respirações estavam ofegantes, as bocas sedentas e um sessenta e nove maravilhoso começou a ganhar forma na minha frente. Beth foi a primeira a gozar e eu sugeri que fossemos pro quarto.

Chegando diante da cama de casal do quarto maior, tranquei a porá, fechei as janelas, as cortinas e liguei o ar condicionado.

Enquanto eu fazia tudo isso, Beth e Nat estava se beijando loucamente na cama, as duas completamente nuas na minha frente. Um sonho de consumo de qualquer jovem de 26 anos. Uma loira linda, novinha sendo devorada por uma morena casada de 36 anos mas com corpinho de 20.

Me sentei no sofá que tinha no quarto e comecei a assistira tudo. As bocas se desgrudaram e foram em direção as xaninhas, meladas, depiladas, perfumadas e sedentas. Nat foi por baixo e Beth por cima. De onde eu estava via as línguas trabalhando incessantemente uma no grelo da outra. Gemidos, sussurros e tapas na bunda ecoavam no quarto.

Não resistindo a cena, fui atrás de Bet que estava por cima de Nat e ci de boca no seu cuzinho enquanto nossa amiga chupava o grelo dela. Beth urrou, arfou, buscou ar onde não tinha e gozou intensamente. Mudei de posição e fui pra frente dela, beijei seus lábios com gosto da boceta da Nat e depois passei a chupa-la enquanto Beth recupearava o ar. Nat rebolou e esfregou a xana na minha cara até gozar. Em seguida, retornei pro meu lugar e sentei no sofá, completamente nu e com o pau pulsando de tanto tesão.

Beth e Nat ficaram beijando e trocando caricias enquanto cochichavam na cama. Meu pau ali, duro, doendo de tanto tesão. As duas riram e vieram caminhando em minha direção, lentamente, como duas gatas no cio. Beth e Nat ajoelharam na minha frente, perguntaram se eu queria participar da festa, respondi que sim e elas me informaram que teria que ser do jeito delas.

De armador da festa virei a vitima. Me amarraram na cama, braços acima da cabeça e os pés amarrados em cada ponta da cabeça. Parecia que eu ia ser crucificado naquela posição. Beth foi ate a sala e trouxe um balde de gelo, uma garrafa de vodka que já estava aberta. Com uma das mãos colocou gelo na boca e veio me castigando. Eu não gemia, eu urrava. O contato com a pedra gelada e o seu hálito quente na minha pele era algo magico. Nat seguiu Beth nas crueldades e com uma pedra de gelo dentro da boca chupou meu pau até que a pedra derretesse. Depois girou seu corpo e sentou na minha cara, esfregava o grelo na minha boca e quando eu começava a chupa-la ela saia me deixando mais louco de tesão ainda. Beth sentou no meu pau e a mudança de temperatura me levou ao céu. As duas se beijavam, rebolavam ora na minha cara ora na minha pica, paravam, me punhetavam ou apenas me deixavam ali assistindo as duas atracada uma na outra.

De repente Beth pegou um vidro de gel, passou no meu pau e direcionou a cabeça pro seu cuzinho. Sentou e foi engolindo a minha vara vagarosamente até o talo enquanto Nat chupava seu grelo. Beth pediu que eu a comesse mesmo estando completamente amarrado. Começamos então uma trepada frenética, eu por baixo comendo o cuzinho de Beth enquanto Nat chupava seu grelo. Não demorou muito e veio o seu orgasmo. Então as duas se alternaram. Nat começou a chupar meu pau enquanto se colocava de quatro para que Beth a chupasse por trás. Meu pau latejava, eu implorava para alguém me fazer gozar.
Nat então sentou na minha pica, sua boceta era quente, apertada, gulosa, ficava me mordendo. Rebolou, quicou, subiu e desceu no meu pau e quando eu anunciei que ia gozar ela saiu de cima e caiu de boca, bebeu parte da minha porra, cedeu o restante pra Beth que fez questão de lamber até as gostas que tinham caído na minha barriga.

Depois elas me soltaram e por bom comportamento ganhei o direito de comer as duas enquanto uma chupava a outra. Gozei mais duas vezes e cai exausto na cama de casal. As duas ainda continuaram a brincadeira e depois adormecemos os três.

Assim foi o nosso segundo ménage. Com a Nat nós ainda transamos algumas vezes. Um dia eu conto, prometo.





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