"Os mais excitantes contos eróticos"


No Banheiro de trabalho.


autor: Marcio_Becker
publicado em: 28/03/16
categoria: gays
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Se trata de um relato verídico. Estava no final do expediente do escritório na empresa onde trabalho, quase 17:00 h da tarde e como sempre faço, vou ao banheiro dar uma mijada e ver o que está rolando no whatsapp. Entrei numa das cabines do banheiro, me sentei calmamente para mijar. Quando eu olho pro chão do banheiro que é de um piso muito reflexivo de granito, vejo a imagem de um cara em pé de frente ao vaso batendo uma punheta. O vão entre as cabines permitia ver o reflexo do outro lado. Caramba, no início achei bem engraçado, pensei, puxa, o cara deve estar com um tremendo tesão, mas aquilo depois me excitou. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo, pois sou casado, branco, e heterossexual, nunca passei por uma experiência daquela de sentir tesão vendo um homem se masturbando. Mas não me importei. Dava para ver perfeitamente o que ele estava fazendo com a calça toda arriada e seu membro parecia ser bem grande pelo movimento da mão. Com isso comecei alisar meu pau e a bater uma punheta sentado no vaso. Ele pareceu ter visto o que eu estava fazendo e acelerou o movimento da punheta me deixando com muito tesão, parecia que ele ia gozar logo. Pensei, puxa que desperdício, resolvi me arriscar, fiquei com medo, pois não sabia qual seria sua reação mas perguntei assim mesmo se ele queria que eu fizesse a punheta nele. Ele imediatamente parou, não me respondeu nada, caraca, achei que ele iria me xingar e me ofender de tudo quanto é nome. De repente ele se ajoelhou e agachou entre o vão das cabines e pude ver o seu pinto que era enorme e grosso. Ele era negro. Meu coração disparou, me agachei também e toquei seu pênis que latejava de tão duro. Peguei o com a mão direita que mal dava para segurar totalmente de tão volumoso e comecei a punhetar. O local em que estávamos não dava muito jeito, a cabine era apertada. Também fiquei com medo de que alguém chegasse no banheiro naquele momento e achei que daria para ver o que estávamos fazendo. Me toquei que no banheiro da empresa tinha uma cabine dos cadeirantes que era um banheiro isolado bem espaçoso com lavatório e eu já tinha usado. Falei com ele para irmos para lá e ele não disse uma palavra. Me levantei e me recompus, e fui para a cabine dos cadeirantes, fechei mas não tranquei a porta. Fiquei o esperando. Parecia uma eternidade, por um momento acreditei que ele desistira. Foi quando ele bateu na porta com força. Disse que não estava trancada. Meu coração estava a mil por hora. Quando ele entrou, vi que ele era um negro forte, jovem, talvez nem trinta anos, alto e bem musculoso, estava vestido de uniforme de trabalho. Me lembrei dele, pois era ele quem fazia a faxina do prédio todo e serviços de estiva. Não sei se ele me reconheceu. Eu estava sentado no vaso de calça arriada e ele se aproximou de mim, retirou os sapatos e em pé e abriu o zíper da calça que caiu no chão. O pau dele continuava ainda bem duro de tanto duro que estava estufado pra fora da cueca. Eu baixei a cueca dele e novamente comecei a masturba-lo e com a outra mão comecei a bater uma punheta. Ele não falava nada e começou a acariciar os meus cabelos claros. A medida que o ritmo da punheta intensificava, o seu pinto começou a ficar cada vez mais perto do meu rosto e ele se aproximava e puxava minha cabeça para mais perto do seu pau. Sentia o cheiro do seu sexo. Foi quando me ajoelhei e não resisti. Cai de boca de vez. Segurava seu pinto e chupava com força, mas mal cabia na minha boca. Saia um liquido salgado que eu sugava e sorvia como se fosse néctar dos deuses. Olhava para o seu rosto que se contorcia de tanto prazer e isso aumentava o meu prazer também. Percebi que a veia de seu pau começou a se dilatar e que a ejaculação seria inevitável, foi quando ele empurrou seu pênis mais pra dentro da minha garganta que quase me sufocou. Nessa hora veio o gozo, ele começou a me chamar de minha putinha, neguinha, viadinho me deixando louco. A porra jorrou com pressão dentro da minha garganta, que quase me engasguei, perdi a respiração, mas não desperdicei nada, engoli tudinho não deixando perder uma gota sequer. Com a ingestão de tanto sêmen e o seu gosto na minha boca, aumente o ritmo da minha punheta e gozei também com pau dele ainda gotejando esperma em minha boca. Mesmo depois de eu gozar, ainda fiquei sorvendo gota por gota que saia da sua cabeçona vermelha até secar e que vencido pela batalha do boquete, amoleceu. Ele me agradeceu e queria meu telefone, mas não dei, pedi o dele por cortesia, mas não salvei. Ele foi embora e fiquei ainda dentro do banheiro tentando entender toda aquela loucura. Fui na pia e escovei meus dentes, e pensando. Se descobrissem eu perderia o emprego, o casamento acabaria, seria um desastre. Que loucura eu tinha feito, ainda mais no local do trabalho. Mas se me perguntassem se eu faria tudo de novo, com certeza diria SIM. Só que a história não termina aqui, depois eu conto o restante.



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