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A professora deliciosa - 1ª p


autor: Pervertido
publicado em: 10/04/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


O nome dela era Érika. Professora de inglês na faculdade, ela era uma das mais novas por lá. Ela tinha somente 25 anos. Suas aulas eram boas, mas boas mesmo eram suas curvas. Sempre que ela ficava escrevendo no quadro, eu não sabia se anotava ou prestava atenção... na bunda dela. Calça jeans apertada, uma bunda de professora realmente gostosa. Eu tinha 20 anos, com meus hormônios queimando meu corpo, e a cada vez que olhava aquelas coxas e aquela bunda, o volume sob o zíper da minha calça ficava visível.

Um dia, depois da aula, pegamos o ônibus. Estávamos indo pra mesma cidade. Acontece que o ônibus estava cheio. Como eu era bom aluno seu, e éramos quase da mesma idade, nossa conversa fluia bem. Aproveitei que a viagem seria longa, e perguntei sobre coisas que não tinham a ver com a aula. O ônibus ia ficando mais cheio, e seguíamos em pé. Eu lutava pra me controlar, e não sair beijando aquela boca deliciosa. O cheiro da Érika era delicioso, ela transpirava sexo. Sexo safado. Entretanto, o contorno bem jovial do seu rosto contrastava com as formas selvagens do seu corpo, o que a deixava ainda mais irresistível. Eu a comia com os olhos, querendo comê-la pra valer, numa mesa, no chão, sala de aula, na cama.

Numa das paradas do ônibus, subiram mais seis pessoas. Érika e eu, obrigatoriamente, ficamos com os corpos mais perto... tão perto que minha coxa roçou firme na dela. De repente, para se desviar de uma braçada de outro passageiro, ela se virou, ficando de costas pra mim. Meu coração bateu mais forte, e sem eu querer, me aproveitando da lotação do ônibus, o tecido das nossas calças se encostaram... Érika ficou na mesma posição, se equilibrando, e conforme o ônibus ia andando, com freios e arrancadas, meu pau encostava e roçava bem na divisa da bunda deliciosa dela. Érika virava o rosto pra seguir conversando comigo, e enquanto eu respondia, minhas mãos suavam, meu corpo ficava ainda mais quente, a mil, sentindo meu pau roçando não somente na divisa da bunda dela, mas também na parte carnuda, de se morder. Eu não fazia esforço algum, deixava o movimento do ônibus tomar conta, deixando meu pau encostando e roçando na bunda da minha professora tão jovem e gostosa. Minha vontade era de comê-la ali mesmo, mas... ao mesmo tempo, estava querendo algo a mais. Eu queria amá-la, sutil e selvagemente. Queria beijar o pescoço dela, apertar os seios, beijar a cintura, a virilha, arrancar sua calcinha e fazer a Érika lamber o suor dela mesma, beijar a bucetinha, enfiar meu pau em todos os cantos dela, deixá-la de quatro e comê-la até não aguentar... Érika, que delícia, queria ser o seu namorado...

O ônibus começou a ficar menos cheio e Érika ficou, de novo, de lado. Nenhum sinal de que ela tivesse sentido... Eu estava me derretendo por dentro, e com a boca seca, lhe perguntei:

- Érika, você...?


[FIM DA PRIMEIRA PARTE. AGUARDEM A SEGUNDA] [FAÇAM SEUS COMENTÁRIOS]



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