"Os mais excitantes contos eróticos"

 

No cu não pega filho?


autor: Delute
publicado em: 09/05/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Ela veio até perto de mim, ficando sentada ao meu lado, eu sentia o perfume adocicado que exalava de seu corpo, fiquei meio sem jeito porque ela me olhava fixamente sem falar nada, olhei para ela e assenti com a cabeça como que perguntado o que ela queria.
- Pinto tem osso? Ela perguntou assim de uma só vez, meio que na lata, eu sorri estranhando a pergunta, mas tudo bem ela é uma adolescente, e talvez nunca tivesse visto um pinto, então falei.
- Não, não tem, é só músculo.
- Mas como ele fica duro? - Perguntou de novo no mesmo tom.
- Quando o homem fica excitado o sangue é bombeado para ele, ai ele fica duro.
- Hãa...Tá bom. – disse isso e saiu correndo em direção ao quarto. - fiquei somente olhando ela sair.
Meire é uma menina linda, loirinha, cabelos dourados e longos, tem pouco mais de 16 anos, mesmo baixinha ela tem um corpo bem definido, bunda redondinha, cintura fina e seios grandes, não enormes, mas de um bom tamanho, ela pela pouca idade e talvez pela sua ingenuidade deixasse seus seios bem amostra quando dentro de casa, sem sutiã só com uma camiseta grande e solta, parecendo um vestido, que deixava transparecer a sombra dos mamilos com facilidade, e eu logicamente ficava excitado com tudo aquilo, mas não demonstrava, eu alugava um quarto na casa de Meire, e procurava manter o maior respeito por ela, que é filha da dona da casa, mesmo que as duas morassem sozinhas, pois a dona Cleide era viúva, e as duas moravam sozinhas na enorme casa, assim Dona Cleide era bem nova e nem parecia ser a mãe de Meire, pois pareciam duas irmãs, só que Dona Cleide era morena, os cabelo negros desciam pelas costas, ela tinha um ar de mexicana, os seios fartos e duros e bunda enorme, cintura fina e pernas bem torneadas, uma gata podia se dizer, e ela alugava alguns quartos para os alunos, e eu era um dos três inquilinos, ainda pensava no corpo de Meire enquanto tentava estudar, não demorou e ela retornou, só que agora veio direto e do mesmo modo perguntou.
- No cu não pega filho? - fez a pergunta no mesmo tom de curiosidade que havia feito as outras eu já esperando por alguma pergunta nesse sentido respondi sorrindo.
- Não, não pega.
- Se eu te pedir algo você faz? – me fez essa pergunta com uma carinha angelical, mas com um ar de sedução.
- Depende. – respondi, já pensando no que ela iria pedir, e o que eu pensava já estava me deixando excitado, ainda mais que estávamos a sós na casa.
- Me deixa ver seu pinto? – nossa eu fiquei pensando em mil possibilidades de aquilo não dar certo, mas a excitação foi tomando conta e eu respondi.
- Se você não contar para ninguém eu deixo.
- Claro que eu não! você acha que eu vou contar, eu não sou louca.
Então me levantei do sofá e abaixei meu calção, ela estalou os olhos no meu pinto que já estava duro, ficou olhando admirada por um tempo, e falou.
- Mas já esta duro, eu queria ver crescer.
- Agora só quando ele amolecer.
- Então faz ele amolecer.
- Não é simples assim você me excitou com essa sua conversa e agora só quando eu perder a excitação.
- Como que faz isso?
- Só Gozando. - Respondi já pensando em como comer aquela loirinha, e aquela situação já havia fugido do controle mesmo, e eu já nem ligava mais, só queria era comer aquela loirinha de qualquer jeito.
- Então goza. - ela disse quase como uma ordem.
- Não é bem assim, para que eu goze você vai ter de me ajudar. - falei isso ja masageando o pinto e ela não tirava os olhos dele.
- O que quer que eu faça?
- Pega nele e faz massagem assim. – mostrei a ela como fazer e ela levou uma das mãos no meu pinto e o apalpou não conseguindo abraçar ele ao todo.
- É muito grande, como uma mulher aguenta isso tudo, não machuca? – ela disse espantada com o tamanho
- Não as mulheres foram feitas para isso. – Respondi e ela se desprendeu um pouco pegando meu pinto com as duas mãos, e chegando o rosto perto para o ver melhor, eu peguei em sua nuca e posicionei sua boca na direção da cabeça do pinto, ela meio sem entende encostou os lábios fechados na cabeça.
- Pode chupar. – eu disse.
- Como? - ela perguntou olhando la de baixo para mim, aquele rostinho angelical, tão perto do meu pinto era uma cena que fazia minha excitação ir a mil.
- Como você quiser, chupa como se chupasse um pirulito, só não morda. – ela abriu a boquinha e colocou a cabeça dentro dela, meio sem jeito e chupando de leve, parecia ainda com medo, eu a ajudava com a mão em sua nuca empurrava sua cabeça para frente, de encontro a meu pau e ela meio que forçava para trás, eu empurrava de novo para frente, aquilo estava divino a sensação daquela boquinha na cabeça do meu pinto me deixava alucinado, a levantei e puxei a camiseta que usava a qual saiu com facilidade, ela só ficou de calcinha, seus seios magníficos ficou a mostra, eu peguei no seu queixinho e levantei seu rosto devagar, aproximei minha boca da sua e a beije com muito carinho, e depois fui aumentando a intensidade do beijo, quando ela já estava pegando o jeito da coisa, chupei seus lábios um a um e depois suguei sua linguinha delicada, desci sempre lambendo seu pescoço e abaixo da orelha, ela se encolhei de arrepios, desci pelo pescoço sempre beijando e lambendo sua pele lisinha e cheirosa, até chegar ao monte de seus seios, fui beijando em volta deles criando uma expectativa de sedução e suspense, até chegar aos mamilos, então suguei um de caba vez e cada vez que se dirigia ao outro fazia todo o percurso lambendo e beijando a pele macia daquela linda ninfeta.
- Vamos sair daqui. – eu disse a ela, pois estávamos na sala e alguém poderia chegar.
- Então vamos para o meu quarto. - Ela disse pegando a camiseta no chão e me puxando pela mão, eu a segui.
Já no seu quarto ela sentou na cama me puxando de encontro a ela, eu a abracei e nos deitamos se beijando, retirei sua calcinha e deixei a mostra uma bucetinha de pentelhos ralos e macios, carnudinha e com um pequeno clitóris parecendo uma linguinha, não me contive e abri sua perna, deixado a mostra todo aquela maravilha de buceta, ela me olhava com aqueles lindos olhos azuis, como que analisando qual seria meu próximo passo, eu baixei a cabeça e cai de língua naquela bucetinha, ela agora gemia e se contorcia com a sensação que minha língua lhe proporcionava em sua vagina virgem, me sentia uma aventureiro sendo o primeiro a desbravar aquelas entranhas, introduzi a língua até encostar em seu hímen, ela agora gemia forte e agarrava o lençol da cama com força, parecendo que iria rasga-lo, senti que ela gozava e parecia que era a primeira vez que sentia tanto prazer, fui subindo devagar saboreando cada centímetro daquele corpinho, quando cheguei em sua boca dei lhe um beijo, e perguntei.
- Você tem coragem de me dar seu cu?
- Tenho medo de doer muito, seu pinto é muito grande.
- Vou devagarzinho, se estiver doendo muito, eu paro.
- Esta bem se doer você para.
Ela saiu de baixo de mim e ficou de quatro, eu vi aquela bundinha lizinha na minha frente como se fosse a imagem de uma deusa, passei a mão e a alisei com carinho e reverencia, abri as laterais e vislumbrei seu cuzinho virgem e sua bucetinha carnudinha e linda, passei a língua nela e depois enfiei no cuzinho a língua não entrou, pois ela apertava o cu com medo, então teitei relaxa-la dizendo.
- Não tenha medo, é só relaxar ele, e deixar ele bem Souto, não aperta. – ela relaxou e eu consegui por a ponta da língua, lambuzei bem seu orifício e introduzi um dedo, depois de sentir que ela estava bem relaxada coloquei outro, e fui alagando até que consegui colocar três dedos, sempre cuspindo para lubrificar, então chegou a hora esperada, posicionei meu pinto na entradinha daquele cuzinho já um pouco mais alargado e só encostei, não fiz força nenhuma e disse a ela para relaxar o máximo que pudesse, e forcei, a cabeça passou sem problemas, e ela gemeu, mas não disse nada, então levei a mão ao seu clitóris e o massageei, ela começou a rebolar e empurrar a bundinha de encontro ao meu corpo, pedindo o restante do meu pau dentro dela, e eu deixei ela um pouco no controle, pois estava muito gostoso, apena parei e fiquei olhando aquela bundinha rebolando e consumindo meu pinto, centímetro, por centímetro, até estar todinho enterrado naquela bundinha, só então com todo ele la dentro que eu comecei um vai e vem, no começo bem lentamente bem e cadenciado e logo fui aumentando a velocidade, ela agarrou o travesseiro com força e o mordeu, sem parar de rebolar, levantei o corpo e segurei com as duas mão a sua cinturinha, eu enrabava aquela bundinha com força e aumentei mais a velocidade, a tesão foi tanta que explodi em um gozo fenomenal, enchendo seu cuzinho de porra, ela deitou na cama e eu deitei por cima, sem tirar o pinto de dentro, ficamos alguns minutos assim, nossos corpos estava grudando em suor, eu virei e ela deitou sua cabeça em meu peito, passei a mão nos seus cabelos e perguntei.
- Matou sua curiosidade? - perguntei.
- Ainda não, eu tenho um cabaço para perder. – eu a beijei e nos levantamos indo em direção ao banheiro, onde eu a lavei, passando o sabonete por todo seu corpo e ela fez o mesmo comigo.
Após alguns meses eu retirei o cabacinho de Meire, mas antes eu matei a tesão recolhida de sua mãe, e pouco depois ela descobriu que eu havia comido sua filha, deu um show, dizendo que eu não podia ter feito aquilo, eu quase sai correndo dali, mas no outro dia ela me pediu desculpas, disse ter conversando com Meire e ela havia lhe explicado o que tinha ocorrido, a convencendo que foi melhor ter sido comigo, para selar as pazes demos uma boa foda, ainda não comi as duas na mesma cama, mas saio de uma cama e vou me deitar em outra, as duas sabem que satisfaço elas, e nos últimos dois meses nem mais durmo no meu quarto, eu mantenho a relação com as duas, mais ainda agora que estou namorando firme com Meire e até estamos pretendendo nos casar.



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