"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Uma Viagem inesquivável.


autor: Delute
publicado em: 09/05/16
categoria: hetero
leituras: 2009
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Fonte: maior > menor


Estava tudo arrumado, as malas feitas meio as pressas, eu não levaria muito, pois a viagem seria curta, iria até a cidade de São Paulo, e retornaria no dia seguinte, sairia em um ônibus de excursão, que vai a um centro comercial e que retorna no final do dia, logo que o ônibus encostou, eu já me apressei em entrar, fui direto as ultimas poltronas e lá me acomodei, os banco eram leito, até brinquei um pouco com ele deitando e levantando só fazendo um teste, como ninguém sentou ao meu lado pensei que faria a viagem sozinho. Não demorou muito saímos de nossa cidade eu ia olhando as luzes ficarem para traz, me cobri com uma coberta fina que estava levando e me preparei para dormir, não demorou muito senti o ônibus parando e logo alguém entrou, veio se em direção aos fundos e parando bem ao meu lado, eu estava bem aconchegado e nem me importei em olhar, mas um perfume doce e inebriante tomou conta do ambiente, então tive de ver quem cheirava tão bem, abri os olhos e para minha surpresa era uma mulher de uns 25 anos, na hora me ajeitei melhor e respondi ao lindo sorriso dela.
- Posso sentar aqui? – ela me perguntou com uma voz macia e calma.
- Sim! claro, pode sim. – respondi de imediato, ela guardou a bolsa que estava em suas mãos colocando no bagageiro em cima e ao fazer isso notei seu esplêndido corpo a cintura fina e os quadris largos bem acentuados, os seios firmes e grandes, seus cabelos eram curto o que deixava seu rosto com ar mais sapeca, e seus olhos amendoados e de cor de mel, e isso tudo eu vi apenas nos poucos movimentos em que fez ao colocar a bolsa no bagageiro, então ela se sentou a meu lado, eu continuava inebriado com seu perfume.
- Está indo fazer compras? – ela me perguntou.
- Sim vou buscar algumas encomendas, é a primeira vez que venho de ônibus. - respondi.
- Eu vou quase toda a semana, tenho uma lojinha e vou buscar mercadorias. - Ela ia contando sobre o que fazia e eu como um excelente ouvinte pouco falava, ficamos ali conversando por umas duas horas, fiquei sabendo muito da vida dela, estudou até o terceiro grau, tinha dois irmãos, vinha da zona rural e para mim o mais importante era separada a pouco tempo do marido, a conversa foi até que ela pegou uma coberta e se cobriu dizendo.
- Acho que vou tentar dormir um pouco. – ela disse se arrumando no banco, eu fiz o mesmo, pensando que até poderia ficar a viajem toda conversando com ela, que não me importaria.
E assim meio que cochilando e divagando meus pensamentos naquele monumento de mulher ao meu lado, quando senti que ela se esbarrou em mim, não dei muita importância de imediato, mas quando senti a pressão de sua bunda em minha perna notei que algo estava para acontecer, tremi todo na expectativa de que estava por vir, muito assustado e com medo de ter interpretado os sinais erroneamente, encostei meu braço em seu corpo, e o deslizei passando pelo seu quadril, fiquei com o coração a mil achando que ela poderia dar um grito e acordar todos do ônibus, me chamando de tarado, mas não, ela pegou em meu braço e o apertou puxando para seu corpo aconchegando em seus seios, sentindo aqueles dois montes quentinhos e macios os apalpei, ela se aconchegou melhor em mim e eu me encaixei naquela bunda, alisando aqueles seios macios em minha mão, deslizei a mão de um ao outro e friccionei os mamilos, que de imediato ficaram duros, ela rebolava devagar se esfregando em meu pinto duro, com a outra mão o liberei da calça para que ela sentisse melhor o meu cassete duro, ela levou a mão para trás e o apanhou, mal conseguindo abraçar aqueles 19 cm de pica, e ficou apertando ele com força, esfregando ele em sua bunda, ela usava uma saia de pano que por encanto já estava acima de sua cintura e meu cassete estava no vão de suas pernas, esfolando a cabeça em sua calcinha, levei a mão até sua buceta e não senti nenhum pelo, estava bem depilada lisinha e macia, achei seu clitóris e o massageei, ela estava numa tesão incrível, fiquei até com medo de ela começar a gritar ali dentro do ônibus, ela tirou minha mão de sua buceta que já estava ensopada e se virou para mim dando-me um beijo de língua que quase me afogou, eu retribui com o mesmo ardor, então ela desceu ao meu cacete e começou a chupar ele com enorme volúpia, aquilo estava me deixando doido, eu a todo momento olhava o corredor para ver se alguém estava notando aquilo, mas todos continuavam dormindo no maior silencio, só se escutava o barulho das rodas do ônibus, ela então nem sei de onde tirou uma camisinha e com maestria colocou ela com a boca fazendo-a vestir em meu pinto, nunca alguém havia feito isso comigo, achei o máximo me deixando ainda mais excitado, ela se ajeitou no banco virando a bunda para mim e se encaixou em meu pinto, oferecendo a entrada de sua buceta, meu pinto não se fez de rogado e entrou com certa facilidade, sentia sua buceta quente em meu cacete, então comecei a ir e vir dentro daquela buceta gostosa, sem fazer movimentos muito fortes para não alertar os outros passageiros, ela me apertava com as mãos quase cravando as unhas em minhas pernas, sua buceta parecia morder meu pinto como se o estivesse mastigando, e da maneira que deu tentávamos ao máximo não fazer barulho, e se ajeitando ali no banco como podíamos, e quando senti que seu corpo estava tremendo, eu comecei a socar mais fundo a fazendo gozar, eu também não aguentei muito mais, e acabei gozando ao mesmo tempo que ela.
Ficamos nos beijando por algumas horas como dois adolescentes descobrindo o amor, depois da parada para um lanche que tinha no meio da viajem, voltamos a transar novamente, não o fizemos mais por não termos mais camisinhas, mas no retorno eu comprei uma caixa só pensando em usar todas, como estávamos muitos cansados da noite anterior dormimos boa parte da viajem, e só conseguimos repetir a dose só mais uma vês, e bem rapidinho, pois estávamos quase chegando, teve uma senhora que quase nos pegou no fraga, quando passava para ir ao banheiro, mas ainda bem que não viu nada, chegamos à cidade dela e ela desembarcou não antes de trocarmos vários beijos, agora sempre que posso ligo para ela e marcamos de irmos junto à viajem, mesmo que não tenha nada para comprar..




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