"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Um sonho de cunhada.


autor: Delute
publicado em: 09/05/16
categoria: incesto
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Fonte: maior > menor


Havia casado a pouco tempo, em torno de ano talvez, minha cunhadinha Luana veio morar com a gente, ela uma moreninha clara, cabelos longos chegando quase a bundinha, que de passagem era a bunda mais linda que eu já havia visto, bem redondinha e empinada, dava a impressão de que se colocasse um copo pararia ali sem cair, bom continuando, os seio como de qualquer menina em seus 16 para 17 anos, durinhos e redondinhos, os quais não tinha como não deixar de percebê-los, o dia estava bem chuvoso, estava eu, minha cunhadinha e mais uma amiguinha dela, brincando no chão da sala, a amiguinha dela se chama Dani, e não deixa nada a perder para minha cunhadinha, pois também é muito linda, estávamos fazendo cócegas um no outro e rolando pelo chão, no fervor da brincadeira acabei enchendo a mão em um dos peitinhos durinho da Luana, (minha cunhadinha), nossa que sensação sentir ele durinho na minha mão, ela na hora percebeu, mas só me olhou com um sorrisinho e nada disse, bom, ai eu me encorajei e comecei a aproveitar a chance, e corria a mão pelos peitinhos a todo momento, como estava ficando com meu pau duro e minha cunhadinha já havia notado isso, pois a pouco havia colocado a mão em cima dele, e me olhou com um sorrisinho maroto, parei a brincadeira e fui para a cozinha, estourar pipoca.
Até a noite nada de interessante aconteceu, a amiguinha da Luana, a Dani, ela foi embora e como estava chovendo muito, minha esposa pediu para que a levasse ate o ponto de ônibus, pois ela iria posar na casa da sua mãe, na hora pensei que iria todos para lá,e eu ficaria sozinho, mas a minha minha cunhada me pegou de surpresa, dizendo estar indisposta e que não iria a casa de sua mãe, minha esposa fez cara de que não gostou muito, mas mesmo assim concordou, só fez algumas recomendações a ela, depois pegou nossa filhinha de um ano, no colo e eu peguei as bolsas e a levei ao ponto de ônibus para embarcar, na volta para casa, passei em um mercado, onde comprei alguns mantimentos afim de fazer alguns lanches.
Quando cheguei em casa vi minha cunhadinha deitada no sofá, parecia estar diferente, mais animada e sapeca, como se estivesse aprontando alguma, e para minha alegria estava mesmo, fui a cozinha deixar as sacolas com os mantimentos que havia comprado e voltei, passando pela sala sem falar nada fui direto ao quarto, onde troquei de roupa, colocando somente um short e me deitei para assistir TV, não demorou Luana veio e deitou a meu lado, ficou ali vendo o que estava passando na TV eu nem estava prestando atenção em TV, e sem avisar Luana pegou minha mão e colocou em seus lindos peitinhos dizendo.
- Agora você pode pegar neles. Não me fiz de rogado e enchi a mão naqueles montinhos durinhos e redondinhos, peguei no biquinho e o flexionei, ela deu um gemidinho e apertou minha mão, nisso eu ergui sua blusinha deixando a mostra seus lindos seios, já que ela não usava sutiã, eu estava em um frenesi só, tremia de tanta excitação, cheguei à boca próxima a um daqueles lindos peitinhos e passei a língua no mamilo marronzinho e inchado, chupei ele com tanta vontade que quase coloquei aquele pequeno seio todo dentro de minha boca, fui subindo, beijando seu pescoço, seu queixo, sua orelha até que cheguei a sua boca, coloquei meus lábios aos seus os quais estavam muito macios de tanta tesão, passei a ponta de minha língua na sua, e ela retribuiu, chupei a sua língua com volúpias a deixando até sem ar, ai voltei novamente aos seios fazendo o mesmo caminho que havia feito, não parei muito ali e fui descendo sempre dando beijinhos, ate chegar ao seu umbiguinho, onde enfiei a língua, desci até a divisa de seu shortinho, sempre passando a língua e dando beijinhos, puxei o shorts um pouco para baixo deixando aparecer os pequenos pelinhos de sua xaninha, onde passei a língua naqueles pentelhos, retirando de vez o seu shortinhos, deixando a mostra uma xaninha linda de pentelhos ainda novinhos e macios, com as mãos separei sua pernas, ela meio que não quis deixar, talvez envergonhada, mas eu a incentivei, assim ela deixou aquela coisinha mais linda de bucetinha rosadinha, ainda com uma fina penugens nascendo, fui descendo sempre lambendo seu corpimho até chegar ao seu grelinho, ela nunca havia sentido tamanho prazer, e seu corpo tremia todo, ela dava gritinhos e sua barriguinha oscilava para cima e para baixo, enquanto ela ofegava com cada chupada que eu dava naquele minusculo grelinho que parecia mais um dentinho de alho; Luana não sabia o que fazer com as mão me agarrava com tanta força que seus dedos ficavam brancos, fui subindo novamente sempre lambendo seu corpo, o umbigo, as curvas dos seios e os mamilos, e novamente chegando a sua boca, retirei os restos de roupas que ela usava e também meu short, não deixei que ela visse meu pinto, com medo que se assustasse e não levasse adiante o que estava preste a acontecer, pois tenho um pinto que não querendo se gabar tem 19 cm, e Grosso, perfeito só meio curvo, bem pouco para a esquerda, acho que resultado de anos de masturbação, comecei a passar a cabeça do pinto em sua xaninha, qual era tão macia que quase gozei só em fazer isso, quando senti que a cabeça do pinto estava bem molhada, comecei um movimento de vai e vem bem, só com a cabeça do pinto, arrancando dela gemidos cada vez mais fortes, quando tentei ir mais fundo ela se contorceu e deu um gritinho, eu com medo de machucá-la e como não tinha nenhuma pressa, voltei a beijá-la e chupar seus peitinhos, retornando ao começo, agora fui mais fundo chupando a sua bucetinha, pois ela estava mais solta e com muito mais excitação, enfiei a língua dentro daquela bucetinha o Maximo que pude, desci até o cuzinho rosadinho e pensei a língua, ela deu um gritinho como se sentisse cócegas, dei uma cusparada e esfreguei a língua, tentando fazer entrar naquele cusinho, após varias tentativas voltei para a bucetinha, com o dedo fui massageando o cuzinho já lubrificado, e ela nem ligou, apenas se ajeitou melhor para receber meu dedo em seu cuzinho, o qual enfiei ele alargando seu anelzinho, me deitei e puxei ela para cima de mim, meu pinto ficou bem na entrada de sua xaninha, voltei a colocar a cabeça e forçar, mas senti novamente a resistência do seu cabacinho, desisti no momento da bucetinha e aprumei a cabeça na portinha de seu cuzinho, e ela foi ajudando, soltando o peso de seu corpo, a cabeça entrou, mais foi só isso ela não quis descer, mesmo eu tentando enfiar meu pau todo naquele cuzinho, não entrava, após varia tentativas, falei a ela para esperar um pouco, fui ate a geladeira e peguei um pote de margarina sem sal, que estava lá e voltei, tirei uma dedada e comecei a esfregar em sua bundinha, ela estava de costa para mim aquela bundinha arrebitada me proporcionava uma visão que fazia meu coração disparar, eu massageando aquela bundinha, (Nossa quantas punhetas havia batido imaginando isso), com o dedo fui passando margarina em seu anelzinho até que pude colocar 3 dedos juntos, ai retirei os dedos e apontei a cabeça de meu pinto já cheio de margarina naquele cuzinho, e fui forçando, a cabeça passou e senti que fez até um barulhinho ao passar pelo anelzinho apertado do cú, fui então forçando cada vêz mais e o pau foi entrando, até eu sentir que as bolas estavam encostando naquela bundinha linda, comecei um vai e vem, ela gemia, tremia e se contorcia de prazer e excitação, coloquei minha mão por baixo e fui massageando o seu clitóris, e ela recebendo meu pinto inteiro dentro de seu cuzinho, e eu lhe fazia carinhos na xaninha, até que ela estremeceu toda e deu um gemendo mais alto sentindo algo que nunca havia sentido, quando percebi que ela estava gozando, não aguente e soltei todo meu esperma dentro daquele cuzinho, sentindo que o mundo poderia acabar naquele momento que eu nem notaria, então ficamos alguns minutos ainda engatados, ateé que nos deitamos um ao lado do outro, sorrindo de tanto prazer, fui ao banheiro acompanhado por minha linda cunhadinha nuazinha para tomar um banho e repor as energias, porque a noite era só uma criança e estava apenas começando.



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