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Pegando a morena de jeito


autor: dryka
publicado em: 07/05/15
categoria: hetero
leituras: 4059
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Fonte: maior > menor


Morar na favela não é fácil!
Todo dia se pega busão lotado pra chegar em casa
tem que subir uma ladeira e depois uma escadaria sem fim.

E era assim todos os dias, um certo dia quando
começo a subir a escada no meio dela uma periguete sentada
com um shortinho colado no útero,
com as pernas abertas olhava para mim.

Eu chegando do serviço de pedreiro
no centro da cidade cansado suado com fome e vejo
uma visão daquelas tenho que me controlar e passar de lado
pois minha nega me espera em casa,e vai que essa aí é
mina de algum trafica do morro??

E isso passou a acontecer com freqüência, eu chegando do
trabalho e aquela pequena moreninha sentada ali na escada,
parecia que estava me esperando.

Com o passar dos dias fui passando a cumprimenta la,
o que ela me responde com uma voz melosa e um olhar bem sacana.

Tinha dias que ela usava umas blusinhas bem soltinhas
com uns decotes bem generosos e nem um sutiã,
e quando eu começava a subir a escadaria ela se inclinava
e quanto mais eu subia mais aqueles peitilhos redondinhos
se revelavam para mim...

Que tentação era aquilo!
Eu chegava cansado do trabalho e aquela morena ali
sentada com as pernas e os seios a mostra para mim,
chegava dias em que eu já passava por ela com minha pica pulsando na cueca.

Quanto tesão ainda eu poderia aguentar?
Chegava em casa mal dava tempo de um banho e
puxava Maria pro quarto e metia nela com força
o que ela já começava a estranhar, mas isso não
satisfazia meu tesão, que era pegar de jeito aquela moreninha da escadaria.

Certo dia quando começo subir a ladeira inicia um intenso tiroteio,
e quando isso acontece meu amigo nem pensar em correr,
pois os meganhas pensam que você está correndo deles e mandam bala em ti.

Fui caminhando lentamente até chegar no começo da escadaria,
o tiroteio cessa mas as luzes do morro se apagam,
fiquei com um medo danado pois só se via vultos
e neguim correndo pro alto do morro.

Fui subindo lentamente as escadarias
e quando chego na metade dela o tiroteio recomeça,
dessa vez quase me cago nas calças pois ouvia os zumbidos
das balas passando perto da gente.

Lembrei que no meio das escadas tinha um barraco de assoalho alto,
passei pela cerca de arame e me enfiei debaixo do barraco,
e para minha surpresa vejo que eu não era o único
a ter essa ideia de se esconder ali.

Tomei um susto danado, pois pensei que poderia ser
um dos traficas se escondendo dos policiais.

Como estava escuro não deu para perceber de imediato,
mas quando me aproximo mais...
Aquele cheiro aquele jeito aquelas formas,
quando estendo minhas mãos e sinto.

Cara nessa hora você esquece de tudo
até do medo de ser atingido por uma bala perdida.

E quando minhas mãos encontraram aqueles
peitinhos durinhos e aqueles biquinhos
espetando as palmas das minhas mãos perdi o medo de
qualquer coisa e nessa hora meu pau já começa a latejar,
sinto que a morena teve a mesma ideia que eu de se esconder ali,
aproveito e lhe arranco a blusinha bem rápido e começo
a mamar aquelas tetinhas maravilhosas
vou revesando entre uma e outra como
se fossem uvas maduras entravam todinhas na minha boca,
que delicia, que gostosa, ela passa a mão pela minha nuca
e começa a gemer de prazer.

Enfio minha mão dentro do shortinho dela e enfio
um dedo na bucetinha dela que estava com uns
pelinhos deliciosamente ralos e já bem molhadinha
aquela xaninha gostosa, arranquei aquele shortinho jeans ginecológico,
me abaixei e comecei a mamar
aquela raxada que já estava cheia de
melzinho esperando por mim,
ela suspirava enlouquecida com as
linguadas que eu enfiava nela.

Meu pau já não agüentava mais aquela tortura.
Fique de pé e pus ela de joelho naquele chão de barro,
pus meu pau pra fora da calça que já não aguentava
a prisão em que estava e coloquei na boquinha dela,
no começo não consegui enfiar ele todo naquela
boca e ela estava meia receosa de engolir ele todo
pois ele é meio grandinho.. rs rs.

Mas quando ela conseguiu enfiar ele todo
na boca peguei ela pelos cabelos cacheados e fui
socando meu pau naquela boca, enfiava ele todo
até na goela dela que quase se sufocava com minhas arremetidas,
sentia ela se engasgando com ele todo naquela boquinha gostosa.

Não me aguento e ponho ela deitada no chão sujo sem nada embaixo,
e arranco o shortinho dela com a calcinha só de um lado e
deixo ele pendurado na outra perna, e me ajoelho diante
daquela xana que pulsava e chamava por mim,
meti minha língua naquela gruta quente e úmida e deliciosa
cheia de melzinho e tesão lambia e chupava aquela raxada gostosa
quando senti que ela gozava na minha boca sufocando os gemidos
com medo de que alguém a escutasse.

Nessa hora posicionei meu cassete no meio daquela delicia
e comecei a dar pinceladas nela para que ele ficasse lubrificado,
e cada movimento meu era uma tortura para ela que me pedia baixinho
para meter nela logo e devagarinho.

Mas fui enfiando com dificuldade meu pau naquela xana pequena...
Até que consegui meter tudo e comecei a remeter naquela
delicia de bucetinha deliciosamente apertada
pois meu pau quase que não entra naquela grutinha
de tão grande que ele é,
mas finalmente depois de muitas estocadas nela consegui gozar,
um gozo esporrado dentro dela minha fome foi saciada
mas senti vontade de mais uma,
mas de repente as luzes se acendem e começa uma
gritaria danada e ela coloca o shortinho e sai correndo

Eu ajeito minhas roupas e também saio dali e vou
pra minha casa onde estão todos preocupados
com o core core que ouve no morro,
eu tomo meu banho calmamente e vou dormir
pensado naquela foda gostosa que dei com a morena.

Voltou a rotina no morro e volto a trabalhar,
só que na volta não vejo mais aquela morena
que me deixou com vontade de mais uma trepada debaixo do barraco.

Agora todos os dias que passo por ali me bate uma saudade...
Me disseram que um dos traficas que fugiram do morro era marido dela.



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