"Os mais excitantes contos eróticos"


Moreninha gostosa II


autor: adriano.master
publicado em: 03/06/16
categoria: bdsm
leituras: 2088
ver notas
Fonte: maior > menor


Depois da transa maravilha que tivemos eu e Catarina voltamos a nos encontrar. Nosso carinho e desejo só aumentaram com o tempo. Depois de um mês nos encontrando, resolvi convida-la para ir a serra comigo. Um amigo tinha uma casa grande e confortável e ele me emprestava sem problemas.

Fui busca-la em casa. Ela linda, como sempre. Sua pele morena. seu jeito moleca de ser, seu silêncio, tudo isso e muito mais me atraiam. A viagem foi extremamente agradável, estava fazendo frio, então baixamos os vidros para admirar melhor a paisagem.

Ela colocou o braço pra fora e ficou fazendo aquele movimentos que as vezes as pessoas fazem, juntou os dedos da mão e ficou brincando com o vento. Seu sorriso tomou conta de mim.

Quando chegamos a casa, a pessoa que cuidava da casa nos recepcionou e nos ajudou com as malas. Sai brevemente da casa para agradecer e ajuda e me despedi dele, depois dito ele foi embora e nos deixou a sós.

A casa era bem em cima da serra. Estava fazendo um frio agradável. Entrei na casa e fui ao quarto, ela de costas, agora com um gorro branco na cabeça. Eu a chamo. ela se vira e sorri... essa cena ficou marcada em mim. Sempre que me lembro dela. lembro do gorro, do seu sorriso.

A convidei para ficarmos na varanda, preparei uns tira-gostos, queijo e castanhas, abri duas cervejas e fomos para varanda apreciar a paisagem e conversar.

Me sentei no sofá, próximo a uma mesa de centro, ela deitou em uma rede.Ficamos assim, conversando e rindo. Ela adorava conversar sobre seus estudos. Era apaixonada por eles, falava de vírus e eu fingia entender, ela notou e sorriu.

Cheguei perto dela e a beijei. Toquei a pele do seu braço, seus pelos se arrepiaram com o toque da minha mão quente. Ficamos nos beijando durante algum tempo. Era bom, tranquilo, aconchegante.

Coloco minha mão sobre a camisa fina e sinto seu seios, durinhos, parecem dois pregos pontudos, prontos para furar minha mão. Ela beija meu pescoço e passa a língua com delicadeza. Isso deixa meus pelos em pé.

Tiro sua camisa vislumbro a delicadeza, a beleza, o ardor, do seu corpo. Inclino minha cabeça e encho a boca naquele peitinho redondinho e duro, com a outra mão aperto o biquinho, com a boca cheia sugo com fome, minha língua percorre e sinto a maciez.
Aperto os dois seios com as mãos, espremo os biquinhos , eles incham e ficam vermelhos. Meu desejo não tem fim. Beijos os biquinhos com suavidade, um, depois o outro, mordo com delicadeza, sugo.

Meu lábios descem para sua barriga morena e lisinha. Beijo cada centímetro, devagar e com carinho. Sinto sua pele, seu gosto. Ela acariciar meus cabelos e fecha os olhos. Minha língua vai descobrindo e revelando suas curvas e seu sabor. Seu encanto e meu prazer.

Chego na beira do short, ela puxa meus cabelos e me beija a boca com ânsia e desejo. Nossas bocas, nossos lábios, seu calor e meu calor, carinho e afeto, desejo e sedução. Tudo traduzido nos nosso beijos.

Ela se levanta, me leva pela mão até o sofá. Me faz sentar, tira minha bermuda e cueca. Se ajoelha na minha frente, segura meu cacete e expõe minha glande. Ela olha com desejo e satisfação. Sorri antecipando o prazer que vai sentir.

Ela me masturba com maestria. Lentamente, pra cima e pra baixo, acariciando e manipulando meu cacete. Ela coloca a boca nas bolas e começa a beijar, vai subindo com a língua até a cabeça vermelha, passa a língua por toda extensão. Gemo de prazer.
Ela volta com a língua até a base da minha vara, e sobe novamente dando pequenas e delicadas mordidas. Não sinto dor, apenas prazer. Ela encontra a glande e morde e vagarosamente aumenta a pressão até me fazer gritar.

Engole todo o meu pau. da cabeça até o tronco. sinto meu pau em sua garganta, ela se engasga, mas não larga. Seus lábios vão subindo por toda a extensão, ela suga até a glande vermelha e inchada. E volta até o tronco. Sobe e desce, desce e sobe. Que boca. Minha linda, chupa como ninguém.

Ela se levanta faz o short e a calcinha descerem por suas pernas e revela a bucetinha saborosa. Abre as pernas e leva minha boca a sua xaninha. Seguro sua bunda com as mãos e pressiono a bucetinha de encontro a minha língua.

Sua bucetinha é quente e gostosa. Sua maciez é meu deleite. Seu grelinho me da um imenso prazer, minha língua joga com seu grelo melado. Faço movimentos ritmados pra cima e pra baixo, as vezes pressiono com força.

Minha língua desce até o seu lábio menor e vai subindo. Meu querer na ponta da língua. Quero descobrir a natureza do seu prazer. Minha língua atrevida penetrava e percorria a xaninha até o grelo, onde eu parava e sugava com força.

Volto pra buceta encharca e enfio a língua. Como que, a penetra-la com um pequeno cacete, melado, quente, duro, inflexível. Ela geme e pede:

_Aperta minha bunda com força, vai aperta.

Aperto com mais força sua bunda e empurro minha língua mais profundamente Ela se abre, seu mel preenche minha boca. Sua buceta melada se contrai e se expande, como a pedir para penetra-la mais profundamente e para preenche-la totalmente.

_Assim, assim. Eu quero apanhar na bunda. Eu fui uma menina má.

_Quer apanhar? Quer minha linda?

_Quero muito.

Coloco uma almofada no sofá e a faço deitar com a rachinha bem por cima dela. Sua bundinha ficou em empinada. Começo a dar palmadas na sua bunda. Encho a mão a cada vez que toco sua pele.

Pafft, ahhh, assim, com mais força. Paffttt, aasshhh, maiss. Pafftttt. Paffttt. Paffttt. Mais força. Paafftt. Assim, mais. Pafffttt. Assimm, força Paaffttt. Paffftt. Mais. Paffftt. Paffttt. Assimmm....

_Aiii. Deixa minha bundinha vermelha, quero ela bem quente, pro teu pau gostoso.

Depois que ela disse isso, resolvi ensinar uma lição para aquela gostosa. Fui ao quarto peguei o meu carregador de celular. Dobrei e comecei a chicotear a bunda com o cabo.

Zapttt, AAAAaaaa. Zaaptt, AAAaaaahhh. Zaaaptttt, gostoso, gostoso. Zapptttt, Hummm. Zaaptttt, AAdfgfgh. Zappttt, Aassdgfght, minha bunda ta quent, aaaa. Zaapttt, hummm, hummm. Zaapptttttt, ahh, aahh, ahh, aii aaaiii. Zapptt, aaaiiii. Zaaaptttt, aaiiii, assim tá bom, tá bom.

_Vem me comer, vem, vem comer meu rabinho que agora é teu. Ele esta bem quentinho.

Me deito sobre seu corpo ardente. sua bunda vermelha, queima. Me apoio no sofá e coloco a cabeça do meu mastro na entrada do seu cuzinho. Ela se ajeita para facilitar a entrada.

Inicio devagar, esperando o cuzinho se a abrir. Minha rola encontra dificuldade para penetrar o rabinho apertado. Ela geme baixinho de dor, eu paro, lambo um dedo e enfio no seu anelzinho dourado. Ela se abre mais facilmente.

Retiro o dedo, seguro os lados da sua bunda com força e abro bem, seu cuzinho se abre e eu enfio a língua. Minha língua esta em brasa. Parece que ela gostou. pois ela força o cu contra minha língua atrevida. Ela arregaça e eu enfio. Penetro e rompo sua timidez inicial.

Logo ela esta gemendo e se regozija com a penetração da língua. Começo a acariciar sua xaninha. Ela adora a língua no cu e um dedo na buceta. Enfio dois dedos na buceta, quanto mais dedos enfio na buceta, mais seu cuzinho se abre. Fico assim durante alguns minutos, até sua buceta explodir em um gozo gostoso, de tão excitada que ela esta.

Pego seu mel e encharco o cuzinho. Deixo bem melado e lubrificado. Enfio os dedos para facilitar, novamente me posiciono. Coloco a cabeça dilatada na entrada do reguinho. Desta vez enfio com força.

_ AAaaaaaaahhhhhhh....

A cabeça inchada esmaga qualquer resistência e penetra no rego quente. Junto o resto do cacete destrói todas as preguinhas. Deixo assim, para ela se acostumar com o cacete enfiado no cu.

Puxo seus cabelos e forço a ela olhar para mim.

_Tá gostoso? Seu cuzinho é bem apertado, como você prometeu. Minha vara ta esta delirando de prazer. Enfiado no teu cu.

Isso era tudo que eu queria, sua bunda linda pra cima e o meu cacete entalado no rabo até o talo. Coloquei mais peso sobre seu corpo e fui arrombando aquele cuzinho. Ela abriu a boca, como que querendo respirar.

Comecei a tirar lentamente. Pouco a pouco, seu rosto se contorcia de prazer e dor. Tudo misturado e ao mesmo tempo. Deixei só a cabeça dentro e enviei novamente com renovado vigor. Minha vara novamente entrou rasgando sua entranhas, enfio e depois volto a tirar lentamente. Ela urra, parece padecer de satisfação com cacete no cu.

Ela se segura com força no sofá e empina mais o cuzinho. Minha safada estava adorando dar o cuzinho e como quero ela bem feliz, não a deixo esperar mais. Rasgo seu cu com minha vara e começo a aumentar o ritmo. Fodo o rabo daquela gostosa. Seu corpo fica vermelho e suado. Suas pernas tremem, sua boca busca ar.

Paro. A deixo respirar. Meu cacete cravado nas profundezas do seu rabo. Aproveito que ela relaxou um pouco e a penetro um pouco mais. Seus olhos parecem querer sair das orbitas, ela empurra com força meu cacete. Sua boca diz coisas sem sentido, ela urra, geme,berra, grita:

- Enfifdfa até o talo, come dfdsfdg, rab. Mete,mas, assim, fdfgfdg . Tá gsotsss....

Acelero as estocadas. Meu pau é como um motor, bombando seu cu sem piedade. As estocadas arrombam seu cuzinho. Coloco uma mão entre suas pernas e sinto a bucetinha encharcada, melada, ensopada de gozo.

Seu cuzinho treme e comprime meu pau. seu rabo lateja e palpita. Seu corpo tem espasmos de prazer. ela geme com uma cadela preste a gozar. Sua bucetinha convulsiona em minha mão. Logo tem um gozo colossal.

Eu continuou a enfiar minha vara, meu pau pulsa e eu gozo. Entupindo seu rabo com gozo quente e abudante.






ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.