"Os mais excitantes contos eróticos"


Minha primeira siririca


autor: yasafadinha
publicado em: 04/06/16
categoria: virgindade
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Meu apelido é Yas, de Yasmim, e eu tenho 18 anos... Não irei mentir, sou até gostosinha. Uma perfeita novinha ninfeta. Cabelo pretinho nos ombros, seios médios e bem empinados, cintura fina e bundão. E também sou morena, apesar da minha xoxotinha ser rosada.

Tudo começou quando eu tinha 12 anos... era bem baixinha e apesar do corpo pouco desenvolvido, o biquinho do meu peito já furava as camisetas e meu bum bum já era bem empinadinho.

Sempre fui viciada em pornos... via eles na TV e também lia uns contos no meu celular... o primeiro aliás! Meus pais nunca descobriram já que usava às abas anônimas... era esperta.

Em uma madrugada, após verificar se minha irmã mais nova já estava dormindo, eu abri um dos meus contos. Sempre gostei dos de lésbicas, pois tinha nojo de homens e seus pais (apesar de hoje saber o quanto é bom!), e ler sobre aqueles corpos femininos se tocando fez minha bocetinha lacrimejar. Eu estava tão excitada, mas não sabia o que fazer, apesar de já ter idéia do que era uma siririca.

Com os dedinhos gelados passei a mão pela minha barriga até se aproximar da barra da calcinha ( nessa época eu só dormia de calcinha)... eu estava tão molhada! E aqueles movimentos me deixaram mole.

Abri os lábios e gemi vendo o quão lubrificada estava. Passei a tocar com movimentos incertos, mas não conseguia ter muito prazer, e lembrando da posição em que a mulher do conto estava, me levantei em chamas e fui até o banheiro. Retirei a calcinha melada, e sentei no vazo com as pernas bem abertas. Comecei a reparar no quanto meu grelinho estava inchado, e em como minha bucetinha era lisinha e rosada.

Com dois dedos comecei a movimentar de um lado pro outro meu pontinho mágico, e com isso passei a gemer também. Era tão gostoso!

Cada vez eu acelerava mais, e abria minhas pernas ainda mais, ficando arreganhada ( fazia balé nessa época) só pra ter prazer.

Quando cheguei ao limite, gritei fininho, e foi impossível não colocar aqueles dedinhos melados por minha bucetinha na minha boca! Chupei a vontade, enquanto sentia o tesão ir embora.

Tomei um banho, e quando voltei para o quarto, dei graças a deus por ninguém ter me ouvido. Prometi nunca mais fazer de novo, mas é óbvio que não cumpri a promessa. No dia seguinte foi no chuveiro também; mas isso fica pra próxima.

Espero que tenham gostado do meu primeiro conto... beijos na xota, galera!



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