"Os mais excitantes contos eróticos"


Vinte anos depois


autor: Publicitario45
publicado em: 07/06/16
categoria: hetero
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Em 1987 me mudei para o Espirito Santo e aos 17 anos fui estudar numa escola pública aqui em Vila Velha. Lá fiz grandes amigos, alguns deles fazem parte da minha vida até hoje. Na minha sala tinha gente de tudo quanto era lugar do Brasil, mineiros, gaúchos, paulistas, baianos e claro, capixabas. A escola era conhecida pela quantidade de mulher bonita, aliás, o Espirito Santo tem muita mulher bonita, a maioria descendentes de italianos e alemães.

Dentre as meninas da nossa sala, Monica era uma que se destacava por alguns motivos. Era rica, mas estava estudando numa escola pública porque tinha ficado reprovada numa escola particular. Era a menina mais alta da sala e também a mais gordinha. Porém Monica era a que tinha o rosto mais bonito, ela era loira, cabelos lisos, uma boca bem grande, olhos azuis e era muito inteligente, raramente Monica tirava notas ruins, creio que era vontade de voltar para a escola de rico do ano anterior.

Por ser gordinha Monica nunca ficava com ninguém nas festas mas todo mundo sabia que ela era apaixonada por Roney, um grande amigo nosso que apesar de muito gente boa nunca deu a menor bola pra ela.

Os anos se passaram, a escola ficou pra trás, algumas pessoas se mudaram, casaram, e outras ficaram por aqui.

Em 2002, eu entrei numa escola de inglês para matricular meu filho. A escola pertence a uma franquia famosa no Brasil inteiro e lá fomos nós conhecer a unidade que fica em Vila Velha. A recepcionista, muito gentil e educada nos mostrou cada detalhe da instituição e da forma como eles ensinavam o inglês. Depois que terminamos, ela disse que poderia conversar com a proprietária da escola, pois apenas ela poderia conceder um valor melhor para que eu matriculasse meu filho lá. Após esperar alguns minutos metramos na sala e a diretora da escola era a minha velha conhecida, Mônica.

Inicialmente na nos reconhecemos, mas deixamos claro que já nos conhecíamos. Quando ela me entregou o cartão dela, li o sobre nome e matei a charada.

- Você estudou comigo em 1987.

- Sério?

- Sim, eu você, Fernando, Roney, Larissa ....

- Minha nossa, é verdade, quanto tempo gente.

Sentamos e começamos a lembrar de uma série de situações. Monica era outra mulher, ainda continuava loira original, seus lindos olhos azuis continuavam brilhando como sempre, ela tinha emagrecido, colocado silicone nos seios, continuava com seus 1,80 de altura e estava separada há pouco mais de um ano.

Seu ex-marido morava em Londres, cidade que ela morou com ele por muitos anos. Juntou fez vários cursos lá, se separou e voltou para Vila Velha montar uma escola de inglês. Trocamos telefones e nos despedimos com um abraço demorado e dois beijos no rosto. O perfume dela parece ter grudado em mim, pois eu senti aquele cheiro o dia todo.

Após matricular meu filho no inglês passei a ver a Monica três vezes por semana. Sempre rolava uma longa conversa e com o tempo nossa intimidade já era bem grande. Brincávamos, falávamos frases de duplos sentidos e a vida ia seguindo até que ela tomou a iniciativa de me convidar para jantar. Convite feito, convite aceito, marcamos para sairmos numa sexta-feira.

No dia e hora marcada eu estava na porta do prédio de Monica que desceu deslumbrante, arrumada dentro de um vestido preto, que ia até a metade das suas coxas. Um tecido fininho, com duas alcinhas bem finas. Dava para ver que debaixo daquele pano havia apenas uma minúscula calcinha. O perfume dela tomou conta do carro, seus cabelos estavam ainda mais lindos, parecia ter passado por uma massagem naquele mesmo dia. Monica usava um salto alto que a tornava uma mulher de 1,90 de altura contra os meus 1,75.

Saímos e fomos a um restaurante famoso, chamado O Mercador. Lugar de comida boa, música de qualidade e vinhos escolhidos a dedo.

Chegamos no local e pedimos uma mesa mais afastada, o garçom nos acompanhou até uma mesa com pouca iluminação. Trouxe a carta de vinho, pedimos e resolvemos beber antes de pedir o jantar.

Mônica me contou tudo sobre a sua vida em Londres, mudou-se pro Brasil porque havia descoberto que o marido tinha um caso com o sócio dele, não pensava em ter filhos, falamos de sexo, ela confidenciou que estava sem transar há mais de um ano e que qualquer cena de beijo já deixava ela bem excitada. Falamos da época da escola e eu disse a ela que sempre tinha achado ela muito bonita, ela riu, duvidou e seguimos a noite conversando e bebendo um delicioso vinho argentino.

Após o jantar e a sobremesa, percebi que Monica estava um pouco alterada. Entramos no carro e fomos até a casa dela. Subi até o 18º andar para ter certeza que ela estaria bem e no hall de entrada do seu apartamento, aquela mulher de quase 1.90 de altura me beijou. Não recusei o beijo mas jamais abusaria dela naquele estado. Monica entrou com a ajuda de uma secretaria que trabalhava em sua casa, depois, mesmo de pau duro, louco pra comer aquela mulher fui pra casa e precisei me masturbar para acalmar os ânimos e consegui dormir.

No sábado de manhã recebi uma mensagem de Monica agradecendo a noite, a conversa, o cavalheirismo e o bom senso de não ter abusado da situação. Disse que aceitaria suas desculpas se ela topasse dar uma volta no calçadão comigo e aproveitar aquele lindo dia de sol.

Monica concordou e em menos de dez minutos estávamos no calçadão caminhando e lembrando da noite anterior.

- Porque você me beijou ontem?

- Alcool mais tesão

- Se estivesse sóbria não teria me beijado.

- Se eu estivesse sóbria teria te beijado e levado você pra minha cama.

- Hoje Voce está sóbria.

- Pois é...

Fez um silencio e fomos caminhado ate o final da praia onde podemos caminhar pelas predas até uma pequena ilha, desde que a Maré esteja baixa. Fomos com cuidado e sentamos na beira da pedra e ficamos ali, olhando o mar e jogando conversa fora, até que Monica me fez um pedido.

- Estou sóbria, me beija?

Beijei! Sua boca, como disse antes, era deliciosamente grande e parecia que ela ia me engolir inteiro. Nossas mãos pareciam não ter controle, as minhas passeavam pelo corpo dela e as dela passeavam pelo meu corpo. Sua mão foi em direção ao meu pau e ela me aperto com força, massageou, abru o zíper da bermuda, colocou ele pra fora e deitou-se sobre meu colo metendo o pau inteiro dentro da sua boca, que aliás, engoliu com facilidade. Monica chupava meu pau com vontade, parecia sedenta e faminta de pica, fazia uma pressão absurda na cabeça da minha rola, descia e subia com uma agilidade impressionante, eu pedi para ela ir debagar porque daquele jeito eu iria gozar e ela apenas me olhou e disse – goza na minha boca logo.

Não resisti e gozei.

Algumas pessoas começaram a chegar nas pedras e nós resolvemos sair de lá. Fomos caminhando novamente até a porta do prédio dela.

- Sobre comigo?

- Sim.

Entramos e pegamos o elevador rumo ao 18º andar. Mal entramos e Mônica grudou a sua boca na minha. Senti ainda o gosto da minha porra nos seus lábios. Suas mãos acariciavam meus cabelos enquanto as minhas apertavam a sua bunda. Os longos cabelos loiros de Mônica já se encontravam totalmente desarrumados. Chegamos, saímos no andar exclusivo dela, continuamos nosso sarro no corredor. Monica estava encostada na parede usando as mãos para apoiar o corpo, me ajoelhei e desabotoei seu short, desci deixando ela apenas de calcinha e camiseta.

Beijei suas pernas, lambi seus pés, subi pelas coxas, passei pela virilha, beijei lentamente sua barriga, mamei um seio, depois o outro, tornei a descer até seu sexo. Coloquei sua calcinha de lado e meti a boca na sua boceta, Monica gemeu e abriu as pernas para facilitar a chupada. Chupei com vontade a sua boceta e Monica gozou na minha cara. De dentro do seu sexo escorria uma quantidade impressionante de mel que deixou minha cara toda melada.

Sua respiração era ofegante, Monica havia gozado após mais de doze meses sem sexo. Entramos e já na sala voltamos a nos beijar. Monica retornou a última peça de roupa e se jogou num sofá de couro enorme, abriu as pernas e pediu mais.

Suas pernas abertas era um convite para que eu chupasse novamente aquela boceta totalmente lisa. Cai de boca e entre lambidas, chupadas e mordidas no grelo Monica gozou de novo, desta vez com mais intensidade, com gemidos mais alto e forçando a minha cara contra sua xana.

Me levantei, me livrei das minhas roupas e Monica caiu de boca na minha rola novamente. Era impressionante ver aquela boca engolir meu pau por inteiro. Após me chupar deliciosamente por alguns minutos, Monica se colocou de quatro na beira do sofá e me olhou com cara de cachorra. Me posicionei atrás dela, coloquei a cabeça da rola na entrada da boceta e enfiei meu pau em único movimento.

As unhas de Monica grudaram no sofá, a cada tapa que ela levava na bunda ela gemia mais alto e pedia mais. Estoquei com força, puxei seu cabelo para que sua coluna envergasse, segurei pelas ancas para poder meter forte e Monica gzou mais uma vez.

Desta vez ela arriou o corpo, não disse nada, apenas respirava e sorria pra mim om cara de putinha saciada. Deitei ao seu lado e mandei que ela cavalgasse. A visão daquela mulher linda, enorme e loira por cima de mim era impressionante. Monica cavalgava, ia mais rápido, diminuía, rebolava e depois quicava na minha pica.

Monica rebolava e esfregava seu grelo no meu corpo com meu pau atolado na sua boceta e meu dedo enfiado dentro do seu rabo. Os espasmos denunciavam outro gozo e ele não demorou, Monica gozou e deixou o corpo cair sobre o meu. Ficamos colados por algum tempo, meu pau continuava duro dentro da sua boceta, eu ainda não havia gozado. Sentia a boceta dela apertar minha vara, aquilo me deixava louco e eu pedi pra meter no cuzinho.

- Devagar, por favor.

Coloquei Monica deitada de barriga pra cima, coloquei seus pés nos meus ombros e pus a cabeça da rola na porta do rabinho. Forcei a entrada, ela deu um gemido, pediu calma. Com um dedo na boceta e o outro segurando meu pau fui entrando devagar. Sua respiração era descompassada, mas a cara de tesão denunciava que ela estava aceitando bem o pau no cuzinho. Forcei e coloquei ele inteiro e aos poucos fui aumentando a trepada. Monica gemia, abria as pernas, pedia que eu a masturbasse enquanto metesse na sua bunda, fui acelerando o ritmo e gozamos juntos.

Caímos o sofá e ficamos ali, em silencio por um tempo.

- Está com fome?

- Sim.

- Vamos comer alguma coisa?

- Quero comer você de novo?

- Calma, to ardendo. Vamos almoçar, temos o dia todo.

Beijos meus queridos e muito obrigado pelos elogios.




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