"Os mais excitantes contos eróticos"


Moreninha gostosa IV


autor: adriano.master
publicado em: 22/07/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Sempre acreditei que não existe isso de mulher pra casar, mulher pra namorar, mulher pra se divertir, mulher para transar. O melhor é encontrar a mulher que possa ser tudo isso e muito mais.

Desde que a minha moreninha e eu começamos a nos encontrar decidimos sermos verdadeiros sobre nosso desejos e fantasias. Assim nosso relacionamento seria bem mais prazeroso e menos chato. Sem moralismo, que no final só significa menos prazer na relação.

Ela me confessou que uma das maiores fantasias dela é dupla penetração. Não vou negar que senti ciúmes no primeiro momento, mas topei. Mostrei fotos de alguns amigos meus no meu face e ela ficou interessada em conhecer meu amigo Glauber. Disse a ela que entraria em contato com ele e combinaríamos algo juntos.

Depois de umas duas semanas combinei de nos encontrarmos com ele na praia. Neste dia, ela vestia um biquíni preto, um shortinho colorido e camisa branca. Ela estava realmente linda. Sua pele morena, seus cabelos negros ao vento, seu sorriso, seu olhar, o sutiã do tomará que caia do biquíni, tudo isso me deixa com mais tesão.

Como tinha comprado uma maquina fotográfica nova, aproveitei para tirar dezenas de fotos da minha morena. Ela alternava entre fotos na areia da praia e dentro do mar. Seu corpo cada vez mais bronzeado se destacava.

Voltamos a barraca pedimos umas cervejas e alguns petiscos. Ela aproveitou a chance e pediu para o Glauber passar protetor em suas costas. A safadinha já tinha notado o olhar guloso dele, em relação a ela. Sabendo disso ela se deitou de bruços, exibindo aquela bunda linda ao sol. Claro que ele aproveitou a oportunidade e começou a passar o protetor.

Começou pelos ombros e pescoço. Depois foi descendo pelas suas costas, até chegar próximo ao bumbum. Onde ele passou bastante tempo. A cara que o sacana fez, demonstrava o prazer que ele estava sentido.

_Não esquece das minhas pernas. Se passar direitinho, te prometo um prêmio bem gostoso. - Ela disse.

Não resisti e ri, vendo a cara de bobo do Glauber. Aquela gostosa, além de tudo sabia como atiçar a gente.

Ele colocou mais protetor nas mãos e começou a passar em suas coxas grossas. Ele ia do bumbum até os joelhos e voltava. Quando ele notou que ela estava gostando, começou a passar na parte interna das coxas, próximo a bucetinha.
Eu observava, com um misto de ciúmes e tesão. Não foi fácil, mas queria que ela tivesse bastante prazer, naquele dia.

Após algum tempo, não suportei mais o tesão e fui em busca de um beijo. Sua boca, deliciosa como sempre. Neste dia com uma mistura de sal, cerveja e desejo. Percorri toda sua boca com a língua e chupei e mordi seus lábios.

Ficamos curtindo a praia por mais algumas horas e depois decidimos ir a um motel na avenida da praia onde estávamos.

Logo assim que entramos no quarto puxei minha moreninha pela cintura a beijei longamente, aproveitando para apertar sua bunda gostosa. Depois de algum tempo tirei sua camisa e comecei a degustar seus seios maravilhosos. Chupava e mamava. Apertava os biquinhos com uma mão e com a outra já sentia seu sexo molhado de desejo.

Enquanto nos acariciávamos, o Glauber, nos observava. Já com o pau pra fora, batendo uma punheta de leve.

_Prometi um prêmio pro Glauber na praia. Você deixa eu pagar? - Ela perguntou.

_Claro meu amor. Hoje eu quero que você goze muito gostoso com nós dois.

Ela me beijou agradecida e foi em direção ao Glauber. Aproveitando para tirar o resto da roupa, mostrando aquele corpinho delicioso, salgado e marcado pelo sol.

Ela subiu engatinhado na cama. Imediatamente os dois trocaram um longo beijo e ela começou a acariciar a vara do meu amigo. Ela o fez deita de costas e abocanhou o cacete duro. O Glauber aproveitou e colocou a mão entre suas pernas.

Ela colocou a boca na cabeça inchada e começou a punhetar de leve o mastro. Sua boca e mão entraram em sincronismo, chupando e acariciando o mastro enrijecido. As vezes ela o tirava da boca e passava a língua em toda a extensão.

Ela de quatro, sua bunda arrebitada, mostrando sua linda bucetinha lisinha e rosada. Chupando o pau do meu amigo, me deixou com um tremendo tesão. Meu cacete reagiu ficando duro como pedra. Não aguentei e comecei também a me masturbar, admirando a cena.

Ela tentava enfiar todo o cacete na boca. Ele enfiava dois dedos dentro da bucetinha melada, tirava e sugava os dedos, como que faminto pelo melzinho do sexo dela. Ela retirou o cacete da boca e começou a fazer movimentos circulares com a língua na cabeça.

_Puta gostosa. Tu chupa bem demais. Safada. - O Glauber disse entre gemidos.

_Sua puta sim. E adoro um cacete duro. Sou boqueteira, louca por um cacete. - Ela respondeu olhando para mim e sorrindo.

Aquela safada adora ser chamada de puta. Ela ama uma sacanagem. Excitada abocanhou o mastro, tentando chegar no tronco do cacete. Ela abocanhou e sugou com força diversas vezes. A cadelinha excitada tirava a vara da boca, punhetava e voltava a enfiar até a garganta e sugava.

Retirava a vara da boca e voltava a passar a língua em toda a extensão, da raiz, até a cabeça. Onde dava beijos e brincava com a língua. Hora fazendo movimentos circulares, hora tentando enfiar a ponta da língua na fenda da cabeça da vara.

_Olha pra mim. Diz que uma safada. Uma putinha safada que adora dar a buceta e o cu.
_Sou uma safada. Louca pra fuder. Pra dar a buceta e o cu. Tou doidinha, minha xaninha esta louca por um cacete.

_ Senta no cacete dele vagabunda. Senta. - Ordenei.

Ela posicionou o cacete na entrada da rachinha e iniciou uma brincadeira com o pau. Só esfregando na entrada, sem realmente enfiar na xaninha. O Glauber pirou.

Sua bucetinha estava bem lisinha, sem nenhum pelo e a cor mais clara, em constrante com o resto do corpo, bem bronzeado. Ela lentamente enfiou o cacete até o talo.
Iniciando uma, pela cara de prazer do meu amigo, uma deliciosa cavalgada.

Ela se curvou para trás, apoiando as mãos na cama. Forçando uma maior penetração e expondo mais ainda a xaninha. Ela descia e subia, cavalgando com vontade. Quando ela subia notava o brilho do cacete melado pelo seu suquinho de prazer.

Era hora de entrar na festa. Subi na cama, segurei seus cabelos e enfiei meu cacete em sua boca. Ela descia na vara e chupava meu pau. Sua boquinha, como sempre, macia, gostosa, sedutora, deliciosa. Me chupava e sugava com volúpia.

Puxei seus cabelos para trás, tirando sua boca da minha vara. Bati com força meu mastro no seu rosto. Esfreguei minha vara na sua cara.

_Puta, puta, puta. Putinha deliciosa. Falei.

_Sou puta, sou safada, gosto de fazer homem gozar. Adoro um cacete na buceta e na cara. Sou safada e gosto de ser assim. Meu macho gostoso.

_Cadela, piranha. Tu é uma piranha. Vou fuder teu rabo. Vou realizar teu sonho de ter dois cacetes dentro de ti.

Ela se deitou sobre o peito do Glauber, sem tirar o cacete dele de dentro da sua bucetinha inchada e melada. Me coloquei por trás dela e posicionei meu pau na entrada do seu cuzinho. Não fui carinhoso e nem queria ser. Enfiei a cabeça com força dentro do seu rabo e ela urrou de prazer.

Seu rabo quente e gostoso, resistiu um pouco. Mas sou brasileiro e não desisto. Logo estava com toda minha vara enfiada no seu cu. Ela endoidou de vez, gemendo e dizendo todo tipo de safadeza.

_Hummmmmm. Assim, assim, seus putos. Me comam. Enfia com força. Rasga o meu cu.
Eu enfiava com força, sentido seu anelzinho se expandir. Eu tirava e enfiava com vontade. Eu queria que aquela puta gozasse muito com minha vara entalada dentro dela.
Eu metia e ela urrava, eu fudia e ela gemia. Meu cacete entrava e entrava, fudia e penetrava mais fundo. Ela suava e pedia por mais. Seu corpo brilhava com o suor. Ela lambia e beijava suas costas.

A segurei pelos ombros e acelerei os movimentos de penetração. Seu rabo é uma delicia de se comer. Eu queira mais e mais. Fuder, fuder, fuder e fuder mais.

Ela fazia o máximo para rebolar e enfiar os dois paus mais dentro dela. Seu rabo, espremia meu pau e eu enfiava com gosto. Socava e metia, o prazer tomando conta de mim.

Espremida entre nós dois, ela gozou. Sendo enrabada e fodida na buceta, ela gozou. Gemendo e gemendo. Como uma safada saciada, espremendo o meu pau, com os estímulos do seu gozo

_Gozou safada? Gozou? Gostou de gozar com um pau na buceta e outro no cu?

_Gozei, seus safados. Gozei muito. Mas quero que vocês gozem dentro de mim. Me come, me come...

Segurei seus cabelos e puxei com força, aproveitando pra acelerar o ritmo das bombadas que dava em seu cu. Senti o gozo se aproximar e enchi o seu rabinho delicio de esperma. Quente e grosso. Logo o Glauber me acompanhou, agora enchendo a bucetinha de leite. A safada, sorriu satisfeita.

Ficamos deitados durante algum tempo. Recuperando as energias. Mas, ela queria mais e começou a nós acariciar. Tentando colocar nossos cacetes em pé. Logo ela consegui o que queria. Sempre ela consegue. Também com aquela carinha de santa e aquele corpo de anjo, ninguém resiste.

Encarando o Glauber, ela disse:

_Fode meu rabo. Agora é sua vez safadinho.

Ela se deitou de bruços de frente para mim. De frente para o seu rosto e ofereci meu pau. Que ela abocanho com satisfação.

O Glauber colocou seu mastro na entrada do cu, ela segurou o pau e o guiou na penetração . Como eu já tinha fudindo muito aquele rabo. Ele não teve dificuldades.
Ele fudia, socando o cacete com vontade. Entrando e saindo daquele rabinho delicioso. Ela tarada e safada, revirava os olhos e sugava meu cacete. Já sentia a cabeça na garganta daquela puta. Seu rosto vermelho, seu corpo suado demonstravam o quando ela estava gostando de ser bem fudida.

Depois de alguns minutos sendo enrabada daquele jeito ela não conseguiu manter meu cacete na boca e começou a gemer alto e morder os lábios, ainda segurando meu pau com força. Aquela vadia estava gozando gostoso.

_Quem te mandou tirar o meu pau da boca, puta? Enfia meu cacete na boca. Tu ta aqui pra satisfazer teu macho, vadia.

_Tô sim, tô sim. Adoro ser putinha. Fazer meu macho gozar gostoso.

O Glauber arrombava aquele com vontade. Fudendo com velocidade e força. Ela enlouquecida de prazer, batia com meu cacete na cara. Chupava e mordia. Lambia e cheirava minha vara.

Meu amigo, se deliciando de prazer, socava com vontade o cu daquela safada, arrombando e fudendo. E quanto mais forte e profundo ele comia aquele rabo, mais ela enfia minha pica na boca.

Segurei seu rosto e fiz prendi minha vara dentro de sua boca.

_Suga vadia. Suga meu pau. Suga com força.

Ela sugou com força, seu rosto estava em brasa, seu olhar demonstrava a satisfação de realizar o desejo de ser bem fudida.

Tirei meu pau da sua boca. Fiquei de joelhos e iniciei movimentos de penetração em sua boca. Ela delirava, com uma pica na bunda e outra na boca.

_Vou gozar cadela. Vou te encher de leitinho.

_ Não, por favor, goza na minha cara. Me deixa marcada com teu cheiro e leitinho. Me faz tua puta.

Retirei o pau da boca e novamente gozei em abundância. Cobrindo sua cara, pescoço e peitinhos de gala. Gozei e gozei muito.

Ela a segurava pela cintura e fudia com força. Colocando todo o peso do seu corpo sobre ela. Ela rebolava como uma cadela no cio. Pressionado o rabo para trás. Aquela safada adora ser fudida e ter o cu arrombado.

Ele bombava com força e vontade. Fudendo e dizendo todos os palavrões possíveis, sem parar de socar o cacete no cu dela. Arrombando e fudendo. Socando e bombando. Ela gemia e enlouquecia de prazer.

Não demorou muito os dois gozaram juntos. Ela urrando e tremendo de prazer, enquanto ele enchia seu rabinho de porra.





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