"Os mais excitantes contos eróticos"


A escolha de um amante


autor: angelamina
publicado em: 23/07/16
categoria: traição
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Desde que comecei a buscar saciar a minha necessidade de ter sexo fora da relação com meu namorado que venho numa média de ter um amante a cada dois anos. Acontece que este ano meu periodo de abstinência venceu e vinha com a xoxota ardendo de tesão afim de experimentar uma rola que não a do meu namorado.

Conheci um homem pelo Bate Papo, Arhur,  que mais tarde descobri que, por incrivel coincidência, era alguém que trabalhava na mesma empresa que eu. Fomos lentamente flertando por email ao longo de um mês e meio.

Neste mesmo periodo comecei um jogo de sedução com um colega do trabalho, Samuel, por quem me sentia muito atraída, contei de um sonha que tive, que estava num quarto deitada com ele. Pronto, ele não me deu mais sossego.

Acontece que ambos são casados e eu nunca havia me envolvido com homem casado, nem com dois caras simultaneamente além de meu namorado. Mas o fato de se tratar de relacionamentos proibidos me instigava e me fazia insandecer, me sentia uma Bandida!  Kkk.

A medida que o flerte evoluía passei a receber do Samuel roçadas na perna por baixo da mesa durante o almoço. E acabei tendo os dois como amantes virtuais, pois os tinha em dias diferentes, ou até no mesmo momento,  me faziam companhia durante as madrugadas de masturbarção, trocávamos palavras sujas, fotos e vídeos pornográficos de nossos corpos afim de nos excitarmos e gozarmos.

Por o Arthur ser mais libertino, contei a ele sobre o Samuel. Ficou excitado e ainda propôs sexo entre nós três. 

Fui instigando cada vez mais os dois, até que um dia, na saída do trabalho o Samuel me acompanhou até meu carro no estacionamento e começou a me provocar e me excitar. Entrou no meu carro junto a mim e disse não sair dali até que nos beijássemos, eu fiquei molhada e o beijei, ele pegou minha mão e a levou até por cima da caça dele, apertei seu pacote que estava bem duro, ele imediatamente passou por cima da minha bocetinha que de tão melada havia umidecido a calça, ele ficou doido. Devido ao risco de sermos vistos, nos despedimos com um selinho e ele entrou no carro dele, mas me seguiu e fez sinal para o segui-lo, fomos até uma rua deserta e lá ele entrou no meu carro novamente. Retomamos o beijo, novamente ele pôs minha mão sobre seu pacote e me fez aperta-lo, quando eu o apertava voluntariamente pegou minha bocetinha e a acariciou com força, nos beijamos com lascívia, ele colocou seu pau para fora e eu o punhetei. Ele tentou enfiar sua mão por dentro da minha calça, não permiti, puxava minha calcinha para fora, eu me virava e empinava a bunda para ele. Abaixou meu decote e me beijou os seios, mas também o impedi. Me pedia para chupar o pau dele, mas eu não estava instigada.....A atitude dele era meio egoísta, passiva, não me oferecia nada, assim que ele esporrou na minha mão, fomos embora.

Contei para o Arthur, ele ficou doido, sentiu ciúmes, mas ficou com tesão também, superou rapidamente e ficou ancioso pelo momento dele, que não demorou. Saímos dois dias depois, embora eu estivesse menstruada, queria sentir sua boca. Fui até ele, o peguei próximo de sua casa para leva-lo para o trabalho a noite, no caminho ele me indicou um beco e paramos ali. 

Ele tava insano, começou a me beijar e a passar as mãos por todo meu corpo, quando me beijou o pescoço e enfiou a mão nos meus  seios eu fiquei tesa e peguei no seu pau, rapidamente eu abri sua calça e tirei para fora aquela rola que tantas vezes eu tinha visto por fotos e vídeos e que havia me inspirado a gozar me masturbando. Sua atitude me envolveu, e fiz coisas que não passara na minha mente para aquele breve encontro.

Continuamos nos beijando, ele desceu meu decote e começou a me mamar os seios, meus biquinhos estavam durinhos e ele roçava a ponta de sua língua neles. Eu pedi para ele que deixasse o chupar, ele me mamou mais um pouco e disse na minha orelha "quer chupar minha rola minha putinha? Mete a boca nesse pau que há tempos goza pensando nessa mamada". Ele estava melado, todo lambuzado de tamanha tesão, eu o peguei, contemplei de frente e o introduzi todo na minha boca, Arthur emitia gemidos cheios de tesão, enquanto eu sugava fazendo barulho e descia até o talo daquele cacete duro, ele ficava louco e elevava a pélvis quando sentia minha garganta na cabeça do seu pau. Voltamos a nos beijar, eu me virava para que ele me beijasse  o pescoço e as orelhas, nestes momento ele me falava as putarias mais gostosas que eu precisava ouvir, me chamava de puta, vadia, biscate, e me xingava por ter tocado uma para o Samuel. Desceu e beijou minha cintura, minha barriga, sua mão me apertava a boceta por cima do absorvente, eu sentia a pressão que me estimulava muito o clitóris, isso tudo provocou uma sensibilidade tal que seus beijos na minha barriga me deixaram arrepiada e com cócegas, eu contorcia gemendo.

Eu falei que queria que ele me penetrasse se não fosse aquela condição. Ele então arrancou meu short e me puxou de ladinho pra ele, sua vara dura me pressionou a bunda e depois minha boceta, ele chegou no meu ouvido e disse que da próxima vez iria me foder assim,  e passou a comprimir mais a rola em mim em movimentos de estocada como se me penetrasse de verdade, como se desejasse furar o absorvente para entrar em mim. Aquilo me deixou louca e culminou em eu avançando para mamar ainda mais o pau daquele safado, cachorro e tesudo. 

Ele me disse que estava quase gozando, mas não poderia sujar a roupa e não queria sujar carro, eu tirei o pau da boca e falei totalmente possuída pelo tesão "goze na minha boca!". Ele ficou louco, o pau pareceu latejar violentamente na minha língua, então o mamei,  mamei e o bebi!  Ele jorrou porra na minha garganta, foi tanta que engasguei e tive ânsia, mas me acalmei e me deliciei com aquele mel de macho, de gosto forte, denso e quente, engoli sentindo descer por minha garganta como um gole de licor.

Ah que tesão foi sentir aquele macho me submeter ao seu prazer. ....Assim que saí dos meus dias,  marcamos novamente, desta vez para eu sentir sua rola deliciosa dentro de mim, esta fica para um próximo conto. 




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