"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Três amigas se fodendo


autor: EvaMalícia
publicado em: 26/07/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Eu e minhas duas amigas fomos a balada com Lucas mas no fim ele acabou arrumando uma fodinha e nos avisou que não teria como nos levar embora...iria usar o motelomovel, seu carro.
Sem dinheiro, gastamos tudo em bebidas não contávamos com isso, deixamos cartões em casa, decidimos ir a pé...meio tontas e com um pouco de medo... Seguimos o caminho com os saltos nas mãos e conversando rindo, comentando como foi nossa noite, as 4:30 da madrugada. Alexia tinha 19 anos, branquinha dos cabelos negros e Chanel com muito estilo, usava uma saia rodadinha pink com uma blusinha decotada preta, 1,75 com seios arredondados e bundinha empinada... Chamava muita atenção era linda de rosto e de corpo. Taís por sua vez, ruiva de 19 anos... Usava um vestidinho apertado preto e com rendas também com decote porem seu corpo era de modelo, abusava sempre das roupas curtas e dizia que era pra chamar atenção, seios avantajados. Eu sou Amanda... Bom eu não sei me descrever bem, mas o que mais gosto em mim é meus quadris um pouco largo e minha cintura fina, tenho seios médios e coxas grossas, 21 anos, cabelo castanho escuro liso até o meio das costas, sou morena e estava usando um vestido tomara que caia curto e apertadinho nas pernas o famoso vestido tubinho na cor azul escuro.
Seguíamos escolhendo caminhos com movimento mas do centro para a periferia de uma cidade pequena, a essas horas não encontrávamos um ser vivo na rua. Na metade do caminho demos de cara com três rapazes que nos abordaram, eu e a Tais corremos mas a Alexia não porque o rapaz disse gritando que se nós corrêssemos ele iria atirar. (Não tinham arma)... no desespero a alexia congelou e dois dos caras mandaram ela passar o celular, revistando e passando a mão pelo seu corpo...Mas antes de saímos da balada fomos no banheiro e resolvemos colocar o celular em partes intimas, isso mesmo rs na calcinha. Eles não encontraram o celular dela, pois um carro branco surgiu e ameaçou jogar o carro em cima deles, fazendo com que os três fugissem.
Ao entrar no carro do cara que nunca vimos na vida, ou pelo menos achávamos que não... Em choque e assustadas nem percebemos que ele estava indo em direção oposta ao nosso bairro, e eu perguntei:
- Moço onde estamos indo? Nossa casa fica pra la atrás do shopping.
- Se acalmem, vou parar em um barzinho para conversarmos e ai vocês me contam o que ouve...
-Mas queremos ir para casa. Disse Taís
- Deixe me apresentar a vocês meu nome é Luís e eu estava indo para minha chácara aproveitar meu domingo com mais dois amigos. Vocês foram convidadas e estou levando vocês para lá...
- Mas queremos ir embora.. Estamos cansadas moço para o carro... Gritou Alexia.
- Eu resgatei agora vão retribui o resgate (risos).
Em alta velocidade ele seguia o caminho indo em direção a parte rural, nós três começamos a gritar dentro do carro e ele pegou uma pistola e nos mandou ficar quietinhas.
Chegando no local, dois caras abriram o portão, também estavam com armas.
Luís disse:
- Desçam.. se não descerem vai ser pior...
Nós três descemos do carro e cada um deles agarrou uma de nos pelo cabelo e nos levaram a um lugar tipo um seleiro.
Os dois capangas nos amarraram com o braço pra trás...
- Agora princesas me diga quem daqui é virgem? Eu como sou um cara bonzinho não vou fuder uma virgem sem ela querer, né?
No desespero, a Taís disse que era virgem e ele então a puxou pelo braço e disse:
- A bonequinha tem cabacinho é? Quero ver deita no banco abre essas pernas.
Taís deitou com a xoxota pra cima e abriu as pernas o Luís amarrou as pernas dela separadas no banco, com a corda por baixo fazendo ela fica exposta e deitada. Ele pegou uma lanterninha de led, subiu seu vestido abaixou de vagar sua calcinha e passou de leve o dedo indicado em sua bucetinha, ela relutava e gritava até ele mandar amordaçar nos três, abrindo com dois dedos ele iluminou dentro e procurou seu cabacinho.
- Mano temos uma mentirosa... Tragam a morena de cabelo curto pra cá e tirem a calcinha dela.
Os rapazes, que aparentavam ter entre 30 a 40 anos, fizeram o que foi mandado, rindo.
Eu conseguia ver o volume na calça deles, estavam de pau duro, Alexia e eu estávamos amarradas de joelho e com os braços pra cima, em dois tocos grossos enfiados no chão, parecia lugar de amarrar cavalo ou sei lá.
O magrelo alto que se chamava João, se aproximou da Alexia fez ela ficar em pé abaixou seu decote deixando seus seios a mostra... Desceu a calcinha de vagar e olhando suas curvas não resistiu e alisou suas coxas subindo ate sua bucetinha. Em seguida a levou até Taís.
- Agora abre as pernas, fica com a xota na cara dessa ruiva e senta que ela vai lamber e te chupar toda...por ter mentido vai chupar a amiguinha.

Alexia não sabia como reagir, estava em choque com lagrimas nos olhos, mas logo que viu a pistola fez o ordenado...
Enquanto Luís a segurava pelo cabelo para não perder muito o equilíbrio, Taís que nunca tinha chupado uma xota, começou a lamber, fazendo movimentos inseguro com a língua e chorando. Luís disse:
- Vai morena, me diz seu nome, anda...
-Ale a lexia
- Não entendi.
Dando puxões mais fortes no cabelo dela.
- Alexia
- E sua amiguinha, fala que ela está ocupada te chupando vadia?
- Taís...ainnn
- Ela está gostando.. Olha só... E aquela puta ali ajoelhada? - Vai Gil tira essa roupa dela quero ver ela peladinha pra mim.
- A... Amanda.
Gil se aproximou de mim pegou uma tesoura e cortou meu vestido, minha calcinha.. eu estava sem sutiã...ainda de joelhos ele tirou o pau pra fora passou no meu rosto e parou encostando na minha boca ainda com mordaça... Luis falou:
- Gil vocês vão brincar aqui, essa puta ai é minha e já sei o que fazer com ela.
- Nossa cara olha a cara dessa morena, está quase chorando parece até que engasgou com a pica, deve ser uma delicia chupando... Deixa só um pouco?... Quero essa puta mamando minha rola.
- Não essa ai vai chupar a minha rola...E cansei de ver a Alexia só curtindo as lambidas quero um meia nove, vai deita em cima dela e chupa a ruivinha. - Vou soltar seus bracinhos só pra você por o dedinho deita ali no chão.
Alexia parecia com medo, mas acabou se molhando toda com as lambidas de Taís. Luis agarrou as duas pelo cabelo e mandou as duas deitarem em sentido meia nove, uma com a boca na xota da outa. Ele fez as duas se chuparem e usarem os dedos, fazendo um sexo lésbico. Eu estava ali ajoelhada sem roupa sendo abusada por um dos capangas de Luís, mas logo sobrou pra mim...
- Gil e João estão liberados, vem brincar com as duas que eu vou dar um jeito nessa Amanda.
Luís chegou até mim e deu um tapa no meu rosto abaixou e disse no meu ouvido:
- Você vai vir comigo, vou te levar em outro lugar por aqui...
Eu fazia um sinal de não com a cabeça, chorando e tremendo. Ele me fez ficar em pé me desamarrou e me levou pra fora do galpão. Estava chovendo e nos molhamos. Na varanda de uma casa grande e antiga da chácara, tinha um colchão de casal bem velho. Ele me jogou no colchão tirou minha mordaça. Cai virada com a bunda pra cima ele veio até meu ouvido e disse:
- Adoro uma cadela molhada, sente meu pau roçando sua bunda. Eu não vou matar vocês só quero usar seu corpo e depois levo vocês onde encontrei. Você me deu um fora na Arena (Balada Sertaneja da cidade) e eu não gostei, segui vocês, ajudei e agora vão pagar o resgate.
- Eu não me lembro de você, me deixa ir embora. Eu disse.
- Não delicia vai pagar primeiro, se você se comportar levo vocês hoje mesmo e não como seu cuzinho, olha o que eu tenho aqui... Se correr morre se ficar quietinha e fizer o que eu mando não acontece nada.
Ele mostrou a pistola era mesma que estava no carro, passou a ponta dela no meu rosto. Da li nos ouvíamos gritos e gemidos das meninas. O que parecia deixar Luís mais excitado. Então largou a pistola de lado, me fez ficar de quatro. Do nada surgiu um cachorro pastor alemão latindo muito, ele pegou a pistola foi até o cachorro e pegou em uma lata que já estava aberta e pela metade de ração em pasta no armário e passou um pouquinho na minha xoxota e puxou o cachorro. Ele começou a me lamber, sua língua era grande macia e molhada, eu gritava de pavor e gemia junto.
- Isso garotão, lambe essa cadela... Toma mais um pouco.
E o cão lambia me devorando só com a língua, o Luís colocou mais um pouco e foi pra lá colocar na vasilha do cachorro quando notou que o cão tinha ficado com o pau pra fora.
Eu não tinha como fugir, estava sobre a mira dele que estava com a pistola o tempo todo na mão. Ele veio se aproximando enquanto tirava a camisa e a calça ficando de cueca perto de mim, tirou ela também. Batendo uma punheta disse:
- Agora é minha vez... Quase foi fodida pelo cachorro, hein!? Cadelinha. Bom, já que ele já te lambeu, o que me restou é meter em você. Vou deixar você chupar minha rola só depois que eu gozar nesse... Nessa... Bom, não sei ainda... No cu ou na buceta?
Veio encostando o pau em mim passando na minha bucetinha, passou o dedo no meu cuzinho e parou com o dedão na entradinha quase enfiando pra dentro o dedo no meu cú. Ele forçou minha cabeça pra baixo, fazendo encostar com a cabeça no colchão e com a bunda empinada, colocou o pé no meu rosto enfiando sua rola grossa na minha xota que estava toda molhada, as lambidas do cachorro me deu medo, nojo mas também muito tesão. Com o dedão na entradinha do meu cuzinho ele foi abrindo colocando o dedo inteiro, eu não aguentei e gemi, ele tirou o dedão e colocou o indicador e começou a bombear com o pau na minha xota e o dedo no meu cuzinho. Não posso negar aquilo era muito bom, mas eu fiquei dividida entre o pavor e o tesão. Poderia ser pior como foi com as duas, mas ele sabia o que queria, eu comecei a gemer e gemer conforme ele aumentava a velocidade, metendo forte. Ele passou a meter dois dedos no meu cuzinho, eu gemia alto minhas pernas tremiam... Então ele ficou totalmente atrás de mim... Ainda me fodendo colocou uma mão agarrando meu cabelo e a outra enfiou os dedos na minha boca me fazendo gemer abafado.
Ele voltou a arrombar meu cuzinho com os dedos e começou a meter mais rápido e com mais força, eu fico completamente de quatro e solto um grito, quando vejo... Gozei.
- Vai sua puta, gozou né... Está gostando então, toma isso...Tapão gostoso nessa bunda grande que você tem.
Por ter gozado ele ficou mais excitado tirou a rola da minha bucetinha e colocou no meu cuzinho de uma vez... Deslizou um pouco, mas doeu muito eu gritei de dor e comecei a chora.
-Chora na minha pica, vai delicia isso... Quer com força?
- Nãooo..
Continuei gritando pedindo pra ele parar, mas não adiantava.. senti algo enchendo meu cuzinho... ele gozou e quando tirou sua porra escorreu do meu cuzinho todo arrombado...
Ele me colocou de joelho ficou em pé e me mandou chupar e lamber sua rola. Abriu minha boca e cuspiu dentro. Pegou a pistola passou na minha bucetinha quase enfiando dentro dela e me fez lamber.
- Não me mata moço...
- Não vou te matar só quero te foder, põem essa língua pra fora e lambe minha pistola com seu gostinho.
Ele fiz o que ele mandou mas depois de levar uns tapas na cara, meu corpo já não respondia . Eu cai de lado já estava exausta e sentindo muita dor.
Saindo do celeiro os dois carregavam as duas nuas... Puxando pelo cabelo. Elas estavam suadas, coradas e assustadas. Colocaram as duas ajoelhadas no colchão.
Luis me mandou ajoelhar também e disse:
- Elas fizeram direitinho o que pediram?
- Sim, a morena gozou no meu pau enquanto a ruiva mamava nos seus peitinhos e era fodida pelo Jão, acho que gosta de uma putaria. Né safada?
- A ruiva me mordeu e tentou fugir, mas quando prometi não foder o cuzinho dela, ela se comportou e mamou meu pau ate engolir minha porra. Mais tarde te fodo inteira. Disse João apertando os seios pequenos e rosadinhos da ruiva.
- É isso que eu gosto, três safadas. Essa daqui até o cachorro quase comeu. Arrombei esse cuzinho apertado de uma vez, da próxima a faço sentar no meu pau.
A Alexia se atreveu a perguntas:
- Já fizemos de tudo Luís agora nos deixe ir.
- Cala essa boca... Segurou o queixo da Alexia. - Eu que sei quando vocês vão embora... Cada vez que pedirem para ir vou prolongar mais dois dias de vocês aqui. É bom fazerem tudo o que mandarmos putinhas.
-Levem elas daqui me deu fome essa foda.
Nos jogaram em um quarto com calcinhas e objetos femininos espalhados por lá, tinha uma mala também e uma cama de casal. Nós três vestimos o que tinha no chão e nos sentamos na cama e aguardamos eles voltarem. Tentamos abrir as janelas e a porta mas estavam pregados com pregos e madeiras. Sem chance! O que será que está por vir?




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