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Fernanda e os cinco irmãos, parte 2


autor: Didakus
publicado em: 31/05/15
categoria: grupal
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Fonte: maior > menor


(Continuação...)

"Após o gozo de Mateus, Fernanda, com a boca repleta de esperma de cinco homens diferentes, pede sua roupa de volta, e diz que quer tomar um banho. Ela recebe e ruma para o banheiro da casa. O banho é revigorante, limpava o sêmen dos homens que a fizeram chupar e gozar... Ao terminar, perfumada de sabonete e shampoo, ela abre a cortina do box, e notou então que os tarados estavam do outro lado da cortina de box, vendo a água deslizar pelas suas curvas... Tentando ignorar o tesão que mais aquela lhe causava, Fernanda lembrou do nada da chantagem de que era vítima, se veste e fala que já estava bom, e que estava na hora de eles cumprirem sua promessa...

Mas ao chegar na porta, ela é barrada por Bruno, que diz que eles ainda não estão satisfeitos. Ela, retomando a fúria pela chantagem, reclama que eles já tinham ganho coisa demais, que deveriam ter vergonha na cara, por serem uns "pé-rapados" chantageando e abusando de uma moça "de nível" como ela... Pra que falar isso? Os irmãos, embora não fossem violentos, ficaram fulos. E Thomás foi o primeiro a detonar: "Ah, agora tu vai levar, sua putinha mimada!!!". Como se julgasse que eles não teriam coragem, é com susto que Fernanda vê todos aqueles machos avançarem sobre ela. Tenta correr, mas acaba sendo agarrada e subjugada. Bruno e Thomás seguram suas pernas, Marlon e Mateus seus braços, e Demétrius pega um enorme colchão de casal com fronha branca de um dos quartos, lançando-o no meio da sala. Fernanda se debate, dessa vez sente que será estuprada mesmo, mas que não adiantará gritar, e embora os irmãos contivessem seu ímpeto de fugir, eles não eram violentos...

Fernanda é lançada de forma brutal no colchão, imobilizada pelos irmãos fortes. Agora todos estão tirando suas roupas, ficam nus, e a patricinha é novamente despida... Ela começa a chorar, e eles dizem que se ela se comportar, vai para casa bem, e que não tinha como ela escapar... Ela berra, xinga todos de tarados, estupradores, criminosos, etc... mas parece que isso só os excitava mais... Demétrius toma a boca da patricinha com um beijo quente e molhado, que aos poucos a controla... o teor sensual da situação é retomado, quando seus seios e sua barriga são lambidos e chupados por Mateus e Bruno, e suas pernas são firmemente abertas, seu sexo e sua bunda são chupados por Marlon e Thomás... seu corpo era estimulado para levar pica, e para seu assombro, ela está agora permissiva, entregue, dominada... Uma égua no cio, para ser montada por cinco garanhões... Isso é o que ela era... O que ela é... A menina bronzeada e mimada da Zona Sul... dominada pelos tarados da periferia, cujas mãos ásperas se apoderaram de seu corpo, como animais famintos disputando a carniça... Ela entra em êxtase pela situação inesperadamente provocada...

Parando de chorar, ela passa a retribuir ao beijo de Demétrius, enquanto sentia as chupadas vigorosas de Thomás em seus seios. Abaixo, suas pernas eram seguras para lambidas firmes de Mateus, deixando-a com um tesão incrível. Pouco depois, Bruno e Marlon oferecem seus membros para Fernanda chupar, o que ela faz agora com vontade, se alternando entre os irmãos... Em meio a tantos machos bons de cama, o que mais fazia a patricinha gozar era Mateus... sua língua deixou sua boceta melada ao extremo, e por fim, ela ejacula, antes de nova esporrada de Bruno e Marlon em sua boca...

Fernanda transpirava, mas o pior (ou seria melhor?) estava por vir... Como se fizessem um sorteio, Marlon e Bruno avançam... Marlon de frente chupava com estalos seus seios, e manipula sua boceta... Bruno repete o gesto de Mateus dias antes, e dedilha com um creme o rabo de Fernanda, fazendo-a rebolar gostoso, enquanto ele mordisca seu pescoço... Finalmente, ela é deitada de lado, de frente para Marlon, e ambos começam a penetrá-la; Marlon sua boceta, Bruno o seu rabo. Fernanda começa a gritar: duas jebas daquelas a penetrando era demais, ela dizia que não ia aguentar, mas eles não ligavam... Marlon só causava força na penetração, mas Bruno era super grosso, não conseguiu entrar de primeira... lambuzou ainda mais, nova tentativa, já na metade, Fernanda se sentir rasgada... após nova lambuzada, finalmente seu pau entra com tudo, fazendo a patricinha gritar de novo... Com Bruno finalmente lá dentro, e Marlon já se deliciando, o bombardeio simultâneo começa, demora um pouco, mas a essa altura, ela deixava de lado a dor e dançava, ora com um, ora com outro... Fernanda e Marlon gozam antes, Bruno um pouco depois... os dois irmãos ejaculam em Fernanda, deixando-a preenchida e atolada em sêmen... Oferecem-lhe whisky, e já acostumada, ela se solta de vez, bebendo e se inebriando, pela situação e pelo esperma que saía de seus orifícios...

Como em novo sorteio, é a vez de Mateus e Demétrius, enquanto Thomás assistia e se masturbava... Os dois fazem diferente: Mateus de frente, Demétrius por trás, e Fernanda está de joelhos no colchão, com os dois fazendo carícias pelo seu corpo... Mateus se deita, e conduz Fernanda a montá-lo, de forma curvada... Aproveitando-se da posição, Demétrius pincela seu membro no cuzinho de Fernanda, mexendo com calma, até que do nada, ele enterra direto, com o pau também lubrificado. Era como um anestésico para Fernanda, dado que Demétrius tinha um pau mais fino para comer sua bunda, ao passo que ela montava o mais gostoso dos irmãos... Bombada por Demétrius em pé e por Mateus deitado, Fernanda vai se aguentando pela nova pressão em seus orifícios, até que do nada, Thomás aparece para ser chupado... Fernanda agarra o membro mais poderoso daquela sala, e chupa com vigor... Os movimentos são ritmados e contínuos, e em vez de esperar até gozar, Thomás tira o pau fora, e sai da linha de visão de Fernanda... Finalmente, as estocadas de Mateus e Demétrius a levaram a um gozo conjunto e violento, os irmãos novamente entopem de esperma os orifícios da já arrombada patricinha... Ela desaba extenuada, ficando de bruços no colchão...

Com um movimento, Demétrius exausto e deitado, segura o braço de Fernanda a direita, Bruno a esquerda... Fernanda não entende bem, mas como eles apenas a seguravam, ela achou que era mais alguma putaria que eles iam fazer... Marlon e Mateus empinam seu rabo gostoso, com o rostinho e os peitos prensados no colchão... Manipulavam o clitóris da patricinha, que apesar de delirar, não entendia o que queriam, até que Mateus inicia nova lubrificação no seu cuzinho, forçando as polpas do rabo a se separarem. Fernanda sacou então o que ia acontecer, se debateu em meio as pinceladas de Mateus, ao passo que ela pede desesperada: "Ele não!!!".

Ela adivinhou certo!!! Thomás, com seu membro grotesco, está lubrificado, mas com aquela grossura e tamanho, relaxar era algo difícil para a patricinha... Mas ele não recuou, e enterrando devagarinho, faz com que as pregas já arrombadas de Fernanda sejam calmamente dilaceradas de vez. Demorou cinco vezes até que depois de inutilmente tentar relaxar a patricinha, Thomás conseguiu empurrar toda aquela vara anormal dentro do rabo dela... Com o espaço fechado, se mexer era quase impossível para Fernanda, mas aos poucos, seu rabo ficou ajustado ao membro monstruoso dentro dela... Ela rebolava para diminuir a dor, mas ao mesmo tempo, Thomás se movimentava com mais facilidade. Ele assume o ritmo da transa até finalmente gozar, fazendo sair uma quantidade generosa de esperma, que diminuía um pouco a dor, e fazia Fernanda gozar, apesar do estrago causado por aquele cacete...

Os irmãos percebem que não rola mais nada, pois estavam exaustos, e a patricinha, além de dar o show de sexo que eles tanto queriam, estava esgotada pela última penetração... Fernanda tinha alguma dificuldade de andar, tão arrombada ela foi. Apesar disso, ela está agora completamente saciada e realizada, tão possuído de desejo seu corpo foi... Enfim, ela não parecia estar arrependida de ter sido possuída naquela tarde por aqueles machos...

Após outro banho, ajudaram-na a se vestir, e com cuidado, ela é levada ao quintal. Lá, Marlon cumpre a promessa (seria verdade?), ao apagar o vídeo do celular de Mateus, e deixando a tela da 60" em preto. Mateus (o mais tesudo dos irmãos para Fernanda) é quem se candidata a levá-la de carro para sua casa, em Ipanema. Durante o trajeto, ele diz que de fato não existia mais o vídeo, mas que valeu a pena, que ela é muito gostosa, tesuda, provocante, atrevida, safada... Só faltava comprovar isso. E isso eles tinham feito àquela tarde!!! Apesar de dolorida, a excitação de Fernanda não se encerrou, ficou lisonjeada, e Mateus acrescentou: "Fernandinha, não é mais necessário vídeo, ficou na memória essa putaria, que nem em filme pornô a gente viu, e que nesse caso, a gente participou!!!"... Ao chegar de frente ao condomínio de Fernanda, Mateus pede educadamente desculpas por qualquer coisa, e diz que ela tá livre, apalpando sua coxa. E Fernanda retruca: "Estou livre mesmo!!!!". Ela, apesar da dor, avança e dá um longo e molhado beijo na boca de Mateus, acariciando-o e estimulando-o. E diz que quando estiver recuperada, será um prazer revê-lo na boate!!!

Após essa aventura, Fernanda tomou algumas atitudes. De início, teve uma conversa sincera com Felipe, e enfim, terminou o até então promissor noivado. Além disso, diminuiu o contato com as amigas (para evitar fofocas) e ficou mais reservada com a família (para não escancarar seus apetites e preferências). Sem alarde, Fernanda começou um caso com Mateus, para quem arrumou um emprego como analista financeiro na empresa em que trabalhava. A patricinha agora é estuprada com frequência, no trabalho, no carro, em algum lugar reservado... E Fernanda ainda arruma tempo também para se encontrar com um ou mais dos outros irmãos, de forma mais calma e densa do que na tarde em que foi completamente violada, e onde se sentiu totalmente realizada... Fernanda continua linda, gostosa, fina, educada, aristocrática, filhinha de papai, delicada, patricinha de calcinha "tutti-frutti" da Zona Sul... mas agora bem mais democrática, informal em eventos de periferia (pagodes, bailes funk...), e claro: ficando meladinha de tesão, sempre que vê um moreno, mulato ou negão qualquer na praia, nesses ambientes, ou onde quer que seja...".



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