"Os mais excitantes contos eróticos"

 

8 - Aluna de Informática


autor: bernardo
publicado em: 03/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Erik é professor, técnico em informática e manutenção de computadores, ele dá aula para vários alunos e entre eles, uma menina, vamos chama-la de Ana, que adorava se esnobar. Todos os dias cumprimentava-o bem alto: -boa noite tio, tudo bem com você?

Os outros alunos o tratavam como professor, somente ela, o tratava assim, digamos, com descontração. Mas, outro dia ela chegou à sala e disse: - boa noite professor, preciso da sua ajuda! Erik estranhou sua postura e começou a tirar saro dizendo: -O que foi, descobriu que sou seu professor?

Na época, Ana era uma menina moleca, bem paty, daquele tipo bem "gostosinha nojentinha", até por influência de algumas amizades. Estava sempre de shorts, saia curta ou calça lege que modelava direitinho sua bundinha e sua xoxotinha. Erik se deliciava desse seu jeito de moleca de uma mulher formada, possuindo curvas e formas generosas. Os olhos azuis, cabelos loiros compridos que dava melhor ar aquele rostinho inocente, de uma beleza com traços infantis era de arrepiar. Olhando o seu corpo, quem poderia dizer à idade que tinha, com pernas grossas, quadris largos, cintura fina e seios médios, Corpo tipo violão? Esperta, tinha seu jeito próprio de seduzir. Sabia que era gostosa e aquele comportamento de menina provocava desejo a qualquer macho. Apesar de apreciar sua beleza e suas curvas, jamais passava pela cabeça do professor conseguir algo, leva-la para cama ou obter maiores intimidades. Agora ali estava ela com carinha de apavorada como tivesse cometido um crime pedindo a sua ajuda. Ele perguntou: -O que foi?

-Professor meu notebook está travado e acho que perdi tudo o que tinha nele, tentei recuperar, mas sem sucesso, aí é que ferrou de vez e ele ficou sem funcionar, e minha mãe quer manda-lo para um técnico e eu disse que o senhor poderia me ajudar. Pode? Diga, por favor, que sim. Ela disse.
Sem demonstrar interesse, Erik disse-lhe que era melhor levá-lo a um técnico, pois ele não queria se envolver com alunas em assunto particular. Ela fez uma carinha de menina mimada e quase chorando disse: -não posso professor!

-Por quê? Erik perguntou.

-Bem... tem coisas que me comprometem e se minha mãe descobrir estou frita, e sei que o senhor é um homem sério e confio muito no senhor para fazer esse favor para mim! Disse-lhe Ana aproximando-se, ficando bem coladinha nele, de forma provocativa. Ele pode até sentir o seu perfume e a maciez de um dos seus seios encostado no seu antebraço fazendo-o pensar melhor a ponto de se beneficiar com isso, e aceitou fazer o serviço, porém teria que levar a máquina para a sua casa e a entregaria no dia seguinte.

Ela, porém, disse: - O senhor poderia ir em casa fazer isso lá, pois minha mãe não desconfiaria de mim e ela sabe que é meu professor e isso dará mais confiança a ela, tudo bem?

- Certo, amanhã às 09h00 horas pode ser? Disse-lhe o professor.

- Tudo bem. Respondeu-lhe Ana com uma carinha mais aliviada e ainda deu um beijinho no rosto do professor.

No dia seguinte e na hora marcada lá estava ele sendo recebido pela dona Lucia, a mãe de Ana. -Bom dia, professor. Que bom que o senhor veio, pois, a Ana está perdida sem seu notebook, veja o que o senhor pode fazer.

Ele ficou na sala, mãe e filha saíram pois estavam fazendo um serviço no jardim e ele começou a manusear a máquina passando primeiramente um antivírus profissional que acusou vários arquivos infectados por vírus provenientes de sites pornôs, deixando-o surpreso. Em seguida fez uma visita no histórico de acesso e o que descobriu deixou-o mais surpreso ainda. Havia vários acessos em sites de Bate papo, contos eróticos, sites de imagens e filmes pornográficos. Ao clicar em um dos filmes viu um homem chupando a xoxotinha de uma ninfetinha que se retorcia de prazer na língua do velho. Erik pensou ser este o motivo pela qual ela não queria que a mãe levasse o computador ao técnico. Passado o susto e surpresa agradável que o deixou de pau duro e estando certo que esse era o problema do travamento e do medo pelo qual ela não queria que a mãe levasse o computador ao técnico Eric, fez mais uma checada na máquina, mas, ao analisar os arquivos percebeu uma pasta de fotos escondida e ao abri-la, ficou de cabelo em pé com o conteúdo que seus olhos virão. Havia várias fotos da Ana em frente do espelho em diversas poses, fazendo biquinhos, segurando os peitinhos, passando a mão na xoxotinha lisinha, se masturbando usando os dedinhos e próteses de pênis de silicone e várias fotos em que ela estava beijando outra garota, dividindo um cacete grande e duro, transando de quatro, cavalgando no pau de um cara aparentando ser bem mais velho do que ela, etc... Erik ficou de pau duro na hora e teve que se controlar, pois estava ali na sala e a mãe da Ana poderia percebe-lo excitado. Por um momento pensou em enviar as fotos para seu e-mail, mais se conteve e continuou a olhar as fotos até ser interrompido pelo barulho de alguém chegando, mais que rápido fechou a pasta e continuou verificando a máquina, era Ana que disse: - e aí profe, conseguiu arrumar meu notebook?

A safadinha estava de shortinho curtinho e estava mais gostosa que nunca. Erik ficou ali meio atordoado com aquela visão e com as fotos dela ainda na cabeça, e disse-lhe, aliás, balbuciou, que estava quase pronto, faltava pouco. Ela sorriu e perguntou: -salvou tudo?

Ele disse: -Sim. Tudo, não perdi nada! Era vírus, mas agora está funcionando perfeitamente.

Ela disse: - viu tudo já? Até as... e deixou no ar a pergunta sem que ele nada respondesse.
Sua mãe veio até a sala e perguntou se queria algo, mas ele disse que não e que já estava acabando e que se o problema voltasse a surgir que não hesitassem em chama-lo novamente.

-Quanto é o seu serviço? Perguntou-lhe a mãe da Ana.

- Nada – respondeu-lhe Erik acrescentando ter sido mais uma nova experiência para ele e ficou mais um tempinho ali como um adolescente nervoso esperando passar a excitação. Antes de sair voltou a insistir que, caso houvesse necessidade, voltassem a procura-lo.

Dona Lucia, mãe da Ana, acompanhou-o até o portão e Erik percebeu que Ana ficou na janela demonstrando nervosismo preocupada talvez com o que ele poderia dizer para a sua mãe! Alguns minutos depois, já a algumas quadras, o seu celular tocou. Era Ana.

-Alô! Professor, obrigado viu!

- Por quê? Perguntou-lhe, Erik.

- Por guardar meus segredos. Olha, guarda-os viu, não conte a ninguém!

- Nem sei do que você está falando. Disse-lhe o professor acompanhado por uma risada, e desligou o celular. Em casa, Erik, ainda excitado, não teve como não bater uma gostosa punheta em homenagem a sua aluninha safada.

Em uma quinta-feira, feriado prolongado, Erik recebeu uma ligação de Ana dizendo que o seu notebook havia dado pau novamente e se ela poderia leva-lo até a sua casa, pois não aguentaria ficar sem entrar nas redes sociais até segunda-feira. Erik, imaginando ser esta a oportunidade tão esperada, passou-lhe o endereço e na hora combinada, ouviu a campainha tocar, e quando abriu a porta se deparou com a Ana, sem o seu notebook. - Ué, cadê o seu notebook? Ele perguntou:

- Só vim te agradecer pelo o que você fez. Sei que viu minhas fotos e meus filmes. Já sabe o meu segredo. Nem precisa dizer que não, pois vi como ficou excitado e por mais que tentou esconder eu notei. Ela disse ainda na porta.

Erik, ficou surpreso com a sinceridade com que ela se expressava e ao convida-la para entrar ficaram muito próximos um do outro ao passar pela porta. Ela o encarou nos olhos e continuou dizendo: -valeu mesmo e sabe que curti saber que você viu minhas fotos, gostou do que viu? Erik ficou paralisado sem saber o que fazer, pensou em atacar aquela menina, mas esperou para ver o que ela queria dele. Ela era a musa dos seus sonhos e das suas punhetas.

-Sou grata ao senhor, profe, e sei que sempre te esnobei, mais estou agradecida por não ter contado para minha mãe sobre as fotos. Disse-lhe Ana novamente manifestando toda a sua gratidão.

Ela se aproximou mais e quando Erik deu-se por si já estava beijando aquela boquinha deliciosa. Seu membro ficou duríssimo por causa daquela situação. Ela o abraçou e ele a apertou roçando seu pau duro no seu corpo. Sua mão desceu até o seu cacete e o apertou por cima da calça, e ele deixou escapar um gemido de tesão e ela disse sussurrando:

-sou virgem na frente, não posso transar, por isso só faço oral e dou o cuzinho. E ali de pé, ela foi se abaixando e sem reagir Erik se entregou àquela menina. Sua mão nervosa foi abrindo o zíper da sua calça e tirou o seu pau para fora e ela disse: -nossa como ele é grande e apetitoso Professor e caiu de boca nele.

Quando sua boca encostou na cabeça no pau dele, Erik suspirou fundo pensando consigo mesmo: “-uau meu sonho está sendo realizado”. Aquela boquinha macia fazia um boquete gostoso! Sua língua passeava pela cabeça do pau e ela tentava engoli-lo todo. Então ele deixou a calça cair e ela acariciava seu saco e mamava deliciosamente olhando para o professor com a cara mais safada do mundo, dizendo: - é assim que gosta?

Ana ficou ali se deliciando com o pau do seu professor o qual não resistiu e acabou dando a primeira gozada do dia lambuzando-a com sua porra. Ana não perdeu tempo e solveu tudo o que conseguia engolir com certa prática. Erik, puxou-a levando até o sofá, tirou sua roupa, deixando-a nuazinha como nas fotos! E, por alguns minutos ficou admirando o corpo lindo e bem delineado da sua aluninha, agora sua putinha preferida. Acariciou, beijou-o, e chupou com voracidade seus seios médios arrebitadinhos de tesão, ora um, ora outro, descendo lentamente, passando a língua pelo umbigo, ajeitando o seu corpo por cima do corpo dela até que seu pau encostou em sua bucetinha. Ela estava totalmente entregue, então Erik resolveu passear por aquele corpo com a língua. Começou beijando suavemente seus lindo lábios.......seios, umbigo até chegar na bucetinha lisinha. Ela se contorcia de prazer e dizia: -Ai professor que delícia!

Com um dos dedos Erik massageava o cuzinho em movimentos circulares e aos poucos foi pressionando o anus tentando penetra-la com o dedo, levemente sem deixar de chupar sua boceta. Ela só gemia e como não reclamava de dor ou coisa parecida, ele foi enfiando cada vez mais até tê-lo inteiro enterrado no seu cuzinho. Ela jogou sua bundinha contra ele, e disse: -professor pode pôr na minha bundinha! Ele se ajeitou e o seu pau foi ganhando espaço entre suas nádegas, entrando facilmente no seu cuzinho sem nenhuma resistência, denunciando que aquele buraquinho, já estava acostumado e que muitos cacetes já haviam entrado por aquela portinha. Ela gemia e rebolava sensualmente e ouviu o professor disser: - Ana você é demais menina. Que delicia, vai continua se mexendo meu anjinho, continua.

E entre gemidos e urros, Erik se lembrou das fotos que havia visto e começou a fazer movimentos com os dedos no seu cuzinho de dentro para fora. A garota fechava os olhos e gemia baixinho. Ele passou um dedo na bucetinha deixando o melado e tentou colocar mais um dedo em seu anus. Ela sentiu um pouco de dor e ergueu seus quadris, mas não falou nada, só gemeu um pouquinho. Com os dois dedos atolados Erik percebeu que ela estava preparada, estava pronta para receber os substitutos dos dedos, por seu cacete duro e grosso.

Erik colocou-a de ladinho, ficando por trás beijando sua nuca, enquanto passava seu pau pelo seu cuzinho, lubrificando a cabeça na babinha que escorria da sua bocetinha. Passou um pouco de saliva na mão e levou até o seu anus. Ela empinava a bundinha o máximo que podia e ele foi enfiando paulatinamene. Ela ficou tensa e toda retesada. Ele forçou um pouco e a cabeça passou. Um gritou de dor escapou de seus lábios, mas logo ela relaxou e ele sussurrou no seu ouvido: -isso, relaxa, o mais difícil já foi, agora só falta o resto! A cabeça do pau dele estava dentro do seu cuzinho e ele ficou beijando sua orelha e passando seu dedo em seu grelinho e ela disse: - Vai professor mete tudo logo!

Ele forçou mais um pouco e a pica entrou. Quando ela sentiu que estava tudo dentro, respirou forte e ofegante, e começou a rebolar. Então ele a deixou curtir e começou a meter gostoso. Ela empinava a bundinha e ele enfiava com força e rapidez. Ela gemia e rebolava na pica do professor. Então resolveu mudar de posição, tirou o seu pau e a virou de frente, colocando suas pernas no seu ombro e viu aquele cuzinho arregaçadinho e a penetrou naquela posição apreciando aquele rostinho se contrair de dor e excitação. Meteu com vontade. Ela gemia e pediu: -isso professor mete mais e mais…

O professor não aguentou e gozou enchendo seu rabinho com a sua porra viscosa. Toda melada, Ana foi para o banheiro e ele foi atrás. No banheiro ele pode ver o estrago que fez no cuzinho da sua aluna. Ela lhe disse que estava um pouco ardido, mas que tinha adorado. Retornaram para sala e ele chupou sua bucetinha até ela gozar. Depois foi a vez dele ser chupado e ele acabou gozando em sua boca! Erik, respeitou a vontade de Ana de guardar sua bucetinha para uma ocasião certa. Depois disso ela enviou algumas daquelas fotos posando nuazinha só para ele, com promessa de um dia ela ser sua mais isso é outra história.

E ai, Gostou? Se excitou? Quer ver onde vai dar essa história toda? Peça-me a continuação antes de sair. Se desejar podemos conversar sobre o assunto. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp:




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