"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Viúva sim, morta nunca.


autor: Publicitario45
publicado em: 08/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Já se passaram três anos que Marlene se mudou para o meu prédio. Uma mulher calada, com cara de poucos amigos. Quando nos encontramos no corredor do prédio o máximo que ela diz é um bom dia, boa tarde ou boa noite. Nada de sorrisos, nenhuma conversa, apenas um breve comprimento.

O zelador do meu prédio que sempre me para na garagem para falar sobre futebol, já tentou saber algo sobre ela, mas o máximo que ele conseguiu foi saber que ela ficou viúva aos 37 anos e que está sozinha desde então.

Marlene é uma mulher bonita, 40 anos, loira, sem filhos, deve ter mais ou menos 1,66 de altura, corpo normal porém suas pernas grossas e bunda arredondada chamam atenção. Olhos verdes, boca grande e alguns sinais da idade no rosto. O problema é que ela está sempre de cara fechada, parece sempre triste, desanimada da vida.

Nunca recebe ninguém em casa, não tem cachorro, gato, não escuto som de televisão nem música vindo do seu apartamento que é colado ao meu. A única coisa certa é que ela caminha todas as manhã na praia e tem um carro que sempre fica estacionado ao lado do meu na garagem do prédio.

Numa manhã, desci em direção a garagem para ir pro trabalho e encontrei Marlene conversando com dois homens na garagem. Eles estavam ali para retirar dois pneus furados do carro dela e levar até a borracharia mais próxima. Pelo o que eu entendi, eles estavam cobrando um valor abusivo e na medida que fui me aproximando eles pararam de falar.

- Bom dia!

- Bom dia! Respondeu ela com cara de poucos amigos.

- Tudo bem por ai, precisam de ajuda?

- Sim. Os meus pneus estão vazios e eu não concordo com o valor que
eles estão cobrando. É um abuso, deve ser porque estão tratando com uma mulher.

Os caras tentaram argumentar mas sem dizer nada liguei para o celular de um amigo que faz reparos em pneus na casa do próprio cliente ele me passou o valor, eu passei o numero do apartamento dela e tudo se resolveu. Apenas os caras da outra borracharia saíram resmungando, mas nada sério.

- Muito obrigada.

- Por nada. Seu carro está parado ai faz tempo. Se eu fosse você
levaria para uma revisão rápida.

- Mais uma vez obrigada. Vou subir e esperar o seu amigo chegar.

Marlene se virou e foi andando em direção a porta que dava acesso ao corredor do prédio. Enquanto ela caminhava eu fiquei reparando no movimento dos seus quadris, uma bunda bem desenhada, um caminhar tranquilo e quando ela sumiu entrei no meu carro e fui embora.

No final de um dia estressante eu só queria chegar em casa, ouvir uma boa música, tomar um banho, uma taça de vinho e cair na cama.

Enquanto eu tomava banho a campainha tocou mas como eu estava debaixo do chuveiro, não pude atender. Assim que sai, liguei o som, abri uma garrafa de vinho e me joguei no sofá e deixei minha mente ali, desacelerando lentamente até que fui interrompido novamente pelo som da campainha. Abri a por, era Marlene.

- Vim te agradece mais uma vez, seu amigo resolveu tudo pra mim pela metade do preço. Muito obrigada mesmo.

- Quer entrar? Aceita um vinho?

- Não, tem mais de três anos que eu não bebo, capaz de ficar bêbada apenas com um gole.

- Bom, se isso acontecer você mora do lado. Não precisa nem do carro.

Marlene sorriu, mas recusou o convite e foi embora. Durante duas semana nos esbarramos no corredor e era sempre a mesma coisa, bom dia ou boa tarde no máximo.

Mais uma semana estressante se foi e chegou sexta-feira e como de costuma, coloquei uma boa música, abri uma garrafa de vinho, cortei um queijo para acompanhar e senti na varanda observando o movimento na rua. Outra vez a campainha tocou, ao atender dei de cara com Marlene com um prato na mão.

- Gosta de carne de cordeiro?

- Muito.

- Eu fiz e resolvi lhe oferecer como forma de agradecimento.

- Mas você já me agradeceu, duas vezes, lembra?

- Sim, mas se você não quiser.

- Claro que quero. Deve harmonizar perfeitamente com o vinho que eu acabei de abri.

- Voce adora vinhos né?

- Sim, como sabe?

- Em cima do seu barzinho tem um vidro cheio de rolhas. Sinal de quem esta sempre bebendo vinho.

- Ok. Aceito seu cordeiro se você aceitar meia taça de vinho.

Marlene sorriu sem graça e entrou. Fui até a cristaleira e peguei uma taça, servi e lhe ofereci. Ela olhou a taça, girou o vinho lá dentro, aproximou a taça do nariz e me descreveu o vinho por inteiro. Fiquei pasmo, ela era Sommelier. Estudou vinho em São Paulo onde conheceu o marido, casaram e ele morreu num acidente de carro.

Com a pensão ela resolveu se mudar pro Espirito Santo, queria distancia de tudo e de todos que faziam lembrar o marido.

Sentamos e começamos a comer e beber, ela me deu algumas dicas valiosas sobre vinho, elogiou a musica que estava tocando e disse que sentia saudade do tempo que ela e o marido adoravam sair para dançar.

Na mesma hora, impulsivamente eu lhe estendi a mão e a convidei para dançar. Marlene me olhou incrédula e por um instante achei que ela não aceitaria. Dançamos uma musica bem lenta de Lana Del Rey, senti o cheiro bom dos seus cabelos. Na medida que a música ia tocando nossos corpos se aproximavam mais. As mãos de Marlene aos poucos me avraçaram pelos ombros, a sintonia dos corpos e da música ia ficando perfeita e eu confesso que comecei a ficar excitado com aquilo.

- Seu perfume é muito bom.

- Não é perfume, é apenas um creme corporal que uso após o banho.

Quando a música acabou Marlene estava visivelmente constrangida e eu de pau duro. Acho que ela percebeu e disse que tinha que ir embora. Agradeceu o vinho, a dança e saiu dsem dizer mais nenhuma palavra.

Pra apagar aquele tesão, precisei recorrer a uma punheta pois o cheiro dela simplesmente não saia do meu corpo.

Um mês se passou e eu não vi mais Marlene no corredor do prédio. O zelador, meu fiel informante me disse que ela tinha viajado com duas malas bem grande. Os dias passaram rápido e num sábado pela manhã eu resolvi cozinhar (sim, as vezes me meto a chef). Estava sozinho em casa e resolvi fazer um macarrão com frutos do mar.

Musica alta, vinho branco gelado e mais uma vez a campainha tocou. Era Marlene, com uma caixa grande nas mãos, fazendo cara de quem queria ajuda pois estava bem pesado.

Peguei a caixa de suas mãos, coloquei na mesa, abaixei o volume do som e lhe dei dois beijos no rosto.

- Voce sumiu, esta tudo bem?

- Sim, viajei. Fui pro Chile e nesta caixa tem oito garrafas de vinho pra você que eu escolhi a dedos.

- Por falar em vinhos, quer uma taça de vinho branco gelado?

- Quero.

Servi Marlene e a chamei pra cozinha. Ela se espantou ao me ver cozinhando, achou engraçado a forma como eu fazia as coisas e me ofereceu ajuda. Concordei com uma condição.

- Qual?

- Voce almoça comigo?

- Ok. Mas você lava as louças.

- Combinado.

Fomos cozinhando e abrimos uma segunda garrafa de vinho. Marlene aos poucos ia se soltando, já estava dançando, tirou as sandálias e ficou como se estivesse em casa. Ela estava com uma camiseta branca e um short jeans, dava para ver que seu corpo estava em dia.

- Voce é solteiro?

- Separado.

- E não pensa em casar de novo?

- Tem dias que penso sim. E você?

- Não sei...

Um silencio tomou conta da cozinha. Me aproximei e puxei seu corpo para dançarmos a mesma música de alguns dias atrás. Marlene apenas se deixou levar, estava mais calma, mais tranquila. Encostou seu rosto no meu peito e continuamos ali, colados, no ritmo da música. Suas mãos foram se soltando, as minhas seguravam sua cintura, sua respiração estava ofegante e eu sentia seu coração bater bem forte.

Quando a musica acabou continuamos colados, dançando sem música e quando Marlene olhou pra mim eu a beijei. No início ela recusou mas segurei com firmeza seu corpo junto ao meu e aos poucos ela foi cedendo. Dois passos pra trás e encostamos na bancada de granito, Marlene passou a me beijar com mais vontade, com uma das mãos puxou minha camisa, eu fiz a mesma coisa com ela, seus seios saltaram na minha frente e eu cai de boca. Seis médios, duros, com bicos grandes, rosados e rijos. Marlene gemia enquanto suas mãos acariciavam meus cabelos e eu segui mamando um depois o outro alternadamente.

Com a outra mãos abri o zíper do seu short, desencostei o corpo dela e o short deslizou até o chão. Marlene ficou apenas com uma calcinha branca, bem comportada mas com algumas rendinhas. Levantei seu corpo e ela se sentou na bancada, abriu as pernas e eu coloquei a calcinha de lado. Sua boceta carnuda e com ao lábios dourados estavam ali, a minha disposição.

- Tem três anos que eu não transo.

- Eu sei, vamos no seu ritmo, ok?

- Não, eu quero no seu. Eu quero tudo agora.

Cai de boca na boceta que já escorria de tanto tesão acumulado. Marlene abriu as pernas e foçou minha cabeça em direção a sua boceta.

Chupei, mordi o grelo, lambri, meti dois dedos e Marlene gozou rapidamente na minha boca. Seu gemido era mais do que um gemido de prazer, era a mais pura expressão de uma mulher que havia descoberto que estava viva.

Depois de alguns orgasmos seguidos, me levantei e desabotoei minha bermuda. Marlene desceu da bancada e se ajoelhou na minha frente, tirou minha cueca e caiu de boca no meu pau chupando com tamanha vontade que em alguns momentos o prazer deu lugar a dor. Ela chupou, apertou, mordeu meu pau, alisou meu saco, mordei unhas pernas, cravou as unhas na minha bunda e antes que eu gozasse na sua boca ela se levantou e me beijou.

Suas pernas abertas faziam com o que a cabeça do meu pau encostasse na sua boceta úmida e quente. Pincelei meu pau, ela sentou na bancada de novo e cm estocada leves meu pau foi entrando naquela boceta apertada. Parecia virgem novamente, Marlene arfou, sentiu dor no começo mas pediu pra que eu continuasse. O pau foi entrando a o canal cedendo, ela rebolou e eu comecei a meter com mais vontade. Seus seios tremiam na minha frente, ela gemia baixinho pedindo mais e mais e outro gozo veio com mais intensidade.

Senti quando sua boceta apertou meu pau, acelerei as estocada e gozamos juntos.

O corpo de Marlene estava molhado de suro. Desligamos o fogão e seguimos pro banheiro para tomarmos um banho. Assim que abri o chuveiro Marlene me presenteou novamente com um delicioso boquete.

- Goza na minha boca goza.

Segurei sua cabeça pelos cabelos e comecei a foder a sua boca. Marlene chupava, fazia pressão, dava mordidas leves na cabeça da minha rola e eu gemi e enchi sua boca de porra. Marlene tomou tudo, lambeu os lábios e depois foi a minha vez de chupa-la por inteiro, ela se abria toda, rebolava na minha cara, se esfregava em mim e seus orgasmos iam acontecendo um atrás do outro. Saímos do chuveiro e fomos pra cama, com os corpos molhados, nos jogamos na cama e Marlene veio por cima. Sentou no meu pau e cavalgou com maestria, parecia que ela quer ter naquele dia todos os orgasmos possíveis. Seu corpo ia reagindo a cada movimento nosso, sua boceta escorria a cada orgasmos, seus seios estavam duros como pedra e sua bunda ficando mais vermelha a cada tapa que eu dava.

Depois de cavalgar em mim, girei seu corpo e a coloquei de bundinha pra cima. Beijei suas costas, desci pelas suas pernas e fui de encontro ao seu pé, chupei cada um dos dedos, Marlene gemia e urrava com a cara enfiada entre os travesseiros. Subi novamente e chupei o seu cuzinho, ela gemeu mais alto, suas unhas cravaram nos travesseiros e eu fui beijando até sua nuca.

Marlene abri mais as pernas, empinou a bunda me dando sinal verde pra meter no seu rabinho. Passei óleo e fui entrando, ela gemeu e pediu para eu ir devagar, o pau foi sendo sugado pela sua bunda gulosa e em poucos minutos a pica estava lá dentro.

Marlene começou a rebolar eu fui aumentando o ritmo, fui socando cada vez mais forte e em pouco tempo gozei novamente.

Aquele fim de semana passamos na cama. As vezes a gente ia na cozinha para comer alguma coisa mas quase tudo virava motivo pra gente cair de boca um no outro. Ainda continuamos nesta química louca, Marlene está cada vez mais radiante, não fala mais do marido que morreu e a nossa transa melhora a cada dia.




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