"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio IV


autor: Publicitario45
publicado em: 10/08/16
categoria: hetero
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Confesso que o final de semana com Mariana foi inesquecível, mas a diferença de idade me preocupava, afinal de contas estamos falando de uma diferença de 28 anos. O preconceito parece ser todo meu, pois pra ela nada parecia importar.

Ela passou o domingo na praia com os amigos, todos da sua idade.

Cada foto que ela postava no Facebook ela usava uma # (Hashatag) que havíamos combinado de usar quando ela postasse algo pra mim.

Aquela intimidade toda, a química extraordinária que a gente tinha na cama, o sorriso dela, o senso de humor, a energia dela realmente me perturbava e eu achei que o melhor a fazer era abrir o jogo e dizer que nós não iriamos mais nos ver.

Na minha cabeça é simples. O que meninas da idade dela querem eu já tive e por enquanto não quero mais. Na teoria era bem fácil de resolver, bastaria dizer a ela que não queria mais e ponto final. Então, como um adolescente, desliguei o telefone, sai da internet e fui dormir, ou pelo menos tentar dormir.

Meu sono custou a chegar mas chegou e eu finalmente consegui dormir. Logo pela manhã acordei e meu filho estava na cozinha.

Trocamos um bom dia seguido de um abraço e eu perguntei como tinha sido seu fim de semana, ele perguntou como foi o meu e na conversa ele disse que tinha passado o dia na praia com os amigos para comemorar o aniversário de Mariana. Para dar uma disfarçada, disse a ele que ela havia me adicionado no Facebook e que a data tinha aparecido.

Nos despedimos e ele foi pra faculdade. Terminei meu café e fui tomar banho, mas antes resolvi ligar o celular que foi imediatamente inundado por um caminhão de mensagens de Mariana.

Para não ser mal educado, retornei dizendo que tinha ido dormir mais cedo, pois estava com dor de cabeça. Ai ela resolveu perguntar se podia me ver, eu disse que teria que viajar, ela concordou mas perguntou quando eu retornaria. Ao saber que eu ficaria uma semana fora ela perguntou se podia passar no meu apartamento para se despedir, já que ela sabia que meu filho naquele horário estaria na faculdade.

Sem querer, mas querendo muito, concordei.

Minutos depois Mariana bateu na minha porta. Como todas as vezes estava linda, animada, pra cima, usando sempre camisas de bandas e óculos escuros. Diante de tanta animação, resolvi abri o jogo e disse que seria melhor ela se relacionar com alguém da idade dela.

Ela discordou, retrucou, estressou e finalizou dizendo que até o pai dela não se ligava com essa coisa de idade. Disse que ele achava importante ela se relacionar com que a fizesse bem, independentemente da idade. Honestamente, aquilo mexeu comigo.

Então pedi que ela esperasse eu voltar da viagem e conversaríamos.

A semana longe de casa foi difícil e cansativa mas o que mais me incomodava era o fato de tudo me fazia lembrar dela. Dava vontade de pegar o telefone e ligar para contar cada passo que eu dava.

Passamos a semana trocando mensagens e telefonemas de madrugada e quando chegou sexta ela perguntou se iriamos nos ver.

- Sim Mariana. Precisamos conversar.
- Onde?
- Pode passar o fim de semana em Guarapari comigo?
- Posso, mas você não está no Rio?
- Sim, mas eu chego de carro pela BR 101 e chego lá no final do dia.
- Ok.

Combinamos de nos encontrarmos num hotel e iriamos passar o fim de semana juntos. Quando nos encontramos meu coração disparou, foi incrível sentir aquilo por uma garota de 18 anos. Simplesmente não falamos nada e nos beijamos. Entramos no carro, seguimos pro hotel e nos trancamos no quarto.

Mariana estava linda como sempre. De repente, me deu uma vontade de fazer algo mais violento e eu já tinha percebido no motel que ela gostava.

Coloquei as malas no chão, me aproximei e simplesmente comecei a rasgar o vestido florido que ela usava. Mariana se assustou inicialmente mas depois foi curtindo a situação e passou a me provocar. Me chamou de safado, cachorro, de tio (Odeio e ela sabe) e mandou que eu a comesse como se ela fosse uma puta.

Encostei seu corpo numa bancada, abri suas pernas e sem nenhum tipo de preliminar fui metendo o pau com força. Parecia que eu estava a estuprando mas não estava. A sensação de poder me contagiou e eu a virei de costas. Dei-lhe dois tapas na bunda onde os cinco dedos ficaram marcados. Ela gritou e pediu calma. Empinou e bunda e pediu pra ser fodida.

Coloquei meu pau na portinha da boceta e fui socando forte, Mariana gemia, pedia mais força e sabia que isso me instigava. Acelerei os movimentos e ela começou a gozar e em seguida eu gozei junto.

Depois dessa loucura toda, deitamos na cama da suíte e deixamos a nossa respiração desacelerar.

- Nossa, hoje você estava mais safado do que das outras vezes.
- Eu sei, te machuquei?
- Não, mas minha bunda está ardendo.
- Desculpa, me empolguei.
- Percebi.
- Senti sua falta Mariana. Pensei em você o tempo todo.
- Jura?
- Sim, é sério. O que você fez comigo?
- Não sei, mas quero te fazer uma pergunta e você tem que me responder com apenas uma palavra.
- Pode perguntar safada.
- Quer namorar comigo safado?
- Sim.




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