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Não me chama de tio V


autor: Publicitario45
publicado em: 10/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


É isso mesmo! Com 46 anos me envolvi com uma amiga do meu filho de 18 anos, mas que possui uma maturidade que impressiona.

Mariana, a menina que vem fazendo uma reviravolta na minha vida me pediu em namoro e eu aceitei com uma condição: não me chama de tio.

Ela riu, concordou, mas finalizou a frase com um “tudo bem tio, desculpa, safado”. Ela sabe provocar, conhece seus próprios encantos e eu cada vez mais gosto disso.

Semana passada ela me mandou uma mensagem dizendo que tinha uma surpresa pra mim, mas como era surpresa não quis dar nenhum detalhe. Eu só saberia no dia seguinte. Confesso que passei a noite preocupado e pela minha cabeça passou de tudo, inclusive uma possível gravides.

Na manhã seguinte acordei e mandei uma mensagem pra ela. Naquele horário ela já devia estar na faculdade e ela me retornou com uma foto e que foto.

Mariana estava ruiva e como ela tem a pele clara ela ficou simplesmente mais linda do que já era.

- Quer matar aula?
- Só se for pra você me levar pro motel.
- Te pego em 45 minutos.
- Ok safado!

Mariana se habituou a me chamar de safado quando estamos a sós. Acho excitante e eu a chamo assim também, afinal de contas a safadeza reina entre a gente. Parei na porta da faculdade e ela veio correndo. Entrou no carro e eu nem deixei ela abrir a boca.

- Me leva pro nosso motel.

Partimos em direção ao Status e ela como sempre, segui o caminho passando a mãos no meu pau. Chegamos, pedimos uma suíte mais simples pois nossa transa teria que ser rápida. Mal entramos e nos atracamos.

Mariana desfez minha gravata, tirou meu terno, minha camisa, calça, cueca etc. me empurrou em direção a uma poltrona, colocou a calcinha de lado e sem sequer por a boca na minha pica sentou-se no meu colo.

- Agora chupa a minha calcinha enquanto eu cavalgo no seu pau cachorro.

Imediatamente me coloquei a sugar o melzinho da sua calcinha branca. Mariana observava aquilo e fazia cara de safada e não demorou muito para seu corpo dar aquelas tremidas que sempre dá quando ela goza. Assim que ela gozou eu não resisti, sai debaixo dela, coloquei-a sentada na mesma poltrona de pernas abertas e cai de boca na sua boceta melada.

- Voce gosta da minha boceta né? Chupa que ela é sua.

Chupei até que senti seu gozo invadir minha boca. Me levantei e fui em direção a sua boca. A gente sempre faz isso, divide o gozo de um com o outro. Enquanto me beijava Mariana pegou meu pau e levou em direção a sua boceta. Começamos um vai e vem lento, mas bem safado.

- Come, come com força que eu to quase gozando de novo.

Acelerei o ritmo para atender o pedido da minha ninfeta e gozamos quase juntos. Ficamos ali, abraçados, Mariana me abraçou forte e meu pau foi amolecendo dentro da sua boceta.

- Amor, vamos tomar. Banho. Você tem que trabalhar e eu preciso voltar pra faculdade.

Tomamos um banho rápido e voltamos pra faculdade. Deixei Mariana na porta e fui pra agencia.





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