"Os mais excitantes contos eróticos"

 

10 - A primeira vez... (lésbico)


autor: bernardo
publicado em: 11/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Debora estava no nono ano do ensino médio e estudava em um colégio de freiras. Ela nunca foi uma boa aluna, e precisava de muitas notas para passar. Aquele era o seu último ano naquela escola, então, achando que não tinha nada a perder, ela e Lucinha, sua melhor amiga, decidiram roubar as provas da sala dos professores.

Era um dia tranquilo, e só teriam a última aula, então, as duas amigas, inventaram uma desculpa e foram para o corredor e entraram na bendita sala. Não tinha ninguém, e foi muito fácil invadir o local sorrateiramente.

Enquanto Debora, vasculhava os armários em busca das provas, a Lú ficava na porta, para lhe avisar caso aparecesse alguém. De repente, ela deu um grito, avisando que alguém estava vindo e correu para dentro da sala se escondendo junto com a amiga, deitadas embaixo de um móvel, com o material e tudo, porque a professora de matemática, que era freira, estava vindo, acompanhada do professor de educação física.

Mal tiveram tempo de se esconderem, os professores entraram falando sobre as provas finais, e quais alunos achavam que iam ser reprovados. Mas assim que trancaram a porta, o professor, grandalhão, tascou um beijo na freira de tirar o fôlego. Mal podendo olhar para Lucinha, que estava deitada logo atrás dela, entre suas pernas, Debora, não conseguia acreditar no que via. Seus dois professores, ali, se atracando. A freira, tão puritana e moralista e ele tão sério, ali, na maior putaria. Ele se encostou na mesa, colocou o pau para fora e a freirinha se abaixou, e mamou aquele membro, como se fosse uma mestra no assunto.

Com aquela visão, diante de seus olhos, Debora sentiu a calcinha se molhar e o corpo tremer de puro tesão. De repente, o garanhão levantou o hábito da freirinha, e para a surpresa das duas amigas que estavam escondidas assistindo um verdadeiro filme pornô ao vivo e a cores, ficaram admiradas ao verem que a freirinha vestia uma minúscula calcinha vermelha, da cor do pecado.

E não é que a danada da freirinha era gostosa! Os dois se deitaram na mesa e começaram um 69 de enlouquecer qualquer um. Debora, nunca tinha visto aquilo, não ao vivo, e estava muito louca. Foi quando ela começou a sentir os dedos de Lúcia acariciarem a sua xoxotinha por cima da calcinha. Na posição em que estava, não tinha nem como olhar para trás, seja para mandá-la parar, seja para encoraja-la. Sua única reação foi deixar que a amiga afastasse a calcinha para o lado, e enfiasse o dedinho na sua bucetinha virgem.

Enquanto isso, os dois, em cima da mesa mandavam ver. Ele, o professor, a chamava de puta safada, freira gostosa, e Debora, delirava com os dedinhos da Lúcia nela. De repente, Debora sentiu algo estranho, não eram mais os dedos, era a língua de Lúcia que estava tentando penetrá-la. Debora se contorcia de prazer sentindo a língua macia, quentinha da amiga no seu grelinho. Ela até duvidou que ela nunca tivesse feito isso antes. Queria gemer, mas não podia, e enquanto isso, assistia aquele filme pornô, ao vivo entre seus professores.

Aquela sacanagem estava deixando-a louca. Não se sabe se era tesão ou medo de ser pega, ela só sabe que delirava. Nesse ponto, o garanhão já metia na buceta da freirinha, sem dó nem piedade. Como não podia fazer o mesmo, Lucinha pegou uma caneta do seu estojo e enterrou na buceta da Debora também. A cada estocada que o professor dava, mas uma estocada a amiga dava nela. E cada vez que eles mudavam de posição, ela metia mais uma caneta, chegando a ter umas dez canetas enfiadas, mas ela não se importava, era gostoso demais.

Quando o professor botou a freirinha de quatro e meteu no cuzinho dela, enquanto dizia o quanto adorava aquele rabo, Lú enfiou uma canetinha no cuzinho da Debora também. Ela já não sabia sequer quantas vezes tinha gozado, só sabia que era boa demais aquela sensação. Ver os dois professores metendo, e ter a Lú penetrando-a com as canetas e chupando seu grelinho, foi a melhor coisa que podia lhe acontecer naquele dia. Melhor até do que roubar as tais provas, que naquele momento ela tinha esquecido por completo. Para finalizar, o "mestre" sentou-se na mesa, e punhetou seu pau, até jorrar leitinho na boquinha da freira, que dizia o quanto era quentinho e gostoso. A essa altura, Debora já tinha conhecido o céu. Lúcia foi tirando uma a uma as canetas de dentro da xoxota da Debora, e passou a lamber seu gozo. O mais difícil era não gemer numa situação daquelas quando a vontade de ambas era berrar de tesão!

Quando enfim os dois se arrumaram e decidiram sair da sala, Debora e Lucia esperaram um pouco e saíram de debaixo do móvel. Elas também estavam loucas de tesao. Lucia disse para a amiga que teriam que terminar o que começaram ali. Debora, claro que concordou. Voltaram para a sala assistirem a última aula e era só a Debora olhar para Lucinha, e vê-la chupando a ponta das canetas que meteu em sua xoxota para ela ficar excitada.

Assim que tocou a campainha, ambas correram para a casa da Lucinha...bem... mas isso e outra história, depois eu conto essa... Aguarde!!!

E ai, Gostou? Se excitou? Quer ver onde vai dar essa história toda? Peça-me a continuação antes de sair. Se desejar podemos conversar sobre o assunto. Skype: bernard.zimmer3 ou e-mail. bernard3320@live.com ou WhatsApp: 11944517878




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