"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio VIII


autor: Publicitario45
publicado em: 11/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


A química entre eu Mariana, a minha namorada 28 anos mais nova, só crescia. Ainda em Búzios, pela manhã fomos a praia que ficava bem perto do hotel. Sempre um cuidando do outro, eu passei protetor solar nela, já que sua pele é bem clarinha e ela passou protetor e óleo em mim, já que sou bem moreno.

Enquanto isso eu observava os olhares dos homens mais novos. Os caras simplesmente comiam ela com os olhos e alguns comentavam entre eles provavelmente sobre a diferença de idade.

Ao comentar com Mariana sobre os garotos ela foi direta.

- Amor, relaxa com isso. Se eu tiver de namorar alguém da minha idade vai ser uma menina. Os meninos não me entendem. Você sim.
Assunto encerrado, Mariana se jogou na canga e eu sentei na cadeira.

Chamei um vendedor de cerveja e pedi duas latas de Heineken, a nossa cerveja preferida.

Mariana continuou deitada de bunda pra cima e vira e mexe eu me pegava observando como ela é gostosa. Deixei algumas gostas da lata pingar nas suas costas e ela deu uma envergadinha quando sentiu a água gelada bater nas suas costas.

- Amor...

- Diga.

- Voce já amarrou alguém na cama e fez tudo que queria?

- Já amarrei você, no motel?

- Ah, to falando em algo mais pesado.

- Já amarrei sim, mas isso faz tempo.

- Quer me amarrar e fazer tudo que quiser comigo?

- Quero. Mas tem regras.

- Quais?

- Voce tem que aceitar ser minha submissa, serei seu Dom e você tem que obedecer. Se sentir dor, teremos um sinal, caso não use-o, vou entender que posso ir em frente.

- Nossa, já tô melada. Vamos pra agua?

Partimos de mãos dadas pra agua e fomos até um pouco mais pro fundo. Mariana tem mania de pular em mim e me enlaçar com as pernas, desta forma sua boceta fica esfregando no meu pau dentro d´ água.

Quando o clima começou a esquentar ela parou. Disse que ali não, pois tinha muita gente com criança e que se fosse apenas adulto ela me daria ali mesmo. Além do mais, naquela noite eu ria poder fazer tudo que eu quisesse com ela.

Passamos a manhã toda na praia e como sempre Mariana me provocando. Após o almoço no restaurante do hotel, ela me chamou para darmos uma cochilada mas eu disse que teria que sair, fui em busca de acessórios para a nossa noite de dominação. Mariana ficou louca, queria ir junto mas eu disse que não, os presentinhos seria surpresa.

Na rua das Pedras infelizmente eu não encontrei tudo que queria.

Mesmo assim conseguir comprar uma corda, vendas, uma pena, um óleo que esquenta, velas e incensos.

No final da tarde eu já estava no hotel e Mariana me chamou para ir comer uma pizza fora do hotel antes da nossa farra, concordei, nos arrumamos e saímos.

Para variar ela estava linda. Uma saia peta curta e rodada, uma blusa que tinha apenas a frente deixando suas costas a mostra, nada de sutiã e provavelmente uma calcinha bem curta. Seu cheiro era avassalador, seu cabelo ruivo cheio de cachinhos e sua boca que brilhava por causa do Gloss compunham o visual da menina mais linda do mundo.

Já na pizzaria a cena se repetia. Os homens e algumas meninas babando por ela. Sentamos, pedimos uma pizza e vinho. Nem o garçom se deu ao trabalho de disfarçar. Seus olhos correram por dentro da blusa frente única de Mariana e ao sentar suas saia subiu um pouco deixando suas coxas amostra. Honestamente, eu estava adorando ver a minha namorada sendo comida com os olhos dos outros.

Ai que Mariana foi ao banheiro, atrás dela um cara e atrás deste cara uma morena linda. Ela entrou no reservado feminino, a morena entrou atrás dela e o cara no banheiro masculino. Eu continuei na nossa mesa que apesar de afastada me dava uma visão privilegiada da pizzaria. Minutos depois o cara saiu e ficou por ali, esperando e em seguida Mariana e a morena saíram conversando como se fossem duas amigas.

Claro que o cara parou as duas e puxou conversa. O que ele disse naquele momento, a única coisa que eu vi foi Mariana apontando pra mim, o cara olhou, sinalizou como se pedisse desculpa e eu acenei de volta. Segundos depois Mariana chegou na nossa mesa com a morena, chamada Mônica. Uma mulher do tipo mulata do Sargentelli, grande, gostosa, charmosa e muito cheirosa.

Mariana nos apresentou, disse que ela também era de Vila Velha e que no domingo, iria passar o dia com a gente na praia, já que era nosso ultimo dia em Buzios.

Concordei e Monica se despediu da gente mas antes de sair cantou Mariana literalmente na minha frente.

- Parabéns pela namorada. Quase que eu roubei ela pra mim dentro do banheiro.

A morena saiu andando com aquele corpo sensacional e eu não me contive.

- Ela te cantou no banheiro?

- Sim, ela queria me beijar.

- Voce beijou?

- Claro que não, preciso saber se você vai deixar.

- Isso a gente vai descobrir amanha na praia. E eu aqui, preocupado com o bombadinho ali

Mariana riu, terminamos nossa pizza, nosso vinho e fomos embora. A noite estava sensacional, uma lua linda e Mariana se mostrava disposta a tudo naquela noite.

Entramos no quarto e eu pedi que ela se vestisse da forma que quisesse. Então ela entrou no banheiro e eu comecei meu ritual.

Apaguei todas as luzes do quarto, acendi incensos e velas pois queria iluminação natural. Abri a porta da varanda para ouvirmos o som do mar. Peguei a venda, a corda, o óleo lubrificante que esquenta, a pena e coloquei um CD da Lana Del Rey pra tocar. Música sexy e envolvente ideal para uma noite de sexo e sedução.

Abri outra garrafa de vinho, servi duas taças e retornei a garrafa para um balde cheio de gelo.

Quando Mariana saiu, fez cara de espanto. Se surpreendeu com a pequena produção. Para dar um clima ainda mais sensual, ela vestiu um corselet preto com alguns detalhes rendado em vermelho. A peça estava bem justa em seu corpo e seus seios ficaram ainda mais acentuados. Meias três quartos, salto alto e uma minúscula calcinha.

Cheguei perto e lhe entreguei uma taça e ordenei que bebesse. Ela veio me beijar e eu me afastei dizendo que naquele momento ela teria que obedecer.

Peguei uma cadeira e sentei no meio do quarto bem espaçoso e a mandei dançar – dance e tire a sua roupa aos poucos. Mantenha-se apenas de calcinha , meias e salto alto.

Mariana obedeceu e começou uma dança sensual. Se aproximava mas não me tocava. Me lançava olhares sedutores, sua boca agora bem vermelha devido ao retoque do batom chama atenção. As luzes das velas faziam seus cabelos ruivos brilharem dependendo do movimento.

Terminou a primeira música e eu me levantei e me coloquei atrás dela. A esta altura Mariana já estava quase nua, apenas de calcinha, meias e salto. Minhas mãos tocaram levemente o bico dos seus seios e ela gemeu bem baixinho. Mandei que ela continuasse dançando e ela apenas obedeceu.

Depois que a segunda música acabou, conduzi seu corpo até a varanda. Apesar da noite enluarada a praia estava deserta. Virei seu corpo de frente pra mim e abri seus dois braços. Amarrei um pelo pulso e depois o outro.

Mariana já respirava descompassadamente. Peguei uma cadeira e sentei em frente. Mariana parecia crucificada com os braços abertos em minha frente. Peguei a pena e deslizei pelo seu corpo passando desde o pescoço, seios e chegando até a sua barriga.

Ela se contorceu e eu continuei. A pena agora passeava por toda extensão do seu corpo, subia numa perna, descia pela outra, circulava nas partes internas das suas coxas até que ela soltou um “ahhhhh” e eu mandei que ela só falasse quando eu mandasse.

E continuei. Com uma pedra de gelo entre os lábios sentei-me novamente em sua frente e fui em direção aos bicos rijos. O toque da pedra gelada fez com ela se contorcesse, sua respiração já tinha perdido todo o compasso e a brincadeira só estava começando.
Levemente toquei seu sexo por cima da calcinha, o tecido fino já estava totalmente molhado. Mariana acho que já iriamos pros finalmente mas eu a desamarrei e pedi que ela deitasse de barriga pra cima.

Obedecendo a todas as minhas ordens, eu amarrei os braços ca cabeceira da cama, as pernas na parte debaixo deixando seu corpo totalmente aberto, como se fosse uma estrela.

Com outra pedra de gelo eu comecei a desenhar figuras geométricas pelo seu corpo. Mariana gemia, se remexia se contorcia. Retomei com a pena, seus braços pra cima deixavam seu corpo totalmente vulnerável, sem defesa e o deslizar da pena na sua pele branca lhe fez soltar mais um gemido seguido de um palavra.

- Eu vou ter que implorar pra você me comer? A cama já esta melada.

- Cala a boca.

Com fui até a cozinha e peguei uma faca. Caminhei lentamente até Mariana que me olhou assustada. Peguei a venda e vendei seus olhos.

Sua respiração agora era de nervosismo. Com a faca na mão passei a desenhar pela sua barriga. Subi, desci, passei na lateral da sua cintura e ela mesmo com medo gemeu de novo.

Enfiei a faca entre sua pele e o tecido da calcinha e com um golpe só, cortei deixando ela totalmente nua.

De onde eu estava eu via o fio de me escorrer de sua boceta. O cheiro de sexo, perfume e incenso tomava conta do ar. O clima era extremamente sedutor.

Afrouxei um pouco as cordas o suficiente para Mariana virar e ficar de bunda pra cima. Seus pelos estavam eriçados, sua boceta completamente melada, sua respiração descontrolada.
Um tapa na sua bunda ecoou no quarto. Ela gemeu. Levou outro.

- Voce quer mesmo continuar com isso?

- Quero sim, tio.

- Vai continuar me provocando?

Outro tapa, desta vez mais forte.

- Não senhor.

Me levantei e voltei com vela e fósforos nas mãos. Acendi a vela e deixei a primeira gosta tocar a pele das suas costas. Maria envergou a coluna deixando sua bunda toda empinada.

- Quer que eu pare?

- Não.

Outra gota quente escorreu indo de encontro ao seu corpo. Mariana reagia, não dizia o codico para que eu parasse e nesse ritmo pinguei mais uma quatro gostas nas suas costas.

Coloquei a vela sobre a mesa e toquei sua boceta. Um mel escorria de dentro dela deixando a cama molhada. Seu corpo suava, a cada toque do meu corpo um espasmos, parecia descargas elétricas.

Me despi inteiro e soltei os braços e pernas de Mariana, ela se virou com as pernas abertas e eu cai de boca na sua boceta. Apenas suas chupadas e o squiri se fez presente de novo. Sua ejaculação esguichava diretamente na minha boca, um gosto meio amargo mas ao mesmo tempo saboroso. Mariana se remexia e tremia ao mesmo tempo. Gozava com grande intensidade e implorou para ser penetrada naquele momento.

Levantei e peguei o óleo que esquenta com a fricção entre os corpos. Passei em toda extensão do meu pau e coloquei a cabeça na porá da sua boceta.

- Fode!!

Mariana não pediu, ela gritou.

Puxei seu corpo para a beira da cama, coloquei seus pés nos meus ombros e deixei meu pau entrar inteiro na sua boceta. Ela gemeu e pediu força. O ritmo de nossa transa fi aumentando e o óleo começou a fazer efeito, esquentando suas paredes internas, Mariana estranhou aquilo mas começou a gozar novamente e pediu que eu a comesse com mais força, seus gemidos tomaram conta do quarto, o som do encontro dos nossos corpos também e quando ela disse que gozaria de novo eu não consegui segurar mais e gozei.

Caímos exaustos. Mariana não dizia uma palavra sequer. Eu apenas ouvia sua respiração e meu coração disparado.

- Voce é louco.

- Não gostou?

- Amei. E você preocupado com os meninos da minha idade. Nunca gozei assim, chega a esguichar.

- Se chama squirt. Orgasmo feminino com ejaculação. Precisa muito tesão pra acontecer isso.

- Amor, eu estou mole e completamente apaixonada por você.

Nisso Mariana subiu em cima de mim e começamos a nos beijar. O contato do eu pau com a sua boceta aconteceu automaticamente e foi questão de tempo para meu pau dar sinal de vida. Mariana então resolveu retribuir a supresa e desceu me beijando lentamente até chegar na cabeça do meu pau. Me chupou, lambeu minha rola deixando-a limpa engoliu o resto da porra que teimava em sair, lambeu meu saco, tentou me penetrar com a lingue e quando viu meu cacete novamente duro sentou e se pôs a cavalgar lentamente na minha pica.

Ficamos transando num ritmo bem mais lento que a trepada anterior mas gozamos novamente, um gozo mais calmo mas repleto de beijos apaixonados.





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