"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio IX


autor: Publicitario45
publicado em: 12/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


No nosso último dia em Buzios eu e Mariana havíamos marado de passar o domingo na praia junto com a Mônica, a morena gostosa que a cantou na pizzaria. Acordamos cedo e ligamos pra Monica que disse que nos encontraria na Praia da Ferradurinha.

Mariana estava sonolenta. A noite anterior, tinha sido regada a sexo, champanhe e dominação com direito a requintes de crueldade.
Estávamos cansados, porém a felicidade era nítida entre a gente.

- Amor, pede pra trazer café aqui no quarto. Tô morta!

Assim eu fiz. Liguei pra recepção e minutos depois recebemos o café no quarto. Mariana se fartou enquanto eu ficava brincando com ela, dizendo que ela não engordava de ruim, pois a quantidade que ela comia era surpreendente. Coisas de uma menina de 18 anos.

- O que você esta lendo no tablete Mariana?

- Seus contos. Nossa tio, como você é safado.

- Se você me chamar de tio de novo, vai ter que ir pra Vila Velha a pé.

- Tô brincando amor. Mas a parte do safado é verdade.

- Sei.

- Quer experimentar.

- Experimentar o que namorada?

- Tudo isso que você fez. Quero ir em casas de swing, ménage, tudo.

- Uai, mas você disse que não toparia ménage masculino, apenas feminino.

- Sim, mas se for um cara mais velho e gostoso eu topo. Não curto meninos, você já sabe disso.

- Ok! Vamos deixar as coisas irem acontecendo. Se a gente programar perder a graça, tem que ser inesperado.

- Concordo.

Nisso, Mariana se levantou nua, linda e foi direto tomar um banho. A esta altura, eu já tinha tomado o meu, dado uma pequena corrida na praia enquanto ela dormia. Um homem de 46 anos namorando uma menina de 18, requer preparo físico.

Enquanto Mariana tomava banho, o celular dela tocou, era Mônica. Mariana pediu que eu atendesse e ela queria apenas confirmar o encontro na praia. Assim que Mariana saiu enrolada na toalha ela pediu que eu passasse protetor solar antes dela colocar o biquíni.

Comecei pelas suas costas, espalhei bem o creme, desci pela sua bunda e fui pelas pernas até os pés. Subi pela frente, passando pelas coxas, a parte interna das coxas, aproximei da sua boceta e maldosamente Mariana abriu as pernas e sorriu com cara de sapeca.

Toquei de leve sua boceta e ela fechou os olhos e deu uma gemidinha. Continuei subindo, passei pela sua barriga, passei nos seios e pescoço. Depois, com carinho passei em seu rosto e fui presenteado com um beijo apaixonado

- Agora é a minha vez de passar em você. Tire a sua sunga.

Assim que me livrei da sunga de praia Mariana viu que meu pau estava duro. Também pudera, eu havia acabado de deslizar minhas mãos por toda extensão do seu corpo. Ela me chamou de safado mas repetiu o mesmo caminho, começando pelas costas, bunda, pernas, me virou e foi subindo e meu pau duro apontando pro seu rosto, ela passou pela virilha, barriga, peito, ajoelhou de novo e me deu uma deliciosa chupada na cabeça do pau e em seguida parou. Foi uma espécie de vingancinha, já que eu havia tocado sua bocetinha e não feito nada depois.

Entramos no carro e fomos pra praia. Chegando lá Monica ainda não estava. Então alugamos cadeira, sombrinha e nos sentamos. Mariana pediu agua de coco, disse que precisava hidratar o corpo, já que aquele squirit tinha levado uma quantidade considerável de ligueido do seu corpo.

Nosso clima de casal apaixonado seguia bem e eu até torcia pra Mônica não aparecer, mas trinta minutos depois ela chegou. Como disse, Mônica é uma mulata muito bonita, cabelos cacheados até a cintura, corpo malhado, tem 33 anos de idade, seios médios, bunda grande como quase toda mulata. Tem uma voz firme mas sensual.

Quando ela se livrou da sua saída de praia, percebemos que ela usava um mini biquíni fio dental. Seu corpaço chamou atenção de várias pessoas e ela logo deitou na canga de bunda pra cima. Seu corpo brilhava, certamente já tinha passado protetor solar ou óleo bronzeador pelo corpo.

A conversa entre a gente era descontraída. Falávamos de tudo, politica, futebol, cinema, musica e ...sexo. Mônica que é da capital do Rio de Janeiro, disse que estava ali pois havia terminado um casamento. O motivo era simples: queria um casamento com mais emoção e o marido não. mais emoção na verdade quer dizer troca de casal, ménage masculino ou feminino, o que Mônica sabia é que ela gostava de meninos e meninas e pro cara, aquilo éra um absurdo.

Depois de mais de um hora de sol forte, apesar de ser baixa temporada, eu resolvi ir na praia e Maria foi atrás. Como de costume ficamos na agua grudados e ela sempre com as pernas enlaçadas na minha cintura.

- Amor, o que você achou da Mônica.

- Gente boa.

- Não é isso que eu quero saber.

- Tá bom, gostosa. Você quer ela.

- Não sei. Ela parece ser bem experiente né?

- Não sei não... acho que ela quer ganhar experiência.

- Hum... depois da praia vamos convida-la para almoçar com a gente
no hotel? A gente pede uma comidinha gostosa o quarto...

- Já entendi Mariana.

- Te adoro, safado.

Mariana voltou pra areia e eu fiquei na agua, estava de pau duro e apesar da praia estar meio deserta tinha gente com criança no caminho e eu não iria passar perto deles com o pau esticando o tecido.

Porém, Mariana parecia não se importar muito com isso. Chegou na areia e deitou, pediu que Mônica passasse óleo no seu corpo. O pedido foi atendido prontamente e Mônica se ajoelhou ao lado da minha pequena e começou a passar óleo pelas costas dela. De onde eu estava fiquei observando toda a movimentação.

Mônica subia e descia, massageou os ombros de Mariana, desceu até a cintura, depois seguiu passando por cima da bunda da minha namorada, foi pelas coxas até a metade da panturrilha. Depois retornou fazendo exatamente o mesmo movimento. Percebi quando Mariana abriu levemente as pernas e Mônica percebendo isso deslizou suas mãos entre suas pernas. parecia que ela estava massageando a boceta de Mariana e realmente estava.

Resolvi sair da água e caminhei até as duas que conversavam animadamente. Mariana me disse que tinha convidado Mônica pra almoçar conosco e talvez passar a tarde toda. Concordei, abri uma cerveja e sentei ao lado delas.

Mariana tem 18 anos mas sabe o que quer e como fazer para conseguir o que quer. Quando Mônica pediu que ela passasse óleo nela, Mariana começou a jogar.

- Vou pedir meu amor para passar óleo em você. Você passou em mim, ele passa em você e assim vai.

Mônica sorriu com malicia e mandou um “vem’ como se tivesse me desafiando. Me ajoelhei ao lado dela e comecei a passar o óleo.

Mariana me olhava e mordia os lábios. Disse pra Mônica que iria dar a ela o mesmo tratamento que ela havia dado a Mariana e foi ai que a coisa começou a ficar mais quente.

Mônica deitou-se de frente, olhou para os lados e soltou a parte de cima do biquíni. Comecei a passar o óleo pelas suas pernas, bem perto dos pés. Fui subindo pelas suas pernas, passei pelas coxas malhadas e me aproximei da virilha. Mônica fechou os olhos e sentiu minhas mãos tocarem na sua barriga sempre subindo, passei o óleo pelo seu colo e aos poucos a pinta dos dedos foi entrando por baixo do tecido da parte de cima do biquíni.

Quando minhas mãos tocaram o bico dos seus seios ela gemeu e abriu levemente as pernas, ai eu resolvi fazer o caminha inverso e fui descendo rumo a sua calcinha. Mônica pressentiu minhas intenções e segurou na mão de Mariana que assistia tudo fixamente.

Minha mão entrou no biquíni e senti a boceta carnuda e depilada de Mônica. O contado do oléo com seu grelo fez com que meus dedos deslizassem com facilidade e eu fiquei ali, circulando o dedo, subindo, descendo e em alguns momento penetrando aquela boceta grande completamente ensopada.

Não demorou muito e Mônica arfou, era sinal do seu orgasmo, ela mordeu os lábios e tratou de sentar na canga e amarrar o biquíni.

- Nossa, para que eu vou gritar.

Mariana riu e voltamos a falar de outros assuntos enquanto a praia ia esvaziando.

Resolvi dar outro mergulho pois estava realmente quente. Como Mariana tem a pele clara, ela fica mais debaixo da sombrinha. Quando eu votei ela pediu que eu me deitasse ao seu lado, pois eu precisava renovar o protetor solar.

Sentei-me ao seu lado e fui recebido por um longo beijo apaixonado e em seguida um leve empurrão. Deitei de barriga pra baixo já prevendo o que aconteceria – vira safado – falou Mariana com a sua voz de menina.

- Mariana, isso não vai prestar.

Mônica riu e disse que e deveria obedecer a minha namorada e diante de tantos argumentos, deitei apenas colocando uma toalha sobre o rosto para me proteger do sol.

Mariana iniciou a brincadeira. Virou o vidro de olé em cima de mim e pediu ajuda a amiga. As quatro mãos deslizavam suavemente pelo meu corpo indo em todos os sentidos possíveis. Por mais que eu me concentrasse foi impossível controlar a ereção.

As meninas vigiavam as demais pessoas na praia enquanto iam me ensopando de óleo. Meu pau já pulsava quando a primeira mãos passou por cima do tecido e deu uma leve apertada. As outras duas deslizavam pelas minhas coxas subindo e descendo.

Senti quando o laço da corda que amarrava a sunga foi desfeito e uma mão entrou na minha sunga, pela forma como pegou não era Mariana, a mão era de Mônica que passou a me punhetar delicadamente.

- Experimente o sabor do pau do meu amor.

Não acreditei, mas Mariana estava mandado Mônica chupar o meu pau e para meu delírio ela meteu a boca enfiando ele inteiro de uma vez só. Ai quem gemeu fui eu. A boca de nossa amiga era extremamente quente e suave, ela sabia como realmente chupar uma rola e com Mariana como cumplice começou a chupar deliciosamente. Quando eu disse que se ela continuasse daquele jeito eu iria gozar Mariana pediu que ela parasse e Mônica obedeceu.

- Amor, você vai gozar no hotel, aqui não.

O clima de putaria já tinha tomado conta de nós três e não nos restava outra saída a ser ir pro hotel. Entramos no nosso carro e fomos direto pro quarto. Mariana, ligou pra recepção, pediu um balde de gelo e duas garrafas de vinho branco chileno gelado. Disse que deveríamos tomar um banho juntos e no chuveiro as duas se atracaram na minha frente.

Mônica beijava Mariana com sofreguidão, aliás, desde a pizzaria ela estava cercando minha namorada. Enquanto Mônica se acabava em Mariana, minha namorada apertava meu pau com uma das mãos. Não quis atrapalhar a química das duas mas o sarro ficava cada vez mais intenso. Sai do box e fui pro quarto deixando as duas sozinhas.

O garçom trouxe o balde com duas garrafas, assim que fechei a porta as meninas saíram do banheiro aos beijos, completamente molhadas e totalmente nuas.

Carinhosamente Mônica deitou Mariana na nossa cama e começou a beijar seu corpo por inteiro. Mamou seus seios, beijou sua barriga, mordeu suas coxas e por fim abriu suas pernas ficando cara a cara com a bocetinha depilada de Mariana.

A primeira chupada foi intensa. Mariana fechou os olhos e soltou um gemido de puro prazer. Mônica continuava chupando e mordiscando tudo que vinha pela frente deixando a ninfeta enlouquecida de prazer.

Mariana rebolava, segurava Monica pelos cabelos e por fim gozou com intensidade.

Então entrei em cena e servi uma taça de vinho branco gelado para cada uma delas. As duas beberam rápido e voltaram a se beijar. Mariana parecia ter gostado do banho de língua da amiga e pediu que ela deitasse na cama, em seguida, foi por cima dela e começou a esfregar a boceta na cara de Monica.

- Amor, cai de boca nela. A boceta dela é carnuda.

E era mesmo. Monica se abriu as pernas e fez um sinal como se tivesse mandando eu cari de boca. E eu cai. Uma boceta negra, com lábios carnudos, gelo grande, depilada, cheirosa e muito melada.

Comecei chupando aquela carne toda, depois mordi, meti um dedo, depois outro. Os gemidos de Mariana e Mônica se misturavam e eu segui ali desfrutando daquela boceta maravilhosa enquanto Mariana se acabava de rebolar na cara de Monica.

Mariana gozou de novo e Monica veio em seguida gemendo bem alto. As duas gozaram quase que ao mesmo tempo. Então caímos os três na cama e ficamos recuperando o folego.

Mônica disse que Mariana tinha um gosto bom e eu concordei. Então sugeri que Mariana sentisse o gosto de Mônica e ela sem pensar dua vezes começou a lamber a xana da nossa amiga. Mônica pediu pra ficar de quatro e Mariana caiu de boca. Sua língua ia da xaninha até a porta do cuzinho e eu tratei de foder a boca de Mônica. Metia em movimentos rápidos, Monica ia aguentando o tranco e chupando com vontade. Mariana se acabava de chupar a amiga e Monica disse que ia acabar gozando daquele jeito e gozou. Mariana então, pegou uma camisa e me chamou.

- Mete amor, mete com vontade.

Me posicionei atrás de Mônica, coloquei a camisinha e meti em sua boceta que era muito, muito apertada e quente ao ponto de me fazer sentir seu calor mesmo de camisinha. Mariana deitou-se em frente de
Mônica que imediatamente começou a chupa-la com vontade.

Mariana soltava uns gemidos enquanto eu socava com vontade a xana de Monica. Segurando seu corpo pela cintura, o ritmo das estocadas era intenso e apenas diminuía quando eu dava uns tapas na sua bunda. A cada ela pedia mais, pedia para ser chamada de uta e o que eu mais quisesse.

Quando senti que ia gozar avisei e as meninas pediram para eu tirar a camisinha. O primeiro jato de porra foi direto na boca de Mariana, os demais Monica bebeu deixando meu pau limpo.

Nos três passamos o domingo no quarto. Mariana transou com Monica, eu transei com Mariana e depois apenas eu e Monica. Nos despedimos e combinamos de receber Monica em Vila Velha no próximo feriado prolongado.

Na segunda pela manha, Mariana ao acordar disse que nunca tinha se sentido tão bem e realizada em todos os sentidos. Tomamos café da manhã juntos e pegamos a estrada rumo ao Espirito Santo.








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