"Os mais excitantes contos eróticos"


A professora


autor: publicitario45
publicado em: 15/06/15
categoria: casual
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Após a minha primeira experiência com a Karina (conto anterior), tomei gosto pela liberdade e as maravilhas que o sexo casual nos proporciona. Então, porque parar? Estava separado, sozinho, sempre gostei muito de sexo ...
Era sábado, estava fazendo frio na Grande Vitória e o vento sul não ajudava em nada então resolvi ficar em casa tomando um bom vinho, ouvindo boa música e navegando na internet. Na sala de Bate Papo do UOL, tinha uma mulher que usava Laura como apelido. Ela puxou conversa e fomo batendo papo.
- olá fotógrafo, tudo bem?
- sim e você?
- ótima, de onde você tecla?
Daí em diante a conversa foi seguindo normalmente. Laura é uma professora de educação infantil e lecionava numa escola particular na P. do Canto. Morena, cabelos avermelhados, pele bem cuidada, boca carnuda e um olhar perturbador que somente os descendentes de espanhóis devem ter. conversávamos há mais de 3 horas quendo vei a pergunta derradeira:
- você é solteira?
- não, sou casada. E você?
- Separado.
- o que busca aqui na sala?
Bater papo, meu marido sempre sai para jogar bola e como a minha família inteira é de São Paulo e a dele do interior, me sinto muito sozinha. Minhas amigas são casadas e ai já viu.
- me passa seu telefone. Vamos continuar esta conversa.
- anota ai, mas se eu desligar sem avisar, é porque meu marido chegou.
A sorte estava lançada. A conversa boa foi fluindo por toso os terremos possíveis. Educação, casamento, amizade, família e...... sexo.
Quando Laura me adcionou numa rede social, não consegui acreditar que o marido dela gostava tanto de futebol a ponto de deixa-la sozinha um sábado inteiro. Com o passar do tempo as conversas foram ficando mais frequente e um dia a noite, Laura me ligou de dentro do estacionamento o seu prédio. Disse que estava chegando de uma festa da escola, que estava linda de vestido curto e botas. Como eu já havia tomando umas taças de vinho não resisti e joguei a minha melhor cartada.
- você deve estar linda e se eu estivesse ai agora, não sei onde isso iria parar.
- onde você queria parar?
- queria parar na hora que você sentasse na minha boca e gozasse.
Pronto! Laura suspirou forte e me disse que aquilo não era justo, pois do jeito que ela estava ela daria pra mim ali mesmo. Durante a semana que se passou, Laura me ligou todos os dias e na sexta-feira ela me convidou para ir ao Shopping Vitória, pois já estava na hora da gente se conhecer. E lá fomos nós.
Chegando na praça de alimentação, me sentei e fiquei esperando pela minha professora. Eu com 35 anos, separado, doido para trepar de novo não acreditei quando aquela professora linda, casada, de 23 aninhos apareceu na minha frente, de vestido leve, cabelos soltos e um sorriso doce e perigoso ao mesmo tempo. Conversamos ali por algumas horas e era nítido que os dois não se aguentavam mais. Daí, resolvi lhe oferecer uma carona e deixa-la perto de casa. No caminho, mais provocações verbais e quando paramos perto da sua casa na Mata da Praia, rolou o nosso primeiro beijo. Não resisti e lembrei da conversa onde eu havia dito que ela gozaria na minha boca. Laura suspirou mais uma vez e eu toquei de leve na sua bucetinha, por cima da lingerie. Sua respiração descompassou e ela disse que tinha que ir. Mais um beijo doce e quente e nos despedimos.
No sábado pela manhã, eu tinha um compromisso com dois amigos iríamos à Sta. Teresa para ver um espaço para um evento. Combinamos de nos encontramos no aeroporto e ir os três no carro de um deles. Peguei um taxi e fui para o aeroporto. Após uns 45 minutos de espera resolvi ir embora, pois já tinha me aborrecido com o bolo dos dois, foi quando meu telefone tocou. Era Laura:
- olá, bom dia meu publicitário favorito.
- bom dia professora. Onde estás?
- na rua. Fui pintar cabelo e unhas e você.
- no aeroporto, tomei um bolo e vou pegar um taxi para ir embora.
- nada disso, espera ai que vou te busca.
Laura chegou em alguns minutos e eu não resisti. Ela estava linda, ainda mais linda que no dia anterior. Estava de blusa, apenas a blusa, saia e salto alto. Entrei no carro e dei um beijo e ela perguntou:
- e ai, vai pra casa?
- na verdade eu queria que você me sequestrasse e não devolvesse. Tem coragem?
Laura ligou o carro e seguimos para o Status Motel, um dos melhores do estado. Nem bem chegamos e nos atracamos como dois adolescentes. Dava para sentir o cheiro de tesão que ela exalava. Sem cerimonias, tirei a blusa fina de Laura e cai de boca naqueles seios lindos, médios, durinhos. Laura se contorcia, gemia, dizia que não podia mas não fazia a menor força para eu passar. Repeti a cena do carro e ao retirar a sua saia, toquei de leve por cima da sua calcinha. O corpo de Laura tremia, se arrepiava e não demorou muito para sua calcinha ficar completamente ensopada.
Tirei a minha roupa quase toda, me deitei na cama e pedi que Laura sentasse na minha boca:
- senta na minha boca. Esfrega na minha cara e goza.
Laura se abriu e de onde eu estava senti o cheiro bom daquela buceta linda, lisa, com clitóris avantajados. Laura controlava os movimentos, rebolava devagar e de repente aumentava a velocidade. Eu me sentia um boneco que ela usava e usava com vontade.
-eu vou gozar na sua cara. Eu quero gozar na sua boca..... me chupa safado. Chupa que eu to gozaaaaaaando....
E gozou. Gozou e deixou eu corpo cair de lado. Sem pensar duas vezes, virei o seu corpo deixando ela de bunda pra cima e cai de boca mais uma vez. Laura tremia, abria as pernas para sentir minha língua passeando entre sua buceta melada e o seu cuzinho quente. Pedia mais, socava o travesseiro e não para de gozar.
Parei um instante, me levantei e fui pegar uma garrafa de agua, Laura se recompôs e veio sedenta. De quatro em cima da cama, pegou meu pau e caiu de boca. Chupava com tanta força e vontade que no início chegou a doer. Ela mordeu minha pica, esfregou na sua cara, lambeu meu saco e tocou a porta do meu anus me deixando ainda mais excitado. Ao perceber a minha reação, abriu ainda mais as minhas pernas e lambeu com muita vontade tentando me penetrar com a língua.
- me dá seu pau. Quero mais pica na minha boca. Eu não tenho isso em casa, quero pica.
- senta no meu cacete.
- sento sim. Mas antes de por a camisinha, esfrega ele na porta dela, esfrega.
Laura veio por cima e colocou a cabeça do meu pau na entrada, não resistimos e ela sentou. Rebolou, pulou, subiu e desceu, pediu para apanhar, ser chamada de puta, de cachorra e vadia. Quando anunciei que ia gozar, Laura pediu para beber a porra toda e assim o fez, sem desperdício, com fome, com sede de sexo.
Passamos a tarde toda no motel e nada do marido dela ligar. Durante um ano e meio eu e Laura transamos quase toda semana. Um dia o marido dela descobriu tudo, não houve violência da parte dele, as hoje em dia eles moram no Rio Grande do Sul. Diariamente entro no seu Facebook, mas apenas para ver as fotos e relembrar todas as nossas farras.
Sou publicitário, 45 anos e meu e-mail é publicitario1970@hotmail.com
Quer me conhecer?





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