"Os mais excitantes contos eróticos"


A Minha Garota da Sukita


autor: Teuimperador
publicado em: 17/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Quem não lembra da propaganda da Sukita?

O cara que era louco pela ninfetinha que o provocava e o chamava de "tio".

Sempre tive pena dele, sei que não era fácil. Mas dessa vez foi a redenção do "tio da Sukita".

Em um dia de muito calor, voltando do trabalho a pé, parei em uma padaria e pedi um refri.

A moça me disse que só tinha Sukita. Aceitei porque não tinha opção, já que nem gosto muito de refri de laranja.

Cheguei no prédio e cumprimentei o porteiro, Josemar, meu grande amigo que sempre me ajudava com as minhas doideiras e peguei minha correspondência. Entrei no elevador, tomando o refri de canudinho.

Quando a porta começou a fechar, eis que uma mãozinha branca de mulher segurou a porta e entra por ela uma loirinha LINDA.

Olhos verdes bem claros, cabelos louros cacheados escorrendo pelos ombros, um piercing que pendia do seu narizinho e um corpinho magro e com belíssimas curvas, seios médios balançavam dentro da blusinha de ginástica e uma bundinha redonda e durinha abraçava o shorts curtinho de academia.

Me apaixonei na hora. Era como ver um anjo entrando pelo elevador.

Ela entrou e disse rindo enquanto me analisou com um olhar da cabeça aos pés: "Oi tio!".

Imediatamente me vi sendo o cara da Sukita. Minha barba me deixa com cara de mais velho, estava usando terno e tomando a porra de um refri de laranja DE CANUDINHO! Deu vontade de atirar aquilo longe.

Ela apertou o número 8 no elevador e subimos em silêncio com ela parada na minha frente, rebolando ao som da música que ouvia em seus fones de ouvido.

Ao chegar ao oitavo andar ela olhou pra trás, puxou o canudinho da minha lata de refri e sugou um pouco, então me olhou nos olhos com cara de safada e disse: "Tchau tio!" e saiu.

Eu queria pular do prédio. Claramente ela havia referenciado o comercial e estava me provocando.

Mas eu precisava de informações, então subi até meu apartamento no 12º andar e interfonei para a portaria.

- Jocemar, em que posso ajudar? - Disse o porteiro.
- Oi Jocemar, é o Marcelo, preciso saber quem era a garota que entrou no elevador comigo.
- Ah, oi seu Marcelo! É a Carol, que mora com a mãe a dona Jane do 803. Bonitinha ela né? Muito parecida com a mãe, inclusive.

- Sim, linda a garota.

E continuamos a conversa, o porteiro sabia tudo sobre as mulheres do prédio e sabia que eu, como bom imperador coletava informações para caçá-las quando quisesse.

Então me advertiu que ela tinha 17 anos, mas que estava próxima de fazer aniversário porque a ouviu falar em dar entrada nos papéis da carteira de motorista.

Foi um soco no estômago. Não queria cometer nenhum crime ao comer aquela delicia, queria que fosse um ato legítimo. Então resolvi esperar, como um leão que observa a presa crescer e chegar no tamanho certo para ser abatida.

E assim foram dois meses e três dias, vendo-a entrar no elevador com um "oi, tio" e sair com um "tchau, tio" todos os dias, cada dia mais provocante, as vezes falando safadezas com namoradinhos e amigas no celular, as vezes com roupas reveladoras, camisetas molhadas, tudo o que pudesse fazer. Quando o elevador enchia ela até me encoxava como se fosse por distração.

Ela estava me deixando maluco!!!

Então, numa madrugada as 4 da manhã acordei com um som alto que já me incomodava desde a noite anterior. Interfonei pra portaria de novo.

- Jocemar (bocejando desta vez) boa noite, ou bom dia...
- Jocemar, é o Marcelo. Que porra de som alto é essa?
- Ah, seu Marcelo, é a festa de 18 anos da dona Carol. Quer que eu vá lá pedir pra baixar?
- Não. Deixa ela comemorar. Só se faz 18 uma vez, não é? Lembre-me de mandar-lhe um presente.

Eu não dormi mais. Agora eu podia partir pra cima dela. E eu sabia que o som alto era pra me mostrar isso, sabia que ela também me aguardava. Só precisava dar o bote e tomar minha presa para mim.

Assim, na semana seguinte quando voltamos à rotina de nos encontrar no elevador, ela veio vestindo uma destas saias com pregas e uma blusinha de botões. Quase uma fantasia de colegial com seu costumeiro "oi Tio".

Quando a porta do elevador fechou, ela apertou o 8º botão e eu apertei o 12°. Então puxei-a pela cintura, encostando-a contra a parede do elevador.

Ela soltou um gemidinho e eu segurei seu rosto com uma mão e beijei sua boca, um beijo safado e cheio de tesão, lambendo sua língua enquanto passava a outra mão subindo pela sua coxa por baixo da saia até apertar aquela bundinha dura e gostosa.

Ela gemeu e correspondeu ao beijo, se ajeitando e me puxando pra ela.

Continuamos nos beijando, num amasso gostoso, o elevador parou no oitavo andar e ela me empurrou e saiu do elevador rindo toda safada com o seu costumeiro "tchau tio".

Não aceitei aquilo e saí do elevador atrás dela, agarrando-a e jogando contra a parede de novo.

Caímos em outro beijo, desta vez enfiei a mão por baixo de sua saia pela frente, tocando sua calcinha com os dedos e percebendo que estava encharcada.

Ela disse que a mãe estava esperando e que não podia se atrasar. Dei a ela os parabéns pelo aniversário e disse que iria comê-la mais cedo ou mais tarde.

Ela riu e com um "tomara" e a cara mais safada do mundo. Me deu mais um beijo e foi para a porta do apartamento. Eu subi quatro andares de escada, de pau duro até o meu apartamento.

No mês seguinte, nos encontramos em diversos locais do prédio mas não consegui arrancar nada dela além de uma punhetinha que tive que terminar depois e vários amassos cheios de tesão. Mas conheci cantos do nosso prédio que eu nem imaginava que existiam.

E ela sabia provocar, fingia que ia me chupar e beijava meu pau sobre as calças, passava suas mãos por baixo da minha camisa, uma loucura!

Num domingo de manhã em que eu não esperava nada com ela, acordei cedo, fiz umas flexões, abdominais, depois um café e liguei a TV.

Tomei metade do café e entrei no banho, demorado e tranquilo, aproveitei para relaxar. Saí do banho e acabei o café. Quando fui escovar os dentes a campainha tocou.

Fui atender, vestindo somente uma cueca boxer preta. Olhei pelo olho mágico da porta e vi seu rosto esperando e mordendo os lábios. Me diverti com a cena antes de abrir a porta.

- Oi tio! - Disse ela, com uma xícara nas mãos vestindo uma camisola de pijama cinza com um pokémon estampado no peito e chinelos havaianas - Ficamos sem açúcar, tu tem?

Puxei-a pra dentro e coloquei sua xícara sobre o balcão, peguei-a no colo de frente, segurando pelas suas coxas enquanto ela me abraçava e me beijava.

Levei a loirinha até o sofá, sentei e fiz com que ela sentasse no meu colo, de costas pra mim.

Abri suas pernas e, entrando no personagem, puxei sua cabeça ao lado da minha, descansando seu corpinho sobre mim e disse no seu ouvido:

- O tio vai te contar uma história. A história de uma putinha que provocou um lobo muito mal e deixou ele muito faminto! - Eu disse, enquanto minhas mãos subiam pelas coxas dela, levantando a camisola. Meu pau duro roçava em sua bunda e ela começava a rebolar sentindo minhas mãos.

- Um dia, a putinha foi até a caverna do loco para provocá-lo e ele a convidou para jantar - nessa hora eu já descobrira que ela estava sem calcinha, passei minhas mãos rentes à sua bucetinha, sem tocar, fazendo minha gatinha se arrepiar toda.

Fui continuando a história e subindo minhas mãos pelo seu corpo, das coxas para a virilha, abdômen, costelas e segurei seus peitinhos com força exatamente quando disse ainda em seu ouvido:

- Mas o lobo continuava com fome e começava a desejar que a putinha fosse o seu jantar.

Ela gemia e rebolava, friccionando a bunda contra meu pau. Eu acariciei seus peitos e terminei de despi-la, coloquei dois dedos em sua boca enquanto minha mão livre apertava seus mamilos e massageava seus peitos, deliciosamente durinhos e pontudos para frente.

Seus mamilos eram rosados e a essa altura estavam durinhos, pedindo por carinho.

Com a mão que ela chupou fui descendo pelo seu corpo, conservando sua saliva até chegar em sua bucetinha.

Lisinha e com lábios pequenos e um grelinho delicioso, saliente, comecei a passar meus dedos dando a volta em sua chaninha. Ela gemeu alto e cravou as unhas na minha coxa.

- E enão o lobo atacou a putinha e resolveu comê-la aos poucos para aproveitar seu jantar - Continuei falando besteiras em seu ouvido, dizendo que ela agora era minha putinha e que eu seria seu mestre e iria fazer tudo o que quisesse com ela.

Ela concordava e gemia dizendo: "Sim senhor tio, todinha sua!!! Ahhh!!!"

Meus dedos que antes circundavam sua bucetinha agora lhe penetravam, dois de uma vez, tocando fundo e entrando e saindo por completo.

Comecei a masturbá-la lentamente, fazendo-a gemer e rebolar, me chamando de gostoso e pedindo mais.

A essa altura meu pau latejava, castigado por suas reboladas.

Passei então, a intensificar, passando meus dedos com força pelo seu grelinho enquanto metia outros dois em sua bucetinha e contava histórias cada vez mais safadas em seu ouvidos.

O ápice foi quando usei meus dedos para estimular seu cuzinho neste processo.

Ela gemia e apertava os seios contra minha mão, rebolando no meu colo até que gozou, explodindo de prazer em cima de mim.

Enquanto ela gemia e ofegava, a deitei no sofá, beijando sua boca e me livrei de minha cueca.

Puxei seu cabelo, fazendo-a sentar no sofá e ela abriu sua boca, pedindo pra chupar meu pau.

Comecei a passar o caralho duro em seu rosto, subindo e descendo, roçando as bolas na sua cara.

Ela colocava a língua pra fora e pedia:

- Me da essa rola tio! Deixa eu chupar, deixa!

Bati com o pau na cara dela e brinquei mais um pouco, enfiando a cabeça do pau em sua boca e tirando antes de ela poder chupar e depois batendo em sua cara de novo.

Peguei a guria no colo e beijei sua boca dizendo:

- Ainda não putinha, quero abusar de você mais um pouquinho. Depois eu vou te comer, e te comer de novo, até cansar!

Ela sorriu e me beijou.

Deslizei as mãos pela sua bunda enquanto levava-a do sofá para o quarto. Ela apertava meus braços e minhas costas e entre os beijos dizia: "Nossa tio! Você é um tesão!!!"

Chegando ao quarto, joguei minha putinha na cama e comecei a beijar sua boca e roçar meu pau em sua bucetinha.

Mordi seus lábios enquanto subia com as mãos acariciando seu corpo e ela rebolava, roçando seu corpo em mim.

Comecei a beijar seu pescoço, seu peito, passando pelas clavículas salientes, desci e encarei seus seios de frente desta vez, maravilhosos, médios, durinhos e pontudinhos, com biquinhos rosados. Simplesmente a perfeição divina.

Comecei a lamber lentamente um deles enquanto acariciava o outro e ela gemia baixinho, afagando meus cabelos e me chamando de gostoso.

Passei a alternar entre seus seios enquanto percorria seu abdômen e duas coxas com a outra mão.

Fui subindo a mão pela coxa até chegar em sua bucetinha. Passei os dedos lentamente por ela, sentindo-os encharcar.

Ela estava muito molhada. Acariciei essa delicia por uns instantes, sugando seus peitinhos e fazendo-a gemer e se torcer na cama.

Coloquei os dedos melados em sua boca, ela chupou, satisfeita e safada, gemendo enquanto eu continuava a estimular seus seios.

Desci pela sua barriga, beijando e lambendo-a todinha. A garota tinha um cheiro doce na pele, gostoso de sentir.

Continuei descendo até chegar no meio de suas pernas, sua bucetiha era completamente lisinha, não havia pelos e ela era magra, pequena e rosada.

Comecei lambendo de vagar seu clítoris. Ela gemeu e elevou o quadril.

Repeti o movimento e ela fez a mesma coisa, então comecei a beijar sua buceta como se fosse uma boca, meu lábio inferior passando da entrada de sua grutinha até o meio, encontrando o superior que descia do clítoris para o centro.

Ela gemeu alto, agarrou meus cabelos e empurrou meu rosto contra ela.

Continuei beijando-a, agora intercalando a língua com movimentos circulares nas bordas de sua bucetinha e senti sua buceta encharcar-se ainda mais.

Seu gosto era doce e ela me deixava louco roçando a buceta na minha cara daquele jeito e me puxando contra ela.

Ela gemia muito, falando coisas sem sentido e rebolava com o quadril elevado no ritmo de meus beijos e lambidas.

A medida que ela foi acelerando suas reboladas e gemidos, quase perdi o controle. Precisei segurar suas pernas para conseguir manter as chupadas

Continuei até fazer minha putinha gozar mais uma vez, deixando seu mel escorrer pela minha boca.

Seu corpo tremia e ela ainda se contorcia quando voltei a beijá-la e repeti todo o processo, desta vez deixando-a de quatro na cama e penetrando seu rabinho com os dedos durante as chupadas.

Bom, como ficou longo demais, na próxima conto como terminou essa foda.

Um abraço!



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