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Primeiro dia no paraíso


autor: Vendaval
publicado em: 17/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Por volta do início deste ano eu morri me atirando do 20 andar do meu edifício. Quando acordei, foi como ser arrebatado para uma espécie de nuvem onde eu podia ver o horizonte expandir-se por todos os lados. De repente uma sombra enorme, como a de um enorme albatroz flutuando no céu. Ao me tocar, está sombra venho como um arrebatamento e de repente minha vida inteira passou diante dos meus olhos. Ao acordar, surgiu muitos homens nus, estava numa espécie sauna gay. Eles riam e olhavam para mim e uns para os outros a gargalhadas, era incessante. De repente começaram a esfregarem-se, tocando em seus órgãos genitais, por todos os corpos. Até então, estava sozinho apenas observando, deitado no chão. De repente um deles, muito forte, agarrou-me pelos braços e levantou-me com muita força. Agarrou o meu pênis e começou a apertar. De repente, fez uma alusão de que iria pôr a boca e eu fiz que não com a cabeça. Começou a rir as gargalhadas. Neste instante ele chama outro, mais forte, e este me põe de joelhos. Com as mãos muito pesadas ele pega em cima da minha cabeça e trás meu rosto de encontro a seu pênis. Fazia muita força para fechar a boca. Neste momento um homem por trás insere algo pontiagudo em uma de minhas nádegas, o que me fez gritar de dor. O homem então que segurava minha cabeça me fez engolir o seu pênis. Tentei morder, foi ai que percebi que estava sem dentes E com dores terríveis na gengiva. Começou a sangrar minha boca. Sempre que eu percebia algo estranho acontecer, como esta dor, os inúmeros homens começavam a gargalhar. Após isso, trouxeram um enorme mecanismo de correntes. Com muita força puseram-me neste mecanismo, do qual podia sofrer ajustes, me posicionando da maneira que bem entendessem. Faziam rodízios para me enrabar, nas mais diversas posições. Alguns davam me socos. Depois de algumas horas assim, trouxeram uma espécie de televisão da qual poderia se ver a minha esposa. Ela estava com muitos homens. Faziam toda espécie de ato sexual com ela. Faziam fila para inserir seus pênis em sua vagina, olhavam para mim através desta tela e riam-se, inclusive minha esposa. Parece que ela fazia questão de fazer aquilo. Chamava os mais fortes e dotados e comentava com eles o quão ridículo eu era por dar tanto importância para isso, sendo que qualquer um poderia dar a ela o sexo muito melhor que eu. Passavam-se horas desta forma. Com todo tipo de comentário depreciativo. Quando parecia que percebiam minha pseudo aceitação para a situação, açoitavam-me, de modo que eu nunca estivesse relaxado, nem um pouco. As vezes davam a entender que iriam mutilar-me caso não fizesse o que eles queriam. Sempre que podiam mostravam a tela com a imagem da minha esposa dando para muitos homens. Muitos homens famosos e outros que eu conhecia da minha vivência, tanto amigos quanto inimigos. Este foi apenas o primeiro dia no paraíso.




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