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Minha doce Cunhadinha


autor: Nic
publicado em: 19/08/16
categoria: incesto
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Fonte: maior > menor


Meu nome é Nicolas, tenho 36 anos, moreno de olhos castanhos claros, 1,70m de altura, 75kg bem trabalhados na academia. Resolvi dividir uma experiência incestuosa que vivi aos 29 anos de idade.
Ela era, talvez, a grande tentação da minha vida. Impossível não provocar tantos desejos. Com um rostinho ainda de menina, mas perto de completar seus 20 anos. Olhos cor de mel, cabelos lisos e curtinhos, boca carnuda que estava sempre brilhando e sorrindo. Pernas bonitas e volumosas. Suas partes mais íntimas eram deliciosamente juvenis. Peitos pequenos e uma bunda que parecia implorar para ser lambida.
Ter uma cunhada tão bela e divertida trazia a minha vida a presença de uma bomba pronta a explodir. Algo me dizia que ali existia uma putinha que também era louca pra gozar desse desejo proibido.
Algumas ocasiões tiravam o meu sono. Como na vez em que observei, pelo retrovisor interno do carro, a minha deliciosa cunhada de pernas abertas mostrando “acidentalmente” sua provocante calcinha branca. Essa e outras ocasiões me faziam fantasiar aquela ninfeta rebolando loucamente no meu pau. Certa vez, na praia, ela de bruços tomando sol, me fez perder o juízo. Parei de pé atrás dela e de canto de olho observava aquela bunda que engolia um biquininho rosa. Pra minha surpresa, percebi que ela afastou mais as pernas. Ela sabia que eu estava ali. Sua bunda aberta me fez admirar um fio dental que mal cobria as pregas do seu cuzinho. Ainda existiam alguns pequenos cabelos de uma bucetinha mal depilada. Com pau duro como pedra, preferi me afastar pra evitar que alguém da família percebesse o volume pulsando dentro da minha sunga de banho.
Conforme passavam os anos, aumentava o desejo que surgia, casualmente, no ar. Foi aí que, o meu sonho começou a virar realidade.
Estava em casa em um dia de semana normal. Era um dia de folga no trabalho. Sozinho, imaginava minha cunhadinha nos mínimos detalhes. Quando em minha mente ela estava ajoelhada no meu sofá da sala, com minha língua passeando no meio da sua bunda, a campainha tocou. Atendendo a porta me deparei com Bruninha, linda como sempre. Em suas mãos alguns doces desses que compramos em padarias. Disse que ciente que minha sua irmã estava trabalhando e eu sozinho em casa, resolveu trazer algumas coisas gostosas para lancharmos juntos. Eu senti minha carne tremer de desejo. Tive que me controlar pra não violentar ela imediatamente. Ao entrar, logo percebi uma linda mescla entre beleza tímida e quente. Cabelos simples, pouca maquiagem, uma saia jeans bem apertadinha e curtinha, uma miniblusa que deixava as suas costas toda de fora e um perfume que fazia brotar em mim um desejo animalesco. Colocamos as coisas sobre a mesa e iniciamos uma conversa. Não comemos, mas rimos muito de vários casos de família. Na minha mente eu estava tentando decidir. O risco de atacar minha cunhada na minha casa e todos os problemas que isso poderia me trazer não conseguia vencer o desejo de vê-la de quatro. Uma hora depois ela levantou e começou a se encaminhar para porta. Seria uma despedida. Na minha mente desejosa era o momento. Sem pensar em mais nada eu abracei ela fortemente e tentei beijar aquela boca carnuda. Ela não aceitou virando o rosto, perguntando se eu estava louco. Meu instinto sabia que ela não resistiria por muito tempo. Sem afrouxar os braços comecei a passar levemente meus lábios no seu pescoço. Ela fechou os olhos e tentava me afastar. Eu estava realmente louco. Comecei a passar a língua na sua orelha. Mordi delicadamente. Quando senti que ela já não relutava tanto desci minhas mãos até a sua bunda, levantei a saia dela vigorosamente, e agarrei aquele rabo gostoso. Peguei com muita vontade. Apertava com força. Quando comecei abrir seu rabo, Bruninha me beijou loucamente. Nunca esquecerei aquele beijo safado. Com ela totalmente entregue, comecei a matar minha vontade de transformar aquela ninfeta na minha putinha. Beijando aquela boca, escorreguei minhas mãos para dentro de sua linda calcinha de renda. Ela riu com cara de tímida e safada ao mesmo tempo. Ela sabia onde eu chegaria, pois meus dedos já estavam bem perto do buraquinho do seu cu. Com uma mão eu segurei seu rosto beijando com erotismo e carinho. A outra eu escorreguei mais para o meio daquela bunda, buscando penetrar o cuzinho que mais desejei na vida. Coloquei a ponta do dedo naquele orifício, instantaneamente ela apertou os olhos e segurou meu braço. Apertou forte com as unhas e soltou novamente. Virei ela de costas para mim. Com a saia suspensa eu observava aquela bunda de puta novinha. Beijei e mordi seu pescoço. Retirei sua miniblusa e seu sutiã. Apertando aqueles peitos de garota nova, eu a sentia mexendo o quadril pra curtir o volume do meu pau. Minha pica estava tensa ao máximo. Sentia minha glande molhada. Peguei a mão da minha doce cunhadinha e desci para que sentisse o quanto eu estava louco por ela. Disse em seu ouvido que ela iria sentir aquilo tudo dentro da sua bunda. Ela sorriu e disse que não. Eu pensei comigo: veremos. Ajoelhei ficando com o rosto encostado na bunda da minha perdição. Queria tratar ela de forma que jamais esquecesse. Ainda não era hora de tirar aquela calcinha. Mas com carinho puxei o fio que estava no meio da sua bunda para o lado e abri bem seu rabinho lindo, me deparando com um cuzinho delicioso. Ela apertou o cu, tirando de mim aquela visão maravilhosa. Não pensei duas vezes. Com a mão espalmada, bati firma naquela bunda. Ela gritou e sorriu. Eu só disse pra ela relaxar. Ela se abriu toda. Tirei completamente aquela calcinha molhada. Posicionei as mãos da minha ninfeta de maneira que ela mesma abrisse sua deliciosa bunda. Ela fechou os olhos e encarnou novamente a minha putinha. Era uma linda imagem, vê-la abrir a bunda com as próprias mãos. Como recompensa eu enfiei minha língua delicadamente no meio daquele rabo e pude sentir as preguinhas da minha cunhada na pontinha dela. Lambi com carinho e, safadamente, tentava enfiar a pontinha no seu orifício anal. Ela cada vez abria mais o rabo. Era uma linda ninfeta e agora minha putinha... Fiquei me deliciando naquele cu por um tempo. Por vezes eu batia naquela bunda, outras eu acariciava a bucetinha que escorria de tesão... Eu queria muito chupar aquela buceta, sentir aquele sabor escorrer pela minha boca. Já de pé, encaminhei minha ninfeta até o sofá. Queria ela ajoelhada com a buceta bem exposta, pra mim seria lindo chupa-la nessa posição como uma cadelinha. Mas ela estava desejosa pelo meu pau. Sentou e terminou de retirar minha bermuda. Nesse momento, meu pau saltou em direção ao seu rosto. Sem nenhuma delicadeza, ela enfiou minha piroca na boca e sugou como uma vagabundinha desesperada. Ela chupava e mexia deliciosamente no meu pau. Ainda posso sentir aquela boquinha mamando meu pau até hoje. Mãos macias e boca inundada de saliva. Prazer total. Segurei ela por trás da nuca fortemente seu cabelo. Comecei a fuder aquela boquinha. Ela babava muito. Tentei enfiar tudo na sua boca. Seus olhos lacrimejaram e uma baba espessa escorreu pelo meu pau e foi ao chão. Deixei ela retirar a boca. Ela sorriu e botou a língua pra fora. Parecia pedir mais... Antes de fuder mais aquela garganta, eu bati com meu pau no rosto da Bruninha. Passava ele naquela carinha de boneca. Ela Sorria e apertava as unhas em mim. Em mais uma tentativa de ver meu pau sumir naquela boquinha, deixei ela sem ar e babando intensamente. Deixei que ela assumisse o ritmo daquela chupada inesquecível. Ela curtiu meu pau por uma bom tempo, mas estava na hora de visualizar minha cunhadinha de quatro com seus orifícios expostos e molhados... Mandei que Bruninha ajoelhasse no sofá, empinasse a bunda e afastasse os joelhos. Que visão linda! Acariciando aquele rabo eu passava a mão na cabeça do meu pau e sentia ele molhar cheio de tesão. De joelhos eu pude lamber perfeitamente aquela buceta. Passei minha língua no grelo, ao entorno dos lábio e lambia a entrada daquela vagina. Comecei a estender a minha passada de língua até o cuzinho delicioso da irmãzinha da minha mulher. Assim eu pude ver ela gozar loucamente, mexendo aquela bunda como uma vagabunda. Quando ela iniciou seu relaxamento, eu comecei a passar meu pau na entrada da sua buceta. Passava e introduzia só a cabeça. Isso foi como acender um explosivo. Vigorosamente ela começou a forçar a bunda para trás engolindo metade do meu pau. Eu comecei a bombar lentamente sua buceta e, em certo momento, deixei meu corpo pesar sobre suas costas deixando que esse movimento fizesse meu pau enterrar naquele buraquinho molhado. Ela fechou os olhos e gemeu gostoso. Eu queria fudê-la como uma cadela. Deitei em suas costas e meti meu pau vigorosamente até o fundo daquela buceta. Fudi muito ela assim. Ela curtia gemendo e sorrindo. Com uma vontade louca de bater naquela bunda, passei a penetrar minha ninfetinha me posicionando de pé atrás dela. Tapas com vontade de dar prazer. Vários. Ela se assustava, mas curtia. Em determinado momento eu abri aquela bunda. Eu queria ver aquele cuzinho encostando em mim. Com uma vontade animal de usar aquele buraquinho para dar prazer a minha safadinha, molhei meu dedo médio na boca e comecei a fazer movimentos circulares na entrada de sua bunda. Talvez ela tivesse coragem de ir até o final. Talvez sentisse prazer anal e não resistisse as minhas investidas. Fudi muito aquela buceta ao mesmo momento que acariciava seu ânus. Sempre molhando o dedo. Ela Pediu pra sentar em mim. Pedido fácil de ser atendido esse. Sentei no sofá e vi minha putinha se encaixar afoitamente no meu pau. Ela subia descia num misto de força e arritmia. Era algo como se o mundo fosse acabar amanhã. Eu delirava. Por várias vezes tive que me concentrar para não gozar no fundo daquela buceta. Ao vê-la cavalgando de maneira desesperada, acreditei que nada a faria sair dali. Molhei meu dedo novamente, posicionei na entrada da sua bunda e fui enfiando tudo naquele rabo. Ela parou de mexer e apertou meu dedo com o cu. Alguns segundos depois, voltou a subir e a curtir. Dessa vez meu dedo entrava no cuzinho dela no mesmo momento que meu pau na buceta.
Foi gostoso demais fuder desse jeito por vários minutos. Em um certo momento eu segurei a cabeça dela próxima a mim e falei ao seu ouvido que iria comer sua bunda. Mais uma vez fui chamado de louco. Eu sabia que nenhuma mulher com tanto tesão deixaria de tentar dar seu rabo. Coloquei ela deitada de ladinho no sofá, e me posicionei atrás daquele cu. Com um joelho no sofá e abrindo a bunda da minha cunhadinha com a mão, coloquei meu pau na portinha de seu cu. Eu tentava enfiar, ela se contraía. Era lindo de vê-la tentando fugir pra não ficar arrombadinha. Resolvi deixar ela de costas e levantar suas pernas. Coloquei meu pau em seu cu e sem demorar comecei a enfiar... Só estava molhado com saliva, mas com o tesão que estava no ar eu sei que ela iria conseguir. Enfiei a cabeça e deixei parado, enfiei mais um pouco e deixei ela relaxar. Eu molhava a parte que ainda estava de fora do cu da Bruninha para ajudar na penetração. Comecei a bombar aquele cu lentamente. Ao mesmo tempo eu mexia no seu grelinho com delicadeza. Por alguns minutos ela se contraiu e apertava os olhos. Sem pressa alguma, eu curti aquele momento e, para nosso total prazer, ela relaxou e começou a sentir prazer em tomar no cu. Ela gemia e botava a sua mão macia na bucetinha. Ela erguia a cabeça pra ver meu pau arrombando aquele cuzinho. Quando percebi todo meu pau já visitava o interior daquela bunda. Depois de algum tempo eu tirei. Eu queria ver o buraquinho aberto. Sem me decepcionar pude admirar um cuzinho dilatado e vermelho. Ela sorria. Meti novamente e comi aquele cu até ela gozar esfregando o grelinho. Eu não conseguia resistir mais. Eu precisava gozar. Fiz ela chupar meu pau mais um pouco, mas eu queria gozar no fundo do seu cu. Queria tomar posse dele. Na verdade, dela todinha, pois sei que tão cedo ela não esqueceria aqueles momentos. Quando a vontade de gozar aumentou, eu não resisti e comecei a fuder forte aquele cu. Ela fazia carinha de desespero. Talvez dor e prazer misturados, mas deixou eu aproveitar meu momento de gozo. Ela me mandava gozar, eu falava pra ela o quanto seu cu era gostoso. Perguntava a ela se estava gostando de tomar no cu. Ela entrou no meu jogo e respondeu safadamente todas as minhas perguntas. Gozei forte e em grande quantidade no fundo do ânus da minha cunhadinha. Quando consegui me recuperar, tirei meu pau e enterrei na boca de Bruninha. Ela mamou gostoso, sorrindo e me chamando de safado.
Assim foi o início de uma relação muito intensa. Depois desse dia, começamos a inventar situações para ficarmos a sós. Descobrimos logo que era bem mais do que sexo. Apaixonamos-nos. Isso nos fez viver momentos lindos e sem limite algum na busca pelo prazer.

Esse é meu primeiro conto. Se gostou, me avise para que relate mais experiências sexuais.

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