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A cabelereira


autor: ManoKsado
publicado em: 21/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Sou motorista de ônibus, trabalho há 3 anos na mesma linha, na cidade vizinha onde moro, nesse tempo fiz muitos amigos e amigas, desde crianças ao pessoal da terceira idade, trato a todos com todo o respeito e educação, isso tem me somado pontos entre os usuários.
Certo dia um menino, passageiro assíduo entra no ônibus e o cumprimento como de costume, logo após subiu uma mulher, muito bonita e bem vestida, nada de roupas sexy, bem comportada até, reparei que sentou ao lado do garoto, fiquei durante a viagem a cuidando pelo espelho interno, mas ela não me olhou em instante algum, desceram no centro da cidade e segui viagem até final da linha, esperei dar o horário e saí para a próxima volta, encostei na estação de embarque e vejo que a tal mulher estava aguardando no ponto, vestia uma calça branca e uma camisa branca com listras horizontais preta, encostei no ponto e ela subiu, e veio me pedir um favor, pois havia esquecido uns documentos em casa e precisava buscar, mas teria que retornar comigo para o centro novamente, se não perderia o horário bancário, ela ainda afirmou que sua sobrinha alcançaria à ela no ponto do ônibus, falei que não poderia negar um pedido à ela, pelo modo meigo que havia me pedido, ela corou e me disse: “meu filho me avisou que o senhor não me negaria esse favor, me fiz de desentendido e perguntei quem era seu filho, ela de pronto me respondeu: “O Luís, o menino que o senhor deixa sempre na porta do salão de beleza.”
Acho que não é o mesmo que estou pensando, pois ele tem cerca de 14 15 anos, para ser teu filho, tu teria sido mãe aos 10.
Ela sorriu e disse: “Quase, foi aos 15 anos, perdi minha festa, mas ganhei meu tesouro.”
Quando olho para a porta do ônibus, está o fiscal com o dedo no relógio me mostrando que estava atrasado, segui a viagem, sem perdê-la de vista até chegar no ponto que ela queria, sua sobrinha a esperava com um envelope na mão, abri a porta para ela e disse que me alcançasse, pois sua tia estava sentada mais atrás, ela agradeceu e abanou para a titia, que se levantou de onde estava sentada e sentou-se no banco logo atrás do meu, na parada seguinte lhe alcancei e peguei de leve sua mão, ela gelou, levou um susto, me olhou nos olhos e não disse nada, baixou o olhar e sentou-se novamente em silêncio, assim foi até perto de desembarcar, pois antes de descer me agradeceu, apenas lhe respondi com um abano e um sorriso.
Os dias se passaram e cada vez que passava em frente ao salão de beleza, eu dava uma espiadinha, reparei que na maioria das voltas, ela também dava um olhada para fora, como se já soubesse meus horários.
Certo dia ao me aproximar do salão, vi que ela acenou, parei e ela subiu, peguei novamente em sua mão, ela me olhou bem nos olhos e abriu um lindo sorriso, sentou-se logo atrás de mim, me perguntou, quanto tempo ficaria no terminal, disse que cerca de 10 minutos, então ela fez nova pergunta, preciso descer num ponto após a saída do terminal, posso permanecer no ônibus, lhe respondi que sim, pois a linha era circular e isso era permitido.
Cheguei ao terminal, todos passageiros desceram, ficando apenas nós dois, pois trabalhava numa linha, onde fazia dupla função, motorista cobrador, me virei e puxei assunto com ela, comentei que o dia estava lindo e que a temperatura estava ótima, notei que ela estava se abanando, como que se estivesse sentindo calor, perguntei se assim estava, sentindo calor, ela me olhou e disse que estava nervosa, perguntei o motivo, ela apenas baixou a cabeça, levantei do banco e me sentei ao seu lado, notei sua respiração ficando mais forte, sua mão tremia, peguei nela, suava frio, com a outra mão, peguei em seu queijo e levantei sua cabeça, para fazer me olhar, ela me olhou bem nos olhos e fechou suavemente, me aproximei mais e a beijei com desejo, ela respondeu me beijo passando a mão em torno de meu pescoço, me puxando contra ela, ficamos nos beijando cerca de uns 3 minutos, quando descolamos nossos lábios, me apresentei a ela, ela sorriu e me disse seu nome, Elis, me disse que ficou mexida depois do outro dia e estava muito nervosa, pois nunca havia traído seu marido, peguei suas mãos e lhe disse, que havíamos apenas trocado beijos, que apenas cedemos ao desejo, pois também era casado e fiquei sim, atraído por ela.
Voltei para o volante, liguei o carro e saímos para a nova volta, antes de encostar no ponto, ela me passou o número de seu telefone e me disse que queria algo mais que meus beijos, segui a viajem e ela desceu no mesmo ponto onde havia subido.
Ao final do trabalho, lhe enviei uma mensagem, lhe dizendo que em dois dias estaria de folga, demorou um pouco para receber uma resposta, me dizendo que não poderia, pois seria uma quinta-feira e que é quando o salão tem um grande fluxo de clientes, que teria que ser numa segunda ou terça-feira, então lhe respondi, só se fosse durante meu intervalo, pois meu horário tinha 3h40minutos de intervalo, não obtive resposta...
No outro dia, após passar a primeira vez em frente ao salão, meu telefone vibra, na primeira parada, vejo a mensagem: “Que horas é teu intervalo?”
Respondi, das 13 as 16h40.
Resposta dela: “Te busco hoje no terminal, me espera, vou de carro, beijos!”
Ao passar em frente ao salão antes do intervalo, ela entra em seu carro e me faz um leve sinal de positivo, e sigo minha linha normalmente.
Chego ao terminal e vejo o carro dela, estacionado um pouco antes, desço e vou em direção, ela estava sentada no banco do carona, disse que era prá ir dirigindo, ligo o carro e ela literalmente me mandou, “vamos agora pro motel mais próximo, preciso te sentir dentro de mim urgente.”
Chegando ao motel, ela já foi tirando minha camisa, abrindo a cinta e minha calça, me levou até o banheiro, e me colocou no box, pois estava calor e eu estava suado, ela estava com um vestido que num simples movimento, caiu aos seus pés, por baixo um conjunto de lingerie de renda cor de rosa, mostrava um corpo de mulher bem definido, seios médios, cintura fina, quadril largo, uma leve cicatriz bem próxima a parte de cima da calcinha, devido a uma cesariana, coxas grossas, e um olhar e sorriso de loba faminta.
Terminei o banho e a puxei contra mim, mesmo molhado, nos beijamos com desejo e força, caímos na cama, fui tirando seu sutiã, baixando sua calcinha e comecei a descer meus beijos pelo seu pescoço, chegando aos seios, chupando e mordiscando, levei minha mão e sua bucetinha que já estava encharcada, bolinei seu grelinho, que estava rígido, fui descendo até chegar a ela, comecei a beijar suas virilhas, passei de leve a língua em sua grutinha, lisinha e depilada, ela pulsava em minha boca, me pegou pelos cabelos e enterrou minha cara nela, começou a gemer e gozar, me apertava com suas pernas e mãos, gozo duas vezes na minha língua, me puxou pelos cabelos, até chegar a sua boca e beijou, lamber minha boca, sugando seu próprio gozo.
Então ela foi descendo e começou a me chupar, sugava com vontade, engolia até o final e tirava da boca, passava a língua na glande e voltava a chupar, então parou e pulou sobre meu corpo, encaixou meu pau em sua bucetinha quente e já engatou um galope frenético, subia e descia, rebolava e remexia me dando muito prazer, me olhava nos olhos e quando menos esperava ela me dá um tapa no rosto e começa a gozar novamente, seu corpo tremia por inteiro, gemia aos urros de prazer até que deixou-se cair sobre mim, então a deitei na cama, me abracei nela de conchinha, me encaixei novamente nela e comecei o vai e vêm, sua bunda linda começou a me deixar louco, tentei introduzir um dedo em seu cuzinho, ela não deixou, segurando minha mão, virou a cabeça prá mim e disse que ali não, pois nunca tinha feito, ouvir isso me deixou mais louco ainda, então molhei seu cuzinho com saliva, dei mais algumas estocadas em sua bucetinha ensopada e encostei a ponta de meu pau na entradinha de seu rabinho, ela me olhou novamente e me chamou de teimoso, sorri, com uma das mãos lhe abracei forte e a outra afastei suas nádegas e fui introduzindo meu pau aos poucos, ela tentava escapar, mas lhe segurava firme, fui enfiando tudo até sentir que seu cuzinho havia o engolido todo, parei um pouco para ela se acostumar com ele dentro, então levei minha mão até seu grelinho e comecei a acariciá-lo, ela começou a movimentar seu quadril, entendi o recado e comecei a bombar de leve, quando ouvi um gemido de dor com prazer, inicie o movimento mais rápido, forte e profundo, ela virou a cabeça prá mim, me pedindo que lhe beijasse, segui a fodendo com vontade e lhe beijando, quando ela me disse que iria gozar novamente, ouvindo isso não segurei mais e gozei junto à ela...
Caímos os dois na cama, com a respiração ofegante, ficamos um acariciando o corpo do outro, então olhei o relógio e vi que faltavam apenas 30 minutos para retornar ao trabalho, tomamos um banho juntos e saímos do motel...
Isso aconteceu cerca de 3 anos atrás, hoje mantemos uma amizade colorida, nos encontramos uma vez por mês e cada dia está melhor nossas transas.

Peço que deixem suas notas e comentários, e até o próximo conto.




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