"Os mais excitantes contos eróticos"


Eu e Mariana – última transa.


autor: Publicitario45
publicado em: 02/09/16
categoria: hetero
leituras: 3675
ver notas
Fonte: maior > menor


Antes do conto eu quero agradecer as mensagens que eu recebi e dizer que mais cedo ou mais tarde eu volto, desde que tenha algo muito bom para dividir com voces.

Também quero deixar registrado o quão eu sou agradecido pelo pouco tempo que tive Mariana como minha namorada. Obrigado por tudo e boa sorte em Londres. Você é linda, leve e louca. #ETA


A última transa

Mariana estava na correria com os preparativos para a sua viagem e eu bem atarefado na empresa. A gente se falava o dia todo através de mensagem mas quase não nos víamos. A saudade apertava e o tesão já estava se tornando algo incontrolável. Eu sentia falta de tudo, do cheiro, do gosto, dos orgasmos, das risadas e principalmente da energia boa que Mariana emanava com um simples sorriso.

Numa tarde quente, eu agarrado num transito infernal de sexta-feira, Mariana me manda a seguinte mensagem: amor, já estou morrendo de saudades de você mesmo antes de ir. Minha bocetinha está pingando e a nossa despedida terá que ser hoje. Na próxima semana começam as minhas provas e eu tenho que estudar. Quer me ver hoje?

Eu apenas respondi sim e marcamos na casa dela. Mariana sempre quis transar na casa dela e eu sempre fiquei pouco a vontade com isso. Mas desta vez tínhamos um motivo, iríamos nos separar por um ano e eu estava disposto a fazer tudo que ela quisesse naquela noite.

Fui pra casa, me arrumei e tive que me segurar para não me masturbar debaixo do chuveiro. A esta altura do campeonato já tinha se passado uns 26 dias que eu na transava, estava louco, com fome, sedento e louco pra chupar aquela menina inteira. A ideia era acabar com a raça dela, lhe dar uma verdadeira surra de pica, abusar de todas as formas daquele corpo e faze-la gozar até perder os sentidos.

Cheguei na casa de Mariana e subi ao sair do elevador, no hall de entrada tinha um bilhete na porta onde se lia: entre sem bater, sente-se e vende os próprios olhos.

Entrei e dei de cara com uma sala ampla, totalmente iluminada por velas multicoloridas. A sala estava enfumaçada devido aos incensos que estavam espalhados pelos quatros cantos. Mariana havia pensado em tudo, até nas músicas que a gente adorava ouvir enquanto transava.

No canto da sala havia um poltrona antiga, vermelha e em cima dela uma venda e um bilhete. Na mesinha ao lado, uma taça de vinho e uma vela iluminando um pequeno pedaço de papel. Me sentei, tomei um gole do vinho e vendei meus olhos. O som continuava tocando em todos os ambientes da casa, o aroma dos incensos tomavam conta dos meus sentidos.

Com os olhos vendados e uma taça na mão eu ouvi passos lentos, pareciam vir do corredor. A pessoa certamente estava usando um salto bem alto e fino. De repente a sensação de ter alguém atrás de mim tomou conta de mim me causando um certo arrepio. Duas mãos apoiaram-se em meus ombros e em seguida certificaram que eu estava realmente vendado.

Mariana estava mais uma vez me surpreendendo. Seus lábos chegaram perto do meu ouvido e um sussurro tomou conta do ambiente.

- Eu te amo.

Um sorriso escapou dos meus lábios quase que automaticamente. Quando tentei me levantar fui forçado a ficar sentado. Mariana se afastou, deu a volta na pequena cadeira antiga e se postou na minha frente. Com as duas mãos ela me segurou firme e foi me guiando pela casa até o seu quarto. Eu apenas sentia os cheiros e ouvia a música que vinha das caixas de som instaladas no teto do apartamento de seus pais.

Senti suas mãos abrindo um por um os botões da minha camisa. A vontade de agarra-la e beija-la me fez ir pra cima dela mas fui contido.

- Fica quieto.

Obedeci e Mariana seguiu com o seu plano. Se livrou da minha camisa e tratou de abrir meu cinto, depois o botão da calça jeans que rapidamente chegou aos meus pés. Senti Mariana se ajoelhando a minha frente e tirando meus sapatos, meias e finalmente a minha calça.

Ela se levantou e meus sentidos iam ficando cada vez mais aguçados.

Eu podia perceber, mesmo com os olhos vendados, cada um dos seus movimentos, senti o aroma do seu perfume predileto, o Angel, senti que ela deu a volta e parou atrás de mim.

Sua respiração ia de encontro a minha pele, me causava arrepios, suas unhas tocaram minhas costas e deslizaram até a cintura me fazendo soltar quase que imperceptivelmente um gemido de prazer. Mariana mantinha o mistério, me provocava de todas as formas. Ouvi sons de gelo sendo girando pelas pontas dos dedos dentro de um copo. Em segundos a pedra molhada com uísque tocou meus lábios, tentei passar a língua na pedra mas Mariana não deixou.

- Deita, ordenou ela.

Eu fui tateando o espaço até encontrar a sua cama. Me deitei bem no centro e Mariana pegou meu braço direito e levou para o alto. Senti cordas me tocando. Ela amarrou fortemente e repetiu a ação no braço esquerdo. Seu cheiro impregnava no meu nariz, meu tesão já era incontrolável e eu queria sentir logo sua boca engolindo meu pau, mas os planos dela pareciam ser outros.

Mariana amarrou meus dois pés e eu fiquei na sua cama totalmente imobilizado, de olhos vendados e usando apenas uma cueca branca que ela havia me dado de presente. Mariana dizia que meu pau ficava indecente quando eu usava este tipo de cueca.

- Seu pau parece que vai explodir de tão duro, disse ela com voz sarcástica.

- E vai se você não fizer nada, respondi quase implorando para ser chupado.

- Calma, meus pais não voltam hoje e a noite é uma criança.

Ouvi passos na lateral da cama. Eram os mesmos passos da sala. Senti uma coisa fria tocar meu corpo, parecia uma espécie de pena.

Aquilo deslizava por toda pele e me fazia sentir uma sensação louca.
Uma vontade de gemer mais alto, meu corpo se retorcia, eu me levantava mas era tudo em vão pois as cordas não me permitiam sair daquela posição.

Uma boca quente tocou meus dedos dos pés e me faltou ar. Os lábios quentes foram subindo em direção as minhas coxas, mordidas foram dadas em todas as partes do meu corpo. Unhas compridas me arranhavam mas com carinho o que me deixava ainda mais excitado.

Uma língua atrevida começou a serpentear no meu peito, levei mordidas nos mamilos e a sensação de não aguentar mais de tanto tesão era cada vez mais intensa. Eu queria gozar, meu pau doía, latejava, pulsava e Mariana parecia se divertir muito com esta situação.

Senti quando os lábios delas tocaram os meus. Suaves, molhados e atrevidos, começamos a nos beijar com volúpia, parecia que um queria engolir o outro num beijo fatal, era a nossa despedida e a gente queria que aquele momento fosse inesquecível e foi ai que a coisa começou a ficar mais quente, pois além dos lábios que eu julgava que eram de Mariana, senti um ouro toque tocar na minha virilha, tinha outra pessoa ali, mas quem?

Um objetivo frio tocou em mim, parecia uma tesoura, uma lâmina ou algo parecido. A pessoa parecia se diverti com aquela situação. Em mim, um mix de medo e prazer. O material gelado deslizava pelo meu corpo e entrou por dentro da minha cueca na lateral e num movimento brusco cortou o tecido. Puxaram o que sobrou e agora eu estava nu, amarrado e de olhos vendados.

Duas bocas começaram a me chupar, me lambia de cima até embaixo. A sincronia entre elas era perfeita, uma subia enquanto a outra descia, chuparam meu pau, morderam me causando mais tesão e dor ao mesmo tempo, me masturbaram, usaram meu pau para baterem em suas próprias faces e eu louco pra gozar quando recebi outra ordem.

- Se controla e só goza quando eu mandar. Era a voz de Mariana mas ela não estava sozinha.

A outra pessoa continuava me chupado, era cumplice dela. As quatro mãos me massageavam batiam, arranhavam e em certos momentos elas parecia mesmo querer deixar marcas em meu corpo. Senti quando uma delas me mordeu no pau me fazendo gritar e soltar um palavrão.

Ganhei outro tapa e a boca voltou a me chupar com mais velocidade e pressão. Mariana seguia dizendo que eu não poderia gozar e cada vez que ela falava isso a vontade aumentava.

De repente a boca parou. Fez-se um silencio no quarto, eu apenas ouvia o som de Lana Del Rey tocando em todo apartamento.

Por um instante tive a sensação de estar sozinho no quarto e estava. Minutos depois ouvi passos voltado, era o mesmo sapato alto e fino que eu havia escutado na sala.

Mariana deu inicio então a segunda parte do seu plano. Tirou minha venda e eu pude ver como ela estava linda. Usava um corpete preto com bordados em tons de vinho, umasava uma calcinha minúscula, meias três quartos, salto alto, óculos de grau e cabelos resos no alto da cabeça.

Ela me olhou e sorriu. Engatinhou a te a cama e caiu de boca no meu pau me fazendo arfar de tesão. Na sua boca uma pedra de gelo e aquela troca de temperatura me fez perder o controle.

- chupa sua vadia... chupa o pau do seu macho chupa.

Eu não falava. Eu gritava e Mariana seguia me chupando de todas as formas possíveis e imagináveis. Sua língua deslizou por cada pedaço do meu corpo. Depois de abusar o bastante de mim, Mariana pegou um vidro de óleo e foi derramando sobre meu corpo sem se importar com o liquido que caia na sua cama. Depois ela começou a espalhar aquele óleo por cima de mim, passou pelas minhas pernas, nas coxas, na virilha, no pau, na barriga e no meu peito deixando a minha pele brilhando.

Meu pau, este latejava cada vez mais. Chegava a incomodar de tanto tesão. Mariana então pegou uma vela vermelha e começou a pingar gostas quentes em cima de mim. O efeito do tesão era tão absurdo que eu não senti dor, eu queria mais e estava adorando assistir aquela cena criada pela minha menina de 18 anos. Nem mesmo quando uma gota acertou meu eu me incomodei. Era para ser inesquecível mesmo.

Mariana se pos de pé em cima de mim, colocou a calcinha de lado e foi descendo ate a altura da minha pica. Com uma das mãos pegou meu pau melado de óleo e apontou para a porta da sua boceta.

Depois sentou-se, deixou meu pau entrar por inteiro. Com as mãos sobre meu peitou e agachada sobre mim Mariana subia e descia, trepava como se fosse uma dançarina de funk, fazia cara de puta, me arranhava com força, deixou marcas no meu peito e começou a dizer que me amava e que queria gozar como nunca naquela noite. Não demorou e gozamos juntos, meu pau explodiu uma quantidade absurda de porra que começou a escorrer de dentro de sua boceta que ainda engolia meu pau com toda vontade do mundo.

Mariana então deitou seu corpo por cima de mim. Pedi que ela me soltasse e ela obedeceu, soltou minhas mãos, meus pés e em seguida caiu de boca no meu pau de novo. Lambeu aquela porra que havia escorrido de dentro de sua xaninha, tratou de deixar meu pau limpo.

Puxei-lhe pelos cabelos e começamos a nos beijar, sua boca cheirava a porra, seu corpo se remexia por cima de mim como se buscasse meu pau de novo. Girei sobre ela e fui direto ao encontro da sua grutinha ainda melada do meu gozo. Chupei, mordi seu grelo, meti um dedo enquanto lambia toda a sua boceta e Mariana chegou rapidamente ao segundo orgasmo. Pedi que ela ficasse de quatro, coloquei meu pai na porta do cuzinho e fui entrando sem muita cerimonia. Mariana pediu mais parecia estar disposta a tudo naquela noite e eu fui socando sem dó com vontade, com força e uma certa violência.

Mariana dizia algumas coisas que eu não identificava. Parei de comer seu cuzinho e me coloquei ajoelhado atrás pra poder chupar sua boceta de novo. Mariana rebolava esfregando a xana na minha cara enquanto dois dedos meus entravam e saiam do seu cuzinho.

- Assim, acaba com a sua putinha.

Me levantei e coloquei Mariana deitada de barriga pra cima com os pés nos meus ombros. Atolei o pau na sua boceta e comecei a socar com força, o som do meu saco indo de encontro ao seu corpo ecoava no quarto, Mariana começou a gozar de novo e eu sai de dentro dela e cai de boca na sua boceta quente e comecei a chupar como se fosse a ultima coisa que eu faria naquela noite. Não demorou e os esguichos invadiram a minha boca, era aquele orgasmos incontrolável que ela as vezes tinha.

Meu pau ainda estava duro e eu volteia socar a sua boceta. Mariana não falava mais nada, apenas sussurrava algumas coisas que eu jamais entenderei ela soluçava, parecia perder os sentidos mas depois voltava. Virei seu corpo de novo deixando ela de bunda pra cima, metia no cuzinho e ia pra boceta, socava o cuzinho de novo e quando senti que ia gozar retornei pra bucetinha e após uma gozada alucinante deixei meu corpo cair sobre o dela.

Ficamos ali parados por cerca de 10 minutos, em silencio, recuperando a energia e os sentidos. Na nossa ultima noite juntos nos ainda trepamos mais algumas vezes, ao amanhecer, Mariana me acordou com o meu pau na sua boca. Um boquete maravilho seguido de um bom dia e voltamos a transar antes que seus pais chegassem. Ainda tive tempo de dar uma última chupadinha na sua boceta totalmente inchada e vermelha.

A terceira pessoa que ajudou Mariana a me levar aos céus eu não fiquei sabendo. Mariana me disse que só vai me contar minutos antes dela embarcar e se eu quiser, poderei me divertir com esta pessoa em sua ausência.

Mari,

Este conto é pra você. Foi inesquecível o que eu vivi com vocês nestes últimos dias.






ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.