"Os mais excitantes contos eróticos"

 

VOCÊ QUER ME FUDER? SONHEI...


autor: Luah
publicado em: 03/09/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


A pergunta foi feita ao esmo, com conotação provocativa, não se sabia ao certo o propósito que teria.
A mente sem igual me pôs a imaginar um plano paralelo onde um outro lugar, outra realidade, um bosque entre os mundos se abriu após o último piscar e assim as árvores limpavam intensamente o ar e o vento trazia um perfume doce que levava tudo que afligia e liberava o intenso gosto de viver, proporcionava o sorriso leve e o olhar brando de felicidade.
Um grande lago estava a minha frente, resplendoroso, águas cristalinas, não tinha como evitar, ele fazia a magia acontecer e me jogar seria encontrar paz.
De olhos fechados senti cada parte do corpo ser tocada em plena queda livre, a alma fora lavada, a temperatura era digna de toda tranquilidade e emoção verdadeira e pura, pernas, braços e cabeça dentro, indo ao fundo do mergulho e fazendo tudo que afligia sumir, desaparecer na onda leve que morria as margens com todo o lixo que pesava nos ombros, deliciando dos segundos que quase valiam por séculos, levantei-me e abri os olhos, observando devagar, estava num jardim.
Flores vermelhas sangue, passáros em bandos com líder forte, o som dos animaisse misturavam junto a relva limpa, onde a vontade era de correr, brincar com o corpo e o capim macio, fino e alto, que brilhava e aconchegava todas as partes das pernas, fazendo o corpo plainar, voardo chão e o coração acelerar, a emoção aflorar, o sol a brilhar, iluminava o lugar cintilante de pólem no ar e insetos a voar, uma dança de abelhas, libélulas e esperanças.
Até que ao cansar, uma fonte a frente avistei, parei e saciei a minha sede, a água caindo era perfeita. A visão que tive era de um homem alto que vinha em minha direção, ele era alto, moreno temperado, uma música veio junto com ele que parecia dançar ao caminhar, sorriso encantador, com uma roupa branca, olhar seguro e determinado, se aproximou, me puxou pela nuca e sem nada esperar, docemente me beijou fazendo flutuar, com as mãos a tocar parte das costas, acolhendo e transmitindo a segurança de um anjo.
Minhas pálpebras relaxaram e os olhos fecharam e por um instante ao abri-los eu estava num vale aberto onde havia uma cama de cinema, com enfeites laterais do lado uma mesinha com água em uma jarra de cristal, com um copo ao lado, ele me conduziu colocando todo meu corpo na cama, me olhou profundamente aguardando um sorriso de aprovação e desceu aos meus joelhos, após meus braços levantar e retirando devagar um vestido fino e muito colorido, uma peça única me tomava, que nem tinha percebido que usava, enquanto meu corpo se contorcia levemente ao ser todado por ele vagarosamente.
Nua na cama e protegida com seu sorriso, deliciei-me ao vê-lo tirar lentamente a sua blusa, levemente me observando, tirar uma calça que só tinha um cadaço a segurar, e de baixo pra cima ele veio devorando meu corpo, subindo e beijando cada centímetro, até passar pela virilha e conduzir um beijo molhado na boca e penetrar devagarinho seu belo gostoso e me amar suculentamente como ninguém conseguira se controlar, me fazendo gemer baixinho até o duplo néctar liberar.
Agarradinho depois do coito, como a contemplar um soninho arrumar no ninho, um tempo de carinhos fizera o tempo passar, até não conseguir segurar o esquentar dos corpos e começar a devorar, ele socava gostoso, até o talo sem cessar, freneticamente como se fosse o último momento de vida e o ar desaparecer entre gritos enquanto o corpo era jogado de um canto para o outro e o sadomazoquismo começar, tapas certos na bunda, arranhões e o leite esbanjando por toda êxtase de prazer que nunca tivera sido tão intenso.
Não havia noção de tempo, quando acordei a fome tomou conta de mim, vi a minha frente uma macieira com uma fruta de prata, ao meu lado um Deus grego na cama e reconheci o lugar, quando as árvores começaram a cantar uma melodia de embalar.
Adormeci entre as folhas a cair, me senti livre como as folhas que o vento levava, estava em Nárnia, onde o sol é radiante e a temperatura sempre agradável, pisquei e do sonho acordei.





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