"Os mais excitantes contos eróticos"


IRMÃ E IRMÃO, UMA VIDA DE TESÃO E PAI


autor: máximo
publicado em: 03/09/16
categoria: incesto
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Fonte: maior > menor


Algumas pessoas podem dizer que é loucura, mas acho que não existe nada mais excitante do que o incesto. Aquela coisa de proibido, de consentimento de pessoas próximas, de não deixar que outros descubram, tudo isso cria uma vontade enorme, mesmo sabendo que pode ser (quase) proibido.
Esta história começou à 25 anos atrás, quando eu tinha 23 anos e minha irmãzinha 13. Dentre os seis irmãos (era a caçula e única mulher, entre eu e ela um irmão de 20, os outros todos mais velhos), eu era o que sempre a defendia, ajudava com dinheiro, dava conselhos, essa coisa toda, mas nunca houve uma relação amorosa que passasse dos limites de irmãos, nem um desejo de minha parte por ela.
Aos sábados, praticamente todos em casa saíam, e ficávamos nós dois e minha mãe, que por conta de um AVC fica mais tempo deitada na cama, só levantada para andar de vez em quanto, e como diz aquele ditado, “a ocasião faz o ladrão”, foi aí que tudo aconteceu.
Era um sábado de verão e muito calor e eu vestia somente um short e cueca, ela uma blusinha sem sutiã, minissaia branca agarrada e uma calcinha verde de biquíni com elásticos no quadril e nas pernas pretos. Estávamos na cozinha, ela lavando louça e eu secando, e entre risadas e palhaçadas a gente brincava de dar tapas na bunda um do outro, sem qualquer tipo de sacanagem, mas de repente parece que o diabinho do incesto apareceu, e cada tapa que eu dava em sua bundinha, a mão demorava mais, sentia a consistência das carnes, e ao ver sua calcinha pela transparência da minissaia meu tesão foi aumentando, resolvi não disfarçar meu pau crescendo sob o short, creio que ela notou, mas a partir desse momento decidi que iria tentar alguma coisa, sempre de olho na porta do quarto para ver se minha mãe não aparecia, quando ela aparecia, eu dava uma jeito de disfarçar, ia ao banheiro e depois voltava.
Em dado momento tocou a campainha e ela foi atender, aguardei um pouco e fui atrás, nossa casa ficava no fundo do quintal na parte mais baixa do terreno e com o portão fechado e a cobertura, ninguém do lado de fora via o que acontecia lá dentro,encontrei ela voltando do portão, perguntei quem era e ela disse “não vou falar’ começamos uma brincadeira que se ela não falasse ia lhe dar uma surra, ela tentando correr e eu a segurava, então eu disse “se não falar quem era, vai apanhar na bunda” ela disse “não falo”, e eu disse “já que é assim, vai apanhar”, comecei a subir a parte de trás de sua saia pra dar tapas na bunda, ela resistia, segurava a saia, mas minha força e meu tesão eram mais fortes, quando finalmente consegui levantar a saia, fiquei louco ao me deparar com uma bunda redondinha, morena e lisinha, a calcinha sumindo no meio do rego, ficamos nessa por um tempinho eu dando os tapas e me deliciando, ela rindo e tentando abaixar a saia, sei que também estava gostando, então deixei ela fugir, mas pensei “agora não tem volta, se chegou até aqui tem que ir até o final”.
Já arquitetando meu plano, tranquei o portão, pois assim qualquer um que chegasse teria que tocar a campainha (ninguém carregava chave), chegando na cozinha continuamos nossas brincadeiras mas a sacanagem já davam o tom, apertava a sua bunda, dava-lhe leves encoxadas na pia, fui no quarto e confirmei que minha mãe dormia, peguei na mão da Jéssica e disse que ia lhe dar um castigo, fomos para o corredor da saída da cozinha (onde ficava o banheiro), chegado lá ela se virou de costas e encostou a bunda em meu pau duríssimo, fechou os olhos e mordeu os lábios, comecei a alisar seus peitinhos pequenos por cima da blusa, beijei seu pescoço, seus ouvidos, ela ficou gemendo, falando “que gostoso amor”, enfiei a mão por baixo da sua saia e alisei a bucetinha por cima da calcinha, aquilo foi me deixando louco, nossos corpos colados, meu pau no meio do rego de sua bunda, abri a porta do banheiro e entramos, não pensava em mais nada, comecei a beijar sua boca carnuda, levantei sua saia e apreciei a beleza de seu corpo pré-adolescente dentro da calcinha verde, estávamos enlouquecidos, ela se apoiou na pia abriu a bunda comas mãos e para minha surpresa disse “enfia, enfia tudo amor”, mas não tive coragem, ficamos só nos beijos e esfregação, depois de um dez minutos resolvemos sair e ver se minha mãe tinha levantado, ela ainda dormia.
Voltamos para a cozinha como se nada tivesse acontecido, terminamos a louça e ela disse para minha mãe que ia tomar banho, seus banhos eram sempre demorados, dei uma desculpa esfarrapada para minha mãe que ia até o portão, saí pela porta da frente e entrei pela porta do corredor da cozinha, nem precisamos combinar nada, ela já me esperava no banheiro com a porta destrancada só de calcinha, aquela visão me deixava louco, foi só entrar e a sacanagem recomeçou, mas desta vez abaixei meu calção e ela ficou impressionada com o tamanho e a grossura do meu pau, segurou e começou a me punhetar de leve, eu chupava seus peitinhos e mandei ela me chupar, parecia que já tinha chupado antes tamanha a perfeição, lambia e chupava só a cabeça, engolia até onde cabia e brincava com a língua, quase gozei em sua boca, ela tirou da boca e voltou a me masturbar, eu alisava sua bunda e sua buceta sobre a calcinha, mas não sei por que não tinha coragem de tocar em sua buceta ou seu cuzinho, somente por cima da calcinha, e com beijos molhados e o tesão lá em cima gozei deliciosamente em suas mãos.
A partir deste dia, todo sábado que ficávamos sozinhos em casa a sacanagem acontecia, sempre de olho se minha mãe não aparecia, quando ela saía para dar uma volta no quintal e demorava fazíamos a festa, beijos, chupadas, esfregadas, punhetas, só não havia penetração, havia um salão comercial na parte da frente do quintal que estava vazio, eu dizia que ia limpar meu carro que ficava lá dentro, ela falava que ia na casa de alguma amiga, mas eu já estava esperando no salão, ficávamos horas e horas nesta sacanagem;um dia ela estava tomando banho e minha mãe foi andar pelo quintal, abri a porta com a chave reserva e fiquei admirando ela no banho, pelado e batendo uma, ela me chamou para baixo do chuveiro e fui, beijando-a deliciosamente coloquei o pau no meio de sua coxas e fiquei fazendo vaivém, não podíamos fazer barulho, após gozar entre suas coxas me sequei e saí antes que minha mãe voltasse, ela perguntou porque que eu não queria comê-la, eu disse que não sabia, mas não tinha coragem, só aquela sacanagem já me satisfazia, seus beijos eram deliciosos, chupava minha pica como ninguém, a língua dançando em meu pau da cabeça até as bolas, uma verdadeira delícia. Fazíamos na cozinha, no banheiro, nos quartos, na lavanderia, na sala, dentro do carro, uma madrugada, com todos na casa dormindo fui na cozinha beber água e ela estava lá só de camiseta e calcinha, fomos para a lavanderia para mais uma sessão sacanagens, sorte nossa que ninguém levantou naquele noite, senão nosso segredo seria revelado.
Continuamos nesse romance por mais uns três anos, até que ela engravidou de um namoradinho, ela teve o filho com 16 anos e ficou morando em casa, as coisas mudaram, comecei a namorar sério mas não esquecia a chupeta maravilhosa que ela me fazia, mas depois foi me despertando o desejo de comer ela.
Um dia, a casa estava em reforma e não tinha sala, as TVs ficavam nos quartos, ela já com 18 anos, sentados lado a lado na cama e sempre nas brincadeiras de ocupar espaço, como não havia ninguém dentro da casa ela subiu em meu colo, seu short era curto de elástico, puxei um pouco pra baixo, a calcinha era bege com desenhos em azul, ficamos alguns minutos neste esfrega-esfrega, a visão de sua bunda dentro da calcinha me fez gozar sob a cueca, ela com cara de safada me olhou e disse “a hora tá chegando”.
No outro sábado fui trabalhar (tinha a chave do escritório e ninguém ia lá de sábado), ela me pediu para levar ela para um buffet que uma amiga arranjou um bico para fazer de sábado, perguntei onde era e ela disse que era no bairro onde eu trabalhava, achei meio estranho mas fui, no caminho ele disse que queria me mostrar uma coisa, pois o trabalho era só a noite, chegando no escritório, disse “a hora chegou”. Voltamos seis anos no tempo, ela tirou o vestido que estava usando, ficou só com uma calcinha branca de renda, na hora fiquei doido, voltamos aos mesmos beijos, o desejo era ainda maior do que antes, mas agora não havia nada de remorso ou que me impedisse de tocar sua buceta, deitamos no sofá e finalmente criei coragem e enfiei a língua em sua bucetinha, chupei com vontade, ela gritava que queria que eu metesse tudo em sua buceta, coloquei-a de quatro no sofá e fui forçando a entrada na bucetinha apertada, cada centímetro que avançava era uma delícia, ela jogava o corpo para trás e eu forçava, bombei várias vezes e quando fui gozar tirei e gozei na sua bunda, deixei a bundinha lisinha toda melada, deitamos no sofá e nos beijávamos como dois apaixonados, ali deitados posicionei meu pau na entrada de sua grutinha ensopada, ela arreganhou as pernas e fui colocando centímetro por centímetro, quando senti que entrou tudo, como movimentos de vaivém, chupava seus peitos que ainda estavam durinhos, demos deliciosos beijos de língua, falávamos sacanagens no ouvido do outro, e na hora de gozar tirei e gozei sob sua barriguinha, foi uma das metidas mais gostosas de minha vida.
Para terminar, pedi para comer seu cuzinho, ela disse que era virgem atrás mas insisti e ganhei sua confiança, disse que ia meter com carinho para não doer, peguei um pote de margarina na geladeira da copa, passei na entrada de seu cuzinho e em todo meu pau, comecei a enfiar, alisava sua buceta para ela relaxar, ela tentava ir pra frente pra fugir de meu pau em seu cuzinho mas eu a segurava, o tesão era imenso, quando passou a cabeça ela deu um grito mas continuei a avançar, ela deitou no sofá e eu por cima forçando, parecíamos um cavalo e uma égua trepando, ela dizia que doía mas era bom eu a chamava de puta, putinha deliciosa, dizia que sua bunda era gostosa, me ajoelhei e a deixei de quatro outra vez, a imagem de meu pau entrando e saindo daquele cuzinho era maravilhosa, ela chorava e aquilo me excitava ainda mais, imaginava que estava estuprando a safada e ficava cada vez mais excitado e depois de várias e fortes estocadas gozamos deliciosamente, caímos de lado abraçados e dormimos juntinhos.
Depois desta data não tivemos mais nenhuma relação, somente depois de vinte anos aconteceu de novo, mas esta fica para um próximo conto......




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