"Os mais excitantes contos eróticos"

 

15 - A primeira namorada


autor: bernardo
publicado em: 11/09/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Jeferso não sempre foi criado dentro das normas da igreja e do movimento carismático do qual participava, onde o ensinaram que deveria ter um namoro santo, que não devia tocar em uma garota e ter segundas intenções.

A sua primeira namorada foi quando ele tinha 18 anos. E é dela que vou falar. Uma garota linda, 1, 56, peitinhos maravilhosos, bundinha na medida, pele branca, cabelos negros, uma mestiça japonesa com brasileira, dois anos mais nova que ele. Ela também foi criada debaixo das mesmas normas que ele e quando começaram a namorar era o namoro mais chato, beijos somente e muita vigilância para não caírem em pecado. Até que um dia tudo mudou.

Jeferso não sempre ficava de pau duro só de ficar perto dela e vivia disfarçando para que ela não visse e acabasse ficando sem graça. Em um domingo passaram o dia todo juntos em um encontro da igreja e quando estavam voltando de carro com o seu pai e a sua mãe, como o dia havia sido cansativo Aline, a namorada, deitou-se em seu colo e dormiu. Ele já estava louco de tesão, ela estava com um vestido preto estilo japonês (que definia ainda mais as suas formas), e para ajudar, o vestido era de abotoar, e pelo espaço dava para ver os seus peitinhos.

Não aguentando aquela visão que o perturbava, tirou sua jaqueta e a cobriu. Aproveitando que estavam viajando a noite e que não dava para seus pais os verem no banco de traz, ele abriu um botão na altura dos seus peitinhos e esperou para ver sua reação e como ela não reagiu ele, muito temeroso, colocou a mão por dentro do vestido e tocou em seus peitinhos e se pôs a acaricia-los discretamente sentindo toda a sua maciez.

Neste instante ele sentiu sua respiração ficar mais forte e recuou a mão deixando o botão aberto, foi quando notou que ela estava acordada. Ele ficou meio sem jeito, pois tinham lhes ensinado que aquilo era errado, era pecado, e que teriam se guardar até o casamento, mas a sensação era ótima e ele não estava se contendo.

Ela voltou a ajeitar a cabeça no colo dele e voltou a dormir e ele não se contendo ajeitou a jaqueta que tinha colocado para cobri-la e abriu o botão na altura da bucetinha dela. Com cuidado colocou a mão dentro do vestido, sem abrir os olhos ela tentou tirar a mão dele, mas ele insistiu e quando tocou a sua calcinha de renda sentiu que estava molhada.

Com a mão dentro da calcinha dela sentiu que escoria líquidos da sua bucetinha virgem. Então, começou a masturba-la no banco de traz do carro, com seus pais no banco da frente. Ela continuava com os olhos fechados, mas a sua respiração estava mais forte e se contorcia no colo dele. Seus pais chegaram a olhar para traz, mas eles acharam que ela estava sonhando.

Jeferson, ficou masturbando-a por uns 20 minutos, até sentir sua bucetinha se contrair e apertou as pernas dele com força e soltou um som quase como um gemido. Os pais, no banco da frente, nem notaram.

Quando chegaram em casa ela desceu do carro com um pouco de dificuldade se apoiando nele e enquanto seus pais subiram a escada para entrarem em casa, ele perguntou o que havia acontecido e ela lhe disse que o que ele fez com ela no carro havia deixando-a fraca. E assim, ele pegou as chaves do carro do pai e a levou para a casa dela, parando duas quadras antes de chegarem e começaram a se beijar.

Então ele voltou a colocar a sua mão por dentro de seu vestido e tocou novamente na bucetinha dela, que instintivamente abriu um pouco mais as pernas e ele colocou sua calcinha de lado e começou a brincar em seu clitóris, deixando seus dedos escorregarem até sua bucetinha. Foi quando ela abriu um pouco mais as perninhas e ele forçou a entrada. Ela deu uma gemida alta colocando sua mão sobre a mão dele e a retirou dali dizendo ofegante:

- Não podemos penetrar aí. Foi então que ela posicionou seu dedo na entrada do seu cuzinho e falou baixinho - ai pode.

Eles nunca tinham ido tão longe nas caricias e toque e então ele enfiou seu dedo dentro do seu cuzinho enquanto chupava seus seios por sobre a roupa. Para os ajudar começou uma chuva e então ficaram mais protegidos de alguém os ver.

E assim com os vidros do carro embasados, ela tomou a iniciativa e abriu um dos botões do seu vestido deixando saltar um de seus seios para fora, oferecendo-o para ele chupa-lo.
Com a boca ocupada em um dos seios, mamando com voracidade e mordendo seus biquinhos, soltando gemidos e urros, enquanto isso sua mão esfregava seu clitóris levando-a em poucos minutos a um gozo delicioso e intenso fazendo-a retorcer-se por inteira, não totalmente satisfeita, mas feliz pela experiência que estava sentido pela primeira vez na vida.

Jeferso não estava muito excitado com tudo isso e logo depois recebeu dela um beijou de língua jamais recebido e a escutou que ela iria retribuir todo o prazer que ele lhe deu.

Fazendo-o inclinar-se no banco, ela, abriu-lhe a calça e seu pau saltou para fora assustando-a pois era a primeira vez que via um cacete ao vivo e a cores. Passado o susto, ficou alguns minutos olhando-o com admiração até ter coragem e pegar nele com medo de machuca-lo e começar a bater uma punheta muito gostosa.

Jeferso não colocou a cabeça para trás se esticando todo e ela falava que tudo aquilo era só dela, e ele concordava então ela começou a bater mais forte e foi quando num impulso ele pegou em sua cabeça que já estava próximo do seu pau e a posicionou para que o chupasse, ela parou com a boca a uns 10 cm do pau e do nada deu um beijo nele e depois o abocanhou, começando uma chupada frenética surpreendendo o pela habilidade.

Ele se sentia no céu e como estava gostoso... foi quando avisou que ia gozar. Ela então tirou sua boca e continuou a bater a punheta e ele gozou forte, jatos e mais jatos de porra. Ela se assustou e ficou admirando o gozo do seu macho, e nisso uma das gotas voou em seu rosto. Eles se limparam, se beijaram e ela entrou para casa dela e o nosso namoro entre eles se fortaleceu, querendo se ver todas as horas para brincarem cada vez mais, até que um dia tiveram a sua primeira transa. Mas isso é outra história, aguarde...

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